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Ainda da saga - "Como esses japas são burros"

05 de dezembro de 2011 0

Para manter o padrão, o Japão organiza muito bem todos os seus equipamentos, mesmo que eles não sejam o exemplo de algo bom para a saúde.

Em todos os lugares do mundo existem pessoas a quem dedico a minha pena e o meu dó. Aliás tenho esse sentimento apenas para pessoas pobres de espírito e que teem algum vício e dentre esses, os que fumam. Que vício desgraçado, que coisa horrível. Todo o ex-fumante se pergunta como pode fazer tamanha besteira consigo mesmo. O cigarro destrói não só a pessoa que o usa, mas também atinge “VIOLENTAMENTE” os que o cercam. Certa vez no meu ambiente de trabalho, debatendo sobre a iniciativa do governo de reduzir o fumo, um colega ponderou que o governo deveria gerir melhor as suas ações e que essa iniciativa teria sido desastrada. Como falei a ele, sinceramente não acho. Ele ponderou que o governo não deveria ter gerência no desejo de algumas pessoas em se matarem, com o cigarro. Também concordo com ele, porém é o dinheiro que deveria ir para inúmeras outras causas, que vão para o tratamento, caréeeesimo de fumantes. Se você usa transporte coletivo, experimente olhar no chão de cada ponto de ônibus, em cada estação de trem, de metrô, para verem a imundície que os fumantes transformam a cidade que é nossa também. Deveria haver OUTRO imposto, que deveria ser cobrado no local de venda e que fosse repassado direto às prefeituras para a limpeza que os fumantes causam. Não vou nem falar em meio ambiente, pois as famosas “bitucas” demoram anos e anos para se degradarem na natureza.

Creio que as pessoas devem ter o direito de se matarem quando quiserem, porém não podem comprometer os seus pares. Eu por exemplo adoro correr e o resíduo do meu prazer é o suor, alguns itens que utilizo, realmente fedem, pelo acúmulo de suor,  porém eu os lavo com muita constância, não lavo todos os dias pois dessa maneira ele se degradaria muito rápido e outros itens, como capacete que tenho só um para treino e outro para competição, tem de secar ao sol mesmo, porém no inverno acontece com frequência esse fenômeno do fedor, mas será que dá para comparar com a fumaça e o cheiro detestável do cigarro, que é resíduo do prazer dos fumantes?

Aqui no meu estado existe uma imbecilidade, aliás muitas mas essa é uma delas. As empresas que produzem o cigarro, dão toda a infra a famílias de fumicultores e depois usam essas famílias quando se fala em restringir fumo, dizendo que eles dependem dessa cultura. É só mudar, arrancar todos os pés de fumo e plantar mamona por exemplo e transformar as lavouras em suporte para energia renovável por exemplo.

No Japão o governo não interfere no desejo das pessoas em se matar, porém privam os outros desse desejo doentio, lá eles enclausuram os fumantes em uma caixa de vidro, hermeticamente fechada, infelizmente tem bons filtros de ar, mas legal seria trancá-los para que um matasse o outro, detalhe, não se pode fumar na rua.














Enquanto uns se matam, colegiais com uma organização impressionante, passam rumo a um passeio.

Assim é o Japão, e de burro eles não tem nada, mas ainda preferiria que as caixas de fumantes não tivessem filtros de ar.

Abç

Até mais

Da saga, Como esses japoneses são burros

09 de novembro de 2011 0

Na cidade de Tóquio, existem dois aeroportos, Narita e Haneda.

Quando vou a Oita é um parto, pois normalmente pouso no Narita e para chegar no Haneda, gasto mais ou menos 01h20min de ônibus. É um saco, pois já estou todo quadrado pela viagem, normalmente vou dos EUA e estou voando há mais ou menos 13h.

O Narita é monstruoso e o Haneda não é menos que isso.

Fiz uma imagem aérea, para compartilhar com vocês e provar que os japas são burros. Como terra é artigo caro para eles, nada mais natural deles colocarem o aeroporto no espaço que eles tem sobrando, o mar. Desenvolveram uma tecnologia singular de domar o oceano.














Essa é uma imagem aérea do aeroporto de Haneda.

Volto com mais da saga

Abç

Os nipônicos são realmente "muito burros".

04 de novembro de 2011 0

Já tem 06 anos que visito o Japão,  sempre na mesma época, final de outubro para participar da Oita Wheelchair Marathon. É a maior prova para cadeirantes no mundo, para lá vão sempre os melhores tempo na prova da maratona e meia maratona, não que eu o seja, mas como recebo convite, vou.

Tudo o que dizem, de positivo, sobre a milenar cultura japonesa é pouco.

Vou fazer uma sério de posts, tentando provar que eles não regulam bem da cabeça.

Eu já trabalhei em inúmeros locais, aqui no Brasil, onde tem estacionamentos. O normal é quem chega por primeiro, colocar seu carro quase junto ao acesso de saída, para que na saída ele se mande mais rápido e chegue à rua também muito rápido.

No Japão é diferente. Os carinhas que chegam primeiro, estacionam os seus carros lá no fundo do estacionamento, pois com essa atitude eles possam beneficiar os outros que chegam depois, uma vez que esses últimos terão menos tempo para procurarem locais para estacionar e gatarão menos tempo até o local de trabalho.

Que coisa né??? Impressionante, mas na cultura deles TODOS se preocupam com TODOS.

A gente, brasileiros, é que é esperto, a gente só pensa na gente e se eu estiver legal os outros que se f….

Como esses nipônicos são burros, temos muito a aprender com eles, se melhorarmos 100% ainda assim ficaremos aquém da metade dessa capacidade deles.


Volto com outros


Abç


Dia Nacional das Pessoas com Deficiência

21 de setembro de 2011 0

Não precisava de um dia específico, mas…

Algumas imagens falam por si.

Atletas participam de evento em Londres para divulgar esportes paraolímpicos

08 de setembro de 2011 0

Enquanto aqui no Brasil, mais especificamente em Porto Alegre, os “donos” da Maratona da cidade fazem de tudo para se verem livres dos cadeirantes, lá…….


A foto acima é da chegada da Maratona em NY, me deu 1/2 página do NY Times – Campeão/2001


Londres, 8 set (EFE).- A famosa Trafalgar Square de Londres foi palco nesta quinta-feira de um evento que reuniu vários atletas paraolímpicos de destaque com o objetivo de promover suas modalidades, a um ano dos Jogos que serão realizados na capital britânica.

Diante de centenas de londrinos e turistas, os atletas buscaram mostrar que seus respectivos esportes não são apenas uma forma de integração social, mas também um espetáculo competitivo e atrativo para o público.

O evento contou com a participação de inúmeros atletas, como os integrantes da seleção britânica de basquete e do time alemão de rúgbi – modalidades para cadeirantes.

O velocista Oscar Pistorius, que mesmo com próteses participou do último Mundial de Atletismo em Daegu (Coreia do Sul), também esteve presente ao encontro desta quinta-feira. Pistorius foi convidado para inaugurar uma estátua de bronze em sua homenagem.

O evento também teve como destaque as participações do primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, e do prefeito de Londres, Boris Johnson, que chegaram a disputar uma rápida partida de tênis com atletas paraolímpicos.

Desde 1988, em Seul, os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos se tornaram eventos intimamente ligados, com disputas nas mesmas instalações esportivas e com poucos dias de diferença.

Em Londres, os Jogos Paraolímpicos começam em 29 de agosto de 2012, somente 17 dias depois dos Jogos Olímpicos. Mais de 4.200 atletas provenientes de 150 países e com diversos tipos de necessidades especiais competirão em busca da medalha de ouro.

Será uma boa oportunidade para os londrinos desfrutarem de competições de alto nível e de novas instalações esportivas que foram erguidas em Stratford. No entanto, muitos habitantes devem ficar de fora, seja pela incapacidade do sistema de distribuição de ingressos ou por seus elevados valores.

A partir desta sexta-feira, o público poderá adquirir os ingressos para os Jogos Paraolímpicos, sendo que metade deles custará menos de 11 euros, e 75% menos de 23 euros.

Artan Selmanaj, um dos membros da equipe germânica que participou da exibição desta quinta-feira, explicou à Agência Efe que nos últimos meses intensificou seus treinos para conseguir a classificação.

“Meu sonho é disputar os Jogos de 2012, na cidade onde vivo. Para isso estou treinando mais que nunca”, afirmou Selamanaj, que “mudou de vida” há seis anos, quando se uniu à seleção alemã de rúgbi.

“Jogar é o que me faz feliz. O esporte me deu a oportunidade de me movimentar pelo mundo com minha cadeira de rodas. Competi em países como Canadá, Estados Unidos e Suíça”, disse Selamanj, que integra um clube londrino.

Um dos maiores problemas para um atleta paraolímpico é encontrar financiamento para aquisição do material específico que o esporte exige. A cadeira especial para jogar rúgbi, “preparada para se movimentar com rapidez e, ao mesmo tempo, resistir aos golpes”, pode custar até 5 mil euros, explicou o atleta. EFE

Os organizadores de provas de rua

01 de setembro de 2011 0


Eu como participante de corridas de rua tenho o seguinte a comentar:
Os organizadores de corridas de rua, quando vão até os Órgãos Públicos pedirem permissão para fecharem o trânsito e causarem transtorno a motoristas e pedestres e quando fecharem algumas ruas trazerem prejuízo aos comerciantes do entorno, pois alguns carros com seus passageiros não chegarão a restaurantes, cabelereiros, pet shops e a outro sem número de estabelecimentos. Eles usam o argumento de que estão fazendo um grande serviço à sociedade. Naquela corrida de rua estarão estimulando pessoas à prática desportiva, hábitos saudáveis, integração social e confraternização que a corrida de rua proporciona.
Esses argumentos e um sem número de outros são todos verdadeiros, certamente eles falam que por aquelas ruas que estarão fechadas e com motoristas indignados, passarão corpos saudáveis com passos rápidos e que certamente servirão de espelho para pessoas que tem hábitos sedentários e quem sabe passarão a praticarem esporte.
Coisa linda, qualquer gestor político ficaria encantado com a idéia e certamente lhe concederia o direito de atrapalhar o trânsito, cederia policiais para fazer a segurança do evento e agentes de trânsito para organizar e orientar no momento da prova e ainda concederia um valor circunstancial para premiação, compra de medalhas e etc. Isso qualquer administrador faria, eu tabém, fosse administrador público.
Como todo o contrato, tem as suas “entrelinhas” e as contrariedades. Lá está uma expressão vital. “Esporte PARA TODOS” que não é cumprido, é só uma ilusão. O objetivo do senhor todo educado e cheio de boa vontade para com a sociedade é tão e somente de embolsar uma bela quantia, porque organizar provas de rua é muito lucrativo sim senhor. NUNCA o organizador perde, ele vende TUDO que não é dele, usa TUDO que não é dele, não arrisca nada, não tem investimento. É de quem? Bom… é da sociedade e a sociedade será beneficiada com a prova. Então tá, é a contrapartida.
Se tudo isso acima é verdadeiro, proque esquecem de mim? E porque o Poder Público que deveria fazer alguma coisa por mim, vira às costas e chancela essa virada de costas para mim?
Quem sou eu???
Um sou um corredor em cadeira de rodas, que não pode participar das provas em pé de igualdade, pelo simples fato de ser preterido, discriminado. Aos atletas andantes são oferecidas mil e uma vantagens, premiações vultuosas e a mim??? Tão e somente  o direito de “participar”, como se isso fosse um favor. O coitadinho do aleijadinho, vejam, ele é um exemplo de superação, apesar de ter uma deficiência ainda consegue correr em cadeira de rodas.
Em uma prova de Maratona por exemplo, ao vencedor andante, é oferecido um prêmio maravilhoso que atrai pessoas de todos os quadrantes do país e do exterior, a mim e aos meus iguais, cadeirantes, uma “esmola”. Ora, estamos em cadeira de rodas, mas não estamos no sinal de trânsito, somos atletas como qualquer um outro, dignos das mesmas honrarias oferecidas às pessoas que não necessitam em cadeira de rodas, se cortarem a nossa pele verterá sangue, fazemos treinamentos duros.
A sociedade me diz que é feio estar em uma cadeira de rodas, mas pensei que se fosse atleta, olhariam diferente para mim. Mas não o mesmo preconceito me persegue, só porque ando em cadeira de rodas.
Mas existe alguma coerência nisso, os organizadores das provas e os gestores públicos são DA SOCIEDADE, que é preconceituosa.
Posso fazer mais uma pergunta?
Até quando?


Blade Runner

30 de agosto de 2011 0

O sul-africano  Oscar Pistorius assegurou um posto na história do atletismo olímpico E paraolímpico ao garantir uma vaga nas semifinais dos 400m. Ele é o primeiro atleta paraolímpico que compete em campeonatos mundiais junto com atletas sem deficiência.

Com amputação em ambas as pernas, o Blade Runner utiliza de próteses de fibra de carbono.

Os quatro primeiros de cada série passavam diretamente às semifinais. Aclamado por fãs de seu país natal, Pistorius chegou em terceiro, com 45s39.

Esse foi um feito histórico e vcs viram a “grande (pequena) mídia comentando isso? Na Meia Maratona do RJ, deixaram de mostrar, por longo tempo, a competição em si, para mostrarem atores (globais), os jornais noticiam que o jogador de futebol tal, comprou uma meia nova, ou foi cortar o cabelo, já o Pistorius….. Deixa ele prá lá, não passa de um aleijadinho.  É assim que a mídia nos trata.

Lí alguns comentários retardados, dizendo que daqui a pouco teremos, rodas, hélices, ets.  Deveriam colocar uma prótese era na cabeça, dentro dela.

Vejam o vídeo clicando em cima do nome dele, lá no primeiro parágrafo

Até mais

Abç

Mídia & Deficiência, esse assunto lhe interessa.

18 de julho de 2011 0

O RS caminha em direção dos direitos das pessoas com deficiência, um dos caminhos é a mídia, caminhemos juntos.

O poder do Patrocínio

14 de julho de 2011 1
Dentre a lutas do atleta, seja ele cadeirante ou não, certamente uma das mais difíceis não é contra as forças da natureza, nem contra adversários é conseguir apoiadores, patrocinadores para custear custos de competição, despesas de viagem, etc., é extremamente difícil.
Aqui no lado a cadeira de rodas de competição OX, japonesa, uma das mais eficientes disponíveis no mercado, também uma das mais caras.
Já morei fora do RS e sinto que aqui é mais difícil atletas com deficiência conseguirem patrocínio, chamo isso de conservadorismo, algumas pessoas que conheço dizem que é preconceito.
Sei do que estou falando, literalmente falo “de cadeira”, sinto na carne a dificuldade de conseguir apoiadores.
Pago caro por ser atleta de alto nível. Na minha condição, o nível de treinamento é maior, por essa razão o desgaste de equipamentos é maior, tenho de fazer suplementação alimentar, preciso de massagista, fisioterapeuta, o número de viagens é maior, viagens internacionais são caras, etc. etc. ou seja, custa mais caro ser atleta de alto nível.
Quando dependemos de equipamentos o caso fica sério. Nós atletas paraolímpicos não temos outra opção senão disputar com implementos, a nossa condição física não nos permite o contrário. Os equipamentos que tem a pretenção de “”SUBSTITUIR”” membros comprometidos pela deficiência física, são feitos sob medida, com as caracterísitcas pessoais de cada um que irá usá-lo, por isso são carésimos.
Em outros países esses equipamentos tbm são caros, porém nesses países as pessoas com deficiência não tem dificuldade de irem à escola, não existem tantas barreiras arquitetônicas, existem ônibus adaptados e elas são aceitas no mercado de trabalho sem preconceito, pq as empresas não precisam “”gastar”” com adaptações de banheiros, portas, etc. etc. então ganham um salário infinitamente melhor que o nosso, digamos que recebem um salário justo que além de atender as suas necessidades ainda sobra o suficiente para comprarem os seus implementos, já os atletas de alto nível desses países recebem incentivo por serem atletas de elite, independente se usam cadeira de rodas ou não.
Fiquei IMENSAMENTE feliz com a notícia do Portinho, meu amigo e diretor do RS PARADESPORTO, que tinha fechado parceria com a empresa de adaptação de automóveis FIERRO Specials Cars.
Eu tenho convição de que o Daniel Fierro, diretor da empresa fez uma excelente aposta. É uma bola de neve, com melhores condições o RS Paradesporto aparece mais e logicamente a marca aparece mais.
Já ganharam um cliente, para adaptação do meu carro sou atendido por uma empresa de São Paulo, mas saber que alguma empresa aqui do Sul está apostando no paradesporto daqui é fantástico. É bom saber que temos alguém bem próximo que pode me atender de maneira diferenciada, estou trocando o mecanismo do meu carro e certamente vou visitá-los, convoco às pessoas que necessitam de veículo com adaptação (pessoas com deficiência) que NO MÍNIMO visitem a empresa. São pessoas diferenciadas que estão apostando no paradesporto, somente por esse motivo já merecem todo o nosso respeito e admiração.
Na contramão, em uma das minhas incursões na busca de patrocínio, ouvi do diretor de uma empresa que buscava como parceira o seguinte, textual:
“Minha empresa vende saúde (trabalhava com planos de saúde), não posso agregar a imagem dela à uma pessoa aleijada”.
Por essa e inúmeras outras barbaridades desse quilate, que parabenizo o Daniel e a empresa Fierro Specials Car.
Convido aos leitores do blog que façam uma visita a ele, pessoalmente se não puderem acessem a página da empresa e os indiquem a quem necessitar de veículos adaptados.
Falando em patrocínio, fico bastante por ter assinado dia 07 passado renovação de contrato de patrocínio com a TNT – Energy Drink, são 04 anos de convivência, feliz por ter assinado mês passado com a Paquetá Esportes.
Por hj era isso, também feliz pelo Portinho, pelo RS Paradesporto e pelo Daniel da Fierro Special Cars.
Abç

P.S. Se clicar sobre os textos com o nome dos patrocinadores, irá aos seus sites oficiais

Friaca dos infernos

04 de julho de 2011 0

Sou covarde declarado, quando o assunto é frio.

Não consigo me acostumar com o frio de maneira alguma, “convivo” com ele,  não chego nem perto de “tolerá-lo”. Inverno sempre é uma tortura para os meus treinos. Em todos os segmentos da minha vida sou bastante prático e para treinar com frio é necessário um cem número de providências e acessórios, para encarar o frio. Roupa extra, protetor labial, meia extra, etc.  Juro que no próximo verão vou parar de reclamar que a água da garrafinha na caramanhola esquenta kkkk

“Infelizmente” estou em férias. Férias forçadas, estou com uma contusão no trapézio e rombóide direito. Gelo, paciência, calor… muito calor e fisioterapia terão de resolver. Tenho competição batendo à porta, mas juro a vcs que não estou de um todo triste, por causa do frio, se bem que mantenho a minha rotina diária de acordar cedo, afinal de contas tem filho para levar à escola, mas voltar e ficar embaixo das cobertas é maravilhoso. Minha mãe me deu um cobertor maravilhoso que esquenta mesmo, não é o suficiente para eu gostar de invernokkkk

Semana que vem volto aos treinos.

Até