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Latrocínio de universitária em Porto Alegre completa um ano sem elucidação

25 de novembro de 2016 1
Estudante foi morta enquanto voltava para casa após dia de trabalho em Porto Alegre / Foto: Divulgação

Estudante foi morta enquanto voltava para casa após dia de trabalho em Porto Alegre / Foto: Divulgação

* Por Vitor Rosa

Após um ano do roubo seguido de morte da estudante June Cartier Monteiro de Brum Sumino, 32 anos, em Porto Alegre, nenhum suspeito e sequer o carro usado no crime foi identificado pela investigação da Polícia Civil. Ela voltava do local de trabalho com o namorado, por volta das 21h do dia 25 de novembro de 2015, quando foi assaltada e morta por dois bandidos na Rua Felizardo Furtado, quase no limite entre os bairros Jardim Botânico e Petrópolis.

O crime causou comoção em Porto Alegre, gerando com passeatas de amigos e colegas de trabalho. June trabalhava numa empresa de Tecnologia da Informação instalada no Campus da PUC, e estudava Análise e Desenvolvimento de Sistemas na Unisinos de Porto Alegre.

Conforme a titular da 8ª Delegacia de Polícia, delegada Vandi de Lemos Tatsch, a investigação segue sendo feita, mas poucas testemunhas prestaram depoimentos. “Várias pessoas viram o ocorrido, mas não deram informações”, reclama a delegada. As imagens de câmeras de segurança também não auxiliaram.

À frente do inquérito, o chefe da sala de investigações da delegacia, comissário Rogério Silva, detalhou que até um retrato falado foi feito com a ajuda do namorado da vítima, a testemunha mais próxima do crime, mas a imagem não foi conclusiva. Algumas informações foram recebidas pela equipe, mas, segundo ele, foi impossível identificar os criminosos.

O que acredita a polícia é que durante o assalto a universitária tenha relutado em entregar a bolsa, quando foi baleada. Os bandidos fugiram sem levar nada, segundo o chefe de investigação. Em depoimento, o namorado da vítima, que não teve o nome divulgado, afirmou que não houve anúncio do roubo.

“É uma das prioridades este caso, mas precisamos investigar todos os crimes. Nós recebemos algumas informações, que foram checadas, mas nenhuma bateu”, admitiu o comissário. A alta demanda na delegacia, que recebe de seis a sete ocorrências por dia de roubo de veículo e tem somente outros dois policiais para esta área, atrapalha a apuração.

Outros dois latrocínios
A mesma delegacia investiga outros dois latrocínios. São os crimes que vitimaram Alexsandro de Matos Hoisler, 41 anos, em fevereiro, no Bairro Petrópolis, e Willian Coromberque Barbosa, em abril deste ano. No primeiro caso, nenhum criminoso foi preso até o momento.

A 8ª DP disponibiliza o número 51-8424-5713 para que informações sobre os crimes forem repassadas.

Comentários (1)

  • Alberto diz: 26 de novembro de 2016

    Enquanto isso ‘universitários’ esquerdopatas trouxas estão quebrando tudo em POA!

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