Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Sanidade"

Ministério da Agricultura define restrições no trânsito de suínos para SC e RS

18 de setembro de 2014 0

O Ministério da Agricultura restringiu o trânsito de suínos para Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Pela nova regra, não poderão entrar leitões vindos de outros estados para recria ou terminação. A medida vale a partir de 4 de setembro. Instrução Normativa 33 autoriza a entrada apenas de reprodutores oriundos de Granja de Reprodutores de Suínos Certificada, animais para abate imediato e produtos e subprodutos inspecionados pelos serviços do Ministério.

A decisão faz parte das exigências da Organização Mundial de Saúde Animal para o reconhecimento internacional dos estados gaúcho e catarinense como áreas livres de Peste Suína Clássica. A regra para o trânsito de suínos entre os dois estados não foi alterada.

Cães farejadores devem participar da fiscalização de produtos de origem animal e vegetal trazidos ilegalmente ao Brasil

12 de setembro de 2014 0

Cães farejadores deverão ser incluídos no trabalho de fiscalização de produtos de origem animal e vegetal trazidos ilegalmente ao País. O Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional do Ministério da Agricultura acredita que o reforço reduzirá o risco de entrada de pragas e doenças. A justificativa é o fato dos animais possuírem um olfato aguçado, 100 vezes mais sensível do que o de seres humanos, o que os capacitam a perceber odores mesmo em concentrações muito baixas. Um projeto piloto será elaborado nos próximos meses com a definição do número de cães necessários para o trabalho.

Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina buscam selo de área livre de peste suína

29 de agosto de 2014 0

Os três Estados da região Sul estão se mobilizando para obter um certificado da Organização Mundial de Saúde Animal de área livre de peste suína clássica. A doença já foi erradicada na maioria do território brasileiro há 15 anos. Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná são responsáveis por 74% da produção nacional. O selo vai ajudar o setor a ampliar as vendas externas de carne suína, consolidando mercados como o Japão e abrindo outros como a Coreia do Sul e Estados Unidos.

O Ministério da Agricultura estabeleceu o próximo dia 19 de setembro como prazo final para que os três Estados comprovem padrões técnicos como exames sorológicos em seus rebanhos e implantação de barreiras sanitárias fixas, além de documentações específicas. O pedido do Brasil deve ser analisado na próxima reunião da OIE, em maio do ano que vem, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal.

Começa nos próximos dias estudo sobre a circulação do vírus da febre aftosa com a coleta de sangue no rebanho bovino gaúcho

20 de agosto de 2014 0

O Rio Grande do Sul inicia na semana que vem em algumas localidades a coleta de sangue de bovinos para o estudo sobre a circulação do vírus da febre aftosa. A maior parte do trabalho, no entanto, deve ocorrer após a Expointer. O estudo ajuda a conscientizar os produtores sobre a importância de vacinar corretamente os animais. Na etapa de maio passado da Campanha Nacional de Vacinação, foram imunizados cerca de 98% do rebanho bovino gaúcho.

As 22 equipes de veterinários da Secretaria estadual da Agricultura que vão realizar o trabalho participam de treinamento nestas quarta-feira(20) e quinta-feira(21). Os fiscais agropecuários vão coletar mais de 9,5 mil amostras de sangue em animais de 330 propriedades de 135 municípios gaúchos.

O Estado é o que mais vai coletar amostras por estar isolado do restante do país, porque  Santa Catarina é área livre sem vacinação. Em todo o Brasil vão ser coletadas mais de 52 mil amostras, de produtores de 17 estados que compõe a zona livre de febre aftosa com vacinação, que é o status do RS.

Entra em funcionamento novo Posto de Divisa com Santa Catarina para controle do trânsito de animais e produtos de origem animal

21 de julho de 2014 0
Foto: Maria Spiger/divulgação

Foto: Maria Spiger/divulgação

O novo Posto Fixo de Divisa de Nonoai para o controle do trânsito de animais, produtos e subprodutos de origem animal já está pronto e em funcionamento. O local passou por reformas e reestruturação. A iniciativa possibilitou a disponibilização de local de trabalho também para os fiscais da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina, que agora podem trabalhar em conjunto com os servidores da Secretaria da Agricultura do RS. Com a conclusão do posto de Barracão, prevista para outubro, o Fundesa terá investido mais de R$ 780 mil na revitalização dos Postos Fixos de Divisas.

Informações do Fundesa

Vacinação contra a febre aftosa atinge mais 98% do rebanho gaúcho na 1ª etapa da campanha deste ano

09 de julho de 2014 0

A 1ª etapa deste ano da vacinação contra a febre aftosa realizada em maio atingiu 98,32% do rebanho gaúcho. O levantamento foi divulgado nesta semana pela Secretaria da Agricultura. Foram imunizados 13,6 milhões de animais. Dados do Departamento de Defesa Agropecuária apontam índice maior do que os registrados em anos anteriores. A fiscalização da vacina chegou em 15,3 mil estabelecimentos.

O governo gaúcho investiu nesta etapa R$ 7,3 milhões em 4,3 milhões de doses de vacina destinadas gratuitamente a produtores rurais enquadrados nos critérios do Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar (Pronaf) e no Programa Estadual de Desenvolvimento da Pecuária de Corte Familiar (Pecfam), que representam 77% da categoria.

Os produtores que não comprovaram ou não vacinaram seus rebanhos nos prazos estabelecidos pelo Estado devem procurar a Inspetoria de Defesa Agropecuária onde possuem cadastro. Até a regularização, suas propriedades estarão bloqueadas para a entrada e saída de animais. A imunização é obrigatória há mais de dez anos no RS e faz parte de um conjunto de ações para manter o Estado como zona livre de aftosa.

O coordenador pela Secretaria da Agricultura do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa, Fernando Groff, alerta que apesar da boa cobertura vacinal, sempre existe o risco da reintrodução do vírus. A próxima etapa de vacinação ocorre em novembro e é direcionada aos bovídeos com até 24 meses de idade.

Informações Seapa

Estudo alerta para a possibilidade de pragas serem trazidas na bagagem dos turistas durante a Copa do Mundo

13 de junho de 2014 0

Estudo da Associação Nacional de Defesa Vegetal mostra que os 31 países classificados para a Copa do Mundo abrigam, juntos, mais de 350 pragas ainda inexistentes no Brasil. São insetos, ácaros, fungos e vírus que, se introduzidos nas lavouras do país, trarão prejuízos aos agricultores locais e podem até impactar a produção nacional de alimentos. Segundo a autora do levantamento, Regina Sugayama, o aumento do trânsito de pessoas entre países nos últimos anos tem ajudado a disseminar as pragas pelo mundo. Afirma que às vésperas de grandes eventos como a Copa do Mundo e a Olimpíada é preciso reforçar a atenção em fronteiras e aeroportos. O engenheiro agrônomo e gerente de Regulamentação estadual da Andef, Luis Carlos Ribeiro, afirma que o estudo serviu para alertar, mas salienta que nem sempre uma praga exótica se dissemina ao entrar em um país.

-”Ela pode não encontrar condições e vir a morrer ou não desenvolver e se extinguir isoladamente. Mas pode também aos poucos ir se instalando, se reproduzindo e aí sim poder vir a causar algum dano econômico”.

Segundo Luis Carlos, o governo brasileiro através da Vigilância Agropecuária Internacional(Vigiagro), do Ministério da Agricultura, tem um trabalho para evitar a entrada no país de pragas por meio de bagagens em portos, aeroportos e nos carros que passam nas fronteiras. Ele defende, no entanto, que o trabalho deve ser intensificado com o aumento no número de fiscais. O gerente de Regulamentação estadual da Andef ressalta que para a Copa houve um reforço de cerca de 100 fiscais agropecuários para evitar o ingresso de doenças e pragas no país.

Governo e criadores brasileiros reforçam cuidados para evitar a entrada no país durante a Copa do Mundo de grave doença que ataca suínos

09 de junho de 2014 0

A doença conhecida como Diarreia Epidêmica de Suínos que afeta alguns países vizinhos do Brasil coloca em alerta o governo e os criadores de suínos do país. Para evitar a entrada da doença nos rebanhos durante a Copa do Mundo, as entidades que representam o setor alertam sobre a necessidade de manter e redobrar os procedimentos de biossegurança nas granjas. Se houver algum sinal clínico da doença, o produtor deve procurar o veterinário do serviço oficial, estadual ou federal. O Ministério da Agricultura já definiu medidas como a necessidade de quarentena de suínos vivos importados antes de seguirem para as fazendas brasileiras. A doença não foi diagnosticada ainda no Brasil e apesar de ser quase mortal para suínos jovens, não faz mal para os seres humanos.

Confira as dicas relacionados a biossegurança:

1. Ingresso de animais de outros criatórios deve ser de origem certificada e confiável. Os animais devem ser mantidos isolados dos demais por pelo menos 15 dias;

2. Ingresso de veículos, objetos ou equipamentos que possam ter passado por outros criatórios;

3. Ingresso de pessoas que tiveram contato com outros suínos;

4. Se houver quaisquer sinais clínicos compatíveis com a PED, o produtor ou o veterinário devem procurar imediatamente o veterinário do serviço oficial (estadual ou federal) para que seja providenciado o diagnóstico precoce e a adoção de medidas para evitar a disseminação da doença.

Confira as medidas que estão sendo tomadas pelo Ministério da Agricultura:

1. Todas as importações de suínos vivos autorizadas pelo Mapa, que analisa caso a caso; os animais devem ser originados de estabelecimentos certificados pelo serviço veterinário do país exportador da ausência da doença nos últimos 12 meses e deverão cumprir quarentena na origem e também serão quarentenados por no mínimo 30 dias nas novas instalações da Estação Quarentenária de Cananéia, sob permanente supervisão do serviço veterinário oficial, antes de serem transportados para fazendas no Brasil.

2. Em relação à importação de sêmen suíno, somente serão emitidas autorizações de importação pelo Mapa, que analisará caso a caso. Os semens deverão ser oriundos de centros de coleta credenciados pelo serviço veterinário oficial do país exportador e que não registraram ocorrências da doença nos últimos 12 meses;

3. Com relação ao plasma suíno para ração animal, somente serão autorizadas importações pelo Mapa e que sejam oriundas de estabelecimentos registrados pelo serviço veterinário oficial do país de origem; com certificação sanitária oficial quanto aos rigorosos requisitos estabelecidos pelas autoridades brasileiras para importação. Também serão realizadas missões de fiscais federais agropecuários aos estabelecimentos exportadores do insumo para averiguar “in loco” o cumprimento dos requisitos sanitários.

Trânsito de produtos gaúchos de origem animal tem novo corredor de passagem por Santa Catarina

02 de junho de 2014 0

O trânsito de produtos de origem animal do Rio Grande do Sul pelo corredor de passagem da BR 101 está liberado desde a última sexta-feira, dia 30 de maio. Inicialmente, produtos como leite UHT e em pó gaúchos poderão ir para outros Estados passando por Santa Catarina. A medida desafoga as outras quatro barreiras já existentes, principalmente a BR 116. As empresas transportadoras interessadas em utilizar o corredor precisam cumprir com os procedimentos preestabelecidos e devem solicitar autorização prévia à Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola do estado vizinho.

O trânsito dos demais produtos de origem animal industrializados deve ser liberado gradativamente, após a instalação do novo sistema informatizado, que vai substituir a forma manual de fiscalização e diminuir o tempo de espera dos caminhões. Os custos de transporte com o novo corredor devem ser reduzidos.

A ação levou em conta principalmente a segurança sanitária, uma vez que o Rio Grande do Sul trabalha para atingir o status sanitário de Santa Catarina, que possui certificado de livre da febre aftosa sem vacinação, o que garante acesso aos mercados mais exigentes. Segundo o superintendente do Ministério da Agricultura no Rio Grande do Sul, Francisco Signor, a produção gaúcha está no caminho para atingir o mesmo status catarinense e, por isso, o diálogo entre os dois Estados deve ser flexibilizado para que, em breve, o posto de divisa esteja aberto para o trânsito de outros produtos.

Termina no próximo dia 6 prazo para o produtor gaúcho comunicar a vacinação contra a febre aftosa na 1ª etapa da campanha deste ano

02 de junho de 2014 0

Os produtores rurais gaúchos que vacinaram o rebanho contra a febre aftosa em maio têm até a próxima sexta-feira(06), para comunicar o procedimento nas unidades locais de defesa agropecuária. Tanto a vacinação quanto a comprovação são etapas obrigatórias. Se não forem cumpridas, o produtor permanece inadimplente no sistema, ficando impedido de ações como a emissão de Guias de Trânsito Animal. No mês passado foi realizada no Estado a primeira etapa deste ano da Campanha de Vacinação contra a febre aftosa.