Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "Rio Grande do Sul"

Colheita do arroz no RS chega a 99%

14 de maio de 2013 0

Com este índice é possível considerar concluída a colheita do grão no Estado. Os dados do Instituto Rio Grandense do Arroz apontam uma produção de oito milhões de toneladas para a Safra 2012-2013. Nesta safra os gaúchos semearam 1.082 milhão de hectares com uma produtividade média de 7.433 quilos por hectare. Conforme o presidente do Irga, Cláudio Pereira, o aumento da produção ocorreu pela ampliação de área e não por um aumento na produtividade, já que este ano houve problemas de clima em algumas regiões.

- Esta safra será uma das melhores colheitas para o produtor em termos de renda, destaca o dirigente.

Neste ano os preços estão 20% superiores ao mesmo período de 2012.

As regiões que já colheram 100% do grão são a Zonal Sul, que plantou 172,2 mil hectares e registra uma produtividade média de 7.703 quilos por hectare e tem o município de Rio Grande com a melhor produtividade do RS, com 8.530 quilos por hectare e a Planície Costeira Externa, que semeou 138.960 hectares e está com uma produtividade média de 7.107 quilos por hectare. Com o processo praticamente finalizado, estão a Planície Costeira Interna com 99,9% da área colhida e uma produtividade média de 7.235 quilos por hectare, faltando apenas as cidades de Guaíba e São Lourenço do Sul para concluir a colheita. E a Fronteira Oeste com 98,6% dos 329.473 hectares plantados, até o momento a produtividade média é de 7.460 quilos por hectare. Logo em seguida vem a Depressão Central com 98,5% do arroz colhido, dos 148.384 hectares semeados e está com uma produtividade média de 7.462 quilos por hectare e a Campanha com 98,1% e registra uma produtividade de 7.526 quilos por hectare.

Cresce consumo de fertilizantes no RS

09 de agosto de 2012 0

As entregas de fertilizantes realizadas pelas indústrias gaúchas do setor totalizaram 1.147 mil toneladas no primeiro semestre deste ano, representando um incremento de 6,5% na comparação com as 1.077 mil toneladas entregues em igual período de 2011. Em relação ao primeiro semestre de 2010, quando foram despachadas 861 mil toneladas, o aumento corresponde a 33,2%. Os dados são do Sindicato da Indústria de Adubos do Rio Grande do Sul (SIARGS).

Em nível nacional, o volume de entregas nos primeiros seis meses de 2012 atingiu a 11.727 mil toneladas, significando um aumento de 5,6% comparativamente às 11.109 mil toneladas de igual período do ano passado e de 35,9% em relação às 8.626 mil toneladas que foram entregues nos primeiros seis meses de 2010. O Estado do Mato Grosso concentrou o maior volume de entregas no período de janeiro a junho deste ano, seguido de São Paulo, Paraná e Minas Gerais nas primeiras posições, ao passo que o RS ficou em 5° lugar.

Diante do cenário mundial favorável no que diz respeito ao preço das commodities agrícolas e também pela boa perspectiva climática para a próxima safra de verão, o presidente do SIARGS, Torvaldo Antonio Marzolla Filho, projeta que as entregas de fertilizantes das indústrias gaúchas poderão fechar 2012 com um total de 3.420 mil toneladas, num incremento da ordem de 3,6% comparativamente com o volume atingido em 2011, que foi de 3.300 mil toneladas. Para as indústrias do país como um todo, a expectativa é de ser registrado um volume de 29.200 mil toneladas em 2012, num crescimento de 3% em relação às 28.326 mil toneladas entregues em 2011.

Com informações do SIARGS.

Produção gaúcha de milho deve manter mesma área plantada

06 de agosto de 2012 0

Algumas regiões do Rio Grande do Sul já iniciaram o plantio da safra de grãos de verão. No norte do Estado, áreas já estão sendo semeadas com milho nestes locais. Há uma grande expectativa dos produtores devido aos bons preços pagos pela produção e a perspectiva de condições climáticas favoráveis para as lavouras.

O gerente técnico da Emater, Dulphe Pinheiro Machado Neto, acredita que a área plantada de milho deve se manter mais ou menos igual a do ano passado. Mas ele avalia que o preço mais atrativo deve fazer com que os produtores apostem na soja durante a safra.

- A gente acredita que esta área comprometida com a cultura do milho deve ficar em torno de um milhão de hectares. Com certeza isto não deve baixar muito, a gente deve ter uma diminuição da área de milho e um aumento da área de soja no Estado, mas ela deve ficar neste patamar - avalia.

Na safra passada, a área plantada de milho foi de 1,1 milhão mil hectares, com produção de 3 milhões de toneladas, quebra de cerca de 40% em relação à safra anterior.

Geadas prejudicam pastagens e criações no Rio Grande do Sul

30 de julho de 2012 0

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater, o desenvolvimento e o rebrote das forrageiras naturais e cultivadas foram prejudicados pelas fortes geadas e pelas baixas temperaturas ocorridas no Rio Grande do Sul nas últimas semanas. O campo nativo, mesmo com as chuvas dos últimos dias, não apresentou recuperação significativa, e a oferta e a qualidade do pasto para os animais continuam limitadas.

Devido a essa situação, o rebanho bovino de corte está com um peso inferior à média dos últimos anos. Os animais não apresentam um desenvolvimento satisfatório e aqueles mantidos exclusivamente em campo nativo estão com redução de peso significativa, em virtude da má qualidade dos pastos. No município de Santana do Livramento, o gado está muito debilitado, já sendo registrada a morte de alguns animais por causa da desnutrição. O déficit alimentar tem aumentado a procura por feno por parte dos criadores da região de Bagé. Ainda há disponibilidade de feno de palha de arroz, comercializado a R$ 80,00/rolo. Há informação de entrada de feno do Uruguai, especialmente na faixa de fronteira.

A situação deverá se agravar, caso o frio e as geadas se prolonguem por todo o mês de agosto, tendo em vista que o rebrote da maioria das espécies do campo nativo ocorre, normalmente, no mês de setembro. Para complementar a alimentação do rebanho de corte e melhorar o aproveitamento dos pastos secos, os criadores estão fornecendo sal proteinado aos animais.

O gado mantido em pastagens cultivadas de aveia e azevém está em bom estado, mas as pastagens apresentam baixa produção de massa verde, com desenvolvimento muito lento devido às baixas temperaturas e geadas. Em geral, o estado sanitário do rebanho bovino de corte gaúcho é bom, mas em alguns municípios do Estado, apesar das baixas temperaturas, continuam ocorrendo focos de infestação de carrapatos.

Em relação à produção de leite, a menor oferta de forragens verdes para o rebanho leiteiro tem obrigado os produtores a utilizarem mais silagem, grãos, farelos e rações na alimentação dos animais, o que tem aumentado significativamente os custos de produção e reduzido a rentabilidade da atividade. A maior queda na produção de leite ocorre entre os produtores que não têm reserva alimentar para os animais, como silagem e feno, e dependem apenas do campo nativo e de pequenas pastagens de aveia e azevém para manterem o gado.

O estado sanitário do rebanho ovino é bom na maioria dos municípios produtores do Estado, beneficiado em parte pelo baixo regime de chuvas. Por outro lado, o frio e as geadas também estão reduzindo o peso corporal dos animais, especialmente das ovelhas de cria que estão em pleno período de amamentação ou parição dos cordeiros. Há registros de aumento de mortalidade de cordeiros, devido ao choque térmico na parição e, também, ao mau estado nutricional das ovelhas, que apresentam pouco leite para os cordeiros. Também se constata um aumento na mortalidade de ovelhas paridas, devido às más condições alimentares.

* Com informações da Emater

Setor de suínos confia na liberação do mercado russo após missão

23 de julho de 2012 0

Os técnicos russos chegam ao Rio Grande do Sul nesta segunda-feira (23) e iniciam nesta terça-feira (24) um roteiro de três dias onde visitarão oito plantas frigoríficas. O principal objetivo da missão é reavaliar as condições técnicas e sanitárias para buscar uma solução ao embargo à carne suína, que dura mais de um ano.

O roteiro passará pelos municípios de Alegrete, Lajeado, Santa Maria, Santa Rosa, Garibaldi, Santo ângelo e Porto Alegre. A expectativa dos representantes do setor é que a visita dos russos possa servir para a reabertura daquele mercado.

O diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado (Sips), Rogério Kerber, salienta que houve uma adequação em relação às novas normas aduaneiras da Rússia, que entraram em vigor no início do ano. Ele destaca a união da cadeia produtiva para solucionar os problemas internos e retomar o mercado.

- Tanto as indústrias na área de abate quanto no campo, na área de produção, o Ministério da Agricultura, o serviço de inspeção, de sanidade, todos trabalharam com afinco para que pudéssemos receber essa missão sem sobressaltos - ressalta.

O Rio Grande do Sul tinha a Rússia como o principal mercado para a carne suína antes do embargo, com 60% dos embarques para aquele país. As perdas na economia gaúcha com a paralisação das exportações ultrapassaram os R$ 300 milhões, conforme dados da Fundação de Economia e Estatística (FEE).

Agricultura de Precisão é tema de cursos pelo Rio Grande do Sul

23 de julho de 2012 0

O primeiro de seis cursos do programa de treinamentos para produtores rurais em Agricultura de Precisão promovido pelo Senar-RS vai acontecer entre os dias 23 e 27 de julho, para turmas em municípios da região do planalto central. O curso de Agricultura de Precisão para Todos, em carater piloto com 16 horas, vai tratar do conceito da tecnologia e quais as ferramentas a serem utilizadas que levam ao caminho da produção que alia sustentabilidade e produtividade. Os eventos acontecem de 23 e 24 em Carazinho, 25 e 26 em Não-Me-Toque, 27 e 28 em Ijuí e de 23 a 28 o treinamento também acontece em Santo Augusto.

Conforme o chefe da divisão técnica do Senar-RS, João Augusto Telles, nos treinamentos o produtor terá o que há de mais atual em informação sobre a tecnologia e a oportunidade de, por meio do conhecimento de técnicos do Senar e apostilas, obter informações completas  sobre o tema.

- Nossa obrigação é levar essa informação para dentro da porteira e mostrar o quanto a produtividade pode crescer com o uso de uma tecnologia mais apurada -  destacou o dirigente.

Ainda fazem parte da programação do programa outros seis trenamentos que tratam desde a operação de máquinas precisas até a gestão na propriedade.

Realizado em parceria com o O Senar Central, serão realizados em todo o Brasil, entre agosto e outubro, 10 seminários sobre Agricultura de Precisão nas regiões mais produtoras do País.  O objetivo destes eventos é sensibilizar o produtor rural e ajudá-lo a entender que os recursos utilizados para a produção em agricultura de precisão vão além do conhecimento da máquina agrícola, além da importância de participar de treinamentos sobre o tema.

A proposta do Senar é realizar três seminários por semana e atender de 300 a 500 produtores rurais por evento. Previstos para acontecerem em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul.

De acordo com Victor Ferreira, gestor de Projetos em Agricultura de Precisão do Senar, a expansão das tecnologias de AP no País tem ocorrido de forma pontual e sem uma padronização conceitual que balize as ações do tema.

- Alguns produtores tem adquirido serviços, máquinas e implementos sem entender como usá-los a favor de uma produção eficiente, com redução na aplicação de insumos e diminuição nos custos de produção - destaca.

Conheça os temas dos seminários

•Agricultura de Precisão – Base conceitual (Ricardo Inamasu)
•Agricultura de Precisão – Situação Atual e Tendências Futuras (Prof. José Paulo Molin)
•Manejo de lavouras para alto rendimento - experiências de produtores (Prof. Telmo Amado)
•Formação Promocional na Agricultura de Precisão (João Augusto Telles, chefe da área técnica no Senar/RS)

* Com informações do Senar do Rio Grande do Sul

Plantio do trigo encaminha-se para o final no Rio Grande do Sul

20 de julho de 2012 0

Com relação à cotação, a saca de 60 quilos de trigo vendida pelo produtor obteve uma significativa valorização (4,72%) em relação ao preço da semana passada, alcançando R$ 25,27. Apesar desse aumento, o preço encontra-se defasado se forem consideradas as cotações históricas para o atual período (-13,76%). Segundo o levantamento semanal da Emater, a semeadura da safra 2012 encaminha-se para o seu final. Como média estadual, o plantio alcança 90% do total, tendo 85% germinado. Apesar do atraso na evolução das lavouras em relação ao ano anterior, elas apresentam bom desenvolvimento e perfilhamento, consequência das boas condições climáticas verificadas nos últimos dias. Seguem recebendo os tratos culturais necessários, bem como a atenção no controle de doenças fúngicas, que, este ano, devido às boas condições de temperatura e umidade, apresentam-se em raras situações.

No Vale do Rio Caí, região bastante tradicional no cultivo do morangueiro, a cultura vem se desenvolvendo bem, sem problemas fitossanitários, sem a necessidade de aplicação de agroquímicos. Isso implica em custos de produção menores, qualidade do produto mais salutar e menor impacto no meio ambiente. Quanto ao vigor, em função das friagens e da ausência constante da insolação pela formação de neblina nos últimos dias, a cultura ressentiu-se e impactou em uma estagnação do vigor. A primeira florada já está em plena frutificação, estando os morangos com metade do crescimento.

A formação de geadas nas áreas menos protegidas provocaram prejuízos nos bananais, que serão observados nos meses futuros. Os bananais estão em produção e a fruta está em ponto de colheita com boa qualidade e, em alguns casos, com redução de peso. A banana-caturra e a banana-prata estão valorizadas. O surgimento de novos cachos está com redução do número de pencas e, inevitavelmente, com reflexos na produtividade nos próximos meses.

Também para a cebola o clima foi bom. Após um período de temperaturas altas e inadequadas, o frio moderado do período trouxe benefícios à cultura que apresenta um desenvolvimento satisfatório e sem problemas com de sanidade. Na região serrana, continuam os trabalhos de transplantio das mudas de variedades precoces, apresentando muito bom pegamento. As sementeiras da variedade crioula, cultivar tardio, estão apresentando boa recuperação e retomada do crescimento, bem como estão se mantendo imunes a pragas e doenças. No litoral médio, as chuvas de boa intensidade restabeleceram a tranquilidade aos cebolicultores, a vazão e os volumes dos mananciais de água e a umidade adequada do solo. O frio da semana, porém, retardou o pegamento das mudas transplantadas.

O estado sanitário do rebanho bovino de corte é bom, mas ocorrem alguns focos de infestação de carrapatos. O estado corporal é regular, com perda de peso dos animais que permanecem exclusivamente em campo nativo. Na fronteira oeste do Estado os pecuaristas estão utilizando feno de palha de arroz para auxiliar na alimentação dos animais, pois o campo nativo está muito prejudicado pelas geadas. Na região administrativa da Emater de Bagé, também há procura por feno, mas a disponibilidade é pequena, havendo também o uso de ração para minimizar o déficit alimentar presente na maioria das propriedades. Com a estiagem de maio e junho, as pastagens cultivadas sofreram atraso no seu estabelecimento, que, devido ao frio extremo e continuado, apresentam desenvolvimento muito lento, agravando a situação no mês de julho, afetando também propriedades que normalmente apresentam boa condição alimentar, pelo uso das pastagens cultivadas, especialmente as gramíneas anuais como aveia e azevém.

* Com informações da Emater

Prefeituras gaúchas assinam convênio para garantir safra de milho

19 de julho de 2012 0

A Secretaria de Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul firmou com 345 prefeituras termo de adesão ao Programa de Financiamento de Sementes Troca-Troca da Safra de Milho 2012-2013. O convênio vai liberar 319 mil sacas de sementes de milho para agricultores familiares, com investimento de R$ 8 milhões do governo gaúcho.

A medida vai beneficiar pelo menos 170 mil agricultores. O secretário do Desenvolvimento Rural, Ivar Pavan, destaca o caráter social e econômico do programa.

- Cada 20 quilos de semente de milho é um hectare de lavoura plantada. Quanto mais o município adquire sementes desse programa, mais lavouras plantadas ele tem, mais colheita garantida e, por consequência, mais renda - avalia.

Segundo Pavan, pelo menos 40% da Safra de milho no Rio Grande do Sul é apóiada pelo programa. O Troca-Troca facilita a aquisição de sementes para a formação de lavouras em pequenas propriedades rurais. O agricultor interessado no Programa deve procurar o sindicato, associação ou prefeitura correspondente para que a entidade realize o levantamento da demanda e encaminhe ao governo.

Venda de fertilizantes no Estado cresce mais do que em todo o Brasil

18 de julho de 2012 0

A entrega de fertilizantes no Rio Grande do Sul cresceu 6,5% no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Foram comercializados cerca de 1,14 milhão de toneladas de insumos, de janeiro a junho deste ano. No ano passado, foram um 1,07 milhão.

O crescimento é maior do que o de todo o Brasil, que foi de 5,6%. Todos os princípios ativos dos fertilizantes são importados. O Estado produziu aproximadamente 2 milhões de toneladas do produto pronto, que são em sua maioria exportados, pela alta qualidade.

A antecipação das entregas do insumo neste ano fez com que em junho houvesse uma queda de produção de 4,3%, em relação ao mesmo mês do ano passado. Mas a expectativa do setor é positiva. O presidente do Sindicato das Indústrias de Adubos do Rio Grande do Sul, Torvaldo Marzolla Filho, lembra que o fertilizante tem agora uma variedade maior de utilidades.

- O Brasil está colhendo muito mais em uma área muito menor. Isso é uso de tecnologia, é uso do fertilizante. O fertilizante não é só utilizado na produção de alimentos, mas também para biocombustíveis, combustíveis ecológicos e produção de roupas como algodão e seda - afirma.

O Brasil é o quarto país no ranking das exportações do insumo, atrás da China, Índia e Estados Unidos. A estimativa do setor é de exportar 29 milhões de toneladas neste ano.

* Reportagem de Ramon Nunes

Governo e indústrias se preparam para receber missão da Rússia

17 de julho de 2012 0

A Superintendência do Ministério da Agricultura no Rio Grande do Sul está se reunindo com indústrias do setor de carnes para organizar a recepção da missão russa que visita plantas frigoríficas gaúchas a partir da próxima semana. Pelo menos nove frigoríficos, principalmente de suínos, serão vistoriados pela equipe do governo da Rússia, que chega ao Estado na segunda-feira (23).

O objetivo é verificar se as plantas industriais estão de acordo com o que foi pedido pelo relatório enviado pelo governo russo, que motivou o embargo à carne suína. O superintendente Federal da Agricultura no Estado diz que o objetivo é fazer com que governo e indústrias padronizem as ações durante a visitação da missão. Francisco Signor informa que, a partir do relatório enviado pelos russos, foram feitas as correções necessárias para abrir novamente o mercado.

- Com base no relatório dos russos nós procuramos corrigir essas inconformidades que foram apontadas e fazer com que as plantas estejam em condições de receber esta visita agora, corrigindo aqueles defeitos que haviam sido registrados naquele momento. Eu acredito que todas as plantas que foram escolhidas para serem vistoriadas reúnem as condições necessárias para que tenhamos um bom resultado - avalia.

Antes do embargo, o Rio Grande do Sul era o principal exportador brasileiro de carne suína para aquele mercado. Além dos gaúchos, Paraná e Mato Grosso também sofrem com a paralisação das exportações para a Rússia. Em um ano, conforme dados da Fundação de Economia e Estatística, o embargo russo à carne suína gerou perdas de mais de R$ 300 milhões na economia gaúcha.