Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Combate aéreo no Rio – Avaliação de H.A.W.X

02 de julho de 2009 0


Em 2014, num mundo mais uma vez em crise, os países usam companhias militares contratadas no lugar dos exércitos para atingir seus objetivos. Logo, você será convocado para participar de uma dessas batalhas, pilotando as mais modernas aeronaves. E assim começa o game de combate aéreo Tom Clancy’s H. A.W. X.

O produto é bem direto, sem tutoriais e pouca história. De cara, o gamer estará em um campo de batalha do modo campanha, em que até quatro pessoas podem pilotar ao mesmo tempo. O ideal é mesclar entre caças com força aérea ou poder terrestre mais potente. Caso estiver sozinho no modo single player, o jogador poderá enviar comandos para outros aliados.

hawx6.jpg por você.

O título agrada pela variedade de aeronaves (são mais de 50). Pode-se apostar em máquinas velozes como o caça F-14 Tomcat ou o “invisível” F-117 Nighthawk, por exemplo. É importante estar atento às diferentes características das máquinas para escolher a melhor para cada missão. O player evoluirá as habilidades com o passar do tempo, habilitando novos mísseis e aviões.

Sem dúvida, o melhor de H. A.W. X. são os combates em ambientes urbanos – locais reproduzidos digitalmente com o uso de satélites. E uma das cidades presentes é o Rio de Janeiro. Nela, é possível fazer perseguições ao redor do Cristo Redentor, avistando o Maracanã.

hawx4.jpg por você.

Se as cidades são bonitas, os gráficos em si não impressionam, até porque não se trata de um jogo pesado. As explosões são simplórias e, muitas vezes, os adversários serão apenas pontinhos na tela. Aliás, a mira é simples. Basta deixar que o radar fique vermelho e disparar o míssil.

 

Em geral, Tom Clancy’s H. A.W. X. é um game interessante, sem ser top. Vale por fugir do tema tiro em primeira pessoa e pela ação frenética nos céus. Para os fanáticos por games multiplayer, há o modo de jogo versus para até oito participantes simultâneos.

Postado por Diego Guichard

Envie seu Comentário