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Preso suspeito de matar a companheira grávida de três meses em Porto Alegre

09 de fevereiro de 2017 4
Suspeito de matar a própria companheira, grávida de três meses, é preso em Porto Alegre / Foto: Polícia Civil

Suspeito de matar a própria companheira, grávida de três meses, é preso em Porto Alegre / Foto: Polícia Civil

Foi preso no bairro Cascata, zona leste de Porto Alegre, um homem de 32 anos de idade, sem antecedentes criminais, suspeito de matar a própria companheira grávida de três meses. O crime ocorreu em novembro no bairro São José, no entanto, o corpo só foi descoberto no dia 16 de janeiro deste ano dentro da residência onde o casal morava.

A investigação revela que o suspeito estava insatisfeito com a gravidez da vítima, Juliana Rodrigues D’Ávila, 27 anos, além de negar a paternidade e de manter relacionamento com outra mulher. De acordo com o delegado Rodrigo Reis, da 1ª Delegacia de Homicídios, a polícia só chegou até a casa onde ocorreu o homicídio por que foi acionada por vizinhos devido ao cheiro forte. Foi necessário realizar exame de DNA devido ao avançado estado de decomposição do corpo, que estava enrolado em um cobertor ao ser localizado.

A vítima chegou a registrar ocorrências de violência doméstica e familiar contra o companheiro no final de novembro de 2016, quando foi vista pela última vez. Mesma época em que o suspeito realizou sua mudança às pressas para uma casa nas proximidades do local do fato“, diz Reis.

Os investigadores comprovaram que após matar Juliana, o autor do delito enrolou o corpo em uma toalha e em um cobertor para que pudesse ser transportado para fora da residência. Mas como não conseguiu e também não localizou alguém para ajudá-lo, resolveu deixar dentro da casa por cerca de 45 dias. O suspeito, que não teve o nome revelado pela polícia, negou o crime. O delegado Reis destaca que ele será indiciado por homicídio qualificado e por aborto.

Departamento de Homicídios

- Denúncias sem a necessidade de identificação:

0800 642 0121

Comentários (4)

  • Artur diz: 9 de fevereiro de 2017

    Pena que não mostram a cara de um covarde desgraçado desses…pra sabermos quem é.

  • elizeu diz: 9 de fevereiro de 2017

    É que essa polícia hipócrita gosta de proteger marginal e, principalmente lixos dessa natureza, preocupada com o “bem estar” do mesmo. Hipocrisia, quando a vítima registrou a ocorrência de maus tratos gostaria de saber o que fizeram: NADA.

  • Mestre Pifador diz: 9 de fevereiro de 2017

    Olhsa a camisa do vivente……cadeira eletrica pra ele.

  • Beto diz: 9 de fevereiro de 2017

    O vagabundo usando pano de piso do humanitá, e ainda é fã do cachaça kkkkkkkkk, isso deve da a rosca hehehehe, o que é absolutamente normal em se tratando de gaymistas. Kkkkkkkk

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