Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Insumos"

Crescimento da safra estimula alta do uso de fertilizantes

26 de setembro de 2011 0
Com a entrada da nova safra de verão, os produtores estão investindo na compra de insumos. De janeiro a agosto deste ano, as entregas das indústrias gaúchas de adubos chegaram a 1,8 milhão de toneladas, incremento de 18,5% em relação ao mesmo período em 2010. Em todo o Brasil, o setor entregou 17 milhões de toneladas nos oito primeiros meses de 2011, alta de 25,5% se comparado com  o ano passado. A expectativa é que as vendas cheguem a 27 milhões de toneladas até o final do ano.
Para o presidente do Sindicato da Indústria de Adubos do Rio Grande do Sul (Siargs), os produtores estão investindo mais, além de estarem antecipando as compras. Torvaldo Marzolla Filho acredita que há espaço para mais utilização de insumos.
- Se todo mundo usar a tecnologia da forma que ela deve ser usada, com o fertilizante sendo usado da forma correta, para alimentar a planta e enriquecer a cultura, seriam necessárias 35 milhões de toneladas. Há espaço ainda para uso de mais tecnologia - ressalta.
O presidente do Siargs reconhece também que os preços dos fertilizantes seguem a tendência de alta das commodities agrícolas, no mercado internacional, porque, além de sua utilização na produção de alimentos, e de fibras para a fabricação de vestuário, também são essenciais para o cultivo de matérias-primas para a geração de energia.

Consumo recorde de fertilizantes projeta crescimento de safra

22 de setembro de 2011 0

O consumo recorde de fertilizantes registrado no Brasil e no Estado nos meses de julho e agosto é indicador de que a próxima safra também superará os números de 2010, segundo avalia o presidente do Sindicato da Indústria de Adubos do Rio Grande do Sul (Siargs), Torvaldo Antonio Marzolla Filho.

- As cotações favoráveis das principais commodities agrícolas no mercado mundial levam otimismo ao campo, fazendo com que sejam utilizados em maior escala insumos modernos como sementes certificadas, calcário, fertilizantes e defensivos, o que aumenta a produção e a produtividade e os ganhos da atividade - resume.
De janeiro a agosto deste ano, as entregas das indústrias gaúchas de adubos ao consumidor final totalizaram a 1,876 milhão de toneladas, num incremento de 18,45% comparativamente às 1,583 milhão de toneladas de igual período de 2010. Em nível nacional, o setor entregou 17,053 milhões de toneladas nos oito primeiros meses de 2011, num acréscimo de 25,6% em relação ao mesmo período do ano findo.
As perspectivas para o fechamento de 2011 são de que as entregas poderão atingir a 27,0 milhões de toneladas no país e a 3,3 milhões de toneladas no Rio Grande do Sul, significando uma expansão de cerca de 10,13% e 6,45%, respectivamente, na comparação com o último ano, projeta o presidente do Siargs.
O dirigente reconhece também que os preços dos fertilizantes seguem a tendência de alta das commodities agrícolas no mercado internacional, porque, além de sua utilização na produção de alimentos, e de fibras (algodão, seda) para a fabricação de vestuário, também são essenciais para o cultivo de matérias-primas para a geração de energia, como cana de açúcar, soja, pinhão manso, mamona, canola, entre outros.
* Com informações do Sindicato da Indústria de Adubos do Rio Grande do Sul (Siargs)

Venda de fertilizantes apresenta alta no primeiro semestre

20 de julho de 2011 0

As entregas de fertilizantes ao consumidor efetuadas pelas indústrias gaúchas chegaram a um 1,076 milhão de toneladas no primeiro semestre de 2011. Isto representa um crescimento de 25% na comparação com igual período do ano passado quando foram entregues 860 mil toneladas do produto.
Os dados foram divulgados pelo Sindicato da Indústria de Adubos do Rio Grande do Sul (Siargs). O presidente da entidade, Torvaldo Marzolla Filho, acredita que a demanda por alimentos aliada a alta na renda do produtor colaboraram com o crescimento das vendas.
- Está havendo uma demanda muito forte por alimentos por causa do crescimento da população mundial. O crescimento da renda e a mudança de dieta também influenciam. O fertilizante não é só para produzir almientos, ele também produz energia e roupas - ressalta.
No Brasil, as entregas ultrapassaram as 11 milhões de toneladas, crescimento de 29,5% na comparação com os primeiros seis meses de 2010. Para o segundo semestre, a expectativa do presidente do Siargs é que o crescimento total na comercialização de fertilizantes chegue a até 6%.

Venda de fertilizantes registra aumento

28 de junho de 2011 0

O balanço sobre a comercialização de fertilizantes ao consumidor final foi apresentado durante a 54ª reunião ordinária da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, em Brasília. No período de janeiro a maio deste ano foram comercializadas 8,5 milhões de toneladas (t). O número supera em 23,8% o volume negociado no mesmo intervalo de 2010, quando foram entregues 6,9 milhões de t de produtos aos consumidores finais.

- Em maio, houve um crescimento de 63,3% em relação ao mesmo mês do ano passado, o que sinaliza a antecipação nas compras por parte dos produtores - destaca o diretor executivo da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), David Roquetti.
Segundo o levantamento da entidade, a produção nacional registrou crescimento de 2,4% nos primeiros cinco meses do ano, o que equivale a 3,5 milhões de t (em 2010, foram comercializadas 3,4 milhões de t).
As entregas de fertilizantes nitrogenados apresentaram evolução de 20%, passando de 892 mil t em 2010 para mais de 1 milhão de t este ano. O aumento de demanda para as culturas de cana de açúcar, café, milho safrinha e arroz é a razão apontada para explicar o bom desempenho.
Os fertilizantes fosfatados registraram expansão de 26,3%, saindo de 903 mil t no ano passado para 1,1 milhão de t em 2011. As culturas de milho safrinha, trigo, plantio de cana de açúcar e o início das entregas para as culturas de primavera (soja/ milho) influenciaram no resultado positivo.
A venda de fertilizantes potássicos passou de 1 milhão de t, em 2010, para 1,3 milhão de t neste ano, uma elevação de 27,5%.
Dados da Anda apontam, ainda, que o estado do Mato Grosso concentrou o maior volume de entregas no período analisado (1,7 milhão de t); seguido de São Paulo (1,26 milhão de t); e Paraná (1,24 milhão de t).
Defensivos
No mercado de defensivos – que inclui os segmentos de herbicidas, fungicidas, inseticidas, acaricidas e outros – o faturamento alcançou R$ 2,2 bilhões no acumulado janeiro-abril de 2011. O resultado representa aumento de 5%, se comparado ao mesmo período de 2010, com R$ 2,1 bilhão.
De acordo com o estudo do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag), as vendas foram impulsionadas principalmente pelas culturas de algodão, café, cana de açúcar, feijão e trigo.
O setor de inseticidas foi o que mais se destacou. Os negócios alcançaram variação positiva de 28% na comparação com o ano anterior, passando de R$ 604 milhões para R$ 775 milhões. A causa foi o crescimento nos mercados de algodão, batata, café, cana, milho, soja e trigo.
Os fungicidas e herbicidas apresentaram retração de 11% e 2%, respectivamente. Na avaliação do Sindag, a queda foi motivada pela redução nos mercados de soja, milho e hortifruti, entre outros.
* Com informações do Ministério da Agricultura

Aprovado prazo para registro de agrotóxicos

22 de junho de 2011 0

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, em decisão terminativa, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 88/11, da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, que estabelece prazo de dois anos para o início da produção e comercialização de agrotóxicos no Brasil após o registro dos produtos. A matéria também prevê a suspensão e o cancelamento do registro caso a fabricação e a venda não comecem no período definido pelo projeto. Segundo a senadora, o objetivo da proposta é alterar a legislação vigente, que não define prazos para a fabricação e a venda destes insumos. A proposta segue agora para a Câmara dos Deputados.

Ao defender a proposta, a senadora Kátia Abreu afirma que há alta concentração no segmento, prejudicando a ampliação da concorrência.
- A oferta de mais defensivos no mercado poderá baratear os custos de produção da atividade rural - explicou.
Afirma, também, que muitas empresas que registram seus produtos, mas não os disponibilizam no mercado, preocupando-se apenas com seu valor comercial.
- O registro serve mais para compor o ativo patrimonial do que para incrementar a concorrência. É uma estratégia das empresas - justifica a presidente da CNA.
O relator do PLS na CRA, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), encaminhou parecer favorável à aprovação do texto. Ele destacou a iniciativa da senadora Kátia Abreu e disse acreditar que a fixação de prazo para produção de agrotóxicos vai acelerar a disponibilização de novos produtos e contribuir para a competitividade da agropecuária brasileira. Há três semanas, a matéria foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde a relatora foi a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS).
Na avaliação da presidente da CNA, a baixa disponibilidade de produtos comercializados é um dos vários problemas enfrentados pelos produtores rurais em relação aos insumos, que estão entre os itens que mais pesam nos custos de produção da agricultura. A senadora Kátia Abreu afirma que as seis maiores empresas de agrotóxicos no País controlam 85% do mercado. O Brasil, hoje, responde por 16% do mercado mundial, movimentando cerca de US$ 7,2 bilhões.
* Com informações da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Produção nacional de fertilizantes cresce 5,3%

11 de maio de 2011 0

A produção brasileira de fertilizantes cresceu 5,3% de janeiro a março de 2011, em compração com o mesmo período de 2010. Os números da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda) foram apresentados durante a 53ª Reunião da Câmara Temática de insumos Agropecuários, no Ministério da Agricultura, em Brasília. Segundo o levantamento da associação, no primeiro trimestre deste ano o país produziu cerca de 2,14 milhões de toneladas (t) do produto. No mesmo período do ano passado, foram produzidas 2,03 milhões de t.

As entregas de fertilizantes ao consumidor final, número que contabiliza a produção nacional e importações do mercado externo, também registraram crescimento. Levantamento divulgado pela Anda mostra que, no primeiro trimestre de 2011, foram entregues às empresas que comercializam insumos no Brasil cerca de 4,99 milhões de t, o segundo maior número da história, ficando atrás apenas das vendas realizadas em 2008, que chegaram a 5,44 milhões de toneladas.
- Os bons preços das commodities agrícolas estão favorecendo a venda de fertilizantes do país - destaca o diretor-executivo da Anda, David Roquetti Filho.
Para o representante da Associação Nacional para a Difusão de Adubos, o aumento da demanda pelo produto também foi responsável pelo aquecimento do mercado de insumos.
As expectativas para o futuro também são bastante positivas. Segundo Roquetti, a partir de projeções realizadas por uma empresa de consultoria, as entregas de fertilizantes ao consumidor final no Brasil devem fechar o ano de 2011 com a comercialização de cerca de 26 milhões de t, 6% acima do valor alcançado em 2010, que foi de 24,5 milhões de t.
Nova presidência
Após sete anos na presidência da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, o engenheiro agrônomo Cristiano Simon, consultor da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), passou o cargo para o também engenheiro agrônomo Luiz Antonio Piazza, diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).
À frente dos trabalhos da Câmara Setorial de Insumos desde a sua criação, em 2003, Cristiano Simon ocupará o cargo de consultor especial da Câmara. “Estamos muito confiantes no trabalho do novo presidente”, afirma Simon.
* Com informações do Ministério da Agricultura

Programa quer corrigir solo de lavouras gaúchas

25 de abril de 2011 0
A ação, que foi lançada durante a última interiorização do governo do Estado, no município de Lagoão, terá investimento de R$ 30 milhões. Serão R$ 15 milhões do Governo Federal, R$ 10 milhões do Governo Estadual e R$ 5 milhões das prefeituras.
O objetivo é beneficiar 20 mil pequenos e médios produtores de cem municípios das regiões Centro Serra, Alto Botucaraí e Metade Sul. O secretário de Agricultura do Estado, Luiz Fernando Mainardi, afirma que a medida quer propiciar melhor renda ao produtor.
- Com a correção da acidez do solo, teremos o aumento da produtividade. Estimamos que, apenas com a aplicação do calcário, aumentamos a produtividade em 25% a 30%. E se colocarmos adequadamente o adubo podemos dobrar a produtividade - acredita.
O programa prevê a correção de até 100 mil hectares com a utilização de quinhentas mil toneladas de calcário. Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Calcário do Rio Grande do Sul (Sindicalc), a demanda representa pelo menos 20% da necessidade do Rio Grande do Sul. Oscar Raabe cita que países do primeiro mundo já adotam esta prática.
-  É um programa semelhante aos de países de primeiro mundo, que veem que podem aumentar a produtividade do micro e do pequeno produtor, principalmente. Se ele não tem condições de investir, o próprio governo investe para que ele tenha uma produtividade mairo - coloca.
O programa, que será desenvolvido em parceria com os municípios, deverá ser monitorado pela Fepagro, com o objetivo de apurar os reflexos que serão sentidos a partir de sua implantação e também para monitorar a sua correta aplicação.

Cresce demanda por adubos no Rio Grande do Sul

22 de abril de 2011 0
As vendas de fertilizantes no Estado no primeiro trimestre deste ano totalizaram a 332 mil toneladas. Isto representa um crescimento de 16% na comparação com igual período de 2010. Os dados foram divulgados pelo Sindicato da Indústria de Adubos do Rio Grande do Sul (Siargs), com base em levantamento da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda).
Segundo o presidente da entidade, a maior aplicação de adubos para fortalecer as lavouras devido à estiagem foi um dos fatores determinantes para a alta na comercialização. Torvaldo Marzola Filho destaca também o quadro favorável das cotações dos grãos no mercado internacional.
- O mundo está precisando de mais alimentos. E é o mundo que estabelece os preços das commodities, como a soja, o milho e o algodão. E os preços, em dólar, tiveram alta significativa em menos de um ano - avalia.
O dirigente informa que ainda não existem pedidos antecipados de compra para a próxima safra. No Rio Grande do Sul, a expectativa das indústrias é de repetir em 2011 o volume recorde de entregas de três milhões de toneladas registrado no ano passado. Marzolla explica que está ocorrendo nos Estados Unidos uma ruptura no comportamento do preço do gás natural, que se constitui em matéria-prima para a fabricação de fertilizantes nitrogenados.

Venda de fertilizantes cresce 10,3% em 2011

30 de março de 2011 0

A comercialização de fertilizantes encerrou o primeiro bimestre de 2011 com 3,48 milhões de toneladas. O número representa um crescimento de 10,3% em relação ao mesmo período de 2010, quando foram entregues 3,15 milhões de t. Os números foram divulgados na 52ª reunião ordinária da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, em Brasília.

As vendas de fertilizantes nitrogenados apresentaram evolução de 12,8%, passando de 483 mil t em janeiro e fevereiro de 2010, para 545 mil t no mesmo intervalo de 2011. Segundo dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), o Estado de Mato Grosso concentrou o maior volume de entregas. Foram comercializadas 616 mil t, no período analisado No Paraná, a comercialização chegou a 542 mil t e em São Paulo, a 535 mil t.
- A justificativa é o aumento da demanda para as culturas de cana de açúcar, algodão, café, milho safrinha e arroz. Os dois primeiros meses de 2011 representam o segundo maior acumulado da história. Notamos que a sazonalidade normal do setor pré-crise financeira voltou em 2010 - analisa o diretor executivo da Anda, David Roquetti.
A produção nacional também registrou uma pequena elevação e passou de 1,33 milhão de t no primeiro bimestre de 2010, para 1,36 milhão de t na mesma época deste ano. O maior salto ocorreu na importação de fertilizantes, que teve o expressivo acréscimo de 68,3%, com 2,73 milhões de t. No mesmo período do ano passado foram comprados 1,62 milhão de t do exterior.
Defensivos agrícolas
Segundo a Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), o setor de defensivos alcançou um faturamento de R$ 1,27 bilhão no acumulado janeiro-fevereiro de 2011. O resultado representa aumento de 10%, se comparado ao mesmo período de 2010, com R$ 1,16 bilhão.
Para 2011, a expectativa do setor privado é que as entregas ao consumidor final aumentem cerca de 5% sobre os R$ 12,4 bilhões de 2010. Especialistas apostam num crescimento de até 15%.
Cerca de 80% dos produtos vendidos foram destinados às lavouras de soja (46%), cana (11%), milho (10%) e algodão (10%). Os estados de Mato Grosso (20%), Paraná (15%), São Paulo (14%), Rio Grande do Sul (11%), Goiás (10%) e Minas Gerais (9%) são os maiores consumidores de defensivos.
* Com informações do Ministério da Agricultura

Fábrica de fertilizantes no porto de Rio Grande

01 de março de 2011 0

A empresa Serra Morena anunciou a chegada de seu novo guindaste sobre rodas da marca Liebherr, que veio da Áustria e é considerado dos mais modernos do mundo. O guindaste chegou há 10 dias e está montado no cais do Porto Novo, aguardando a nacionalização.

De acordo com o sócio-diretor da Serra Morena, Mário Lopes, a aquisição do guindaste representa modernidade, já que com esse aparato a empresa espera passar confiança para que novas cargas sejam operadas no Porto.
- Não tem tecnologia superior a este equipamento - destaca.
O investimento é de R$5,5 milhões.
Fábrica de fertilizantes
Na ocasião, a empresa anunciou também a construção de uma fábrica de fertilizantes. Segundo o empresário, a fábrica terá capacidade de receber mercadorias com a mesma velocidade que os guindastes descarregam no cais.
- Hoje as fábricas têm capacidade bastante limitada. Uma fábrica ligada a Serra Morena tem o perfil de atender a capacidade do guindaste. Isso traz aos armadores um ganho de tempo fantástico e os trabalhadores portuários também são beneficiados - avalia.
A empresa está com licença provisória e aguarda para essa semana a licença de instalação. Conforme Lopes, após a liberação, a construção deve começar imediatamente. A previsão é de que a operação seja iniciada em 12 meses. O investimento é de R$ 18 milhões e a fábrica será localizada na Via 8 entre a Bunge e Bianchini.
- Esse guindaste e mais a fábrica vão trazer para Rio Grande um perfil que jamais se teve em termos de eficiência operacional - ressaltou Lopes.
* Com informações da Superintendência do Porto do Rio Grande