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Preso na Fronteira último foragido por latrocínio de policial em Canoas

30 de novembro de 2016 2
O último dos quatro suspeitos foi preso em Porto Xavier / Foto: Brigada Militar

O último dos quatro suspeitos foi preso em Porto Xavier / Foto: Brigada Militar

* Por Vitor Rosa

A Brigada Militar prendeu, na noite de terça-feira (29), em Porto Xavier, na Fronteira com a Argentina, o último dos quatro suspeitos pela morte do policial civil André Klein Ferreira, 32 anos. O crime aconteceu em Canoas, no final de junho de 2015, quando quatro criminosos assaltaram a vítima, que chegava em casa com a mãe, no bairro Igara. Durante o roubo, cerca de cinco tiros foram disparados contra o policial.

O preso ontem é Alcione Gonçalves Freitas, de 42 anos. Ele jogava futebol na área urbana do município quando foi localizado por uma equipe da Operação Avante Fronteira. Conforme a BM, ele apresentou um nome falso, para tentar não ser detido – já que havia um mandado de prisão em aberto. Além disso, resistiu a abordagem e ainda desacatou os PMs.

Mais dois presos
Outros três foragidos pelo crime já foram presos. Ainda em agosto do ano passado, a Polícia Civil de Santa Catarina prendeu, em Araranguá, um dos suspeitos, identificado como Jeverson Romero Pavani, vulgo ‘mão’, de 40 anos. Além dele, já haviam sido detidos outros dois apontados pela investigação como comparsas no crime. São eles Cristiano da Rocha Fortes e Dagoberto Souza de Oliveira.

O crime
Um policial civil de 32 anos morreu após tentativa de roubo no começo da noite do dia 30 de junho de 2015, em Canoas, na Região Metropolitana. Ele foi abordado pelos assaltantes quando chegava na casa da mãe, no Bairro Igara. O policial morreu no Hospital de Pronto Socorro de Canoas.

Ele chegou a ferir um dos assaltantes, que foi detido enquanto era atendido no Hospital Centenário em São Leopoldo. Os outros suspeitos fugiram sem levar nada.

O agente atuava na 17ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre, na região central.

Comentários (2)

  • Carlos Eduardo diz: 30 de novembro de 2016

    Não precisava prendê-lo… Poderiam tê-lo encontrado já morto. “causa mortis” suicídio…

  • Rodrigo diz: 30 de novembro de 2016

    Concordo CArlos Eduardo.

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