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Negada prisão domiciliar por problemas de saúde a acusado de matar médica em assalto na Capital

27 de setembro de 2016 14
Médica Graziela Muller Lerias / Foto: Arquivo Pessoal

Médica Graziela Muller Lerias / Foto: Arquivo Pessoal

A Justiça negou o pedido da defesa de um dos acusados de matar a médica Graziela Müller Lerias, de 32 anos, em um assalto na zona norte da Capital durante o mês passado. Devido a problemas de saúde, o réu Davi Moreira de Oliveira pretendia responder o processo sobre latrocínio em liberdade ou em prisão domiciliar.

Na semana passada, outro dos quatro réus, Fábio Nunes Comunal, também teve pedido de liberdade negado. No caso de Davi, a juíza Lourdes Helena Pacheco da Silva, da Vara Criminal do 4º Distrito, entendeu o fato foi grave e que não há elementos que viabilizem a liberdade do réu. Mesmo assim, ela determinou pedidos de prontuários e laudos médicos do acusado.

* Veja trecho da decisão judicial:

O fato é de extrema gravidade e demonstra o desvalor à vida por parte dos acusados, já que não houve notícias mínimas sobre eventual resistência da vítima Graziela. Por fim, cumpre ainda ressaltar que não há elementos que autorizem a substituição da prisão por outra medida alternativa, pois, repito, presentes os requisitos ensejadores da prisão decretada. Assim, mantidos os fundamentos que ensejaram o decreto prisional, INDEFIRO os pedidos da defesa e, por conseguinte, a substituição da prisão preventiva por PRISÃO DOMICILIAR ao réu DAVI MOREIRA DE OLIVEIRA ou a liberdade provisória“.

Além de Davi e Fábio, Bruno Luz de Oliveira e Richard Correa Petry foram denunciados pelo crime de latrocínio – roubo seguido de morte – e também de fraude processual, já que o carro da vítima foi queimado para apagar provas. Graziela foi assaltada no domingo do Dia dos Pais, no cruzamento das avenidas Sertório e Ceará, no bairro São João, em Porto Alegre. A vítima estava com o carro parado na sinaleira, na companhia da irmã, quando dois homens tentaram abrir as portas do veículo. Os criminosos atiraram e atingiram Graziela quando perceberam que as portas estavam trancadas. A irmã dela não se feriu. A médica morreu no hospital.

* Saiba mais:

Aumenta número de mulheres vítimas de latrocínio nos últimos cinco anos em Porto Alegre.

Polícia indicia quatro pessoas pelo latrocínio de médica em Porto Alegre.

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Comentários (14)

  • Hc diz: 27 de setembro de 2016

    estranho que depois de cometerem o crime apresentam problemas de saúde. então mandem fazer um tratamento em câmara de gás ou que de uma injeção letal nesse verme.

  • Ze Otario diz: 27 de setembro de 2016

    Ou seja, pra assaltar e matar a médica ele não tinha problema de saúde, mas pra ser preso ele tem???!!! Só no Brasil mesmo…

  • LUCIANO SOUSA diz: 27 de setembro de 2016

    Sugiro cortar as duas pernas e os dois braços.. dai pode conceder a prisão domiciliar para esse excremento em forma de gente!!! Tá “dodoizinho”??!!… coitadinho desse inocente vitima da sociedade repressora!!!!!

  • Alex diz: 27 de setembro de 2016

    Absurdo é advogado ter pedido isso, ABSURDO, FALTA DE RESPEITO A VITIMA, AOS FAMILIARES E A TODOS NÓS…o que passa na cabeça deles!!!! sabem que matam, estupram e defendem como se fossem inocentes, por que não levam para casa deles?! OAB deveria expulsar o advogado e a policia prenderem ele!!!! SEI QUE NÃO DEVEMOS DESEJAR MAL A NINGÚEM, MAS ESSE ADVOGADO DEVERIA SENTIR NA PELE, SENTIR NA PELE, SENTIR NA PELE!!!! QUERIA VER SE FOSSE COM ESPOSA DELE, FILHA, IRMÃ E NÓS SUGERIRMOS A ELE QUE O ASSASSINO FICASSE EM PRISÃO DOMICILIAR.

  • Juvenal diz: 27 de setembro de 2016

    Ah tá o vagabundo agora tá com problema de saúde…deixa morrer na cadeia esse traste

  • Ana Paula Cidade diz: 27 de setembro de 2016

    Então, deveriam chamar a Mari do Rosário, porque pedir prisao domiciliar depois de ter praticado este ato, é no mínimo um atentado violento ao pudor, mas como no Brasil as leis para os marginais são brandas, é bem capaz do juiz deferir no próximo pedido.

  • reinaldo diz: 27 de setembro de 2016

    Certíssima a juiza ao não conceder esse pedido absurdo.
    Lamentar esse advogado usar desse expediente para manter um criminoso em liberdade.
    Devia ser chamado sim até a OAB e advertido.

  • Brent Mydland diz: 27 de setembro de 2016

    Alô esquerdistas, aqui vai um texto para vocês publicarem – tudo a ver com a ideologia de vocês:
    “Vivemos tempos de ditadura!
    Assim como prenderam o Palocci, um cidadão que deu a vida a defender o trabalhadores, agora querem manter preso esse pobre rapaz que atirou sem querer !”
    Que tal? Sejam coerentes e aplaudam, e continuem a nos “brindar” com os políticos de esquerda que vocês elegem.

  • CLOVIS RRB diz: 27 de setembro de 2016

    Alguém numa situação dessas é contra a pena de morte em se tratando de um familiar seu. Eu dou a bala de brinde.

  • Jairo diz: 27 de setembro de 2016

    Tomara que a decisão da juíza não tenha sofrido interferência do caos na segurança e a repercussão na mídia como teve esse. Já vi casos semelhantes onde o réu aguardou em liberdade por não representar perigo a sociedade…

  • Sergio roberto diz: 27 de setembro de 2016

    Fica difícil até comentar uma coisa destas. Parece que alguns saem fora da realidade e nos consideram tão imbecis que para eles isto é normal. Gente, isto é um afronto não somente a família, mas a sociedade e até ao restinho de tolerância que ainda nos resta. Temo ali a adiante a tolerância a este tipo de coisa que alguns nos proporcionam vá embora e não volte mais.

  • Paulo Fernando diz: 27 de setembro de 2016

    Impressiona a atuação do advogado, por certo deve crer na inocência do meliante.

  • ana paula diz: 27 de setembro de 2016

    Se tem saúde pra matar, tem saúde pra ficar preso. De preferência, até morrer. E que seja logo!

  • Black diz: 27 de setembro de 2016

    Apareceu alguém no judiciário com vontade de aplicar a Lei, pura e simples…a Lei é rigorosa, o problema são os juízes e suas interpretações… parabéns a juíza. Mas é uma só no meio de um judiciário “podre”.

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