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Posts com a tag "Carne"

Lançada em Porto Alegre a marca Seara Hereford

22 de agosto de 2012 0

A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), através do Programa Carne Certificada Pampa®, em parceria com o Frigorífico Marfrig, lançaram nesta terça-feira(21), em Porto Alegre(RS), a nova linha de cortes de carne certificada, Seara Hereford. Trata-se  de uma linha completa composta por cortes provenientes de animais jovens com até quatro dentes, com bom acabamento de gordura (entre 3 e 6 mm), que garantem carne macia.

- Em parceria com a Associação Brasileira de Hereford e Braford, no Programa Carne Certificada Pampa, surgiu uma marca própria da raça sob a chancela SEARA garantindo a qualidade e procedência da carne - diz Diego Brasil, Gerente de Fomento da Marfrig no Rio Grande do Sul.

Além da apresentação do novo produto, que já está disponível nas prateleiras das  redes de mercado do país, e da degustação da Carne Certificada Pampa®, o presidente da ABHB, Fernando Lopa, apresentou a programação oficial da Associação para a 35ª Expointer, que acontece entre os dias 25 de agosto e 02 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), e comentou sobre o crescimento do Programa Carne Certificada Pampa® no primeiro semestre de 2012.

- Nos primeiros seis meses deste ano, o Programa Carne Certificada Pampa® teve um crescimento de 78% em relação ao mesmo período do ano passado. Isso demonstra a qualidade e a seriedade deste programa da ABHB que, em 2012, bateu recorde de crescimento em certificação - comemora Fernando.

O Secretário de Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul, Luiz Fernando Mainardi, que acompanhou o evento, comentou que o lançamento desta nova marca é de suma importância para o desenvolvimento da pecuária no Estado. A Seara Hereford já havia sido lançada em São Paulo, durante a Feicorte 2012.

Com informações da ABHB.

Entrada da Venzuela no Mercosul beneficia setores agrícolas gaúchos

01 de agosto de 2012 0

A entrada da Venezuela no Mercosul pode representar a ampliação de um mercado para o Rio Grande do Sul. Setores como os de automóveis, máquinas agrícolas e de carnes, que já são demandados pelos venezuelanos, devem aumentar a participação com os benefícios de tarifas adotadas pelo bloco.

Mesmo antes da entrada do país de Hugo Chavez no Mercosul, as exportações gaúchas cresceram no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2011. Segundo o economista da Fundação de Economia e Estatística (FEE), Guilherme Risco, o valor em 2012 foi de US$ 167 milhões arrecadados em exportações dos venezuelanos, contra US$ 145 milhões do primeiro semestre de 2011.

- Nos últimos anos as exportações para a Venezuela estão crescendo. De 2010 para 2011 elas cresceram 86%. No primeiro semestre já teve um crescimento de 15%, deixando países como Espanha e França como principais destinos - destaca.

Em todo o Brasil, as exportações do primeiro semestre totalizaram R$ 2,4 bilhões. Só os produtos agrícolas representaram 43% deste volume. A Venezuela importa pelo menos 70% dos alimentos que a população consome.

Cardápio da alimentação escolar terá carne ovina em Bagé

01 de agosto de 2012 0

Um trabalho pioneiro terá início nesta quarta-feira (1º) e quinta-feira (2), em Bagé. Trata-se da capacitação de 200 merendeiras que ajudarão a introduzir a carne ovina na alimentação escolar da rede municipal de ensino.

O treinamento será ministrado por técnicos da Emater. O projeto tem como objetivo qualificar a alimentação dos alunos, além de fortalecer a ovinocultura – uma das formas mais tradicionais de criação de animais na região do Pampa gaúcho.

O projeto envolve diversas instituições, como Secretaria Municipal de Educação, Emater, Ministério da Agricultura, Unipampa e IFSul.

* Com informações da Emater

Vitrine da Carne Gaúcha integra programa Juntos para Competir

27 de julho de 2012 0

Carcaças de bovinos, bubalinos, ovinos e suínos serão fracionadas por técnicos especializados em cortes de carnes, na quarta edição da Vitrine da Carne Gaúcha, durante a Expointer 2012.

Parceria entre Farsul, Senar-RS, Sebrae-RS e associações de raças, a Vitrine da Carne Gaúcha passou a integrar o programa Juntos para Competir que desenvolve ações conjuntas entre as entidades participantes e contribui para o desenvolvimento do agronegócio gaúcho. Em estande único, no pavilhão Internacional, composto por área envidraçada e refrigerada, cercada por arquibancadas, o público poderá acompanhar todo o processo de fracionamento das carcaças e elaboração de cortes especiais das carnes em demonstração. Poderá ainda conferir como é produzido cada corte, de onde se origina e receber dicas de preparo.

As grandes novidades da Vitrine para este ano são a inclusão dos suínos no processo e a criação de cozinha envidraçada, integrada à sala de fracionamentos, onde uma Chef de cozinha irá preparar os cortes da demonstração que serão degustados pelos participantes.

Diariamente, de 25 de agosto a 1º de setembro, serão trabalhadas duas meias carcaças bovinas e ovinas às 10h e às 16h e meia suína, às 14h. A cada dia, uma associação de raça será responsável pelo produto trabalhado, fazendo a apresentação da raça e seus atributos. Participarão da ação as marcas das raças Angus, Braford, Devon, Hereford, Apropampa, Arco, Brastexel, Búfalos e Acsurs. A Secretaria de Agricultura, através do Cispoa, supervisiona a parte sanitária do programa.

A Expointer 2012 ocorre de 25 de agosto a 2 de setembro, em Esteio.

* Com informações do Sistema Farsul

Missão volta da Oceania com exemplos de trabalhos na pecuária

25 de julho de 2012 0

Representantes do governo gaúcho e do setor produtivo do Estado terminaram nesta terça-feira (24) viagem de dez dias à Austrália e a Nova Zelândia. Neste período, conheceram os sistemas de rastreabilidade da carne e de qualidade do leite nos dois países.

Conforme o secretário da Agricultura do Estado, os exemplos positivos adotados pelos dois governos locais devem ser adaptados para a criação de programas na pecuária gaúcha. Luiz Fernando Mainardi destaca a organização das cadeias produtivas, desde o produtor até o consumidor, como exemplos a serem adotados.

- Eles tem um sistema que compreende da produção até o mercado para fazer com que o produto final seja um produto de qualidade, com valor agregado e que pode disputar qualquer mercado - reforça.

A ideia é criar as bases para os Institutos Estaduais da Carne e do Leite. O secretário salienta que a viagem não teve como intuito fazer acordos técnicos, mas não descarta convênios futuros com empresas e instituições locais.

Setor de suínos confia na liberação do mercado russo após missão

23 de julho de 2012 0

Os técnicos russos chegam ao Rio Grande do Sul nesta segunda-feira (23) e iniciam nesta terça-feira (24) um roteiro de três dias onde visitarão oito plantas frigoríficas. O principal objetivo da missão é reavaliar as condições técnicas e sanitárias para buscar uma solução ao embargo à carne suína, que dura mais de um ano.

O roteiro passará pelos municípios de Alegrete, Lajeado, Santa Maria, Santa Rosa, Garibaldi, Santo ângelo e Porto Alegre. A expectativa dos representantes do setor é que a visita dos russos possa servir para a reabertura daquele mercado.

O diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado (Sips), Rogério Kerber, salienta que houve uma adequação em relação às novas normas aduaneiras da Rússia, que entraram em vigor no início do ano. Ele destaca a união da cadeia produtiva para solucionar os problemas internos e retomar o mercado.

- Tanto as indústrias na área de abate quanto no campo, na área de produção, o Ministério da Agricultura, o serviço de inspeção, de sanidade, todos trabalharam com afinco para que pudéssemos receber essa missão sem sobressaltos - ressalta.

O Rio Grande do Sul tinha a Rússia como o principal mercado para a carne suína antes do embargo, com 60% dos embarques para aquele país. As perdas na economia gaúcha com a paralisação das exportações ultrapassaram os R$ 300 milhões, conforme dados da Fundação de Economia e Estatística (FEE).

Medidas da CPI das Carnes há quase 10 anos não foram implementadas

23 de julho de 2012 0

Realizada no ano de 2003, a CPI das Carnes buscou identificar problemas que a pecuária passava naquele momento, com a perda de competitividade e altos índices de abates clandestinos. Na época, se apontou perdas de R$ 126 milhões para a economia gaúcha pelo não recolhimento de tributos, além de R$ 350 milhões em dívidas ativas de ICMS dos frigoríficos gaúchos.

Para o presidente da CPI na época, o atual deputado federal Jerônimo Goergen, houveram ações concretas, como a criação do Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa). Mas algumas ações, como a criação de estruturas para reforçar o combate ao abigeato no Rio Grande do Sul, não foram contemplados pelos governos seguintes.

- Não tivemos a manutenção do grupo das secretarias de Estado para o combate ao abigeato por falta da criação do cargo de secretário executivo para interagir as ações de cinco secretarias para diminuir como foi na época, que foi implantado por um período, o abigeato no nosso Estado

A CPI também encaminhou 29 denúncias contra pessoas entre abigeatários e fraudadores de impostos. O Ministério Público do Estado encerrou a conclusão das investigações da CPI no ano de 2005, denunciando 20 pessoas de cinco empresas, suspeitas de sonegação fiscal de ICMS e trazendo um prejuízo de R$ 18 milhões aos cofres públicos.

Brasil quer exportar carne de aves para a Indonésia

18 de julho de 2012 0

Nos próximos meses, autoridades sanitárias da Indonésia enviarão formulários para empresas brasileiras interessadas em exportar carne de pato e peru, abatidos pelo método halal. Após a entrega da documentação preenchida, uma missão deve vir ao Brasil para avaliar os estabelecimentos. As negociações para ampliar as exportações de carne de aves são conduzidas por representantes da Secretaria de Relações Internacionais (SRI) do Ministério da Agricultura.

De acordo com o coordenador geral de Acordos Bilaterais e Regionais do Departamento de Negociações Sanitárias e Fitossanitárias da SRI, Jean Manfredini, a negociação é importante para desenvolver as atividades do setor avícola no Brasil. A Indonésia, que tem cerca de 245 milhões de habitantes, é um dos maiores mercados consumidores de aves do mundo.

Manfredini, no entanto, acredita que a possível vinda de autoridades sanitárias do país asiático ao Brasil aconteça apenas em 2013.

- A avaliação dos estabelecimentos brasileiros por parte dos indonésios não deve acontecer até o próximo ano. No entanto, é bom frisar que o envio desses relatórios é um passo importante para concretizar a parceria comercial - afirmou.

Em 2011 as exportações da avicultura brasileira (carnes frango, peru, pato, ganso e outras aves, ovos e material genético) totalizaram US$ 8,853 bilhões, que representa um aumento de 19,7% em relação ao ano anterior. Em volume, as exportações avícolas somaram 4,118 milhões de toneladas.

Saiba mais

O abate halal, praticado pelos islâmicos, envolve princípios como o bem-estar animal e questões sanitárias. O ritual de abate deve ser feito apenas pela degola, para garantir a morte instantânea do animal, é só pode ser realizado por um muçulmano praticante, em geral árabe, treinado especificamente para a função.

A certificação deste tipo de produto é feita por empresas especializadas e alcança mercados no Oriente Médio, África e Ásia. O volume de negócios é estimado em mais de US$ 400 bilhões, com crescimento de 15% ao ano.

O Serviço de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da Agricultura não atua em certificações de cunho religioso. No entanto, todo estabelecimento, independentemente do tipo de abate realizado, conta com fiscais que examinam as áreas dos matadouros e frigoríficos e verificam o cumprimento de programas relativos à higiene, documentação do estabelecimento e condições de saúde do animal.

* Com informações do Ministério da Agricultura

Produção de carne e leite da Nova Zelândia surpreende gaúchos

18 de julho de 2012 0

Conhecer a experiência da Nova Zelândia em rastreabilidade bovina e tentar aproveitar o que ela tem de bom aqui, no Rio Grande do Sul.  Esta tem sido a missão da delegação comandada pelo secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi, em visita ao país da Oceania iniciada nesta semana.  Lá, a rastreabilidade do gado passou a ser obrigatória a partir deste mês. A meta do programa neozelandês é controlar integralmente a origem e o destino de um rebanho que hoje chega a 4,4 milhões de cabeças de bovinos de corte e 6,2 milhões de bovinos de leite.

Um dos destaques do roteiro foi a visita realizada nesta terça feira (16) a empresa Fonterra, maior produtora de produtos lácteos do mundo, que processa anualmente 21 bilhões de litros de leite ao ano, e possui 40% do mercado global de laticínios.

A empresa que surgiu em 1927 possui 10 mil e 500 sócios proprietários, e a cada década vem se destacando pelo forte investimento tecnológico, sendo a primeira empresa no mundo a mecanizar integralmente a produção de queijo com tecnologia na concentração de proteína do leite. Os investimentos somados a uma parceria com a Massey University, uma das principais universidades do pais, tem garantido à Nova Zelândia lugar de destaque na produção de leite e carne bovina.

A comitiva gaúcha também conheceu uma propriedade rural no município de Palmerston North, com área de 500 hectares, destinada a produção o de leite, e que tem nas pastagens uns dos grandes diferenciais de produtividade. As culturas do trevo e do azevém por lá chegam a durar até dez anos sem precisar de replantio, com alto potencial nutricional e menor incidência de mão de obra. A produção média do pais está em torno de 30 litros de leite por vaca diariamente. Segundo o presidente do Sindilat, Wilson Zanatta, o que impressionou foi o profissionalismo dos produtores neozelandeses, e o fato da pesquisa das universidades chegar mais facilmente ao campo. Além do produto leite ter uma supremacia sobre os outros produtos como a carne.

- Aqui os pastos são perenes  e renovados a cada 10 anos, porque foram feitos investimentos em pesquisas que desenvolveram variedades adequadas para este cultivo - disse Zanata.

Um outro grupo esteve conhecendo na cidade de Feilding uma propriedade que trabalha com a terminação de bovinos, e que abate em torno de mil animais/ano. No local foi possível testemunhar a operação de trânsito de animais já identificados com dispositivos  eletrônicos no novo sistema de rastreabilidade implantado a partir deste mês. O grupo também conferiu o recebimento de animais em um frigorífico onde os abates são totalmente automatizados, e os cortes específicos identificados pelo sistema de rastreabilidade.

* Com informações da Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul

Indonésia demonstra intenção quebrar barreiras para carne de frango

10 de julho de 2012 0

O presidente executivo da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, e o gerente de Relações com o Mercado, Adriano Zerbini, participaram nesta segunda-feira (9) da primeira rodada de palestras do encontro entre os países da América Latina e do Sudeste Asiático, durante o Asean Latin Business Forum 2012. O evento segue até esta terça-feira, em Jacarta (Indonésia).

O Fórum foi aberto pelo presidente da República da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono. Em seu discurso, Yudhoyono ressaltou o interesse e o compromisso das dez maiores economias do Sudeste Asiático – membros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) - com os países latino-americanos. Segundo o presidente, o potencial de crescimento do comercio entre as duas regiões é imenso e deve ser explorado pelo setor privado e promovido pelos governos.

Anfitrião do evento, o ministro do Comércio da Indonésia, Gita Wirjawan, afirmou que a distância entre as duas regiões do planeta não pode se constituir em barreira para a aproximação econômica.

- O próprio ministro ressaltou que a superação das barreiras comerciais é a forma mais eficiente de aproximação - disse Turra, participante do evento a convite de Wirjawan.

O governo brasileiro é representado no evento pelo embaixador do Brasil em Jacarta, Paulo Soares, e pela secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Tatiana Prazeres.

O encontro contou ainda com a realização da primeira reunião bilateral do Grupo de Trabalho de Comércio Brasil-Indonésia, criado pelos governos com o objetivo de negociar as atuais barreiras comerciais existentes entre os dois países.  Por solicitação da Ubabef, a abertura do mercado da Indonésia para a carne de aves do Brasil integrou a agenda da reunião.

- Tentaremos eliminar barreiras que a Indonésia têm imposto nas negociações para a abertura, iniciadas em 2009 - explica Turra.

O presidente da Ubabef participará de um painel sobre segurança alimentar e sustentabilidade nos países da Asean. Turra destacará a intenção do setor exportador avícola brasileiro em ser parceiro nas estratégias de segurança alimentar dos países da região.

* Com informações da União Brasileira de Avicultura (Ubabef)