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Testemunhas prestam depoimento em processo que apura crimes praticados durante protestos em Porto Alegre

21 de fevereiro de 2017 1

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* por Eduardo Matos

O juiz Fábio Vieira Heerdt, da 9ª Vara Criminal, começou a ouvir testemunhas de acusação do processo que apura depredação do Palácio da Justiça, em Porto Alegre, durante protesto em 2013. Na primeira audiência, nesta terça-feira (21), são ouvidas testemunhas arroladas pelo Ministério Público.

Doze pessoas foram intimadas para prestar esclarecimentos. São sete os réus.

O proprietário de uma loja na Rua Riachuelo disse que o local teve a porta quebrada e produtos furtados na manifestação. O segundo a depor foi o delegado Marco Antônio de Souza, que foi o responsável pelos indiciamentos na época.

“A gente percebeu que existia um grupo organizado para se valer da manifestação para fazer depredações, como símbolos da causa deles. Pessoas que se valiam do grande numerário de pessoas para fazer esses atos de violência”, afirmou.

O delegado disse que esse grupo indiciado tinha ligação forte com os Black Blocs, que promoviam as depredações.

“Quando as manifestações não tinham depredações e violência, eles achavam que não chamariam a atenção da mídia”, declarou.

Marco Souza sustentou que testemunhas ouvidas pela polícia na época reconheceram os investigados. Também disse que os investigadores se infiltraram numa reunião preparatória de uma das manifestações, onde foi acertada a depredação e outros atos criminosos.

A audiência continua. Os réus do processo são Alceu Costa Silveira Neto, Gilian Vinícius Dias Cidade, Guilherme Silveira de Souza, Lucas Maróstica, Matheus Pereira Gomes, José Vicente Mertz e Rodrigo Barcelos Brizolla.

Comentários (1)

  • Alberto diz: 22 de fevereiro de 2017

    Quando é que irão divulgar quem são os políticos que apoiam badernas em POA?

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