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Caso Eliseu: Quatro testemunhas são ouvidas em audiência sobre morte do ex-secretário da Saúde

01 de fevereiro de 2013 0

A 1ª Vara do Júri da Capital ouviu hoje quatro testemunhas de defesa sobre a morte do ex-secretário da Saúde de Porto Alegre Eliseu Santos. Das nove últimas que faltavam, duas não serão mais interrogadas e outras três prestarão depoimentos dia 28 deste mês. Neste dia, a Justiça vai marcar o depoimento dos réus. Eliseu Santos foi assassinado em fevereiro de 2010 na zona Norte da cidade. A Polícia entendeu que foi após tentativa de roubo de carro e o Ministério Público um crime encomendado. Apenas um réu está preso, mas desde o ano passado por outro fato. Os demais foram soltos em abril de 2011.

Caso Eliseu: Começa audiência que foi transferida três vezes sobre a morte do ex-secretário da Saúde

01 de fevereiro de 2013 1

A audiência na 1ª Vara do Júri de Porto Alegre começou às 10h e tem como objetivo ouvir as últimas nove testemunhas de defesa sobre a morte do ex-secretário da Saúde Eliseu Santos. Desde outubro do ano passado que a Justiça tenta realizar estes interrogatórios, mas na primeira vez um dos envolvidos teve problemas de saúde. Depois, uma nova advogada de um dos réus pediu mais tempo para analisar o processo e por fim, na última tentativa, há cerca de dez dias, a defesa de uma das testemunhas não compareceu. Após a audiência de hoje, o próximo passo será ouvir os réus.

Eliseu Santos foi assassinado em fevereiro de 2010 na zona norte da Capital. O caso gerou grande polêmica porque a Polícia alegou assassinato após tentativa de roubo de carro e o Ministério Público alegou homicídio por encomenda. Com exceção de Eliseu Pompeo Gomes, que voltou a ser preso por outro fato no ano passado, todos os réus estão soltos desde abril de 2011.

Caso Eliseu: Justiça transfere pela terceira vez audiência sobre a morte do ex-secretário da Saúde

22 de janeiro de 2013 0

Desta vez, o motivo foi a ausência da defesa de uma das testemunhas. Na manhã de hoje, em Porto Alegre, a Justiça chegou a propor que um dos advogados das outras quatro testemunhas prestasse assistência à quinta pessoa que iria depor. No entanto, não houve acordo e a audiência foi marcada para 1º de fevereiro. O objetivo é ouvir as últimas testemunhas de defesa e posteriormente os réus. O ex-secretário da Saúde da Capital, Eliseu Santos, foi assassinado em fevereiro de 2010 na zona Norte da cidade.

Médico foi assassinado com quatro tiros em fevereiro de 2010 - Foto: Marcos Nagelstein

O caso gerou muito polêmica porque a Polícia concluiu que houve tentativa de roubo de carro seguida de morte e o Ministério Público entendeu que houve homicídio sob encomenda. Todos os réus foram soltos em abril de 2011, sendo que um deles, Eliseu Pompeo Gomes, voltou a ser preso ano passado envolvido em outro crime.

Confira todas as informações sobre o Caso Eliseu Santos.

Caso Eliseu Santos: Justiça transfere mais uma vez audiência com testemunhas e réus

08 de novembro de 2012 4

A pedido da defesa de um dos réus, a Justiça remarcou pela segunda vez a próxima audiência sobre o assassinato do ex-secretário da Saúde de Porto Alegre, Eliseu Santos, ocorrido no início do ano de 2010, na Capital. A nova data será dia 22 de janeiro de 2013. O réu Jorge Renato Hardoff de Mello está com uma nova advogada e esta alegou que precisava de mais tempo para se inteirar dos fatos.

Eliseu Santos deixava culto evangélico quando foi morto / Foto: Marcos Nagelstein

Em janeiro, estão previstos os depoimentos das últimas três testemunhas de defesa e interrogatório dos réus. Esta audiência, no próximo ano, já teve três datas marcadas. No dia 19 de outubro, foi transferida porque um dos envolvidos na apuração teve de passar por procedimento médico. E os depoimentos que iriam ocorrer na nova data, dia 9 deste mês, não foram realizados porque o réu Jorge de Mello constituiu nova defesa.

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O crime ocorreu no dia 26 de fevereiro de 2010. Em março daquele ano, a Polícia concluiu que foi tentativa de roubo de carro seguida de morte, mas em abril, o Ministério Público entendeu que houve homicídio por encomenda. Em abril de 2011, todos os réus foram soltos, mas um ano depois, em abril deste ano, a Brigada Militar prendeu por outro crime no Litoral, Eliseu Pompeu Gomes, acusado de ter assassinado Eliseu Santos.

Caso Eliseu Santos: transferida para novembro audiência de testemunhas de defesa

08 de outubro de 2012 1

Eliseu Santos deixava culto evangélico quando foi morto - Foto: Marcos Nagelstein

A Justiça remarcou para a manhã do dia 9 de novembro a audiência com as testemunhas de defesa dos réus do assassinato do ex-secretário de Saúde de Porto Alegre, Eliseu Santos. Os depoimentos estavam previstos para o dia 19 de outubro mas foram remarcados pois um envolvidos na apuração do processo passará por um procedimento médico. Eliseu Santos foi morto em fevereiro de 2010. Depois de investigação, o Ministério Público denunciou 10 pessoas pelo crime.

Entre janeiro e março de 2012, mais de 50 testemunhas de acusação foram ouvidas pela Justiça.

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Entenda o caso

- 26 de fevereiro de 2010: Eliseu Santos foi assassinado na rua Hoffmann, bairro Floresta, em Porto Alegre. Ele estava acompanhado da mulher e da filha na saída de um culto da Assembléia de Deus. Ele foi atingido por uma pistola por suspeitos que se aproximaram em um Vectra.

- 4 de março 2010: Eliseu Pompeu Gomes se entrega à Polícia.

- 15 de março 2010: Polícia conclui inquérito e indicia três pessoas, incluindo Eliseu Gomes, por tentativa de roubo de carro seguida de morte.

- 1º de abril 2010: O Ministério Público denunciou os três indiciados e mais cinco pessoas, no entanto, entendeu que houve um homicídio por encomenda e não latrocínio.

- Maio 2010: Mais três pessoas denunciadas. Conforme o MP, Eliseu teria sido morto numa emboscada planejada por vingança dos donos da empresa de vigilância Reação, que guarnecia postos de saúde na Capital e teve o contrato rompido após denúncia de corrupção.

- Outubro de 2010: A defesa de um dos réus pediu o afastamento dos promotores do caso Lúcia Callegari e Eugênio Amorim, além da anulação do processo.

- Dezembro de 2010: Um dos réus, o advogado Marco Antônio Bernardes de Souza, foi solto. Ele responde ao processo em liberdade. Segundo a Promotoria, ele teria ajudado a contratar uma quadrilha para assassinar Eliseu. O ex-assessor trabalhava na Secretaria no período em que a vítima comandava a pasta.

- 15 de abril de 2011: Todos os réus presos foram soltos

- Maio de 2011: Ministério Público denunciou mais três pessoas, incluindo um apenado que afirmou ter levado dinheiro para os matadores do ex-secretário.

- 25 de abril de 2012: A Brigada Militar prendeu três pessoas por estarem ligadas a roubos de estabelecimentos comerciais em Tramandaí. Um deles se trata de Eliseu Pompeu Gomes, 24 anos, acusado do assassinato do ex-secretário Eliseu Santos.

Caso Eliseu: Justiça marca depoimentos de testemunhas de defesa

30 de julho de 2012 1

Março de 2010: Eliseu Gomes foi preso pela primeira vez - Foto: Marcos Nagelstein

A 1ª Vara do Júri determinou a data de 19 de outubro para o início dos depoimentos das testemunhas de defesa dos réus do assassinato do secretário da Saúde da Capital Eliseu Santos. Os depoimentos serão realizados a partir das 9h10. Mais de 50 testemunhas de acusação foram ouvidas entre janeiro e março.

Um dos desafios neste processo é provar qual das teses está correta: A Polícia entende que houve latrocínio durante tentativa de roubo de carro e o Ministério Público concluiu que houve uma execução por encomenda, solicitando a prisão de mais acusados envolvidos. Comprovada esta segunda hipótese, os motivos deste assassinato encomendado também são outras questões a serem esclarecidas.

Entenda o caso

26 de fevereiro de 2010: Eliseu Santos foi assassinado na rua Hoffmann, bairro Floresta, em Porto Alegre. Ele estava acompanhado da mulher e da filha na saída de um culto da Assembléia de Deus. Ele foi atingido por uma pistola por suspeitos que se aproximaram em um Vectra.

4 de março 2010: Eliseu Pompeu Gomes se entrega à Polícia.

15 de março 2010: Polícia conclui inquérito e indicia três pessoas, incluindo Eliseu Gomes, por tentativa de roubo de carro seguida de  morte.

1º de abril 2010: O Ministério Público denunciou os três indiciados e mais cinco pessoas, no entanto, entendeu que houve um homicídio por encomenda e não latrocínio.

Maio 2010: Mais três pessoas denunciadas. Conforme o MP, Eliseu teria sido morto numa emboscada planejada por vingança dos donos da empresa de vigilância Reação, que guarnecia postos de saúde na Capital e teve o contrato rompido após denúncia de corrupção.

Outubro de 2010: A defesa de um dos réus pediu o afastamento dos promotores do caso Lúcia Callegari e Eugênio Amorim, além da anulação do processo.

Dezembro de 2010: Um dos réus, o advogado Marco Antônio Bernardes de Souza, foi solto. Ele responde ao processo em liberdade. Segundo a Promotoria, ele teria ajudado a contratar uma quadrilha para assassinar Eliseu. O ex-assessor trabalhava na Secretaria no período em que a vítima comandava a pasta.

15 de abril de 2011: Todos os réus presos foram soltos

Maio de 2011: Ministério Público denunciou mais três pessoas, incluindo um apenado que afirmou ter levado dinheiro para os matadores do ex-secretário.

25 de abril de 2012: A Brigada Militar prendeu três pessoas por estarem ligadas a roubos de estabelecimentos comerciais em Tramandaí. Um deles se trata de Eliseu Pompeu Gomes, 24 anos, acusado do assassinato do ex-secretário Eliseu Santos.

Caso Becker: Defesa de réu pede perícia em celular

26 de abril de 2012 1

Quase três anos e cinco meses após o assassinato do ex-vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers), Marco Antonio Becker, a 1ª Vara do Júri de Porto Alegre ainda não conseguiu marcar o depoimento dos 12 réus.

A defesa de um dos acusados - o Tribunal de Justiça (TJ) não soube informar de qual - pediu perícia no celular do seu cliente para recuperar mensagens de SMS apagadas pelo aparelho.

O Instituto Geral de Perícias (IGP) foi consultado e informou que não tem tecnologia suficiente para realizar o procedimento.  O pedido então foi feito à Polícia Federal, que pediu que o celular seja enviado para a superintendência para ver se o celular pode ser inspecionado.

Médico foi assassinado com quatro tiros em dezembro - Foto: Marcos Nagelstein

Entenda o caso:

Na noite de quatro de dezembro de 2008, Marco Antonio Becker, 60 anos, foi assassinado a tiros na Rua Ramiro Barcelos, no bairro Floresta, em Porto Alegre.

Depois de um ano de investigações, a Polícia Civil indiciou seis pessoas por envolvimento na morte do médico. Entre eles: o andrologista cassado Bayard Ollé Fischer Santos, - suspeito de ser o mandante do crime - e o traficante de drogas Juraci Oliveira da Silva, o Jura, apontado como intermediário. Escutas telefônicas divulgadas pelo Ministério Público (MP) mostrariam o  envolvimento de Bayard e Jura no crime.

O Ministério Público (MP) denunciou 12 pessoas, oito delas por homicídio, três por falso testemunho e uma por falsidade ideológica.

Em dezembro de 2009, a Justiça aceitou a denúncia e pôs fim ao sigilo judicial sobre o caso, que havia sido solicitado pelo MP. Há pouco mais de um ano, a concedeu liberdade aos acusados que estavam presos.

Caso Eliseu: Suspeito de matar ex-secretário de Saúde da Capital é preso em Tramandaí

25 de abril de 2012 31

A Brigada Militar prendeu ontem Tramandaí três pessoas por estarem ligadas a roubos de estabelecimentos comerciais. Ao conferir os nomes dos suspeitos, o titular da DP do município, delegado Paulo Perez, divulgou hoje que um deles se trata de Eliseu Pompeu Gomes, 24 anos, envolvido no assassinato do ex-secretário de Saúde de Porto Alegre, Eliseu Santos, em 2010.

Março de 2010: Eliseu Gomes foi preso pela primeira vez / Foto: Marcos Nagelstein

O delegado Perez disse que Eliseu Gomes foi preso por porte ilegal de arma e por formação de quadrilha. Ele estava com uma arma com numeração raspada. Outro homem que estava com ele foi detido também por porte ilegal. Um terceiro, preso em um veículo nas proximidades da residência onde os outros dois foram localizados, estava com uma pistola de uso restrito. Os três e um quarto acusado, que está foragido, estão sendo investigados por pelo menos quatro roubos a estabelecimentos comerciais em Tramandaí.

Eliseu Gomes foi preso em março de 2010 e teve prisão revogada, junto com outros réus do Caso Eliseu Santos, em abril de 2011.

Entenda o caso:

26 de fevereiro 2010: Eliseu Santos foi assassinado na rua Hoffmann, bairro Floresta, em Porto Alegre. Ele estava acompanhado da mulher e da filha na saída de um culto da Assembléia de Deus. Ele foi atingido por uma pistola por suspeitos que se aproximaram em um Vectra.

4 de março 2010: Eliseu Pompeu Gomes se entrega à Polícia.

15 de março 2010: Polícia conclui inquérito e indicia três pessoas, incluindo Eliseu Gomes, por tentativa de roubo de carro seguida de  morte.

1º de abril 2010: O Ministério Público denunciou os três indiciados e mais cinco pessoas, no entanto, entendeu que houve um homicídio por encomenda e não latrocínio.

Maio 2010: Mais três pessoas denunciadas.

15 de abril de 2011: Todos os réus presos foram soltos.

Maio de 2011: Ministério Público denunciou mais três pessoas, incluindo um apenado que afirmou ter levado dinheiro para os matadores do ex-secretário.

Caso Eliseu: STJ nega pedido de defesa de réu que tenta invalidar investigação do MP

13 de abril de 2012 1

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido da defesa do dirigente do PTB de Porto Alegre José Carlos Elmer Brack que tenta invalidar a investigação realizada pelo Ministério Público (MP) sobre a morte do ex-secretário de Saúde de Porto Alegre Eliseu Santos ocorrida na noite de 26 de fevereiro de 2010. A decisão foi tomada nesta terça-feira, de forma unânime, pelos ministros do STJ. Brack é um dos réus do processo que apura o assassinato de Eliseu Santos.

Sem querer antecipar sua estratégia, o advogado Ney Fayet Júnior informa que as provas do MP têm vício de origem. A defesa vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) que vai avaliar a constitucionalidade das provas.

- Temos convicção de que não há provas aptas para gerar processamento do Dr. Brack - avalia Fayet Júnior, que não revela se as irregularidades também beneficiariam os demais réus.

Segundo o promotor Eugênio Amorim, um dos responsáveis pela denúncias do MP, os depoimentos tomados pelos promotores têm o mesmo valor dos realizados na delegacia.  

- Esta é uma tese de defesa que diz que o Ministério Público não pode investigar, mas nosso procedimento foi feito antes do oferecimento da denúncia - avalia Amorim.

Entenda o caso: 

Na noite de 26 de fevereiro de 2010, acompanhado da mulher Denise Goulart Silva e da filha Mariana, Eliseu Santos, 63 anos, deixava um culto da Assembleia de Deus no bairro Floresta, zona norte de Porto Alegre. Depois de se despedir de amigos, após o término da cerimônia, os três saíram em direção ao carro estacionado na rua Hoffmann. Conforme testemunhas, um Vectra se deslocou em direção ao secretário.

Eliseu Santos deixava culto evangélico quando foi morto - Foto: Marcos Nagelstein

A mulher e a filha já teriam entrado no carro e Eliseu ainda permanecia do lado do fora, na porta do motorista, se preparando para entrar quando foi surpreendido pelos criminosos. Ele teria reagido com uma arma, uma pistola calibre .380. A arma não foi levada pelos bandidos e ficou caída perto do corpo.

O corpo de Eliseu Santos foi encontrado ao lado do carro - Foto: zerohora.com

No dia 15 de março de 2010, a Delegacia de Homicídios entregou à Justiça o inquérito que indiciou três pessoas pelo assassinato do secretário: Eliseu Pompeu Gomes, Fernando Junior Treib Krol e Robinson Teixeira dos Santos. Segundo o então titular da delegacia, Bolívar Llantada, eles tentaram roubar o carro do secretário, que reagiu e acabou assassinado. 

Já no dia 1º de abril daquele ano, os promotores Lúcia Callegari e Eugênio Amorim ofereceram denúncia contra oito pessoas. Além dos três indiciados pela Polícia Civil, o MP denunciou Jorge Renato Hordoff de Mello e Marcelo Machado Pio, donos da empresa de segurança Reação; Marco Antônio de Souza Bernardes, servidor de confiança de Eliseu; Marcelo Dias Souza, que teria participado do assassinato do secretário; e Janine Ferri Bitello, auxiliar de enfermagem, que teria ajudado a socorrer e feito curativos em um dos criminosos, baleado por Eliseu na troca de tiros que resultou na morte do secretário. No entendimento do MP, a motivação do crime não estaria relacionado a um latrocínio mas um assassinato por encomenda. 

Mesmo que os representantes da Polícia Civil e MP neguem a disputa de versões expôs grandes divergências entre integrantes das duas instituições. 

O então presidente Municipal do PTB, José Carlos Elmer BrackCássio Medeiros de Abreu, ex-ocupante de cargo de confiança do PTB; e o presidiário Jonatas Pompeu Gomes também foram denunciados, em maio de 2010. 

Há um ano, todos os réus presos foram soltos pelos três desembargadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. Na ocasião, a defesa conseguiu habeas corpus sob o argumento de que os promotores teriam juntado documentos ao processo fora dos prazos permitidos. 

A 1ª Vara do Júri de Porto Alegre ainda vai ouvir mais duas testemunhas de defesa e os réus antes de comunicar se os denunciados irão enfrentar o Tribunal do Júri, se o caso será transferido para julgamento de uma Vara Criminal ou se os réus serão inocentados. 

Em mais um capítulo da queda de braço entre Polícia Civil e Ministério Público Estadual, o MP denunciou, em maio de 2011, outras duas pessoas:  o apenado Adelino Ribeiro da Silveira e o tenente-coronel da Brigada Militar Aroldo Veriano da Silva. Em abril, Silveira procurou o MP para depor, afirmando ter pego R$ 15 mil na casa de Veriano e entregue aos homens que mataram o secretário. Segundo Silveira, o tenente-coronel seria ligado à empresa Reação, cujo dono e gerente são acusados de mandar matar Eliseu Santos. Silveira e Veriano, junto com Janine Ferri Bitello, respondem pelo assassinato do secretário em processo separado.

Caso Eliseu: Justiça encaminha últimos depoimentos das testemunhas de defesa

14 de março de 2011 0

Em audiência que começou na manhã de hoje no Foro Central de Porto Alegre, a 1ª Vara do Júri ouviu 9 das 11 testemunhas de defesa que estavam agendadas no caso que investiga a morte do secretário da Saúde da Capital Eliseu Santos. Duas testemunhas não compareceram. Nova audiência foi marcada para o dia 25 de março, às 9h. O objetivo nesta data é encerrar os depoimentos relativos à defesa e possivelmente encaminhar o interrogatório dos réus.

Um dos desafios neste processo é provar qual das teses está correta: A Polícia entende que houve latrocínio durante tentativa de roubo de carro e o Ministério Público concluiu que houve uma execução por encomenda, solicitando a prisão de mais acusados envolvidos. Comprovada esta segunda hipótese, os motivos deste assassinato encomendado também são outras questões a serem esclarecidas.