Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Florestamento"

Governo do Estado vai apoiar ampliação da Celulose Riograndense

14 de junho de 2012 0

Dezenas de empresários das áreas de tecnologia, construção civil e prestação de serviços reuniram-se na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) para a realização de um Balcão de Negócios com o objetivo de viabilizar o projeto de ampliação da fábrica Celulose Riograndense. O secretário do Gabinete dos Prefeitos e Relações Federativas, Afonso Motta, participou do evento, demonstrando o apoio do Governo do Estado ao empreendimento.

O projeto de implantação da chamada Linha 2 prevê um investimento de US$ 2,9 bilhões e o aumento da capacidade de produção de celulose de 450 mil toneladas/mês para um 1 milhão 750 mil. Segundo o presidente da empresa, Washington Williamson, deverão ser gerados 5,5 mil empregos diretos. A ampliação da unidade também envolverá outras 30 mil pessoas indiretamente, entre fornecedores, produtores e prestadores de serviço. Também existe uma previsão de aumento da área plantada de eucalipto no Estado para 120 mil hectares.

O secretário Afonso Motta destacou que o Governo do Estado é parceiro para trabalhar junto na viabilização do projeto e que investimentos desse porte devem merecer uma atenção especial dos gestores públicos.

- Reafirmamos o compromisso do Estado com esse projeto que pode se tornar o maior investimento da iniciativa privada no Rio Grande do Sul nos últimos anos - disse.

Motta também observou que um dos pontos positivos é que a preferência para a contratação de pessoal, fornecedores e prestadores de serviço será prioritariamente gaúcha, promovendo o desenvolvimento e tornando o Rio Grande do Sul mais competitivo em vários setores da economia. De acordo com a direção da Celulose Riograndense, todas as medidas ambientais cabíveis serão tomadas, como o monitoramento e o controle das emissões de gases das chaminés, precauções para evitar vazamentos de combustíveis nas barcaças que carregam a madeira, e tratamento dos produtos químicos utilizados na fábrica.

* Com informações do Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Definidos grupos de trabalho para Câmara das Florestas Plantadas

13 de junho de 2012 0

A Secretaria da Agricultura promoveu, nesta terça-feira (12), reunião da Câmara Setorial das Florestas Plantadas. O encontro, coordenado pelo adjunto da pasta, Claudio Fioreze, e pelo coordenador das Câmaras Setoriais e Temáticas, Milton Bernardi, foi realizado em Porto Alegre e contou com a participação de representantes dos mais diversos segmentos da cadeia produtiva, além do presidente da Fepam, Carlos Fernando Niedersberg.

O coordenador técnico da Câmara Setorial das Florestas Plantadas, José Carlos Azeredo, destacou que a participação de Niedersberg representou uma aproximação capaz de proporcionar o entendimento entre o setor das florestas plantadas e os responsáveis pela preservação ambiental no Estado. Na oportunidade foram criados dois grupos de trabalho, sendo um permanente, que tratará das questões ligadas ao carvão vegetal, e outro temporário, que tem até o final do mês para apresentar conclusões sobre o cadastramento e o licenciamento de empresas da silvicultura.

O primeiro é constituído por representantes da Secretaria da Agricultura, Secretaria do Meio Ambiente, Fetag, Farsul, Associação dos Produtores e Empacotadores de Carvão Vegetal, Emater, Feevale, Cientec, Embrapa Clima Temperado, Sociedade Extratora de Tanino e Tanac. Do segundo participam, além da Secretaria da Agricultura, Emater, Fiergs, Farsul, Emater, Fetag e Ageflor.

* Com informações da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul

Ampliação da Celulose Riograndense é analisada pela Sala do Investidor

24 de maio de 2012 0

O projeto de ampliação da Celulose Riograndense em Guaíba, na região metropolitana da Capital, avaliado em US$ 2,6 milhões e com geração de até 16 mil postos de trabalho, está sendo avaliado pela Sala do Investidor. Na pauta, gargalos de infraestrutura, principalmente estradas e acessos, além de formação e qualificação de mão de obra, questões tributárias e de segurança pública, bem como a integração com fornecedores locais.

O início da operação aconteceu na Sala dos Banquetes do Palácio Piratini, quando o governador Tarso Genro e um grupo de secretários recebeu o diretor-presidente da Celulose Riograndense, Walter Lídio Nunes.

Ao final do encontro, que durou cerca de 30 minutos, Tarso Genro disse ter recebido um pré-projeto de ampliação e que as negociações estão na metade do processo.

- Mostramos que estamos totalmente aparelhados para recebê-los. Reformamos o sistema de incentivos, que nos permite uma flexibilidade muito grande para conectar este tipo de investimento ao fortalecimento da base produtiva local, além de termos as condições de formar a mão de obra técnica no nível que eles querem - destacou o chefe do Executivo, que se mostra otimista quanto ao desfecho desse investimento.

Agilidade

O otimismo é compartilhado por Walter Lídio Nunes, que considerou "inteligente" o fato de a análise do processo ser feita pela Sala do Investidor, acreditando que haverá agilidade na abordagem e no encontro de soluções para os entraves existentes.

- A Sala do Investidor permitirá que apresentemos o projeto, o impacto que trará ao Estado e as nossas necessidades a um conjunto de secretarias. A partir daí, acreditamos ser possível construirmos os apoios necessários e as melhores alternativas - disse.

O projeto da empresa deverá ser de US$ 2,6 bilhões em Guaíba e tem como finalidade aumentar de 1,3 milhão a 1,7 milhão de toneladas a capacidade de sua fábrica, que hoje produz 450 toneladas por ano. A meta de Walter Lídio Nunes é encerrar as negociações com o Governo gaúcho ainda no primeiro semestre deste ano para, em agosto, apresentar aos acionistas o projeto fechado e o orçamento definitivo.

A objetivo do presidente da Celulose Riograndense é implantar a nova unidade entre 2013 e 2014, com o início das operações em janeiro de 2015. Da produção total, 90% terá como destino a exportação.

A Celulose Riograndense pertence ao grupo chileno CMPC, que comprou a fábrica da brasileira Fibria Celulose, no final de 2009, por US$ 1,43 bilhão. Com uma capacidade de produção de celulose de 2,5 milhões de toneladas por ano, a CMPC é a segunda maior produtora de celulose do Chile.

* Com informações do Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Associação Industrial propõe criação de bioparques no Brasil

09 de maio de 2012 0

A instalação de bioparques de biomassa em polos madeireiros é uma alternativa de renda para produtores florestais e indústria da madeira. A proposta da Associação Brasileira das Indústrias de Biomassa foi apresentada na manhã desta quarta-feira (9) no Seminário Biomassa Florestal e Energia, realizado em Gramado, paralelamente à 4ª Feira da Floresta, que se encerra sexta-feira (11).

De acordo com o presidente da Associação, Celso Oliveira, os bioparques seriam centrais de recolhimento de resíduos florestais ou de indústrias madeireiras localizadas em um raio de até 15 quilômetros das fontes de matéria-prima.

- Estes bioparques funcionam na Europa. Têm o foco de organizar a cadeia, dando à biomassa aproveitamento de mercado, seja por meio de pellets, briquetes -  diz Oliveira.

No Rio Grande do Sul, ele acredita que polos moveleiros como o de Gramado e Canela e o de Bento Gonçalves têm alto potencial de ter bioparques, produzindo insumo para abastecer lareiras e caldeiras em hotéis, clubes e indústrias.

- Em Camboriú (SC), os principais hotéis usam pellets, feitos em Blumenau a partir de resíduos de madeira, para abastecer suas caldeiras - exemplifica.

A Associação negocia com governos estaduais incentivos para a implantação desse tipo de projeto.

Matéria-prima não falta no Rio Grande do Sul, avalia Luiz Elody Sobreiro, coordenador do Seminário. Segundo ele, cerca de 30% da biomassa florestal é desperdiçada no Estado.

- A matéria-prima dos pellets é bem conhecida e abundante aqui no Brasil e no mundo. E, diferente do petróleo e do vento, tem um abastecimento regular - afirma Rubem Groff, gerente geral da austríaca Andritz F&B no Brasil, que fabrica máquinas para produção de pellets.

O que incentiva o consumo de pellets e outras biomassas energéticas é a pressão por aumento da utilização de energias renováveis. Novos compromissos na redução das emissões de CO2 devem ser debatidos em junho na Rio+20, conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável.

Para o coordenador do Laboratório de Combustão da Fundação de Ciência e Tecnologia do Estado (Cientec), Leandro Dalla Zen, uma das melhores maneiras para se aproveitar biomassa são pequenas centrais termelétricas, como a implantada pela indústria de arroz Pilecco, em Alegrete, com tecnologia da Cientec. O pesquisador acredita que usinas produtoras de 1,5MW/h, por exemplo, são viáveis devido à comercialização da energia e de créditos de carbono.

- Aqui nesta região de Gramado e Canela poderíamos aproveitar serragem e lenha picada em uma usina - exemplifica.

* Com informações da Feira da Floresta

Setor florestal gaúcho pede segurança jurídica para atrair investimentos

23 de março de 2012 0

A empresa do setor florestal Stora Enso anunciou investimentos de um US$ 1,6 bilhão na China. A fábrica, no sul do país, terá capacidade para processar 450 mil toneladas de papel por ano. A região formou uma base florestal de 120 mil hectares de florestas comerciais para receber o investimento.

Com isso, a expectativa do setor no Rio Grande do Sul de ter os investimentos da empresa foi adiada. Segundo o presidente da Associação Gaúcha das Empresas de Florestamento (Ageflor), o Estado ainda não possui uma base florestal suficiente para atender as requisições para receber um investimento deste porte. Leonel Menezes salienta também que questões legais, como o limite de compra por terras por estrangeiros, faz com que as indústrias adiem os projetos.

- Enquanto não tivermos uma condição jurídica para que eles voltem a investir para fazermos uma base florestal suficiente, o investimento não vem para cá. Mas isso não quer dizer que os investimentos no Rio Grande do Sul foram cancelados, só o Estado ainda não deu condições de investimentos aqui - avalia.

Conforme o dirigente da Ageflor, o investimento poderia trazer um retorno de cerca de R$ 3 bilhões para a Metade Sul. Pelo menos três projetos de expansão de capacidade produtiva e instalação de fábricas ainda estão no papel no Rio Grande do Sul, envolvendo investimentos de R$ 6,5 bilhões.

Celulose Rio Grandense debate investimentos com governo gaúcho

13 de fevereiro de 2012 0

O governador Tarso Genro recebeu na manhã desta segunda-feira (13), no Palácio Piratini, o diretor presidente da Celulose Riograndense, Walter Lídio Nunes. Na pauta, a legislação que limita a aquisição de terras em território nacional por empresas brasileiras de capital estrangeiro, principalmente para aquelas focadas no agronegócios.

- Este é um ponto importante pois os investimentos de capitais estrangeiros no agronegócio, com impacto no setor de base florestal ou celulose, basicamente dependerão desta revisão - explicou o executivo da Celulose Riograndense, empresa que opera em Guaíba, na Região Metropolitana, e pertence ao grupo chileno CMPC.

Hoje a Lei estabelece um máximo de 1,5 mil hectares, explicou o presidente Walter Nunes.

Tarso Genro recebeu o pedido da empresa, pretende analisá-lo com sua área técnica e, posteriormente, encaminhará a posição do Governo sobre o assunto.

Plano de crescimento

A Celulose Riograndense, de acordo com o diretor presidente Walter Nunes, tem um plano de crescimento, mas ele esbarra na limitação da compra de terras para plantio ou para arrendamento.

- Hoje a empresa conta com 215 mil hectares e necessitaria de mais 25 mil hectares. Das terras que possuímos, 100 hectares são destinadas à proteção ambiental - observou.

A empresa está investindo US$ 2 bilhões em Guaíba para aumentar entre 1,3 milhão a 1,7 milhão de toneladas a capacidade de sua fábrica, que hoje produz 450 toneladas por ano. O projeto está ingressando na segunda fase, a engenharia básica, que deve ser encerrada até o final do primeiro semestre deste ano.

- De acordo com os nossos planos, no segundo semestre de 2014 a nova unidade já estará em funcionamento - disse.

A CMPC comprou a fábrica, localizada no Rio Grande do Sul, da brasileira Fibria Celulose, no final de 2009, por US$ 1,43 bilhão. Com uma capacidade de produção de celulose de 2,5 milhões de toneladas por ano, a CMPC é a segunda maior produtora de celulose do Chile.

* Com informações do Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Instrução orienta a produção de sementes e mudas

12 de dezembro de 2011 0

O Ministério da Agricultura, publicou no Diário Oficial da União (DOU) de sexta-feira (9) a Instrução Normativa Nº 56, que regulamenta a produção, comercialização e a utilização de sementes e mudas das espécies florestais nativas e exóticas.

Este grupo de plantas é utilizado para silvicultura, reflorestamento ou recomposição de áreas de interesse ambiental, contrapondo-se as espécies ditas “agrícolas”, como soja, milho, forrageiras, olerícolas, café e frutíferas em geral. As espécies nativas são aquelas pertencentes à flora dos biomas brasileiros, como mogno, ipês, jatobá, peroba, paricá ou guapuruvú e jequitibá rosa. As exóticas, são aquelas que foram introduzidas no Brasil como eucaliptos, pinheiros e teca.
O texto da norma, elaborada a partir da Lei nº 10.711/2003, estabelece as mesmas regras e procedimentos para a produção e comercialização de ambos os grupos da espécie. Até então, a regulamentação vigente adotava como base procedimentos gerais estabelecidos para todas as espécies, voltada para as especificações das espécies “agrícolas”.
A falta de uma regra específica gerava dificuldades na produção e comercialização do material de propagação vegetal das espécies florestais. A produção de sementes e mudas destas espécies seguem técnicas e procedimentos diferentes das espécies agrícolas, em especial com relação à origem e a procedência do material de propagação.
A norma oferece ordenamento legal específico ao sistema de produção do material de propagação das espécies florestais. Além disso, agrega valor qualitativo, com o objetivo de fornecer informações sobre a origem, a procedência, a identidade e as qualidades das sementes e mudas comercializadas. Desse modo, o consumidor pode escolher e plantar o produto mais adequado ao que deseja.
As exigências entram em vigor em janeiro, mas o prazo para os produtores declararem sua produção vai até o final de abril de 2012. A Coordenação de Sementes e Mudas programa fazer um trabalho de divulgação e orientação de todos os envolvidos com o segmento florestal durante este período de transição.
* Com informações do Ministério da Agricultura

Setor florestal gaúcho comemora anúncios de investimentos

05 de dezembro de 2011 0
O setor florestal gaúcho deve iniciar o ano com investimentos com até R$ 3 bilhões. Só a ampliação da indústria da CNPC vai ser de R$ 2 bilhões. Além da celulose, as empresas do setor moveleiro e das indústrias de chapas também devem expandir negócios no Rio Grande do Sul.
O presidente da Associação Gaúcha das Empresas Florestais (Ageflor) também informa que a área de plantio comercial cresceu. Leonel Menezes espera que estes planos impulsionem o setor no Rio Grande do Sul.
- A nossa expectativa é que tenhamos um plantio florestal na ordem de 70 mil hectares, superior aos 50 mil hectares que tivemos em 2010. E que o início destes investimentos realmente impulsione e encoraje outros investidores a colocar em curso seus planos de expansão - salienta.
Uma das expectativas dos representantes do setor são investimentos na área de geração de energia.

Programa ABC já liberou R$ 100 milhões nesta safra

29 de novembro de 2011 0
Pelo menos R$ 100 milhões já foram liberados pelo Programa de Agricultura de Baixo Carbono nesta safra. A informação foi dada pelo coordenador-geral para Pecuária e Culturas Permanentes do Ministério da Agricultura. João Salomão participou nesta segunda-feira (28) do lançamento da 4ª Feira da Floresta.
Lançado neste ano pelo governo, o ABC prevê R$ 3,15 bilhões para incentivar processos tecnológicos que neutralizem ou minimizem os efeitos dos gases de efeito estufa no campo. Para Salomão, que também é o porta-voz do programa, o setor florestal é um dos grandes responsáveis pela tomada de crédito, com cerca de R$ 23 milhões. Ele vê vantagens em relação aos programas antes existentes, como o Propflora.
- É um programa que tem foco na sustentabilidade ambiental, que financia, entre outras coisas, a implantação de florestas, integração lavoura-pecuária-florestas, sistema orgânico. É um programa que está começando mas que já está com bom desempenho. Se compararmos estes recursos de R$ 100 milhões com o ano passado, já são 50% maiores que o mesmo período da safra anterior - salienta.
Os recursos para investimentos estão contemplados no Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012. Produtores rurais e cooperativas poderão contar com limite de financiamento de R$ 1 milhão e taxas de juros de 5,5% ao ano. O prazo para pagamento é de 5 a 15 anos.

Setor florestal discute mercado para produção de acácia negra

21 de novembro de 2011 0

O presidente da Associação Gaúcha de Empresas Florestais (Ageflor), Leonel Menezes, participou de reunião com a Comissão de Silvicultura da Farsul, coordenada pelo presidente Carlos Sperotto, para discutir a crise envolvendo a comercialização de acácia negra. Leonel Menezes expôs os gargalos do setor e afirmou que a crise não envolve somente preço, é mais ampla.

Produtores e indústrias acordaram realização de nova reunião até o final deste ano para apresentação de levantamento de dados de ambas as partes. O levantamento abordará temas como questão ambiental e tributos. O presidente da Comissão de Silvicultura, Rodrigo Pacheco, disse que a ideia é buscar soluções conjuntas para os problemas. No futuro, deve ser elaborado um documento retratando a realidade da silvicultura gaúcha para ser entregue ao governador Tarso Genro.
A produção de acácia negra predomina em pequenas propriedades da Depressão Central. Na região, há uma crise de compradores para o produto, apontando necessidade de criação de novos mercados. Nos últimos 10 anos, houve aumento na área plantada com acácia. O cavaco é exportado para China e Japão para fabricação de celulose; a casca é utilizada para extração de tanino e a madeira que sobra é usada para carvão.
* Com informações do Sistema Farsul