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Posts na categoria "Insumos"

Cresce consumo de fertilizantes no RS

09 de agosto de 2012 0

As entregas de fertilizantes realizadas pelas indústrias gaúchas do setor totalizaram 1.147 mil toneladas no primeiro semestre deste ano, representando um incremento de 6,5% na comparação com as 1.077 mil toneladas entregues em igual período de 2011. Em relação ao primeiro semestre de 2010, quando foram despachadas 861 mil toneladas, o aumento corresponde a 33,2%. Os dados são do Sindicato da Indústria de Adubos do Rio Grande do Sul (SIARGS).

Em nível nacional, o volume de entregas nos primeiros seis meses de 2012 atingiu a 11.727 mil toneladas, significando um aumento de 5,6% comparativamente às 11.109 mil toneladas de igual período do ano passado e de 35,9% em relação às 8.626 mil toneladas que foram entregues nos primeiros seis meses de 2010. O Estado do Mato Grosso concentrou o maior volume de entregas no período de janeiro a junho deste ano, seguido de São Paulo, Paraná e Minas Gerais nas primeiras posições, ao passo que o RS ficou em 5° lugar.

Diante do cenário mundial favorável no que diz respeito ao preço das commodities agrícolas e também pela boa perspectiva climática para a próxima safra de verão, o presidente do SIARGS, Torvaldo Antonio Marzolla Filho, projeta que as entregas de fertilizantes das indústrias gaúchas poderão fechar 2012 com um total de 3.420 mil toneladas, num incremento da ordem de 3,6% comparativamente com o volume atingido em 2011, que foi de 3.300 mil toneladas. Para as indústrias do país como um todo, a expectativa é de ser registrado um volume de 29.200 mil toneladas em 2012, num crescimento de 3% em relação às 28.326 mil toneladas entregues em 2011.

Com informações do SIARGS.

Cresce mercado de insumos para produção orgânica no país

30 de julho de 2012 0

A oferta de insumos para a produção orgânica no Brasil cresce acima de 20% no país. É o que aponta levantamento da IBD Certificações, entidade que trabalha com a certificação de orgânicos. Isso se deve, na análise da instituição, pelo crescimento do mercado dos produtos para este segmento.

No Rio Grande do Sul, o mercado também está aquecido, conforme o presidente do Sindicato das Indústrias de Adubos do Estado. Torvaldo Marzolla Filho ressalta que as empresas gaúchas do setor já estão atentas a este novo mercado.

- Esse produto que é produzido no Rio Grande do Sul, a quantidade deste produto com 14% de nitrogênio, praticamente dá a mesma produtividade de um produto com 35% a 40% de nitrogênio - ressalta.

Mesmo assim, alguns dos desafios da cadeia ainda é vencer a falta de regulamentações específicas para insumos utilizados na produção orgânica e problemas de registro de produtos, entre os principais que impedem maior produtividade e, em consequência, maior competitividade.

Venda de fertilizantes no Estado cresce mais do que em todo o Brasil

18 de julho de 2012 0

A entrega de fertilizantes no Rio Grande do Sul cresceu 6,5% no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Foram comercializados cerca de 1,14 milhão de toneladas de insumos, de janeiro a junho deste ano. No ano passado, foram um 1,07 milhão.

O crescimento é maior do que o de todo o Brasil, que foi de 5,6%. Todos os princípios ativos dos fertilizantes são importados. O Estado produziu aproximadamente 2 milhões de toneladas do produto pronto, que são em sua maioria exportados, pela alta qualidade.

A antecipação das entregas do insumo neste ano fez com que em junho houvesse uma queda de produção de 4,3%, em relação ao mesmo mês do ano passado. Mas a expectativa do setor é positiva. O presidente do Sindicato das Indústrias de Adubos do Rio Grande do Sul, Torvaldo Marzolla Filho, lembra que o fertilizante tem agora uma variedade maior de utilidades.

- O Brasil está colhendo muito mais em uma área muito menor. Isso é uso de tecnologia, é uso do fertilizante. O fertilizante não é só utilizado na produção de alimentos, mas também para biocombustíveis, combustíveis ecológicos e produção de roupas como algodão e seda - afirma.

O Brasil é o quarto país no ranking das exportações do insumo, atrás da China, Índia e Estados Unidos. A estimativa do setor é de exportar 29 milhões de toneladas neste ano.

* Reportagem de Ramon Nunes

Levantamento indica alta nos custos de produção das lavouras gaúchas

01 de junho de 2012 1

A Farsul divulgou o resultado de levantamento da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) sobre os custos de produção dos principais grãos cultivados no Rio Grande do Sul. A variação é uma projeção da safra 2012/2013, em relação à safra 2011/2012.

A variação maior nos insumos foi constatada no trigo, com 44,5%. No milho é de 15% e na soja 13%. Esta alta foi puxada pelo aumento nos preços dos fertilizantes no mercado internacional, como indica o economista da Farsul, Antônio da Luz.

- Está subindo no mundo inteiro. Acontece que estamos acompanhando estes preços sendo internalizados aqui no Rio Grande do Sul. E nos preços aos produtores, em alguns casos, estamos vendo um descompasso. Estamos vendo um aumento superior ao que está acontecendo lá fora - avalia.

Ele orienta que o produtor negocie e pesquise os preços dos insumos na hora das compras.

Farsul critica indústrias de fertilizantes por aumento de preços

11 de maio de 2012 0

Os produtores gaúchos estão preocupados com o aumento nos preços dos fertilizantes. Segundo o presidente da Farsul, a Uréia, por exemplo, teve um aumento de cerca de 43% só entre os meses de fevereiro e maio.

Carlos Sperotto espera sensibilidade das empresas deste setor para que não queiram lucrar em cima do produtor em um momento onde eles estão em dificuldades por causa dos prejuízos com a seca. Ele acredita que o principal motivo desta alta é uma falsa ilusão causada pelos altos preços da soja, que estão com cotações recordes no mercado.

- Quem tem o produto e colheu, não sofreu com a estiagem, será beneficiado. Agora, o produtor que não colheu, ao amargar a posição de ter o produto ainda se somando a posição de não poder ter um preço satisfatório, gera um quadro de tensão altamente preocupante - enfatiza.

Para Sperotto, a consequência do aumento dos preços dos fertilizantes é o agravamento da situação dos produtores atingidos pela seca. Ele avalia que isso também traz dificuldades para os produtores das culturas de inverno, que não conseguem planejar o plantio.

Procurados pela reportagem, dirigentes do setor de insumos preferiram não se manifestar sobre o assunto, alegando que a decisão dos preços cabe a cada empresa.

Mercado de Pet Food fatura R$ 4 bilhões em 2011

10 de abril de 2012 0

Com o mercado de nutrição animal em expansão e a utilização de aditivos alimentares na produção de animais, a indústria nacional de Pet Food movimentou em 2011, cerca de R$ 4 bilhões, o que possibilitou novos investimentos em tecnologia e novidades em matéria prima. Segundo as estimativas do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), os volumes comercializados em 2011 alcançaram crescimento de 4,2% em relação ao ano anterior. A queda do valor do milho e da soja, além do aumento da exportação da carne foram fortes colaboradores para o desenvolvimento do setor.

Outro ativo de extrema importância para a indústria de ração é a farinha de carne e ossos e farinha de vísceras produzida através da reciclagem animal. De acordo com o diretor da Feira Expo Pet Food, Daniel Geraldes, esses subprodutos são muito ricos em proteínas e minerais, por isso é uma matéria prima importante, a serventia dos dejetos não se limita apenas a fabricação de ração, mas atende também setores de cosméticos, produtos de higiene e limpeza, biocombustíveis, entre outros.

Com estimativas da produção nacional de Pet Food atingir 48 milhões de toneladas neste ano, esta indústria receberá nos dias 8 e 9 de maio, a Expo Pet Food que apresentará ao mercado uma plataforma de negócios, exclusiva para indústria de ração, a fim de estreitar relações entre fornecedores, parceiros e potenciais clientes. A intenção é ser um grande palco para lançamentos da indústria, os visitantes encontrarão novidades que vão de insumos para tratamento dos resíduos animais, controle de acidez, combate a salmonela em farinhas e óleos, embalagens e grandes maquinários.

Fabricantes de embalagens como a Rothoplás, que apresentará a “Square” embalagem com o fundo quadrado, que otimiza espaço na gôndola e melhora a apresentação do produto no ponto de venda. A americana Wenger que se tornou uma das principais empresas mundiais de sistemas de extrusão de grãos e processamento de alimentos.

São 55 expositores, espalhados numa área de 1,2 mil m² no Centro de Convenções Frei Caneca, além da feira, os profissionais do setor terão a oportunidade de promover o intercâmbio de conhecimento durante o 11º Congresso Internacional de Graxarias, do Sindicato Nacional dos Coletores e Beneficiadores de Subprodutos de Origem Animal (Sincobesp), o IV Congresso e o XI Simpósio sobre Nutrição de Animais de Estimação, que abordarão as últimas tendências do setor Pet Food, realizados pelo CBNA – Colégio Brasileiro de Nutrição Animal, estes eventos reunirão representantes de revendas e da indústria, especialistas e formadores de opinião para debater assuntos estratégicos para o mercado.

Estima-se que cerca de três mil pessoas, aproximadamente, visitem a feira durante os dois dias de duração, entre diretores, gerentes industriais, distribuidores, consultores, produtores e diversos outros profissionais ligados ao setor.

* Com informações da Expo Pet Food

Setor de fertilizantes registra novo aumento em 2012 no país

21 de março de 2012 0

As entregas de fertilizantes ao consumidor final encerraram o primeiro bimestre de 2012 com 3,590 milhões de toneladas, indicando aumento de 3,8% em relação ao mesmo período de 2011, quando foram entregues 3,460 milhões de toneladas. Os dados são da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) e foram apresentados na 59ª Reunião da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, em Brasília.

Em nutrientes, as entregas de fertilizantes nitrogenados (N) apresentaram evolução de 10,7%, passando de 541 mil toneladas em 2011 para 599 mil toneladas em 2012. O aumento pode ser explicado pela demanda das culturas de cana-de-açúcar, algodão, café, milho safrinha e arroz. No bimestre analisado, o total de nutrientes (NPK) alcançou 1,478 milhão toneladas, ou seja, evolução de 1,3% em relação ao mesmo período de 2011, quando foram entregues 1,459 milhão toneladas.

Os fertilizantes fosfatados registraram aumento de 1,5%, passando de 401 mil toneladas em 2011 para 407 mil toneladas em 2012, com ênfase para as culturas de milho safrinha, algodão e plantio de cana de açúcar. Nos fertilizantes potássicos, foi registrada redução de 8,7%, passando de 517 mil toneladas em 2011 para 472 mil toneladas em 2012.

O Estado do Mato Grosso concentrou o maior volume de entregas no primeiro bimestre de 2012, atingindo 742 mil toneladas, seguido de São Paulo com 568 mil toneladas, Minas Gerais com 497 mil toneladas e Paraná com 458 mil toneladas.

A produção nacional do primeiro bimestre de 2012 foi de 1,462 milhão de toneladas, contra 1,364 milhão de toneladas em 2011, representando aumento de 7,2%. Registraram-se crescimentos de 26,5%, 10,7% e 13,2%, nas produções dos fertilizantes nitrogenados, fosfatados e potássicos, respectivamente.

As importações de fertilizantes intermediários alcançaram 2,038 milhões de toneladas no primeiro bimestre de 2012, acusando redução de 26,8% em relação ao mesmo período de 2011, quando entraram pelos portos brasileiros, 2,738 milhões de toneladas. As reduções observadas foram de 28,3% nos fertilizantes nitrogenados, 14,7% nos fosfatados e 35,1% nos fertilizantes potássicos.

Defensivos

O balanço do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag) apontou que o mercado de defensivos cresceu 11% de 2010 para 2011, passando de R$ 12,668 milhões para R$ 14,070 milhões. A projeção teria sido impulsionada principalmente pelas culturas de cana, algodão, café, trigo, soja e milho.

O segmento de herbicidas foi beneficiado pelo crescimento nos mercados de cana, algodão, milho, soja, trigo e pastagem, mas teve baixa nas lavouras de café e feijão.

Os fungicidas se destacaram nos mercados de algodão, trigo, café e soja, com queda para o feijão, batata, tomate, horticultura e fruticultura. Já os Inseticidas foram mais consumidos nos mercados de cana, trigo, algodão, soja, café, batata e tomate, com queda nos mercados de milho e feijão.

Calcário

A produção de calcário no Brasil atingiu 28,774 milhões de toneladas em 2011, contra 24,748 do total de 2010, aumentando 14%. De acordo com projeção da Associação Brasileira dos Produtores de Calcário Agrícola (Abracal), em 2012 a produção deverá chegar a 29,5 milhões de toneladas. Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso se destacam como os maiores produtores nacionais.

* Com informações do Ministério da Agricultura

Ministério aprova uso de biofungicida da Ceplac

23 de fevereiro de 2012 0

O Ministério da Agricultura certificou o registro do biofungicida Tricovab, para combate no campo ao fungo da vassoura-de-bruxa. A certificação encerra processo iniciado há 10 anos pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e inclui bula e rótulo definitivos. O biofungicida foi desenvolvido pela Ceplac a partir de técnicas que usam um fungo natural e antagônico ao fungo Moniliophtora perniciosa, causador da doença nos cacaueiros. A vassoura-de-bruxa devastou a lavoura baiana no final dos anos 80, fazendo a produção cair de 460 mil toneladas para menos de 120 mil toneladas na década seguinte.

O coordenador técnico-científico da Ceplac, Manfred Müller, acredita que a certificação é a última etapa do processo que demandou tempo e estudos do Comitê Técnico de Assessoramento. O comitê é composto pelo Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Instituto Brasileiro de  Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), órgãos responsáveis pela regulamentação de agrotóxicos e biofungicidas no País.

- Os pesquisadores da Ceplac se desdobraram na busca de solução natural com alto potencial de controle da vassoura-de-bruxa, sem riscos ao meio ambiente e aos produtores de cacau e colaboradores - avalia Müller.

O bifungicida Tricovab é obtido mediante a fermentação do fungo Trichoderma stromaticum em laboratório. Trata-se de um produto natural que não causa agressões ao meio ambiente.

- Além disso, é comprovadamente eficaz quando diluído em água e pulverizado na plantação de cacau, já que inibe a reprodução do fungo da vassoura-de-bruxa em até 99% no solo e em quase 57% na copa das árvores do cacaueiro - explica o chefe do Cepec, Adonias de Castro Virgens Filho.

O Cepec será responsável pela divulgação da aplicação do produto nas propriedades rurais.

* Com informações do Ministério da Agricultura

Estiagem reduz entrega de fertilizantes no Rio Grande do Sul

22 de fevereiro de 2012 0

As entregas de fertilizantes no mercado gaúcho atingiram a 87,1 mil toneladas no mês de janeiro, representando uma redução de 12,6% na comparação com igual período do ano passado, quando somaram 99,7 mil toneladas. A informação foi prestada pelo presidente do Sindicato da Indústria de Adubos do Rio Grande do Sul (Siargs), Torvaldo Antonio Marzolla Filho, ao explicar que a retração foi ocasionada, basicamente, pelo impacto negativo da estiagem no agronegócio.

Com isto, o Rio Grande do Sul, que em janeiro de 2011 ocupava o quarto lugar entre os Estados-líderes no consumo de fertilizantes no país, caiu para a sétima posição, sendo superado respectivamente por Mato Grosso, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Goiás e Mato Grosso do Sul. O dirigente explicou também que, além da estiagem, as indústrias locais também estão sendo prejudicadas pela ‘guerra fiscal’, especialmente por força de um decreto do governo de Santa Catarina relativo à incidência do ICMS nas saídas de fertilizantes para o Estado vizinho.

Recorde em 2011

As entregas de fertilizantes efetuadas pelos fabricantes gaúchos no mercado do Rio Grande do Sul em todo o ano de 2011 totalizaram a 3,3 milhões de toneladas, o que significou um crescimento de 6,42% na comparação com 2010, quando foram entregues 3,1 milhões de toneladas – recorde histórico do setor, até então. No país, a expansão foi de 15,5% em 2011, pois as entregas somaram 28,3 milhões de toneladas, contra 24,5 milhões de toneladas em 2010.

* Com informações do Sindicato da Indústria de Adubos do Rio Grande do Sul (Siargs)

Indústrias do setor de adubos devem bater novo recorde

07 de dezembro de 2011 0
O ano para o setor de insumos no Rio Grande do Sul foi de evolução. A avaliação é do presidente do Sindicato das Indústrias de Adubos do Estado (Siargs), Torvaldo Marzolla Filho.
A expectativa é bater o recorde do ano passado, de 3,1 milhões de toneladas. Até agora, entre janeiro e outubro, foram entregues 2,8  milhões de toneladas, 10% a mais do que no mesmo período do ano passado.
Para o dirigente, o bom momento das commodities agrícolas incentiva a adoção de tecnologias. Marzolla lembra também o uso múltiplo dos insumos.
- O fertilizante hoje em dia não é só utilizado na produção de alimentos, mas também na produção de energia, do etanol, do biodiesel, da produção de roupas. Tudo isso contribui para o uso de fertilizantes - avalia.
Para o próximo ano, o presidente do Siargs acredita que o crescimento do setor deve ser arrefecido e manter uma estabilidade na entrega de insumos. Sobre a autossuficiência brasileira, Marzolla avalia que a independência das importações ainda deve ser um plano de longo prazo.