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Pela primeira vez Lara Croft não está sozinha

05 de outubro de 2010 0

Nada está perdido para sempre… Alguém aí conhece Lara Croft and the Guardian of Light? Pois a famosa heroína a la “Indiana Jones’ Style” abandona o nome “Tomb Raider“, ao menos aqui (não é o fim da franquia), para ‘dar vida’ a uma aventura independente. E ela não está sozinha.

Uma mescla da velha fórmula de mergulhar em lugares desconhecidos e encarar forças malignas que conspiram para proteger o segredo de um poderoso artefato.

Que Lady Croft é a musa incontestável do mundo dos games ninguém duvida, mas, com certeza, poucos esperavam que ela explorasse tumbas ancestrais de uma forma tão diferente. Ao menos pelo que se estava acostumado até aqui. O enredo do game segue uma linha parecida com os demais jogos da série, mas vale lembrar que este jogo nada tem a ver com “Tomb Raider”. Além de desativar armadilhas e coletar as red skulls, a única ligação é a presença da famosa protagonista. Muita gente não deve ter gostado, porque compara o novo estilo ao já consagrado “Tomb Raider”, mas a proposta do novo game é desvincular um título do outro.

O demo do game original, que chega quase a 3G, começa com o passar de páginas de um livro que conta o que aconteceu até chegar na parte jogável. Recortes de imagens mostram as cenas até o Templo da Luz. No passado, deuses da guerra disputavam a posse de um artefato: o Mirror of Smoke. A relíquia, porém, guarda um segredo. Totec foi o responsável pela derrota do vilão Xolotl há dois mil anos.

Lara encontra este espelho, que é roubado por mercenários e, com isso liberta uma maldição que ali estava lacrada. No modo multiplayer, Lara conta com a ajuda deste guerreiro maia bilenar chamado Totec. Juntos, eles tentam parar o espírito maligno de Xolotl. Cada personagem possui armas e habilidades únicas. Lara segue fiel às duas pistolas inseparáveis com munição infinita. Totec, por sua vez, carrega lanças que podem ser usadas como armas e como ferramentas para interagir com o cenário. É através delas que a protagonista tem acesso a determinadas partes do game, principalmente lugares altos.

Pense antes de agir ou o impulso o conduzirá a um destino fatal…

A dupla carrega ainda um estoque de “bombas” ilimitadas, que podem ser descartadas ou detonadas. E haja explosões! Sem contar o número de inimigos, bem maior. Dica! Quando estiver quase liquidando com um mini chefão, saia de perto, porque ele vai explodir como fogos de artifício.

Este modo colaborativo lembra Resident Evil 5, que utiliza o mesmo sistema, um parceiro ajudando o outro, compartilhando itens, inimigos abatidos e acessos a lugares antes impossíveis. Ao explorar os antigos túmulos, alguns podem esconder armadilhas, enquanto outros propõem desafios. As manobras perigosas e saltos de penhascos representam mais sincronismo com peças de um quebra-cabeça do que um risco mortal. Auxiliada por uma câmera isométrica, quando o ângulo de visão é superior, Lara também parece mais ágil com as armas, o que leva a uma conclusão – para avançar, intuição, perspicácia e reflexos rápidos são a chave. Mais do que nunca, o jogador precisa interagir com os elementos do cenário para encontrar a solução.

O ponto forte do jogo é a aventura em meio a combates com ritmo acelerado, de tirar o fôlego. E para fechar o ciclo de lembranças, para quem já jogou,  vai encontrar semelhanças do cenário com Dungeon, do MMORPG Mu Online, com direito a ataques de aranhas e armadilhas escondidas nas paredes. Além da proposta diferenciada, “Lara Croft and the Guardian of Light” também chama a atenção pela qualidade gráfica. Há um porém. Os GCs, geralmente os momentos mais esperados pelos players, são curtos. Num primeiro olhar, sem experimentar, o jogo parece decepcionante ao ver Lara pequenininha, de longe, fora do habitual modo de terceira pessoa. Mas apenas uma primeira impressão. A atmosfera do game e a música envolvente, ora acelerada, ora misteriosa, cativam o jogador. Às se torna repetitiva, mas vai ao gosto de cada um.

No mais, um colabora com o outro para a solução dos enigmas. E a estratégia agora exige muito mais raciocínio do que habilidade com os controles. Solucionar enigmas inteligentes se torna extremamente envolvente com uma atmosfera de qualidade. “Lara Croft and the Guardian of Light”, é um jogo para DLC (Conteúdo por Download) lançado para a PSN, Xbox Live e PC.

O grande desafio de um game clássico que aposta na mudança de gênero é acertar na fórmula. E o que você achou da nova proposta?

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