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Justiça nega liberdade a acusado de matar médica durante assalto em Porto Alegre

21 de setembro de 2016 4

* Por Lucas Abati

Foto: Arquivo Pessoal

Graziela Müller Lerias / Foto: Arquivo Pessoal

A Justiça negou o pedido de um dos acusados de matar a médica Graziela Müller Lerias, de 32 anos, em um assalto na esquina da avenidas Ceará e Sertório, em Porto Alegre. Fábio Nunes Comunal, 30 anos, queria responder ao processo em liberdade.

O argumento da defesa não foi divulgado. Já a Vara Criminal do Foro Central alegou que não houve qualquer alteração nos motivos que levaram à decretação da prisão preventiva.

Não havendo qualquer alteração que ensejasse a modificação da decisão que decretou a segregação cautelar de Fábio, permanecendo íntegros os elementos que embasaram a mantença da prisão preventiva, foi indeferido o pedido da Defesa“, cita o documento.

Além de Fábio, David Moreira de Oliveira, 21 anos, Bruno Luz de Oliveira, 20 e Richard Correa Petry, 19 foram denunciados pelo crime de latrocínio – roubo seguido de morte – e também de fraude processual, já que o carro da vítima foi queimado para apagar provas.

Latrocínio
Graziela foi assaltada no domingo do Dia dos Pais, no cruzamento das avenidas Sertório e Ceará, no bairro São João, zona norte. A médica estava com o carro parado na sinaleira, na companhia da irmã, quando dois homens se aproximaram e tentaram abrir as portas do veículo. Ao perceberem as portas trancadas, os criminosos atiraram e atingiram Graziela. A irmã não ficou ferida, mas a médica foi levada em estado gravíssimo para o Hospital Cristo Redentor, onde morreu.

Os bandidos, dois deles, trabalhavam transportando frutas do interior do estado para a Ceasa. Naquele dia, eles retornavam em um caminhão vindo de Santa Cruz do Sul, quando abordaram a vítima. O automóvel foi localizado depois do fato na zona sul da cidade.

Comentários (4)

  • eliseu diz: 21 de setembro de 2016

    Era só o que faltava, bom, fatos como esse acontece seguidamente com o aval dessa justiça que esta aí, bom, não demora vai estar belo e solto, como muitos rindo a toa, neste País como sempre nunca dá em NADA.

  • maicon rodrigo de morais diz: 22 de setembro de 2016

    Mantença ??

  • Joao diz: 22 de setembro de 2016

    Se sou eu o pai desta moça assassinada, ficaria cuidando os pedidos de liberdade destes marginais. Assim que saísse a decisão judicial, ficava na porta do presídio esperando para queimar estes $#@&$*$% logo que ganhassem a liberdade.

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