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Saiba mais sobre o projeto que visa baixar os impostos sobre games brasileiros

14 de julho de 2010 4

Sabemos que os games no no Brasil são considerados supérfluos pelo governo. Tanto, que os impostos chegam a 72% sobre os jogos eletrônicos. É estranho pensar que em um país com poder aquisitivo menor, os games chegam quase pelo dobro do preço. Mas parece que há uma luz no fim do túnel para os gamers consumidores…. É o projeto Jogo Justo, uma iniciativa do administrador e gamer Moacyr Alves Jr., que tem apoio do deputado federal Luiz Carlos Busato (PTB-RS).

O que é o Jogo Justo?

A iniciativa visa reduzir os impostos nos games importados, tornando-os mais acessíveis e assim, combatendo diretamente a pirataria no país, abrindo mais interesses nesse setor e também frentes de trabalho nessa área, ainda pouco explorada.

Nesse projeto conto com uma equipe de todas as áreas dos games para poder demonstrar o quanto é importante e o quanto todos nós podemos ganhar com uma efetiva redução nos impostos para o setor.

Para entender melhor o projeto, o Canal dos Games conversou com o deputado federal Luiz Carlos Busato. Uma das questões que parece ser complicadora é como apresentar um projeto para o governo, tendo em vista que ele baixaria a arrecadação. Por outro lado, o objetivo é o de mostrar que games são produtos culturais e intelectuais e que essa redução fomentaria todo um mercado.

Confira alguns trechos da entrevista.

Produção inicial

“Estou começando a juntar algum material para ver de que maneira podemos abordar esse assunto com o governo. Logo depois das eleições, vamos marcar uma série de audiências públicas para ver qual o interesse do governo”.

Objetivos

“Reduzir os impostos sobre a venda de jogos para que possamos criar incentivos no país para que as pessoas que fazem a criação de softwares se recompensem por isso. É uma riqueza intelectual que temos. Queremos criar um mercado para isso. Um game é um software tão importante quanto um Office, da Microsoft, por exemplo”.

Supérfluos?

“Um game é tão supérfluo quanto a criação de uma música ou peça de teatro. É tudo entretenimento. É um mercado que pode ser aberto. Essa questão de encarar os jogos com essa discriminação vem lá daquela época de acharmos que não eram tão importantes”.

Procedimento

“Vamos passar o período eleitoral coletando dados, tentando elaborar uma proposta. Depois das eleições, vamos marcar uma audiência com o secretário da Fazenda e ver o que o imposto arrecada, o que muda. Não tenho esperança que se resolva esse ano. Temos que convencer que não é um produto supérfluo”.

Comentários (4)

  • Pac-Man diz: 14 de julho de 2010

    Deputado, se o senhor ou qualquer outro tocar isto adiante, terá o meu voto. É do nosso interesse, sim! É do nosso interesse ter acesso à cultura, a novas idéias e a abertura de novas possibilidades econômicas dentro da legalidade. Eu, como jogador de videojogos e como bacharel em direito acompanharei o andamento desta proposta.

  • Erick Mendonça diz: 14 de julho de 2010

    Apoiado!

  • Anderson diz: 14 de julho de 2010

    Eu como um feliz proprietário do PLAY3, sofrou como todos pra comprar jogos no Brasil, visto que acredito que hj em dia a melhor alternativa é a importação, porém temos que torcer para que não sejamos taxados, quem tem um play3 sabe do que eu estou falando, como não temos um imposto justo a pirataria predomina aki em nosso território, é a mais pura verdade aki no Brasil só compra um XBOX360 quem adere a pirataria, isto pode ser afirmar que os proprietários deste o escolheram por esta alternativa (pelo menos 90%), e enquanto nossos goverantes não enxergaram este mercado continuaremos na mesma, mas falando da campanha acho válida e interresante, porém não deposito minhas esperanças, visto que esta não é a primeira iniciativa para a redução de impostos (porém acredito que esta tem mais base), mas sinceramente não sonho com esta realidade, a última campanha que vincula nos sites é a http://www.impostojustoparavideogames.com.br/, jah ajuda para embassamento da proposta.

  • Leonardo Rossato diz: 14 de julho de 2010

    Cada um procura o entreterimento de maneiras diferentes, jogos eletrônicos são apenas uma outra forma de entreterimento, que com com essa possível redução, não tenhamos dúvidas que vai alavancar o comércio e diminuir a pirataria, fazendo assim o dinheiro rodar no país! Nem chaga a ser a tão longo prazo, 6, 12 meses já é o suficiente para ter uma evolução imensa nas vendas, não tenho dúvidas (só quero ver se não vão querer subir os preços novamente quando verem que aumentou as vendas !). Abraços e bons jogos pessoal, se tudo der certo mais baratos!

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