Fantástico é o termo que melhor define a cidade de Rapture, palco do game Bioshock, lançado em 2007. O local é uma metrópole no fundo do mar criada por um magnata industrial que combinava o que havia de mais avançado na tecnologia da década de 60 com experimentos genéticos. Mas a utopia científica começou a ruir quando as mutações fugiram do controle e a cidade se tornou um lugar aterrorizante. Agora, Bioshock 2 traz o jogador de volta à Rapture 10 anos depois dos acontecimentos do primeiro game.
O protagonista dessa segunda parte é o inimigo do game original, o Big Daddy. Não um tipo qualquer, mas Delta, um dos primeiros protótipos dos gigantes guarda-costas das Little Sisters, criancinhas que extraem dos cadáveres a energia vital para as mutações genéticas que é o combustível para todos os conflitos do jogo.Delta foi criado para proteger uma Little Sister em especial: a filha de Sophia Lamb, que tomou para si o comando de Rapture depois desses 10 anos.
A história tem o mesmo tom maduro que é característico da série, mas não consegue ser tão inovadora nem cativante quanto a do primeiro título. Para quem não experimentou o Bioshock original, a dificuldade é maior. O game assume que o jogador conhece aquele universo e o coloca rapidamente para coletar itens e procurar as Little Sisters, sem muitas explicações.
Enquanto a história fica aquém, a jogabilidade se mantém em sua essência, mas com pequenas melhoras. Big Daddy, por exemplo, é bem mais forte do que o protagonista do primeiro jogo. No entanto, há um novo grupo de oponentes que dará mais trabalho ao jogador: os Brute Splicers e os Rumbler Big Daddies, contrapartes mais musculosas dos inimigos do game original.
Um grande acréscimo nessa segunda parte foi o modo multiplayer online, inexistente no primeiro título. É possível disputar partidas em que todos se enfrentam ou em que os jogadores são divididos em dois times. A decepção é que, além de não oferecer novidades, os cenários são os mesmos do modo de história, e os corredores estreitos da cidade tornam a ação menos estratégica e mais confusa.
Bioshock 2 tem versões para PC, Xbox 360 e PS3
Texto publicado no ZH Digital de 03/03. Fonte: Correio Braziliense



Gamemaster:





Modo Single voce definiu muito bem:
(A história tem o mesmo tom maduro que é característico da série, mas não consegue ser tão inovadora nem cativante quanto a do primeiro título.)
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Em termos de jogabilidade, é interessante poder usar armas e plasmids ao mesmo tempo.
Carregar as Little Sisters é interessante, e defende-las tambem.
Multiplayer tambem:
(Um grande acréscimo nessa segunda parte foi o modo multiplayer online, inexistente no primeiro título. É possível disputar partidas em que todos se enfrentam ou em que os jogadores são divididos em dois times. A decepção é que, além de não oferecer novidades, os cenários são os mesmos do modo de história, e os corredores estreitos da cidade tornam a ação menos estratégica e mais confusa..)
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O conceito do modo multiplayer é interessante !
Tem uma historia de fundo bacana.
Conforme voce ganha experiencia, vai ganhando mais armas (ja bem comum em fps)
Problema é achar um servidor bom (nao tem dedicado)
Muitos crashes e bugs (um deles voce soluciona com um alt+tab)
No geral, é um jogo bom pra quem curtiu o estilo do 1 ou quer um fps diferente.
Se voce prefere jogos no estilo Cs, fique com o Batlefield Bad Company 2 que é MUITO fera (tirando uns bugs)...ou ate mesmo o Cod:MW 2.
Lembre-se (talvez esse seja o grande ponto)
Tu tem que ter uma cona live pra jogar.
E criar uma para muitas pessoas é um saco.
Se voce criar uma com uma configuração BR, vai acabar sendo impedido de jogar por que aqui NAO temos suporte.
Ou seja, vai comprar o jogo, e nao vai poder jogar.
Pra mim esse é o ponto critico do jogo