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Posts na categoria "Fruticultura"

Governo amplia presença de fruta em néctares de uva

31 de agosto de 2012 0

O suco de uva tipo néctar produzido no Brasil terá de conter, no mínimo, 50% de fruta. A determinação está publicada nesta sexta-feira (31) no Diário Oficial da União. Os produtores e empresários terão 180 dias para adequação à ordem.

A nova regra atinge os produtores de sucos dos tipos néctar, que tem hoje até 30% de fruta, é diluído em água e pode ser adoçado,  e o refresco, que tem de 8% a 30% de uva, é diluído em água e também pode ser adoçado.

- Esta medida atende a um pedido do setor vitivinícola, que será beneficiado com a maior possibilidade de colocação da produção de uva - afirma o presidente do Conselho Deliberativo do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), Alceu Dalle Molle.

Ele ainda destaca as vantagens para a saúde dos consumidores. Lembra que um suco com mais uva trará uma maior carga de resveratrol, substância que combate a produção de toxinas e radicais livres e evita a formação de placas de gordura nos vasos sanguíneos, diminuindo os níveis do mau colesterol (LDL) no sangue, prevenindo infartos e acidente vascular cerebral. A pressão arterial também tende a ficar sob controle com o uso diário do suco de uva.

O Ministério da Agricultura informa que a produção de uva no país ocupa 81 mil hectares, destacando as regiões do Rio Grande do Sul que concentram 330 milhões de litros de vinhos e os chamados mostos - sumo de uvas frescas que ainda não tenham passado pelo processo de fermentação. Também há produção de uvas em Petrolina (Pernambuco), Juazeiro (Bahia) e no Vale do São Francisco.

Com informações do Ibravin



Produtores de maçã pedem subsídio do seguro contra granizo

27 de agosto de 2012 0

O presidente da Associação Gaúcha dos Produtores de Maça avalia como positivo a autorização do Conselho Monetário Nacional, que permitirá a liberação de R$ 300 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social(BNDES), para renegociação de dívidas do setor. O prazo de financiamento será de até 10 anos, incluindo um ano de carência, e taxa de juros de 7,5% ao ano. Podem ser renegociadas as dívidas contratadas até 30 de dezembro de 2010. No entanto, Leandro Bortoluz, considera que ainda é preciso avançar, especialmente em relação ao subsídio do seguro em casos de granizo.

- Nós pleiteamos 20% de subsídio para o seguro anti-granizo. Já estão contemplados Paraná e Santa Catarina. O governo federal trabalha com uma margem de 60%, 20% o produtor coloca e 20% seria do governo do estado  - afirma Leandro.

O presidente da Associação resssalta os principais entraves do setor e cita que hoje 65% do custo na produção está ligado à mão-de-obra.

- O grande entrave para nós hoje é remunerar o investimento do produtor, para que esse produtor ao final dos 10 ou 15 anos da vida do seu pomar possa substituir por novas variedades, podendo trocar o seu trator, investir em tecnologia e dessda maneira nós não conseguimos fazer com que trabalhe em uma faixa que possa fazer o seu investimento - salienta o dirigente.

Conforme Leandro Bortoluz as dificuldades das últimas 3 safras tem ainda se refletido para o setor. A estimativa neste ano é de que o Brasil exporte 80 mil toneladas. Em 2004, foram 150 mil toneladas. No Rio Grande do Sul, são cerca de 600 produtores, com área cultivada de 14 mil hectares e na época de safra até 10 mil trabalhadores se deslocam para os Campos de Cima da Serra, principal região produtora no Estado.

Claiton Fortunato

Aprovada reestruturação das dívidas dos produtores gaúchos de maçã

23 de agosto de 2012 0

O Conselho Monetário Nacional aprovou em reunião, na tarde de hoje(23/08), proposta de destinação de até R$ 300 milhões para a reestruturação das dívidas do setor produtivo da maçã, conforme o Ministério da Fazenda. Há mais de um ano que o BRDE constrói com o Ministério da Fazenda e o Ministério da Agricultura a solução para o endividamento. O limite para cada produtor pode chegar a R$ 5 milhões, com recursos do BNDES que serão operados por seus agentes, entre os quais o BRDE se destaca como o primeiro. A região Sul era a única do País onde o setor da fruticultura ainda não havia sido atendido por um programa de renegociação econômica.

Com informações do BRDE.


Pesquisadores buscam qualificar produção de abacaxi no Litoral Norte

16 de julho de 2012 1

Estudos da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) nos municípios de Maquiné e Terra de Areia tentam resgatar a qualidade do abacaxi produzido na região a cerca de 70 anos. Segundo o pesquisador da Fepagro, Alceu Santin, durante esse período a cultura se desenvolveu com muita mistura de mudas trazidas de fora e também ocorreu uma redução da área de plantio.

A Fundação está fazendo uma seleção de mudas resgatando a variedade original. A intenção é auxiliar os pequenos agricultores locais com alternativas para a melhoria do cultivo. Santin ressalta a necessidade de especialização dos produtores como uma exigência do mercado.

- O nosso abacaxi é famoso pelo sabor dele, ele é um sabor diferenciado, ele é um abacaxi para degustar, e nós precisamos melhorar o padrão dele, o padrão que falo é a uniformidade de frutos, o tamanho mais ou menos ideal, 700 gramas, seria o ideal 700 a 900 gramas nessa faixa aí que é o valor comercial do abacaxi.

Atualmente as pesquisas estão relacionadas ao uso do calcário, juntamente com aplicações de biofertilizantes, ou seja, uma mistura de compostos orgânicos e micronutrientes. Logo após os frutos são pesados e analisados quanto à quantidade de açúcar e nutrientes.

O pesquisador Alceu Santin afirma que o agricultor precisa se organizar e fazer um trabalho qualificado em busca de um selo de identificação para chegar a um mercado seletivo. A comercialização do produto gaúcho ainda se baseia em  pontos de venda abertos pelos próprios produtores em alguns locais do estado e principalmente no litoral durante o período de veraneio.

Produtores conhecem alternativas para controle de pragas em frutíferas

29 de junho de 2012 0

A fruticultura é atividade agrícola de maior importância econômica para a região da Serra. No Rural Show 2012, que acontece até domingo (1º), no Centro de Eventos de Nova Petrópolis, técnicos da Emater estão mostrando para os produtores as tecnologias utilizadas no controle e no monitoramento de pragas que comprometem a produção.

- São alternativas para diminuir o uso de agroquímicos, o custo de produção, as perdas e o impacto ambiental - explica o agrônomo da Emater de Bento Gonçalves, Gilberto Salvador.

A mosca da fruta é o principal inseto que ataca os pessegueiros, sendo comum também nos pomares de maracujá, goiaba, maçã e nectarina. A praga coloca seus ovos nas frutas e as larvas desenvolvem-se, tornando-se uma porta de entrada para doenças e causando a perda total da fruta. Para monitorar essa praga, existe uma armadilha com proteína hidrolisada, um alimento para atrair a mosca.

- Como o inseto só voa para cima, ele fica preso e morre. Uma mosca na armadilha já é o indicativo de que tem que ser feito o controle - destaca o agrônomo.

Isso é feito com inseticidas permitidos pela Anvisa: produtos naturais, se for produção orgânica, e sintéticos, se for convencional. O agrônomo Salvador lembra ainda que alguns agricultores utilizam vinagre ou suco da fruta em vez da proteína hidrolisada.

- Mas nesse caso também são atraídos outros insetos. O uso da proteína hidrolisada permite um controle mais seletivo - afirma.

Outro método utilizado no manejo e controle da grafolita ou mariposa-oriental em pomares de pêssego, maçã, pêra e ameixa, é o uso de feromônio sexual sintético, que é equivalente ao odor natural liberado pelas fêmeas no ambiente para atração dos machos para acasalamento. Quando espalhado no pomar (em armadilhas, cápsulas ou pasta), os machos confundem-se, gastam energia procurando as fêmeas para o acasalamento e acabam morrendo. Assim, não há ovos e a praga não prolifera.

No pessegueiro, os danos causados pela mariposa-oriental são observados tanto nas brotações (ponteiros) como nos frutos, que ficam imprestáveis para o comércio. O uso do feromônio no monitoramento e no controle da praga busca evitar que os produtores façam aplicações de inseticidas fosforados e piretroides preventivamente ou quando a grafolita já causou danos, pois eles também eliminam os inimigos naturais das pragas.

No local, os agricultores podem conferir, ainda, uma armadilha luminosa para controle da broca da figueira. A mariposa noturna é atraída pela luz ultravioleta, batendo na lâmpada e caindo dentro de um recipiente com água (ou água e sabão). A captura da broca evita que ela coloque os ovos na ponta da planta e eles se desenvolvam dentro do broto, interrompendo o crescimento da frutífera e impedindo a produção de figo.

* Com informações da Emater

Cotação do açaí atinge recorde histórico no mês de maio

25 de junho de 2012 0

O preço do açaí atingiu alta histórica no mês de maio e o aumento refletiu no preço da polpa vendido em Belém (PA) e em outros estados produtores. O açaí médio, tipo mais consumido no Pará, registrou aumento de 25% de janeiro a maio deste ano e o valor médio do litro do fruto está em R$ 12,80. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que acompanha o preço do açaí desde a década de 1990, os motivos da alta são o período de entressafra e o crescimento da demanda no País.

- O período da entressafra da fruta, no Pará, ocorre de janeiro a junho, os preços ficam altos; já no período de julho a dezembro, os preços caem e depois se mantêm - avalia Elizabeth Turini, da Gerência de Produtos da Sociobiodiversidade da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Ministério da Agricultura.

Não existe um padrão de comercialização para o açaí, pois em alguns municípios a produção é vendida para agentes da cadeia que possuem condições de transportá-la aos centros de comercialização. Com base no estudo da cadeia produtiva constatou-se que 68,6% da produção de fruto são comercializadas por intermediário e, apenas 31,4% são vendidos pelo próprio extrativista diretamente aos despolpadores.

Há 20 anos, o açaí era consumido apenas no Pará. Em meados da década de 1990 começou a se popularizar como energético e entrou na pauta de exportações. A demanda cresceu e o preço subiu. De acordo com o biólogo e geneticista do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Charles Clement, o apelo do açaí reside no fato de ser uma fonte de energia eficiente e natural.

- O óleo do açaí é pura energia. Nosso fígado degrada o óleo para criar o açúcar que é queimado no corpo quando realizamos atividades físicas. Por isso, o açaí faz sucesso entre atletas e em academias - afirmou.

O mais recente levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, aponta que o Brasil produziu 124 mil toneladas de açaí. O Pará, maior produtor, com 107 mil toneladas, concentra 87% da produção nacional. De acordo com o Ministério da Agricultura 70% do açaí do Pará é consumido no próprio estado, 20% vai para o restante do País e 10% para o exterior. Os Estados Unidos quadruplicaram o consumo do açaí brasileiro nos últimos anos. O produto nacional também é embarcado para o Japão, China e Rússia.

O Governo Federal estuda reajuste de 8% no preço mínimo do açaí para vigorar a partir de julho deste ano até junho de 2013. A proposta para o novo preço mínimo é de R$ 0,90. Atualmente, o preço mínimo é de R$ 0,83/Kg. A Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade é feita por intermédio de subvenção direta. O extrativista, enquadrado com agricultor familiar, tem direito a receber a diferença entre o preço de mercado e o preço mínimo aprovado, toda a vez que o preço de mercado estiver abaixo do preço mínimo é subvenção direta, na conta do extrativista.

O açaí está incluído nos produtos extrativistas do Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade (PNPSB), lançado em abril de 2009, em Manaus (AM), sob a coordenação dos ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA), Meio Ambiente (MMA), e Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS) e a Conab. A valorização de produtos extrativos obtidos mediante a conservação e uso sustentável dos recursos naturais por povos e comunidades tradicionais e pelos agricultores familiares é parte da estratégia do Governo Federal para promover o desenvolvimento sustentável.

O Ministério da Agricultura e Secretaria de Ciência e Tecnologia do Pará estudam o reconhecimento de Indicação Geográfica (IG) do município paraense de Igarapé-Mirim para o açaí por tratar-se de um produto tipicamente paraense, fruto da palmeira Euterpe oleracea, nativa das várzeas da região amazônica.

O registro de IG é conferido a produtos ou serviços característicos do seu local de origem, o que lhes atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria, além de distingui-los em relação aos seus similares disponíveis no mercado. Esses produtos apresentam uma qualidade única em função de fatores naturais como solo, vegetação, clima e saber fazer (“know-how” ou “savoir-faire”). O Instituto Nacional de Propriedade Industrial - INPI é a instituição que concede o registro e emite o certificado. A IG de Igarapé-Mirim se tornou um importante instrumento para o desenvolvimento do município e para toda a cadeia produtiva.

* Com informações do Ministério da Agricultura

Grupo de trabalho discute inserção da fruticultura na Fronteira Oeste

11 de junho de 2012 0

Governo e entidades estão iniciando um projeto para desenvolver a fruticultura na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. A parceria também envolve os assentamentos localizados na Metade Sul. Um estudo de viabilidade socioeconômica está sendo feito para verificar as condições e culturas indicadas.

Conforme o diretor executivo da Federação das Cooperativas Vinícolas do Estado (Fecovinho), uma das entidades envolvidas, existe uma visualização em relação ao potencial da fruticultura nas pequenas propriedades. Helio Marchioro explica que o trabalho terá foco na participação de toda a cadeia, da produção ao consumo, para incentivar a busca de mercados pelos pequenos produtores.

- Elas só tem viabilidade se trabalharem em conjunto. Sozinha uma pequena propriedade pode trabalhar um mercado local, mas o conjunto das pequenas propriedades só se viabilizam se forem em grupo, em conjunto. Essa é a ideia - salienta.

Entre as frutas que devem ser produzidas estão uva, pêssego, citrus, amora, framboesa, mirtilo, quivi e caqui.

Congresso debate atualidade e tendências da fruticultura nacional

08 de junho de 2012 0

O XXII Congresso Brasileiro de Fruticultura, que acontece de 22 a 26 de outubro, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves, propõe-se a colocar em pauta, na sua seção de painéis, temas de ‘linha de frente’ na produção de frutas.

Pesquisadores, professores universitários, profissionais vinculados à extensão rural, agentes públicos, empresários e dirigentes de instituições setoriais, totalizando cerca de 40 das principais autoridades em seus campos de conhecimento, no país, conduzirão o debate. Cultivo protegido de fruteiras, Novas tecnologias aplicadas à pós-colheita de frutas, Situação do mercado e tendências do consumo de frutas, Agricultura de baixa emissão de carbono e Sistemas agroflorestais baseados em fruteiras, por exemplo, são os títulos de 5 dos 15 painéis programados.

- É uma oportunidade ímpar de, reunindo um número tão significativo de especialistas, poder-se conhecer e debater um grande conjunto de temas atuais da fruticultura - diz, a respeito, o presidente da comissão executiva do Congresso, pesquisador da Embrapa Uva e Vinho Paulo Ricardo Dias de Oliveira.

Principal fórum nacional de intercâmbio técnico-científico da cadeia produtiva de frutas, o CBF é uma realização da Sociedade Brasileira de Fruticultura, com promoção, nesta 22ª edição, pela Embrapa, por meio de sua unidade Uva e Vinho. Mais de 20 instituições apoiam o evento, que conta com o patrocínio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs).

* Com informações da Embrapa Uva e Vinho

Pesquisas promovem melhorias na cultura do abacaxi no Litoral Norte

06 de junho de 2012 0

O aumento da produtividade e da qualidade do abacaxi no Litoral Norte é o objetivo de um conjunto de estudos que estão sendo desenvolvidos por pesquisadores da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) em Maquiné e em Terra de Areia. A intenção é auxiliar os pequenos agricultores locais com alternativas para a melhoria do cultivo desta espécie.  Atualmente, as pesquisas estão relacionadas ao uso do calcário, juntamente com aplicações foliares de biofertilizantes (mistura de compostos orgânicos e micronutrientes).

Cultura tradicional da região, as plantações de abacaxi vivem um processo de redução crescente desde os anos 70. Naquela década, os agricultores do Litoral Norte do Rio Grande do Sul chegaram a plantar 1.620 hectares de abacaxi. Atualmente, menos de 300 hectares são cultivados, conforme dados do IBGE, coletados pela pesquisadora Raquel Paz da Silva, da Fepagro Litoral Norte.

Os estudos incluem a medição e a pesagem dos frutos depois das aplicações, para posterior avaliação dos resultados. Estão sendo analisados ainda a quantidade de açúcar dos frutos e nutrientes presentes nas folhas. As avaliações do experimento estão sendo realizadas pela equipe dos dois Centros de Pesquisa, juntamente com os pesquisadores da Fepagro sede, em Porto Alegre.

* Com informações da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro)

Santa Catarina inicia pagamentos do Seguro Agrícola para maçã

17 de maio de 2012 0

Nesta quinta-feira (17), a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca iniciou os pagamentos das subvenções aos prêmios do Seguro Agrícola para os produtores de maçã de Santa Catarina. O evento aconteceu em São Joaquim, na Associação de Produtores de Maçã e Pêra de Santa Catarina (Amap), e contou com a presença do secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, João Rodrigues.

Rodrigues anunciou aos 2,5 mil presentes que o Governo do Estado fornecerá subsídio referente ao valor de R$ 5 milhões destinados aos fruticultores catarinenses. Em seu discurso, João Rodrigues explicou que a maioria dos produtores de maçã adere ao seguro agrícola do Governo Federal, em que os agricultores têm subsídios para o pagamento do prêmio.

- Agora, o Governo do Estado também fornecerá um subsídio de 50% da cota do produtor, limitado a 4,5 hectares - falou o secretário.

O secretário destacou ainda que o Governo do Estado está disposto a incentivar o desenvolvimento da Serra Catarinense, apoiando os projetos e atividades que são bases da economia da região.

- A produção de maçã é uma atividade importante para 2,5 mil produtores catarinenses que tornam o Estado o maior produtor nacional da fruta, por isso o Governo do Estado não mede esforços para atender as demandas do setor da maçã em Santa Catarina - ressaltou Rodrigues.

Na ocasião, o secretário João Rodrigues falou ainda sobre a importância do investimento na cobertura dos pomares. O presidente da Amap, Rogério Pereira, salientou que este é um momento único na história da Associação e parabeniza a todos pela união e interesse em lutar pelos fruticultores.

- Foi indiscutivelmente um grande momento, estamos felizes, o setor demonstrou que somos fortes, se nós nos unirmos nos somos muito mais fortes do que muita gente pensa, e estamos de parabéns - afirmou.

O presidente destacou ainda que com isso o Estado e as autoridades estão voltando os olhos com mais atenção para as necessidades da região e da fruticultura.

* Com informações da Secretaria de Agricultura de Santa Catarina