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Jogos para Meninas - As namoradas...

04 de fevereiro de 2010 19

Sabrina NaudEste meu post, desta vez é dedicado igualmente a meninas e meninos. Porque desta vez vamos falar de um público de meninas gamers, dentro das minorias, mas é o meu favorito: as namoradas.

Antes que alguém venha com os mimis de preconceito, por estar rotulando meninas e ets, só uma coisinha: o mercado separa as pessoas por seus comportamentos que envolvem o consumo do jogo. O que eu estou fazendo é apenas tratar de algum deles, sem dizer que meninas ou meninos são melhores. Preconceito está nos olhos de quem quer ver. E sim, meninos também são separados em diversos perfis pela indústria. Isto não é rotular pessoas. É facilitar o trabalho dos desenvolvedores e distribuidores.


Por que separei um público específico?
Bom, já vai entender ou se identificar.

Existem muitas meninas que quando namoram vêem nas atividades do parceiro uma adversidade e às vezes oportunidade. Exemplo, os surfistas, que as namors enchem o saco de ficarem na areia esperando ele sair do mar e decidem surfar também. Ou, elas sempre quiseram fazer, mas nunca tiveram a “oportunidade”.

Geralmente o futebolzinho no sábado à tarde, o surf sagrado do verão e o videogame pós trabalho se tornam problemas nos relacionamentos. Afinal cansamos de ouvir lendas digitais sobre meninos jogando WOW enquanto a namorada o chama para cama, ou ainda quando elas surtam e destroem o aparelho. Pesadelo total!! Bom, mas existem as namoradas que decidem acompanhar!

casal

Na maior parte das vezes elas já tinham jogado videogames, mas acabaram crescendo e descobrindo coisas que as interessavam mais e renegando a diversão “infantil”. OU às vezes o tempo ocupado por faculdade e trabalho fez com que os games virassem a última opção dentre as diversões. De uma maneira ou outra, ficaram no passado da menina.

E é aí que entra o namorado. Sabe aquelas jantas em que os meninos sentam e começam a jogar sem parar? Principalmente FIFA e Winning Eleven…

Aquelas meninas que tinham parado de jogar há muito tempo, ou jogavam, tipo, uma vez por semana ou menos, resolvem acompanhar os namors. Geralmente elas começam jogando muito mal, se acostumando aos poucos a nova/velha atividade.

namorada

E depois de um tempo, elas que fazem questão de jogar, elas estão atrás de novos jogos e de volta ao antigo passatempo. E em pouco tempo de repetidas jantas e dias chuvosos, elas voltaram a ser gamers.

Óbvio que este não é o único programa de casais e das jantas, mas ocorre com certa freqüência. Óbvio que nem todas as namoradas jogam ou um dia haviam deixado de jogar. Falo de uma camada muito especial de meninas. Óbvio que algumas jogam muito melhor que seus parceiros, e por aí vai…

O que eu acho fenomenal nelas?

· Algo que poderia detonar o relacionamento se torna uma alternativa de programa para o casal;

· A namorada se torna companheira;

· Ela faz questão de aprender, mesmo que ela deteste jogos.

Por isto, meu respeito e parabéns a todas as meninas que haviam parado de jogar ou que não gostavam e por “obrigação” acabaram (re)descobrindo o prazer numa atividade tão simples, porém divertida.

casamento

Dedico este post a minha irmãzinha, que faz questão de acompanhar o namorado e os amigos numa partida de Winning Eleven. E a todas as meninas que fazem o esforço por eles. Publicitária, Sabrina Naud tem uma coluna semanal aqui no Canal dos Games, as quintas-feiras. Gamer nata, é editora do blog www.gamersin.blogspot.com. http://www.twitter.com/sabrinanaud.

Comentários (19)

  • Mari Amaro diz: 4 de fevereiro de 2010

    Existem também namorados que começam a jogar mais porque a namorada joga direto, então eles aprendem que games é mais do que a trinca “W11, GTA e CS”. Acho que dividir as “gamers” entre classes é um tanto.. injusto. Não vejo ninguém dividindo meninos em categorias que passem de “casual/hardcore”.

    Acho realmente que cada vez mais as mulheres vão jogar tanto quanto os rapazes e a única razão por qual elas não jogam mais é que os jogos feitos para o público feminino nos trata como crianças de 5 anos que só gostam de mudar penteados e de princesas. Mulheres também aguentam jogos com conteúdo e arte, não somos nem melhores, nem piores que os garotos: somos iguais.

  • Kau *-* diz: 4 de fevereiro de 2010

    Não quero causar polêmica…. mas eu sei que nós consumidores somos catalogados pelos comportamentos e gostos. Mas infelizmente ainda existe, sim, um pré – conceito em relação à mulheres quando o assunto eh games para meninas.
    E claro, as meninas que jogam pra acompanhar os namors, sim são um exemplo, mas o contrário, é mais difícil, um garoto se adpatar a algum hábito da namorada, é quase inexistente. ;)

  • Marcos Eberhardt diz: 5 de fevereiro de 2010

    Nesse grupo as namoradas, tem também, por que não as “hardcore” como a Mari citou, que jogou tanto quanto os namorados ou tão bem quanto, minha namorada por exemplo conheci jogando Landmass (FPS de uma empresa que faliu por péssima administração), ela gosta de jogos de tiro, gerenciamento, estratégia em tempo real e MMOs, e tirando os MMOs e o LandMass, é raro ver opções para meninas/mulheres que jogam algo além de uma versão de boneca melhorada….
    Jogos de tiro raramente trazem uma “skin” feminina, FIFA Manager por exemplo, se voce escolher sexo feminino as etapas de escolha de roupas são puladas (justamente mulher não pode escolher roupa! generalização mas.. a minha ficou indignada)….
    fugindo do assunto..
    e é claro, durante os jogos, nenhum homem aceita perder pra mulher durante um jogo, se ganha está trapaceando… ou os itens são do namorado… ou é ..(palavras de baixo calão/insultos em geral)..

  • Cristina Jung diz: 5 de fevereiro de 2010

    Ô povo!! :) Vamos acabar com o preconceito! Meninas jogando, AGORA!? Eu tenho 44 anos! Jogo desde a minha adolescência, comecei quando havia o ATARI (que saudades!!), passei por Space Invaders, Asteroids e Megamania no Atari e Arcade!! StarWars –>Atari…. SuperMario no Nintendo— street fighter!!!! SONIC (maravilha!!!) no MEGADRIVE –MORTAL KOMBAT — PERFEITOOOOOOOO, isto sem mencionar outros taaaaannnnntos clássicos que já se passaram e são eternos!! Hoje são as versões dos PS’s, XBOX360 e nintendo wii, games maravilhosos para PC (não falo de CS, para mim não é jogo :| …..) Falo das maravilhosas versões de AGE OF EMPIRES e todas as suas expanções, THIEF, não tem em português… é pena, pois no Brasil teria se tornado um jogo muito mais do que popular — é show!! Os RPG’s online…. … sem comentários…. mais do que perfeitos!! PW é excelente, confiram!!!
    O melhor de tudo?! :) Meus filhos jogam!!!! E jogo com eles!! Não tem esta de que jogo é só para meninos….. lamento he he he ……. beijinhos a todos!!!!! :)

  • FABRICIO diz: 5 de fevereiro de 2010

    ta aí as mulheres inteligentes que nao ficam enchendo o saco do namorado que gosta de games… e aprendem a jogar junto!!! ISSO MESMOOOOO, INTELIGENCIA É ISSOOO

  • Ricardo diz: 5 de fevereiro de 2010

    Antes de casar, meu sonho de consumo era uma mulher gamemaniaca, mas percebi que se nós dois fôssemos viciados as tarefas domiciliares iriam ficar em segundo plano, apesar que eu poderia dar uma mãozinha com o maior prazer…,mas mesmo ela não gostando de videogames, ela respeitas o meu passa tempo e eu respeito os dela, sendo assim vivemos muito bem obrigado!!!!!!!!

  • Mari Amaro diz: 5 de fevereiro de 2010

    Claro Sabrina, entendo muito bem o seu ponto de vista e não estou criticando o post em si, já que em teoria ele este certo sim. Estou falando que é chato o fato deste post não só ser verdade mas ser necessário, já que esta é a realidade em que nós meninas gamers temos de enfrentar.

    Quanto a impossibilidade que a Kau levantou de um homem se curvar aos hábitos de uma mulher, discordo totalmente e falo por experiência própria. Meu namorado aprendeu comigo que videogame é muito mais que a “trinca de ouro” e hoje temos como passatempo juntos virar jogos como CoD 4, Bioshock, Fallout 3, Blue Dragon, Halo 3, Fable 3 e isto só para citar alguns exemplos. Ser Gamer é tão comum quanto ser cinéfila, ou ao menos deveria ser.

    E Cristina, te invejo profundamente, espero um dia poder jogar com meus filhos assim como você faz com os seus. “Agora um clássico, Sonic 3! Ahh esse a mamãe já virou tantas vezes…”.

  • Guilherme diz: 5 de fevereiro de 2010

    O problema todo para mim ao meu ver é exatamente esse, mostrar para elas (as que ainda não enxergam obvio, mas é a maioria infelizmente) como um game pode ser divertido e empolgante. Pô, eu duvido que uma guria que “odeie” games se começar jogar um Batman Arkham Asylum vai querer ir até o fim e fazer 100% do game. Hoje em dia Games artisticamente estão na frente dos filmes, prefiro mil vezes um personagem como o Mário do que um Tom Cruise na telinha.
    Agora, tem gente que exagera na parada, e é por isso que elas acabam pegando ódio do negócio. Mas isso é uma velha discussão, vale para tudo que se faz exageradamente ao invés de fazer algo com a amada hahaha

  • sabrina NAud diz: 5 de fevereiro de 2010

    Gente gente gente! VAleu pelos coments, mas respondendo a todos:
    Vejo que nõa estão entendo muito bem o que estou fazenod, eu nnao falei q as hardcore não existem, apenas, tratarei delas mais adiante. Se vocês tiverem paciência de esperar, claro! xD
    A diferença é q eu estou falando destas garotas, especificamente e não de todas as garotas.
    Somos todos diferentes uns dos outros com osres humanos, unidos apenas por gostos em comuns. SImples assim.
    Esse mimimi de preconceito que tanto as pessoas adoram falar é algo que apenas gera mais argumento pro preconceito existir! Mulheres sempre foram e SEMPRE seram “vandalizados”por uma ou outra pessoa, quanod desempenharem uma tarefa tipicamente masculina. Futebol, administrar grandes empresas, exército e video-games. Para nós que discordamos, chega a ser ridículo o preconceito. Só que vejo que aqui no CAnal dos GAmes, e quem acompanha o blog direto vai cocnordar comigo, este comportamento é praticamente inexistente por parte dos leitores. ISso mostra que o preconeito é algo em extinção e atuado por minorias. Então, chega de ficar dizenod que ele existe, preconceito existe de todas as maneiras e por isto eu digo: está nos olhos de quem vê. Você não argumenta com preconceito, prova através de atos que ele é errado. E nos video games temos meninas como a KAu que ouvi dizer beira as gamers hard core e a MAri que é uma baita colunista do Geex (apenas exemplos).
    E quem vive apontando aqui o dedo e dizendo que existe preconceito esquece de um detalhe: que já pdoe ter sido preconceituosa (o) quando algum meninos foi brincar de barbies ou teve uma reação mais sensível. O preconceito existe para ambos os sexos, quanto mais ficar apontando o dedo pra ele e agindo como vítima, mais razão de ser ele terá.

    Sobre o coment da KAu dos garotos não acompanharem as namors digo oseguinte. É culpa da menina! Pq em sua maioria a mulher nnao tem a paciência de esperar pelo cara toamr a iniciativa. E quando ele toma, ela nnao tem o senso crítico de entender que ele faz aquela atividade da mneira dele. E por isto os namorados preferem evitar as críticas delas a tentarem ser parceiros e ficarem ouvindo mimimis… Mulher é fogo povo. ahsuihaiushiuashuihauis

  • NADIA diz: 5 de fevereiro de 2010

    Bom…eu tenho 35 anos e comecei a jogar a 08 anos quando conheci meu marido, vi que ele adorava jogar, antes jogava RPG de mesa com os amigos, aí uma noite eu estava em POA, como ele era de lá e eu de Bento, e eles se reuniram para jogar, o que eu fiz?? Fui junto ver como era não deu 05 min. eu estava me “mentendo” no jogo, os amigos dele ficaram admirados, pois a namorada deles nunca se interessaram pelo jogo..acabei gostando..Então via ele jogar Neverwinter Nights, achava o maximo, sentava ao lado dele no computador e ficava observado…quando ele queria ir ao banheiro, ou pegar algo, quem ficava jogando no lugar dele era eu…Nas férias fomos para praia, descobrimos um Fliperama, aí eu já estava meio “viciada” começamos a jogar The House of the Dead 2, tinhamos sempre a mesma rotina, de manhã praia, após o almoço Fliper, a tarde praia, a noite após a janta Fliper, na semana final das férias, já havíamos virado o jogo, tanto que éramos a sensação do Fliper, pq eu jogava bem tb e as crianças ficavam admiradas…Então ele me ensinou a Jogar Diablo no Play aí sim…fiquei viciada de vez e quando achava que não havia melhor jogo, ele me ensinou a Jogar Diablo 2 no PC, bom…vc deve saber como termina, quer dizer não termina, já virei 02 vezes o Diablo 2 e agora estou anciosa esperando o Diablo 3..Me encaixo naquela menida que só pensava em trabalhar, estudar e nunca havia jogado…hoje sou tão “viciada” quanto ele e o jogo nos aproximou mais ainda, tanto que toda vez que vamos a praia tenho que ir no Fliper jogar…e lá em casa dividimos o mesmo PC, quando ele cansa eu vou jogar, quando canso ele joga…Quero deixar um recado para todas namoradas de jogadores “viciadinhos” se vc vê que ele realmente gosta de jogar, faça como eu, tente aprender e seja companheira do seu namorado, não deixe que o jogo separe vocês, porque provavelmente ele também faz algo por você que sinceramente não deve gostar….

  • fernando diz: 5 de fevereiro de 2010

    parabens pelo post..muito bom minha esposa ainda nao sabe jogar direito mas esta aprendendo aos poucos..

  • Zé Augusto diz: 5 de fevereiro de 2010

    A única coisa forçada na matéria é a segunda foto da mina com deficiência mental de boca aberta segurando um joystick com a cara colada no monitor, eu nunca vi menina jogando dessa maneira…quanto ao assunto é indiscutível que a tendência de meninas e mulheres jogando videogame só tem aumentado…

  • Rodrigo diz: 5 de fevereiro de 2010

    Legal a tua abordagem Sabrina, parabéns!
    A minha esposa se deu conta do meu vício no inicio da relação e hj em dia ela até se anima a jogar comigo o Xbox algumas vezes, jogamos Street Fighter, Call of Duty e ela até consegue fazer um estrago :-) Em outros jogos ela me acompanha também por algum tempo e fica assistindo, de vez em quando….
    Ela vai me surpreender se aprender a brincar no Fifa 10 e entrar nos campeonatos que rolam semanalmente ehehe Mas aí já é pedir demais!
    Fora a brincadeira, o que vale neste assunto realmente é bom senso, por mais que você goste, o videogame nas horas livres do casal pode causar algum stress e um déficit de atenção para a companheira, não vale a pena você comprar uma briga por este motivo ou querer obrigar a pessoa a jogar junto….

  • Diego diz: 8 de fevereiro de 2010

    Muito legal o post, quanto a questão de “rotular” que falaram tanto, não tem nada haver, pois foi como o dito no post, o mercado quer saber que jogo vai ser mais aceito e por isso tem que ter “faixas”.
    O bom é que minha namorada também curte jogar, claro que não que nem eu e nem os mesmos titulos, mas ai é que esta o “pulo do gato”, eu sou viciado de carteirinha de jogos como God of War e outros do genero e claro que esse tipo não chama a atenção dela, logo tenho que fazer o seguinte, jogo um pouco o meu ai troco e jogo um com que ela goste para curtirmos o momento juntos ai quando ela cansa eu volto pro meu… hehehe…
    Abraços e parabens pelo post…

  • carol diz: 12 de fevereiro de 2010

    Bonitinho e tal o post, e ate entendo q isso aconteça, mas é apenas uma parte das meninas que começam a jogar por esse motivo tosco..”ir na aba do namorado”, so acho chato por que meninas como eu que jogam desde q a mão mal podia aguentar um joystick, tem q ficar aturando homem olhando torto qdo a gente fala que joga, nitidamente duvidando da nossa capacidade, qdo videogame é uma coisa praticamente “universal”, vale para qualquer genero e idade, assim como os jogos, que meninos e meninas gostam como GH, Shadow of Colossus, etc..

  • Flavio diz: 18 de fevereiro de 2010

    vixi… shausausha

    eu conheci minha namorada por jogo online tamo a 1 ano juntos pena q ela mora em SP e eu em SC =\

  • shayene diz: 19 de outubro de 2010

    Legal…………………………………………………………………………………………………………..Mas eu gosto mesmo é do justin Bibier

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