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Preso último taxista envolvido no assassinato de comerciante na zona sul da Capital

16 de março de 2016 3

* Por Lucas Abati

Comerciante foi executado dentro do carro no Morro Santa Tereza. Foto: Kathyln Moreira /Rádio Gaúcha

Comerciante foi executado dentro do carro no Morro Santa Tereza. Foto: Kathyln Moreira /Rádio Gaúcha

A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira (16) o último taxista foragido por envolvimento na morte do vendedor Geovani Pereira de Melo, no dia 16 de janeiro, na zona sul de Porto Alegre. Melo foi morto após discutir com um taxista e ser perseguido até o Morro Santa Tereza.

Jonatha da Silva Garbini – conhecido como Gão – tentou fugir de uma blitz da Brigada Militar na Avenida Cristovão Colombo, mas acabou caindo da moto. No registro da ocorrência na Delegacia de Trânsito, os policiais constataram que ele estava foragido.

Também estão presos pelo crime Thomas Benfatto Bier, 28 anos, apontado como autor do disparo, Dionata dos Santos Abbade, 24 anos, e  Luan Bueno Leite. O taxista pivô da briga ainda no Centro da Capital não foi indiciado e nem denunciado por homicídio.

Denúncia

Foram indiciados por homicídio triplamente qualificado - motivo fútil, recurso que dificultou a defesa da vítima e perigo comum -, Thomas Benfatto Bier, 28 anos, apontado como autor do disparo, Dionata dos Santos Abbade, 24 anos, e Jonatha da Silva Garbini – conhecido como Gão. Também é citado no processo Luan Bueno Leite. O taxista pivô da briga foi indiciado por calúnia, mas não denunciado.

Relembre o caso

O vendedor Geovani Pereira de Melo, 35 anos, foi morto na madrugada do último sábado (16), no Morro Santa Tereza, na zona sul de Porto Alegre. O crime ocorreu na Rua Idelfonso Pinto.

Melo havia saído de uma festa na região dos “inferninhos” do Centro da Capital, com uma adolescente de 14 anos no carro, quando houve a briga com um taxista – que acionou outros três colegas.

Na fuga, o vendedor teria batido seu carro nestes táxis. Câmeras da EPTC flagraram parte da perseguição, principalmente na região central.

Melo ainda tentou se esconder perto de casa, ao tentar entrar em um beco no final da Rua Ildefonso Pinto, mas foi interceptado, agredido a socos e ferido com dois tiros. A Pajero que dirigia desceu cerca de 10 metros pelo beco e parou ao bater em uma cerca.

Saiba mais:

Justiça aceita denúncia contra taxistas acusados de matar comerciante na zona sul da Capital

Comentários (3)

  • Ronaldo diz: 16 de março de 2016

    Os detratores, marginais e revoltados que falem o que quiserem. Eu, avaliando apenas pelos resultados obtidos, concluo que apesar de péssimos governantes, que tem como decorrência as horríveis condições de trabalho a que são sujeitos os bravos policiais locais e mesmo descontando os desvios de conduta que ocorrem em qualquer aparato de segurança, sinto-me justificado em acreditar que a única estrutura policial brasileira que consegue apresentar resultados concretos quanto a apreensão de marginais é a do Estado do Rio Grande do Sul e atrevo-me até a supor que se melhores condições de trabalho fossem oferecidas a esse dedicado grupo de guerreiros, ao contrário do que hoje se constata, estaríamos entre os menores índices de criminalidade do país. Longa vida a nossos policiais !

  • Jair diz: 17 de março de 2016

    Não é de agora que sabemos que tem marginais infiltrados entre os verdadeiros taxistas trabalhadores. Se acham os machões quando em grupo ou armados e não aceitaram uma discussão de trânsito. Lamentável.

  • Marcos Machado diz: 17 de março de 2016

    É mais que correto a apuração deste homicídio, é obrigação, mas também é obrigação um fato a ser esclarecido: O que o Sr. Melo estava fazendo com uma menor ou melhor com uma criança no seu carro de madrugada saindo de um “inferninho”?

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