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Identificado suspeito de participar de assalto a farmácia que deixou segurança morto na Capital

24 de maio de 2016 0
Foto: Luiz Armando Vaz /Agencia RBS

Foto: Luiz Armando Vaz /Agencia RBS

* por Yasmin Luz

A Polícia Civil identificou um homem suspeito de participar do latrocínio de um vigilante de uma farmácia na zona sul de Porto Alegre, ocorrido em 15 de maio. De acordo com a titular da 6ª delegacia, delegada Áurea Hoeppel, a identificação só foi possível através do uso das câmeras de segurança (veja as imagens abaixo).

Nas imagens, aparecem dois homens armados que entram no estabelecimento, sendo que um deles se passa por cliente do local. Depois disso, eles anunciam o assalto.

Juliano Wulff, 26 anos, segurança do estabelecimento, tenta surpreender um dos suspeitos e os dois entram em luta corporal. Como Wulff estava desarmado, o criminoso se aproveitou e atirou.

Em outra imagem, os dois suspeitos são flagrados caminhando em uma calçada, logo após abandonarem o veículo que roubaram na fuga.

Conforme a delegada, o carro usado no crime, um Fiat Siena, foi localizado na sexta-feira (20), na Vila Cascata, zona sul da Capital. O veículo foi encaminhado para a perícia.

O homem, que tem antecedentes criminais por assalto a banco, roubo de carro e formação de quadrilha, está foragido. A prisão preventiva do suspeito foi pedida para a Justiça.

Polícia combate guerra do tráfico que fez escola fechar várias vezes na zona leste da Capital

24 de maio de 2016 0

Operação policial contou com mais de 450 agentes Foto: Cid Martins / Rádio Gaúcha

Uma grande operação policial foi realizada na manhã desta terça-feira (24) na zona leste de Porto Alegre para combater a guerra do tráfico na região devido à disputa por pontos de venda de drogas cobiçados por duas facções criminosas. No principal deles está a escola Érico Veríssimo, que foi obrigada a fechar as portas pelo menos quatro vezes este ano devido aos intensos tiroteios, além de reduzir o horário das aulas em outras ocasiões.

Em março, moradores gravaram vídeo de uma troca de tiros que durou 20 minutos. A 15ª delegacia, que coordena o trabalho, já registrou 23 homicídios ligados ao tráfico na sua área de atuação neste ano. Traficantes ainda incendiaram uma casa e construíram barricadas para usarem nos confrontos entre quadrilhas. Esses fatos levaram à Brigada Militar a realizar uma operação no mês passado para coibir as práticas criminosas.

O delegado Fernando Soares conta com 456 agentes para cumprir 70 mandados judiciais em 14 bairros de Porto Alegre e em Viamão, 15 deles na rua Comendador Eduardo Secco, onde fica o colégio. A maioria dos mandados ocorre no bairro Bom Jesus, 24 ao todo, também há 21 no bairro Ipe I, sendo os demais espalhados pela região, alguns na zona norte, próximos ao Rubem Berta, e somente um mandado em Viamão. A operação foi chamada de “Imperium”.

“Estamos dando uma resposta aos criminosos. Nossos objetivos também são evitar que a escola volte a fechar devido a tiroteios, coibir o tráfico e outros crimes, como homicídios e roubos”, diz o delegado Soares.

Investigação

Foram dois meses de investigação e 28 inquéritos concluídos. Ao todo, cerca de 80 pessoas foram investigadas, sendo que 54 já tinha antecedentes criminais. Além disso, 16 foram presos, dois estão foragidos e 36 se encontram em liberdade provisória. Apesar de terem sido registradas apenas quatro prisões, o delegado Soares afirma que todas as pessoas detidas serão indiciadas por tráfico e associação ao tráfico.

Guerra do tráfico

O delegado Soares, da 15ª DP, diz que a guerra por pontos de venda de drogas começou em janeiro deste ano, quando integrantes de uma facção criminosa começaram a trocar tiros com outra que domina o comércio ilícito na rua da escola Érico Veríssimo. Esta última buscou apoio de quadrilhas de regiões mais distantes. O resultado dessa disputa foi: tiroteios, escola fechada, comunidade com medo, casa incendiada e 23 assassinatos.

Saiba mais:

Escola de Porto Alegre reduz aulas em duas horas após tiroteios.

Escola da Capital fecha duas vezes na semana por medo da violência.

Identificadas vítimas de tiroteio em roda de samba em Porto Alegre.

Dmae pede reforço no policiamento para consertar estação atacada por vândalos.

MP entra com recurso para aumentar pena dos réus no Caso Eliseu

23 de maio de 2016 0

Por *Eduardo Cardozo

O Ministério Público (MP) encaminhou recurso à Justiça, nesta segunda-feira (23), para aumentar a pena aplicada aos réus do Caso Eliseu Santos, que foram julgados e condenados no último sábado (21), em Porto Alegre.

A promotora Lúcia Helena Callegari argumenta que a pena aplicada – de 27 anos e 10 meses de prisão em regime fechado – para os réus Eliseu Pompeu Gomes e Fernando Júnior Treib Krol, além de um ano de detenção em regime aberto por fraude processual, ficou aquém do esperado pelo MP.

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O Ministério Público pede o aumento da pena considerando o número de qualificadoras do homicídio (motivo torpe, emprego de meio que pode resultar em perigo comum, recurso que dificultou a defesa da vítima e para assegurar impunidade dos crimes denunciados no processo e que o crime foi praticado na frente da filha da vítima).

O recurso de apelação deverá ser apreciado pelo Tribunal de Justiça do Estado.

Relembre o caso

O crime aconteceu na noite do dia 26 de fevereiro de 2010, na Rua Hoffmann, no bairro Floresta, zona norte da Capital. Eliseu estava acompanhado da mulher e da filha quando foi atingido por dois tiros. Segundo a investigação, os três foram atacados por Krol e por Eliseu Gomes, sendo esse último o responsável pelos disparos. Gomes também foi condenado no ano passado a 49 anos de prisão por outros crimes: tentativa de homicídio contra dois PMs e por roubos em São Leopoldo.

Polícia Civil encontra 270 kg de maconha em casa em Novo Hamburgo

23 de maio de 2016 1
Drogas estavam estocadas em uma casa / Foto: Polícia Civil

Drogas estavam estocadas em uma casa / Foto: Polícia Civil

Por Vitor Rosa

Uma ação da 3ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, no Vale do Sinos, apreendeu 270 kg de maconha em um residência no bairro Rincão, na manhã desta segunda-feira (23). Conforme o delegado Alexandre Quintão, os investigadores monitoravam a casa há três meses.

Hoje, ao perceber a campana dos policiais, o suspeito que era proprietário da casa, na Rua Portugal, fugiu. A polícia acredita que ele estocava a droga para traficantes, que abasteceriam a região.

O local, conforme o delegado, não levantava qualquer suspeita. “É uma região residencial, um suspeito sem antecedentes, proprietário da casa, possui carro também. Eles utilizavam o local para não chamar a atenção”, afirma.

Meia tonelada de maconha em 3 dias
Esta é uma das maiores apreensões de drogas no Estado neste ano. Na madrugada de sábado (23), uma operação da 3ª Delegacia do Departamento de Investigações do Narcotráfico (Denarc) recolheu 255 kg de maconha, distribuídos em 276 tijolos, no bairro Canudos, também em Novo Hamburgo.

Preso suspeito de assassinato que vingou namorada após discussão em rede social

23 de maio de 2016 0
Suspeito foi preso em ação da Polícia Civil em Viamão / Foto: Polícia Civil

Suspeito foi preso em ação da Polícia Civil em Viamão / Foto: Polícia Civil

*Por Vitor Rosa

A 4ª Delegacia de Homicídios de Porto Alegre prendeu em Viamão, na manhã desta segunda-feira (23), Willian Braz da Silva, de 22 anos, acusado de ter executado o jovem  Bruno de Freitas, de 21 anos, em março deste ano. Conforme a investigação, a motivação para o crime foi uma discussão que a vítima teve com a mulher do acusado na rede social Facebook. Bruno é neto do tradicionalista Gildo de Freitas.

De acordo com o delegado Rodrigo Pohlmann, após tomar conhecimento de que o jovem conversava com a companheira, o suspeito sequestrou a vítima em um carro e o vendou. O jovem foi levado até uma casa abandonada. Neste local, foi torturado e assassinado com um tiro na nuca. O corpo dele foi deixado na Estrada das Quirinas, na Lomba do Pinheiro, na zona leste da Capital. Os pertences dele foram roubados.

A Polícia Civil chegou até a prisão após análise de câmeras de monitoramento que mostram o momento do sequestro, onde estava o suspeito e outras pessoas em um Chevette e Citroen. Outros envolvidos no crime ainda não foram localizados.

O preso já era investigado pela polícia por integrar uma facção criminosa que atua na Vila São Lucas, também em Viamão. No momento da prisão, os agentes encontraram mais de R$ 2 mil reais na casa do suspeito. Os investigadores acreditam que este dinheiro seja oriundo do tráfico de drogas.

Operação policial desarticula quadrilha que roubava cofres de bancos no Rio Grande do Sul

23 de maio de 2016 0

Foto: Cid Martins / Gaúcha

Por Cid Martins

A Delegacia de Roubos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) realizou na manhã desta segunda-feira (23) uma operação para desarticular quadrilha que furtava e roubava cofres bancários no Rio Grande do Sul desde a segunda metade do ano passado, principalmente no Vale do Paranhana. Parte do grupo já havia sido presa após ser descoberto que os bandidos recebiam ajuda de cinco PMs de Parobé, que facilitavam a ação do bando e com isso, cinco bancos e uma agência dos Correios foram atacados até janeiro deste ano.

A ação de hoje contou com 20 policiais que cumpriram quatro mandados de busca e quatro de prisão preventiva em Parobé, Taquara, Sapiranga e Joinville, em Santa Catarina. Um dos presos chegou a perder parte de dois dedos quando carregava um cofre roubado e, a partir disso, a polícia começou a identificar os demais criminosos

Prisões

O delegado Joel Wagner, do Deic, diz que dois dos alvos da operação são catarinenses e já haviam sido presos em flagrante há quatro meses junto com os brigadianos em Parobé. Vilmar Anderson Luiz Baptista segue preso na Penitenciária Estadual do Jacuí, mas a companheira dele, Beatriz da Costa Paulo Vieira, foi solta após ação de janeiro e agora voltou a ser detida pela Delegacia de Roubos.

Os outros presos hoje são Fabrício de Oliveira Nasr, detento do semiaberto de Taquara, e Diego Josué Schein, que perdeu parte de dois dedos ao transportar cofre roubado na saída de um banco. A prisão dele foi em Sapiranga. Em Joinville só houve cumprimento de mandado de busca.

Roubos

O delegado João Paulo de Abreu, também do Deic, destaca que, além dos presos hoje e dos brigadianos em janeiro, a polícia trabalha para identificar mais quatro suspeitos. Eles arrombaram cofres de dois bancos e tentaram abrir cofres de outras duas agências em Parobé no segundo semestre de 2015 e parte da quadrilha foi presa em janeiro após tentativa de roubo contra outro banco e contra uma agência dos Correios. O bando sempre atuava com toucas ninja e agia fortemente armado, inclusive metralhadora.

 

Deic prende criminoso mais procurado do Estado por clonagem de veículos

23 de maio de 2016 1

Fotos: Divulgação / Polícia Civil

Por Cid Martins

Agentes da Delegacia de Repressão ao Roubo de Veículos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam em Canoas um homem de 40 anos que era o mais procurado do Estado por clonagem de veículos. A ação é uma sequência de outra que teve 17 prisões.

Os agentes começaram s buscas ainda no sábado e terminaram somente na noite de domingo (22), mas a divulgação só ocorreu na manhã desta segunda-feira (21). O criminoso agia na Grande Porto Alegre e na Zona Sul do Rio Grande do Sul.

A investigação de três meses e a ação do final de semana foram coordenadas pelos Delegados Adriano Nonnenmacher e Marco Guns. Segundo eles, a prisão foi temporária e foram apreendidos com o bandido uma Chevrolet Montana e um Citroën C3, com suspeita de adulteração, além de dezenas de apetrechos para falsificações e clonagem de carros. O clonador de automóveis nunca havia sido preso anteriormente pela Polícia Civil, apenas pela Polícia Federal em 2008, mas foi absolvido depois.

O delegado Nonnenmacher diz que o homem ainda foi irônico no momento em que foi detido.

“Ele disse: parabéns, levaram 20 anos para chegar em mim”.

O criminoso sempre agiu com extrema inteligência e cautela em suas ações, o que dificultava o trabalho policial. O homem é um especialista em clonagem, fabricação de placas, documentos veiculares e trabalha para diversas quadrilhas especializadas em roubos de veículos, de bancos e de tráfico de drogas.

Operação Aliança do Crime

Esta operação foi a primeira parte do trabalho do Deic, quando foram presos 16 criminosos responsáveis por roubos de veículos, clonagem, falsificações e estelionato. Um 17º envolvido foi detido dias depois. A ação ocorreu em toda a Região Metropolitana de Porto Alegre.

Denarc apreende 255 quilos de maconha no Vale do Sinos

21 de maio de 2016 1

Por Tiago Boff

Foto: Polícia Civil

Foto: Tiago Boff / Rádio Gaúcha

Uma operação da 3ª Delegacia do Departamento de Investigações do Narcotráfico (Denarc) fez uma das maiores apreensões de droga no ano no Rio Grande do Sul. 255 kg de maconha, distribuídos em 276 tijolos.

Cinco pessoas foram presas, três gaúchos e dois paranaenses, na madrugada deste sábado (21), no bairro Canudos, em Novo Hamburgo. As detenções foram efetuadas quando os agentes interceptaram um veículo Celta, após descarregar a droga.

De acordo com o diretor de Investigações do Denarc, delegado Mário Souza, o embalo da maconha mostra que a quadrilha é profissional. O método evita que a maconha seja farejada por cães da polícia: “uma droga de qualidade, uma droga nova, embalado com um métido que eu nunca havia visto. Tipo plástico de gasolina, utilizado para transportar combustível”.

A maconha seria distribuída em toda a região e pertencia a uma quadrilha interestadual. A origem é Cascavel, no Paraná. Por foi batizada de “Operação Cobra”, como explica o coordenador da ação, delegado Rafael Pereira: “descobrimos elo de ligação de traficantes do vale do sinos com traficantes do Paraná e criaram uma rede de abastecimento de maconha. Uma das maiores que trazia esse tipo de droga para o Estado. E conseguimos capturar todos os envolvidos no momento em que foi descarregado na residência”. Foram quatro meses investigando o bando.

O prejuízo estimado para os criminosos é de R$ 300 mil. Pelos traficantes no RS, ela seria vendida por aproximadamente R$ 2,5 milhões.

Na noite de sexta-feira, a 2ª Delegacia do Denarc realizou outra ação no Vale do Sinos e localizou 22 quilos de maconha.

Veja vídeo:

Réus são condenados a 27 anos de prisão pela morte do ex-secretário de saúde Eliseu Santos

21 de maio de 2016 0

Por Eduardo Cardozo

Os réus do Caso Eliseu Santos foram condenados a 27 anos e 10 meses pela morte do ex-secretário de saúde de Porto Alegre, Eliseu Santos, morto em fevereiro de 2010.

Depois de mais de 39 horas do início do julgamento, o júri considerou que os réus Eliseu Pompeo Gomes, 28 anos, e Fernando Junior Treib Krol, 27 anos, são culpados pela morte de Eliseu Santos.

O crime começou a ser julgado na manhã de quinta-feira (19) e foi encerrado na madrugada deste sábado (21), quando o juiz André Vorraber Costa, da 1ª Vara do Júri na Capital, sentenciou que ambos cometeram homicídio qualificado com agravante de ser cometido contra pessoa maior de 60 anos, adulteração de sinal, receptação e formação de bando armado.  Ambos terão de cumprir 27 anos e 10 meses de prisão em regime fechado. Os dois ainda foram condenados a um ano de detenção em  regime aberto por fraude processual. Krol teve ainda a prisão preventiva decretada. As duas partem tem cinco dias para recorrer da decisão.

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O julgamento

O Júri de dois réus do assassinato do ex-secretário de saúde, Eliseu Santos, começou na noite de quinta-feira (19).

Foi acolhida pelo corpo de jurados a tese do Ministério Público de que Gomes e Krol integram uma quadrilha de assaltantes contratada pelos donos da empresa Reação para executar Santos. Os promotores afirmaram que a morte foi encomendada, uma vez que o ex-secretário denunciara um esquema de corrupção na pasta que envolvia a empresa responsável pela vigilância em postos de saúde — a vítima teria entregue documentos no Fórum do bairro Sarandi no dia da sua morte. Pelo menos R$ 15 mil teriam sido entregues a Eliseu Gomes. Ligações telefônicas entre os dois acusados no dia do homicídio reforçariam a hipótese. Os réus negaram as acusações.

Eles foram ouvidos pela manhã, e Gomes disse que roubava pneus na Rua Hoffmann no momento em que houve o tiroteio que vitimou o ex-secretário e que também foi baleado. Por isso, segundo o réu, a perícia encontrou o seu sangue no local do crime. Krol negou que estivesse na cena e afirmou que o ferimento de arma de fogo que sofreu à época ocorreu dias depois, durante uma briga em uma festa.

O acusado Eliseu Gomes, que teria atirado na vítima, negou o crime e disse que esteva no momento do fato para furtar pneus. Ele ressaltou que viu o tiroteio e que foi ferido em um dos tornozelos. Por isso que havia sangue dele no local. Retomado na manhã desta sexta-feira, o julgamento reservou surpresa até mesmo para a defesa de um dos réus. Após o intervalo para o almoço, Krol não retomou ao julgamento. A mãe dele esteve no local e disse que ele iria se ausentar para uma consulta médica, pois não estava se sentido bem. Após cinco horas de debates entre defesa e acusação, o julgamento passou à fase de réplica e tréplica.

Relembre o caso

O crime aconteceu na noite do dia 26 de fevereiro de 2010, na Rua Hoffmann, no bairro Floresta, zona norte da Capital. Eliseu estava acompanhado da mulher e da filha quando foi atingido por dois tiros. Segundo a investigação, os três foram atacados por Krol e por Eliseu Gomes, sendo esse último o responsável pelos disparos. Gomes também foi condenado no ano passado a 49 anos de prisão por outros crimes: tentativa de homicídio contra dois PMs e por roubos em São Leopoldo.

Julgamento de acusados da morte do ex-secretário da Saúde da capital já dura mais de 17 horas

20 de maio de 2016 0
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Foto: Maria Eduarda Fortuna / Rádio Gaúcha

Por Eduardo Cardozo e Maria Eduarda Fortuna

O julgamento da morte do ex-secretário de saúde, Eliseu Santos, passa de 20 horas. O júri foi retomado na manhã desta sexta-feira (20). Os réus foram os primeiros a serem ouvidos.

O promotor Eugênio Amorim disse que a investigação policial denúncias de ilegalidades envolvendo a Reação, que fazia segurança em posto de saúde de Porto Alegre. A promotoria também considera que a versão de que foi um roubo não é confirmada por nenhuma prova.

A defesa de Eliseu Gomes não nega que o réu esteve no local no dia do crime, mas afirma que ele estava roubando pneus na região. A defesa de Fernando Krol afirmou que o réu estava em Sapucaia do Sul no momento que o ex-secretário da saúde foi morto.

Após o intervalo para o almoço, Krol não retomou ao julgamento. A mãe dele esteve no local e disse que ele iria se ausentar para uma consulta médica, pois não estava se sentido bem. A defesa se disse surpresa com a ausência do réu.

Após cinco horas de debates entre defesa e acusação, o julgamento agora está na fase de réplica e tréplica. Depois disso, os jurados vão para uma sala secreta onde terão duas horas para analisar as alegações e tomar uma decisão.

A previsão é que o julgamento se estenda até o final da noite.