
Halo 3 foi o grande game de 2007. Na primeira semana de lançamento, bateu o recorde de entretenimento (batido pelo Grand Theft Auto 4 em 2008) em relação a arrecadação. Sem inovações gráficas, as empresas Microsoft e Bungie voltam a apostar na série com o lançamento de Halo 3: ODST. E o melhor é que chegou ao país traduzido para o português.
Ambientado em um mundo de ficção científica futurista, o novo título não tem o personagem Master Chief como eixo central, ao contrário das versões anteriores. O protagonista é simplesmente chamado de “Novato” e o objetivo é o de encontrar um artefato na cidade africana de Nova Mombasa, além dos companheiros. Mas claro que tudo não ocorre como o desejado.
Chamados de ODST (sigla para Orbital Drop Shock Troopers), o grupo de soldados do Novato acaba sofrendo um acidente. Logo, o personagem acaba sozinho no cenário tendo de procurar os colegas e ainda enfrentar a raça alienígena “covenant”.

Sem uma história linear, o jogador irá circular pela cidade até achar indícios dos outros soldados. Quando encontrar, o game recapitulará a história desse guerrilheiro com um recurso de flashback, muito bem utilizado. Com isso, a história acaba se tornando mais densa e divertida.
Se o enredo é bem empregado, não há grandes mudanças no motor gráfico, em relação ao game lançado em 2007. As armas também são praticamente as mesmas. Outro fator negativo é que o modo história é relativamente curta e pode ser finalizado em cerca de cinco horas.
Como já é característico da série, ODST tem um forte foco multiplayer. No modo campanha, até quatro jogadores podem combater ao mesmo tempo. Também há o sistema Firefight, em que os players lutarão contra hordas de inimigos pela sobrevivência. Além disso, os jogadores terão 24 mapas para fazerem disputas online entre até 16 participantes, o que aumenta demais a vida útil do produto.



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