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Posts na categoria "Sanidade"

Entra em funcionamento novo Posto de Divisa com Santa Catarina para controle do trânsito de animais e produtos de origem animal

21 de julho de 2014 0
Foto: Maria Spiger/divulgação

Foto: Maria Spiger/divulgação

O novo Posto Fixo de Divisa de Nonoai para o controle do trânsito de animais, produtos e subprodutos de origem animal já está pronto e em funcionamento. O local passou por reformas e reestruturação. A iniciativa possibilitou a disponibilização de local de trabalho também para os fiscais da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina, que agora podem trabalhar em conjunto com os servidores da Secretaria da Agricultura do RS. Com a conclusão do posto de Barracão, prevista para outubro, o Fundesa terá investido mais de R$ 780 mil na revitalização dos Postos Fixos de Divisas.

Informações do Fundesa

Vacinação contra a febre aftosa atinge mais 98% do rebanho gaúcho na 1ª etapa da campanha deste ano

09 de julho de 2014 0

A 1ª etapa deste ano da vacinação contra a febre aftosa realizada em maio atingiu 98,32% do rebanho gaúcho. O levantamento foi divulgado nesta semana pela Secretaria da Agricultura. Foram imunizados 13,6 milhões de animais. Dados do Departamento de Defesa Agropecuária apontam índice maior do que os registrados em anos anteriores. A fiscalização da vacina chegou em 15,3 mil estabelecimentos.

O governo gaúcho investiu nesta etapa R$ 7,3 milhões em 4,3 milhões de doses de vacina destinadas gratuitamente a produtores rurais enquadrados nos critérios do Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar (Pronaf) e no Programa Estadual de Desenvolvimento da Pecuária de Corte Familiar (Pecfam), que representam 77% da categoria.

Os produtores que não comprovaram ou não vacinaram seus rebanhos nos prazos estabelecidos pelo Estado devem procurar a Inspetoria de Defesa Agropecuária onde possuem cadastro. Até a regularização, suas propriedades estarão bloqueadas para a entrada e saída de animais. A imunização é obrigatória há mais de dez anos no RS e faz parte de um conjunto de ações para manter o Estado como zona livre de aftosa.

O coordenador pela Secretaria da Agricultura do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa, Fernando Groff, alerta que apesar da boa cobertura vacinal, sempre existe o risco da reintrodução do vírus. A próxima etapa de vacinação ocorre em novembro e é direcionada aos bovídeos com até 24 meses de idade.

Informações Seapa

Estudo alerta para a possibilidade de pragas serem trazidas na bagagem dos turistas durante a Copa do Mundo

13 de junho de 2014 0

Estudo da Associação Nacional de Defesa Vegetal mostra que os 31 países classificados para a Copa do Mundo abrigam, juntos, mais de 350 pragas ainda inexistentes no Brasil. São insetos, ácaros, fungos e vírus que, se introduzidos nas lavouras do país, trarão prejuízos aos agricultores locais e podem até impactar a produção nacional de alimentos. Segundo a autora do levantamento, Regina Sugayama, o aumento do trânsito de pessoas entre países nos últimos anos tem ajudado a disseminar as pragas pelo mundo. Afirma que às vésperas de grandes eventos como a Copa do Mundo e a Olimpíada é preciso reforçar a atenção em fronteiras e aeroportos. O engenheiro agrônomo e gerente de Regulamentação estadual da Andef, Luis Carlos Ribeiro, afirma que o estudo serviu para alertar, mas salienta que nem sempre uma praga exótica se dissemina ao entrar em um país.

-”Ela pode não encontrar condições e vir a morrer ou não desenvolver e se extinguir isoladamente. Mas pode também aos poucos ir se instalando, se reproduzindo e aí sim poder vir a causar algum dano econômico”.

Segundo Luis Carlos, o governo brasileiro através da Vigilância Agropecuária Internacional(Vigiagro), do Ministério da Agricultura, tem um trabalho para evitar a entrada no país de pragas por meio de bagagens em portos, aeroportos e nos carros que passam nas fronteiras. Ele defende, no entanto, que o trabalho deve ser intensificado com o aumento no número de fiscais. O gerente de Regulamentação estadual da Andef ressalta que para a Copa houve um reforço de cerca de 100 fiscais agropecuários para evitar o ingresso de doenças e pragas no país.

Governo e criadores brasileiros reforçam cuidados para evitar a entrada no país durante a Copa do Mundo de grave doença que ataca suínos

09 de junho de 2014 0

A doença conhecida como Diarreia Epidêmica de Suínos que afeta alguns países vizinhos do Brasil coloca em alerta o governo e os criadores de suínos do país. Para evitar a entrada da doença nos rebanhos durante a Copa do Mundo, as entidades que representam o setor alertam sobre a necessidade de manter e redobrar os procedimentos de biossegurança nas granjas. Se houver algum sinal clínico da doença, o produtor deve procurar o veterinário do serviço oficial, estadual ou federal. O Ministério da Agricultura já definiu medidas como a necessidade de quarentena de suínos vivos importados antes de seguirem para as fazendas brasileiras. A doença não foi diagnosticada ainda no Brasil e apesar de ser quase mortal para suínos jovens, não faz mal para os seres humanos.

Confira as dicas relacionados a biossegurança:

1. Ingresso de animais de outros criatórios deve ser de origem certificada e confiável. Os animais devem ser mantidos isolados dos demais por pelo menos 15 dias;

2. Ingresso de veículos, objetos ou equipamentos que possam ter passado por outros criatórios;

3. Ingresso de pessoas que tiveram contato com outros suínos;

4. Se houver quaisquer sinais clínicos compatíveis com a PED, o produtor ou o veterinário devem procurar imediatamente o veterinário do serviço oficial (estadual ou federal) para que seja providenciado o diagnóstico precoce e a adoção de medidas para evitar a disseminação da doença.

Confira as medidas que estão sendo tomadas pelo Ministério da Agricultura:

1. Todas as importações de suínos vivos autorizadas pelo Mapa, que analisa caso a caso; os animais devem ser originados de estabelecimentos certificados pelo serviço veterinário do país exportador da ausência da doença nos últimos 12 meses e deverão cumprir quarentena na origem e também serão quarentenados por no mínimo 30 dias nas novas instalações da Estação Quarentenária de Cananéia, sob permanente supervisão do serviço veterinário oficial, antes de serem transportados para fazendas no Brasil.

2. Em relação à importação de sêmen suíno, somente serão emitidas autorizações de importação pelo Mapa, que analisará caso a caso. Os semens deverão ser oriundos de centros de coleta credenciados pelo serviço veterinário oficial do país exportador e que não registraram ocorrências da doença nos últimos 12 meses;

3. Com relação ao plasma suíno para ração animal, somente serão autorizadas importações pelo Mapa e que sejam oriundas de estabelecimentos registrados pelo serviço veterinário oficial do país de origem; com certificação sanitária oficial quanto aos rigorosos requisitos estabelecidos pelas autoridades brasileiras para importação. Também serão realizadas missões de fiscais federais agropecuários aos estabelecimentos exportadores do insumo para averiguar “in loco” o cumprimento dos requisitos sanitários.

Trânsito de produtos gaúchos de origem animal tem novo corredor de passagem por Santa Catarina

02 de junho de 2014 0

O trânsito de produtos de origem animal do Rio Grande do Sul pelo corredor de passagem da BR 101 está liberado desde a última sexta-feira, dia 30 de maio. Inicialmente, produtos como leite UHT e em pó gaúchos poderão ir para outros Estados passando por Santa Catarina. A medida desafoga as outras quatro barreiras já existentes, principalmente a BR 116. As empresas transportadoras interessadas em utilizar o corredor precisam cumprir com os procedimentos preestabelecidos e devem solicitar autorização prévia à Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola do estado vizinho.

O trânsito dos demais produtos de origem animal industrializados deve ser liberado gradativamente, após a instalação do novo sistema informatizado, que vai substituir a forma manual de fiscalização e diminuir o tempo de espera dos caminhões. Os custos de transporte com o novo corredor devem ser reduzidos.

A ação levou em conta principalmente a segurança sanitária, uma vez que o Rio Grande do Sul trabalha para atingir o status sanitário de Santa Catarina, que possui certificado de livre da febre aftosa sem vacinação, o que garante acesso aos mercados mais exigentes. Segundo o superintendente do Ministério da Agricultura no Rio Grande do Sul, Francisco Signor, a produção gaúcha está no caminho para atingir o mesmo status catarinense e, por isso, o diálogo entre os dois Estados deve ser flexibilizado para que, em breve, o posto de divisa esteja aberto para o trânsito de outros produtos.

Termina no próximo dia 6 prazo para o produtor gaúcho comunicar a vacinação contra a febre aftosa na 1ª etapa da campanha deste ano

02 de junho de 2014 0

Os produtores rurais gaúchos que vacinaram o rebanho contra a febre aftosa em maio têm até a próxima sexta-feira(06), para comunicar o procedimento nas unidades locais de defesa agropecuária. Tanto a vacinação quanto a comprovação são etapas obrigatórias. Se não forem cumpridas, o produtor permanece inadimplente no sistema, ficando impedido de ações como a emissão de Guias de Trânsito Animal. No mês passado foi realizada no Estado a primeira etapa deste ano da Campanha de Vacinação contra a febre aftosa.

Governo fixa regras para importar gado de países com risco de vaca louca

22 de maio de 2014 0

O Ministério da Agricultura estabeleceu as normas para identificação, monitoramento e controle da movimentação de bovinos importados de países considerados de risco para a doença conhecida como vaca louca. Instrução Normativa com as novas regras foi divulgada no Diário Oficial da União desta quinta-feira(22). O cadastro individual e o controle da movimentação de bovinos importados serão operacionalizados por meio da Base Nacional de Dados, do Serviço Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos, Sisbov, e poderá ser incorporado ao sistema eletrônico de controle de trânsito de animais no âmbito do Órgão Estadual de Defesa Sanitária Animal, mediante aprovação do Departamento de Saúde Animal. O status sanitário do Brasil, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal, é de risco insignificante, o nível mais baixo que pode ser atribuído a um país, em relação à doença.

Mais 8 Estados brasileiros serão reconhecidos como livres de febre aftosa com vacinação

13 de maio de 2014 0

A Organização Mundial de Saúde Animal vai conceder a mais 8 Estados brasileiros o reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa com vacinação durante a Assembleia Geral da entidade de 28 a 30 de maio, em Paris. A decisão vai atingir Pernambuco, Rio Grande do Norte, Piauí, Ceará, Paraíba, Maranhão e a região Norte do Pará. Faltam agora apenas Amazonas, Roraima e Amapá para serem reconhecidos pela Organização. O único Estado brasileiro considerado livre de aftosa sem vacinação é Santa Catarina.

Brasil se mobiliza para derrubar embargo à carne bovina imposto pelo governo peruano

08 de maio de 2014 0

O Brasil vai tentar retirar o embargo feito pelo governo peruano à carne bovina brasileira. O país andino suspendeu por 180 dias as importações do produto. O Peru foi o primeiro a levantar restrições após a confirmação do caso ainda não esclarecido do mal da vaca louca registrado em Porto Esperidião, município do sudoeste de Mato Grosso. O Brasil ainda aguarda o resultado da contraprova, feita no laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal, na Inglaterra. Os 49 bovinos que tiveram contato com o animal doente foram abatidos no dia 26 de abril e apresentaram resultado negativo para a doença.

Ministério da Agricultura participa de simulados para a Copa do Mundo

07 de maio de 2014 0

A Vigilância Agropecuária Internacional do Ministério da Agricultura participa até o próximo dia 30 de simulados para a recepção das delegações e autoridades durante evento da Copa do Mundo de 2014. Segundo a coordenadora geral substituta do Vigiagro, Mirela Eidt, as autoridades passarão por locais restritos para garantir a circulação dos demais passageiros e turistas nos principais aeroportos brasileiros. Durante os simulados são realizadas diversas atividades similares a situações reais, tais como o desembarque das equipes, o acompanhamento do processo migratório, a fiscalização das bagagens das delegações e das cargas agropecuárias importadas pelas seleções. Entre as cidades que já foram realizados os simulados estão Porto Alegre, Recife, Maceió, Curitiba e Foz do Iguaçu.