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Posts na categoria "Hortifrutigranjeiros"

Variedade de Batata Doce é incentivada para merenda escolar

30 de julho de 2012 0

O escritório da Emater em Santa Margarida do Sul incentivou durante a última safra o plantio de uma batata doce com alto teor de betacaroteno. Chamada de Batata Doce Vitaminada, a cultivar foi desenvolvida ainda nos anos 80 nos Estados Unidos.

A batata doce vitaminada possui polpa de cor alaranjada intensa, o que indica a presença intensa do betacaroteno. Depois de ingerido, este antioxidante se transforma em vitamina A, que é essencial para o desenvolvimento dos órgãos da visão, formação da pele e crescimento do corpo.

Apesar da estiagem, a colheita foi considerada boa pelos técnicos da Emater, com a raiz apresentando peso de cerca de 300 gramas. O engenheiro agrônomo da Emater Fernando Oliveira, salienta a parceria com a Embrapa no desenvolvimento desta cultivar e o rendimento dela para os agricultores.

- Trouxemos no ano passado as primeiras mudas para iniciar a difusão entre os agricultores como sendo uma oportunidade e uma alternativa aqui na nossa região tendo em vista que é de baixo custo e boa produção - informa.

A produção em Santa Margarida está voltada ao atendimento das escolas do município para atender a demanda da merenda escolar através do Programa Nacional de Alimentação Escolar. A ação da Embrapa faz parte do Programa Biofort: Biofortificação do Brasil, que visa ao desenvolvimento de produtos agrícolas mais nutritivos.

A Batata Doce Vitaminada pode ser consumida de diversas formas. Quando transformada em farinha, substitui parcial ou totalmente a farinha de trigo em diversas receitas.

Queda de oferta no mercado encarece preço do tomate ao consumidor

25 de julho de 2012 0

Fazer o molho de tomate em casa ficou mais caro nos últimos 30 dias. É o que aponta levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV).

Segundo estudo da entidade, o tomate é o principal vilão da alta de preços, com um aumento de 63,13% na capital entre junho e julho.

– Mas a alta não afetou só Porto Alegre. Das sete capitais pesquisadas, todas tiveram, entre os cinco itens que mais aumentaram, o tomate. No Rio de Janeiro chegou a aumentar 98% – destaca o coordenador da FGV no Rio Grande do Sul, Márcio Mendes da Silva.

Entre os motivos apontados para a alta no Rio Grande do Sul está a entressafra do produto no Estado, que tem seu período de plantio e colheita entre os meses de outubro e abril, além de problemas climáticos em alguns dos principais Estados produtores, como chuva em excesso em São Paulo e seca em Minas Gerais. Com isso, o mercado gaúcho precisa competir com outros mercados compradores pelo fornecimento do produto, que teve redução de oferta.

A safra gaúcha foi considerada uma das melhores da história em qualidade e produção, com uma colheita de 128 mil toneladas. Mas o agrônomo da Emater, Ênio Todeschini, ressalta que o tempo entre a colheita e a chegada nas gôndolas é muito rápido, o que causa essa dependência da produção do sudeste do país assim que o produto colhido no solo gaúcho acaba nos supermercados.

– Além de ser uma cultura que demanda bastante mão de obra e muitos insumos, ela tem uma rapidez no seu pós-porteira – enfatiza.

Dados da Associação Gaúcha dos Supermercados (Agas) apontam que o reajuste no preço do tomate aos consumidores foi acima de 60% se comparado ao mesmo período do ano passado. O quilo do produto, conforme pesquisa semanal da entidade, chegou a R$ 6,14 na terceira semana de julho. No início do mês, este preço era de R$ 4,18.

O presidente Antônio Cesa Longo lembra que é normal uma alta nesta época do ano devido à queda na oferta. Ele indica que houve uma redução de 15% na procura pelo produto por causa deste reajuste do preço.

– Os preços estão estáveis, mas não vemos uma tendência de queda nos próximos 15 dias ao menos. O tomate, mesmo tendo quatro variedades, como o Longa Vida, o Paulista, o Gaúcho e o Cereja, todos tiveram reajuste – informa Longo.

A boa notícia vem do atacado, onde o preço do tomate já apresenta uma queda de 6,25%. A cotação do quilo do Tomate Caqui Longa Vida está em R$ 3,50 de acordo com levantamento da Central de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa), mas a menor oferta elevou os preços no início do mês, chegando a R$ 4,00 o quilo.

– O Estado está produzindo nesses meses de inverno apenas 5% do que consome neste momento. O resto vem de estados onde os problemas climáticos causaram grandes danos às culturas – afirma o gerente técnico da Ceasa, Amauri Moraes Pereira.

Enquanto isso, a dica é que os consumidores busquem alternativas para substituição ao tomate.

– Se o consumidor continuar pressionando pela procura do item, ainda haverá alta no preço. Se ele for mais moderado na procura, o que geralmente acontece, haverá uma desaceleração neste aumento – alerta Mendes da Silva, da FGV.

Agricultura familiar terá espaço especial em Encontro de Hortigranjeiros

20 de julho de 2012 0

Quem for conferir as atrações do 29º Encontro Estadual de Hortigranjeiros, evento que ocorrerá entre 8 e 12 de agosto, em Santa Rosa, poderá conferir e adquirir produtos provenientes da agricultura familiar. O pavilhão 12 do Parque Municipal de Exposições de Santa Rosa será o espaço dedicado a esses produtos.

De acordo com a integrante da Comissão de Hortigranjeiros e Agroindústria do encontro Édila Smolarek Camargo, o objetivo do pavilhão é proporcionar aos expositores uma vitrine para seus produtos e estimular a troca de experiências entre a produção e a industrialização, visando à melhor qualidade dos produtos.

- É o momento de os produtores expositores agregarem também um numerário extra para os seus empreendimentos - destaca.

Entre as delícias que serão comercializadas no pavilhão, estão os produtos hortigranjeiros (olerícolas) e uma grande variedade de produtos transformados, como farináceos, embutidos, derivados de leite, docinhos, licores, vinhos e sucos. Um espaço especial garantirá que o público visitante possa descansar e fazer seu lanche com maior conforto.

Integram a Comissão de Hortigranjeiros e Agroindústria, os extensionistas da Emater Fábio Luiz Scalco, Édila Smolarek Camargo e Celso Antônio Fanfa. O 29º Encontro Estadual de Hortigranjeiros será promovido pela Emater, Prefeitura de Santa Rosa e Associação dos Produtores de Hortigranjeiros do município.

* Com informações da Emater

Supermercadistas indicam que preços das hortaliças devem cair

18 de julho de 2012 0

Depois do aumento por causa dos problemas causados pelo clima, o preço dos hortigranjeiros deve diminuir nos próximos dias. A expectativa é da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas). Nas gôndolas o preço já é sentido pelos consumidores.

Entre os produtos que mais sofreram com o clima estão as folhosas, como alface e chicória e os frutos, como o tomate. Pelo índice calculado pela Fundação Getúlio Vargas, o tomate teve aumento de 47% e influenciou no aumento da inflação em Porto Alegre (de 0,08% para 0,09%).

O presidente da Agas, no entanto, acredita que os preços tenham atingido o pico. Antônio Cesa Longo diz que a tendência é de queda nos próximos 15 dias.

- O produto já está no seu pico, ou seja, já está em alta, mas a tendência é de estabilidade e depois queda nos próximos 15 dias. Só muda se ocorrer alguma condição climática como uma enchente, mas o preço está no topo e a tendência é de estabilidade, pois já houve o reajuste tradicional do inverno - explica.

Pelo lado dos consumidores, a presidente da Associação das Donas de Casa, Edy Maria Mussoi, diz que muitas donas de casa já estão começando a substituir alimentos para driblar o aumento.

- Já percebemos e também recebemos muitas queixas de donas de casa que ficaram apavoradas com os preços das hortaliças, principalmente brócolis, alface, couve-flor. A gente recomenda que os dias das ofertas que todas as redes oferecem que dá para fazer uma boa compra - indica.

Conforme agrônomos da Emater, o tempo de semeadura da alface, por exemplo, é de 30 dias. Ou seja, as folhas que foram perdidas há duas, três semanas por causa da geada devem estar prontas entre uma e duas semanas e essas já chegam com o preço mais baixo ao consumidor. De acordo com dados da própria Emater, a geada causou perdas de até 20% para produtores no Estado.

* Reportagem de Évelin Argenta

Descentralização da Ceasa quer aproximar produtores dos mercados locais

25 de junho de 2012 0

Serão investidos quase R$ 20 milhões nos próximos dois anos com a implantação de centros regionais de recebimento e comercialização de produtos hortigranjeiros. O objetivo é dar condições de competitividade de mercado aos agricultores de vender para o mercado consumidor ou mercados institucionais, por meio do programa para merenda escolar.

O diretor técnico operacional explica que nesta fase estão sendo feitas reuniões para avaliar a demanda dos setores envolvidos. Gérson Madruga diz também que a ideia é eliminar atravessadores no processo da cadeia, encurtando o caminho do produto entre produtores e consumidores.

- Também estamos debatendo o tema da intermediação da produção. Queremos aproximar a produção do mercado consumidor. Queremos dar essa margem de preço ao produtor, capitalizando ele, aumentando sua renda e aumentando o seu valor agregado, deixando esta margem para ele – indica.

Os debates devem ocorrer até o final deste mês e o projeto será encaminhado para o Bndes para avaliação. A ideia é implantar a proposta da descentralização das Centrais de Abastecimento no início de 2013.

Batata doce vitaminada é novidade em Santa Margarida do Sul

03 de abril de 2012 0

Em Santa Margarida do Sul, uma hortaliça que já é bastante conhecida dos gaúchos ganhou um sobrenome e virou novidade no meio rural. A batata doce vitaminada, assim intitulada devido ao alto teor de betacaroteno (provitamina A), começou a ser difundida entre os agricultores familiares do município em novembro de 2011, através do escritório local da Emater.

Agora, o vegetal está na fase da colheita e, de acordo com o engenheiro agrônomo da Emater Fernando Oliveira, a safra, apesar da estiagem, é considerada boa, com a raiz apresentando peso de cerca de 300 gramas.

As mudas da batata doce vitaminada são provenientes da Embrapa Horticultura e foram inicialmente repassadas para os agricultores mais experientes e tradicionais nesta cultura, iniciando, assim, a multiplicação do novo cultivar.

A produção em Santa Margarida está voltada ao atendimento das escolas do município, com a venda das hortaliças e sucos para a merenda escolar através do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

A batata doce vitaminada

A batata doce vitaminada é um cultivar americano chamado de Beauregard, desenvolvida pela Louisiana Agricultural Experiment Station em 1981. Foi introduzida no Brasil através do Centro Internacional de La Papa (CIP) – com sede no Peru.

A Embrapa está realizando o Programa Biofort: Biofortificação do Brasil, que visa ao desenvolvimento de produtos agrícolas mais nutritivos. A batata doce vitaminada possui polpa de cor alaranjada intensa, o que indica a presença intensa do betacaroteno. Depois de ingerido, este antioxidante se transforma em vitamina A, que é essencial para o desenvolvimento dos órgãos da visão, formação da pele e crescimento do corpo.

O consumo de 25 a 50 gramas de batata doce vitaminada supre as necessidades diárias de provitamina A.

Assim como as demais batatas doces, a Beauregard pode ser consumida de diversas formas. Quando transformada em farinha, substitui parcial ou totalmente a farinha de trigo em diversas receitas.

* Com informações da Emater

Pesquisadores indicam que irrigação favorece a produtividade

20 de março de 2012 0

A quantidade correta de água e o momento exato da irrigação são pontos-chave em um manejo adequado. Além de economizar água e energia, o controle pode assegurar um melhor desempenho em termos de produtividade e qualidade das hortaliças.

Para que a irrigação seja eficiente e resulte em impactos positivos na lavoura, é necessário considerar fatores como o clima e o solo. Os dois são determinantes quando se trata de escolher o método de manejo de água mais apropriado para a irrigação.

O pesquisador Waldir Marouelli, da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), explica a importância do manejo. Segundo Marouelli, alguns métodos de manejo da água de irrigação utilizam informações climáticas, como temperatura, umidade relativa do ar, vento e radiação solar, para calcular a quantidade de água que a planta consome.

Em outros casos, a metodologia monitora somente a umidade do solo.

- Neste caso, quem determina se a secagem do solo é mais rápida ou mais lenta é a planta que, inexoravelmente, está sendo afetada pelos fatores climáticos - diz.

O pesquisador Marcos Braga, também da Embrapa Hortaliças, esclarece que a demanda hídrica das plantas funciona, basicamente, como as pessoas que, em dias mais quentes e secos, consomem mais água e vice-versa.

Quando o agricultor não reavalia constantemente essas condições durante o cultivo e simplesmente estabelece um critério fixo para a irrigação, deixa de otimizar o uso da água e o ganho com a produção.

- Na horticultura, por exemplo, o produtor que não utiliza nenhum controle da irrigação e passa a adotar alguma técnica para manejo, como avaliar as condições climáticas ou empregar um sensor de umidade do solo, na média geral, obtém um aumento de 10 a 30% da produtividade - estima Marouelli.

Ele acrescenta que, por sua vez, a redução do uso de água e energia gira em torno de 20-30%.

O gasto que o produtor tem com água e energia é muito menor diante dos recursos despendidos com a exigência nutricional e fitossanitária das plantas. Por conta disso, ele acaba por irrigar em excesso, o que favorece a incidência de doenças e compromete o pleno desenvolvimento das plantas.

- O ponto de equilíbrio é importante porque a irrigação em excesso pode causar a lixiviação de nutrientes e, com o prejuízo da parte nutricional, a planta fica mais fraca e mais suscetível a doenças - explica Braga.

* Com informações do Ministério da Agricultura

Pesquisa incentiva cultivo de tomate adequado para indústria

23 de fevereiro de 2012 0

Pesquisadores concluíram recentemente estudo sobre a viabilidade da variedade de tomate rasteira no Rio Grande do Sul. Pouco desenvolvida em solo gaúcho, a cultura é ideal para produção de tomate-seco, extratos, molhos e concentrados.

O projeto teve investimentos de mais de R$ 120 mil, feitos pela Secretaria da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico. O estudo foi executado pelo Polo de Inovação Tecnológico da Serra, sob a responsabilidade da Universidade de Caxias do Sul e pela Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária. O coordenador do programa, Jaime Luis Lovatel, explica que os produtores já estão fazendo a transição para estas novas variedades.

- Eles já passaram a dividir a produção, do tomate mais trabalhado, produzido e o outro mais rasteiro. Os agricultores conseguem fazer as duas produções, uma mais trabalhada, com um tomate maior e outra com o tomate menor e mais resistente às doenças do que os tradicionais - salienta.

Aliada a tecnologia aplicada no manejo e cuidados fitossanitários, a produção pode chegar a 130 mil quilos por hectare, o dobro alcançado na produção tradicional do tomate tipo salada. Além disso, o estudo assinalou que o tomate tipo indústria, contém menos sementes e mais polpa. O projeto mapeou, ainda, as principais regiões propicias para o cultivo do fruto, sendo a região Nordeste do Estado, a mais indicada.

Feiras agrícolas atraem veranistas no litoral norte gaúcho

07 de fevereiro de 2012 0

Frutas, verduras, legumes e produtos coloniais com preços mais baixos e adquiridos diretamente dos produtores. As feiras da agricultura familiar, promovidas pelos municípios do litoral Norte do Estado, apresentam grande variedade de opções e estão entre os melhores programas para veranistas e moradores da região que procuram alimentos de boa qualidade.

Algumas delas são organizadas pelos próprios feirantes e outras recebem apoio das prefeituras e da Emater, como no caso de Torres. Realizada nas manhãs de quartas e sábados, a feira de Torres garante o sustento de 43 famílias da região, como a do comerciante Joel Pereira Dimer, que elogia o movimento dos compradores.

- Temos um público muito forte e que nos ajuda bastante - avalia.

Na banca ao lado, o florista Felipe Behncke oferece diversos tipos de plantas cultivadas em sua propriedade, no distrito de Campo Bonito.

- As que mais vendem são as pimentas ouro, roxa e malagueta, mas temos uma grande variedade como cactus, zínias, prímulas e papoulas.

Outros municípios

Capão da Canoa - são realizadas nas quintas e sextas-feiras, das 6h às 13h, em quatro pontos diferentes. Nas quintas, nas praias de Curumim e Capão Novo. Nas sextas, elas acontecem no início da Av. Valdomiro Cândido dos Reis, próximo ao aeroporto de Capão, e no distrito de Arroio Teixeira.

Xangri-lá - a principal feira do município é realizada nas quintas-feiras à tarde, das 13h às 19h, na praia de Rainha do Mar. Cerca de 60 produtores participam do evento na Avenida Paraguassú, em frente à Corsan. Nas manhãs de sexta-feira, a feira ocorre no centro de Xangri-lá.

Cidreira - realizada nas manhãs de sábado, das 8h às 12h, na Rua Podalírio Machado, nas proximidades do Ginásio de Esportes. Em torno de 70 estandes oferecem produtos coloniais de Osório, Maquiné, Balneário Pinhal, Viamão e Santo Antônio da Patrulha.

Tramandaí - quatro feiras reúnem cerca de cem expositores. Duas delas ocorrem nas manhãs de quinta-feira, das 7h às 12h: a maior delas na Avenida Ubatuba de Farias, no centro da cidade, e outra na Avenida Curitiba, próximo ao centrinho de Nova Tramandaí. Nas sextas à tarde, a feira é realizada no balneário Jardim Atlântico e, nas manhãs de sábado, na Avenida Militão de Almeida, próximo à Rodoviária.

* Com informações do Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Ceagesp tem o melhor desempenho em 30 anos

30 de janeiro de 2012 0

A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) comercializou 3,23 milhões de toneladas de frutas, verduras, legumes, flores e pescados em 2011, melhor resultado desde 1981.

A movimentação de produtos no Entreposto Terminal São Paulo (ETSP) foi 2,37% maior que em 2010. A ETSP movimentou R$ 5,02 bilhões, o valor é 10% maior do que o registrado no ano anterior. A unidade é responsável por 80% do total da movimentação da Ceagesp, com quase 3 mil permissionários.
De acordo com o economista Flávio Godas, da Ceagesp, os setores de frutas e de diversos (cebola, batata, amendoim, coco seco e ovos) foram os grandes responsáveis por este aumento da comercialização.
- O clima favorável e o dólar em baixa contribuíram para queda dos preços e uma melhor qualidade das frutas. No caso dos diversos, houve um volume maior de batata e cebola no mercado.
O setor de frutas liderou o volume de comercialização, com 1,71 milhão de toneladas (53% do total), seguido por legumes, com 827,4 mil toneladas. O setor de diversos aparece em terceiro no ranking (376 mil toneladas), logo após vem verduras (224 mil toneladas), flores (51 mil toneladas) e pescados (39 mil toneladas).
O segmento de flores também apresentou crescimento. Em 2011, foram comercializadas 51,6 mil toneladas, 8% a mais que no ano anterior, movimentando R$ 222,1 milhões, o que representa um crescimento de 16,5%.
O Entreposto da capital recebeu, durante todo o ano de 2011, produtos procedentes de 17 países, 23 estados e 1480 municípios. Ao longo do ano, mais de 25 mil produtores rurais e fornecedores destinaram suas mercadorias ao ETSP.
Em 2011, a rede de entrepostos comercializou 4,034 milhões de toneladas de produtos, resultado 3,46% maior que o do ano anterior. O volume financeiro em toda rede subiu 10,08%. Em 2011, com um total de 6,09 bilhões, contra 5,53 bilhões registrados em 2010. Pela rede de entrepostos da Ceagesp, passou, em média, mais de 13,5 mil toneladas de alimentos frescos diariamente.
* Com informações do Ministério da Agricultura