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Em seis meses, número de apenados com tornozeleira aumentou mais de 50%

08 de setembro de 2016 1

* Por Lucas Abati

Foto: Neiva Mota/Susepe

Foto: Neiva Mota/Susepe

Nos últimos seis meses deste ano, mais de 700 apenados dos regimes aberto e semiaberto começaram a ser monitorados através de tornozeleira eletrônica. De acordo com a Susepe, atualmente são 1906 monitorados com tornozeleira, contra 1200 no mês do março.

O número aumentou principalmente nos primeiros sete dias de setembro, com uma força-tarefa no Instituto Penal Pio Buck. No local, 225 apenados receberam o equipamento. 

De acordo com o chefe substituto da divisão de monitoramento, Marcelo Moreira, ainda tem possibilidade da colocação de mais mil aparelhos, de acordo com a demanda do judiciário. “A sociedade tem que entender que de uma forma ou outra ele vai estar na rua. Então é melhor que esteja no semiaberto com tornozeleira, onde a gente pode controlar onde ele vai”, explica.

O custo do aluguel da tornozeleira por preso é de R$ 260, enquanto uma vaga no semiaberto custa cerca de  R$ 2 mil aos cofres públicos. 

Comentários (1)

  • Elias diz: 9 de setembro de 2016

    O nobre Chefe Substituto da Divisão de Monitoramento tem que entender que a SOCIEDADE quer que os apenados cumpram suas penas na integralidade e no regime correto, e não que por falta de vagas recebam benefícios que façam o crime compensar, visto a falta de punição adequada. Quer que o Estado arrume soluções para manter-nos, cidadãos de bem, seguros nas ruas e não os delinquentes. Quando os funcionários públicos não sabem qual o papel do Estado é porque falta determinação e esclarecimento superior, logo, do governador incompetente.

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