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Posts na categoria "Sanidade"

Segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa no rebanho gaúcho começa em 10 dias

22 de outubro de 2014 0

Começa no dia 1º de novembro no Rio Grande do Sul, a 2ª etapa da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Febre Aftosa. Bovinos e búfalos com até 24 meses de idade devem receber a dose de imunização durante todo o mês. Mais de 5  milhões de animais precisam ser vacinados. Muitos estarão recebendo a 1ª dose da vacina, enquanto outros farão o reforço. Na 1ª etapa, realizada em maio, a vacinação alcançou 98,3% do rebanho. A expectativa é manter ou aumentar este percentual. A Secretaria da Agricultura deverá doar dois milhões de doses para os produtores enquadrados nos critérios do Pronaf e do Programa de Pecuária Familiar. Tanto a vacinação quanto a comunicação do procedimento junto às inspetorias são obrigatórias.

 

Informação da Fundesa

Governo federal quer ampliar o número de Estados com status de livre da peste suína clássica

16 de outubro de 2014 0

O Ministério da Agricultura está convocando os Estados produtores de suínos para intensificar esforços em sanidade animal. O objetivo é que mais unidades federativas tenham condições de pedir o reconhecimento internacional de livre de peste suína clássica. Na terça-feira(14) e quarta-feira(15), representantes dos órgãos estaduais de defesa sanitária e do Departamento de Sanidade Animal do ministério se reuniram em Belo Horizonte(MG) para discutir ações, estratégias e levantar as situações dos Estados com relação à prevenção da doença. A principal deficiência está na coleta de materiais nos frigoríficos.

Conforme o diretor do DSA, Guilherme Marques, atualmente 15 Estados mais o Distrito Federal (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Rondônia e Acre) são reconhecidos nacionalmente como livres da enfermidade. Neste ano o governo encaminhou para a Organização Mundial de Saúde Animal o pedido de reconhecimento internacional do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, que apresentaram as melhores condições e que estão em acordo com as regras determinadas pelo órgão. O reconhecimento é esperado para maio de 2015, quando ocorre a assembleia geral da OIE.

Secretaria da Agricultura reforça recomendação para imunizar animais da Região Central do Estado devido a um foco de raiva bovina

25 de setembro de 2014 0

A Região Central do Estado onde exame laboratorial confirmou a morte de um animal contaminado com raiva bovina faz parte de uma área em que a vacinação é recomendada. O foco foi detectado em São Sepé. Os outros 29 animais que também morreram apresentaram sinais clínicos compatíveis com a doença, mas ainda não há confirmação em laboratório. O chefe substituto da divisão de Defesa Sanitária Animal da Secretaria da Agricultura, Fernando Groff, afirma que nesse ano já foram registrados 95 casos da doença, sendo a maioria na região Central. Garante que desde o início do ano, a Secretaria estimula os produtores a imunizarem o rebanho e informarem às inspetorias veterinárias sobre potenciais refúgios de morcegos e de agressão de animais.

- “Toda a região central, como São Sepé, Santa Maria, Santa Margarida e Vila Nova estão em uma área em que a vacinação é recomendada desde janeiro. Portanto, este foco ocorrido em São Sepé poderia ter sido evitado se tivesse ocorrido a vacinação a tempo.”

A vacinação não é obrigatória, mas recomendada para reduzir o prejuízo dos produtores. A dose por animal custa menos de 50 centavos.

Ministério da Agricultura define restrições no trânsito de suínos para SC e RS

18 de setembro de 2014 0

O Ministério da Agricultura restringiu o trânsito de suínos para Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Pela nova regra, não poderão entrar leitões vindos de outros estados para recria ou terminação. A medida vale a partir de 4 de setembro. Instrução Normativa 33 autoriza a entrada apenas de reprodutores oriundos de Granja de Reprodutores de Suínos Certificada, animais para abate imediato e produtos e subprodutos inspecionados pelos serviços do Ministério.

A decisão faz parte das exigências da Organização Mundial de Saúde Animal para o reconhecimento internacional dos estados gaúcho e catarinense como áreas livres de Peste Suína Clássica. A regra para o trânsito de suínos entre os dois estados não foi alterada.

Cães farejadores devem participar da fiscalização de produtos de origem animal e vegetal trazidos ilegalmente ao Brasil

12 de setembro de 2014 0

Cães farejadores deverão ser incluídos no trabalho de fiscalização de produtos de origem animal e vegetal trazidos ilegalmente ao País. O Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional do Ministério da Agricultura acredita que o reforço reduzirá o risco de entrada de pragas e doenças. A justificativa é o fato dos animais possuírem um olfato aguçado, 100 vezes mais sensível do que o de seres humanos, o que os capacitam a perceber odores mesmo em concentrações muito baixas. Um projeto piloto será elaborado nos próximos meses com a definição do número de cães necessários para o trabalho.

Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina buscam selo de área livre de peste suína

29 de agosto de 2014 0

Os três Estados da região Sul estão se mobilizando para obter um certificado da Organização Mundial de Saúde Animal de área livre de peste suína clássica. A doença já foi erradicada na maioria do território brasileiro há 15 anos. Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná são responsáveis por 74% da produção nacional. O selo vai ajudar o setor a ampliar as vendas externas de carne suína, consolidando mercados como o Japão e abrindo outros como a Coreia do Sul e Estados Unidos.

O Ministério da Agricultura estabeleceu o próximo dia 19 de setembro como prazo final para que os três Estados comprovem padrões técnicos como exames sorológicos em seus rebanhos e implantação de barreiras sanitárias fixas, além de documentações específicas. O pedido do Brasil deve ser analisado na próxima reunião da OIE, em maio do ano que vem, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal.

Começa nos próximos dias estudo sobre a circulação do vírus da febre aftosa com a coleta de sangue no rebanho bovino gaúcho

20 de agosto de 2014 0

O Rio Grande do Sul inicia na semana que vem em algumas localidades a coleta de sangue de bovinos para o estudo sobre a circulação do vírus da febre aftosa. A maior parte do trabalho, no entanto, deve ocorrer após a Expointer. O estudo ajuda a conscientizar os produtores sobre a importância de vacinar corretamente os animais. Na etapa de maio passado da Campanha Nacional de Vacinação, foram imunizados cerca de 98% do rebanho bovino gaúcho.

As 22 equipes de veterinários da Secretaria estadual da Agricultura que vão realizar o trabalho participam de treinamento nestas quarta-feira(20) e quinta-feira(21). Os fiscais agropecuários vão coletar mais de 9,5 mil amostras de sangue em animais de 330 propriedades de 135 municípios gaúchos.

O Estado é o que mais vai coletar amostras por estar isolado do restante do país, porque  Santa Catarina é área livre sem vacinação. Em todo o Brasil vão ser coletadas mais de 52 mil amostras, de produtores de 17 estados que compõe a zona livre de febre aftosa com vacinação, que é o status do RS.

Entra em funcionamento novo Posto de Divisa com Santa Catarina para controle do trânsito de animais e produtos de origem animal

21 de julho de 2014 0
Foto: Maria Spiger/divulgação

Foto: Maria Spiger/divulgação

O novo Posto Fixo de Divisa de Nonoai para o controle do trânsito de animais, produtos e subprodutos de origem animal já está pronto e em funcionamento. O local passou por reformas e reestruturação. A iniciativa possibilitou a disponibilização de local de trabalho também para os fiscais da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina, que agora podem trabalhar em conjunto com os servidores da Secretaria da Agricultura do RS. Com a conclusão do posto de Barracão, prevista para outubro, o Fundesa terá investido mais de R$ 780 mil na revitalização dos Postos Fixos de Divisas.

Informações do Fundesa

Vacinação contra a febre aftosa atinge mais 98% do rebanho gaúcho na 1ª etapa da campanha deste ano

09 de julho de 2014 0

A 1ª etapa deste ano da vacinação contra a febre aftosa realizada em maio atingiu 98,32% do rebanho gaúcho. O levantamento foi divulgado nesta semana pela Secretaria da Agricultura. Foram imunizados 13,6 milhões de animais. Dados do Departamento de Defesa Agropecuária apontam índice maior do que os registrados em anos anteriores. A fiscalização da vacina chegou em 15,3 mil estabelecimentos.

O governo gaúcho investiu nesta etapa R$ 7,3 milhões em 4,3 milhões de doses de vacina destinadas gratuitamente a produtores rurais enquadrados nos critérios do Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar (Pronaf) e no Programa Estadual de Desenvolvimento da Pecuária de Corte Familiar (Pecfam), que representam 77% da categoria.

Os produtores que não comprovaram ou não vacinaram seus rebanhos nos prazos estabelecidos pelo Estado devem procurar a Inspetoria de Defesa Agropecuária onde possuem cadastro. Até a regularização, suas propriedades estarão bloqueadas para a entrada e saída de animais. A imunização é obrigatória há mais de dez anos no RS e faz parte de um conjunto de ações para manter o Estado como zona livre de aftosa.

O coordenador pela Secretaria da Agricultura do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa, Fernando Groff, alerta que apesar da boa cobertura vacinal, sempre existe o risco da reintrodução do vírus. A próxima etapa de vacinação ocorre em novembro e é direcionada aos bovídeos com até 24 meses de idade.

Informações Seapa

Estudo alerta para a possibilidade de pragas serem trazidas na bagagem dos turistas durante a Copa do Mundo

13 de junho de 2014 0

Estudo da Associação Nacional de Defesa Vegetal mostra que os 31 países classificados para a Copa do Mundo abrigam, juntos, mais de 350 pragas ainda inexistentes no Brasil. São insetos, ácaros, fungos e vírus que, se introduzidos nas lavouras do país, trarão prejuízos aos agricultores locais e podem até impactar a produção nacional de alimentos. Segundo a autora do levantamento, Regina Sugayama, o aumento do trânsito de pessoas entre países nos últimos anos tem ajudado a disseminar as pragas pelo mundo. Afirma que às vésperas de grandes eventos como a Copa do Mundo e a Olimpíada é preciso reforçar a atenção em fronteiras e aeroportos. O engenheiro agrônomo e gerente de Regulamentação estadual da Andef, Luis Carlos Ribeiro, afirma que o estudo serviu para alertar, mas salienta que nem sempre uma praga exótica se dissemina ao entrar em um país.

-”Ela pode não encontrar condições e vir a morrer ou não desenvolver e se extinguir isoladamente. Mas pode também aos poucos ir se instalando, se reproduzindo e aí sim poder vir a causar algum dano econômico”.

Segundo Luis Carlos, o governo brasileiro através da Vigilância Agropecuária Internacional(Vigiagro), do Ministério da Agricultura, tem um trabalho para evitar a entrada no país de pragas por meio de bagagens em portos, aeroportos e nos carros que passam nas fronteiras. Ele defende, no entanto, que o trabalho deve ser intensificado com o aumento no número de fiscais. O gerente de Regulamentação estadual da Andef ressalta que para a Copa houve um reforço de cerca de 100 fiscais agropecuários para evitar o ingresso de doenças e pragas no país.