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Operação Retomada da BM prende oito pessoas em Campo Bom, no Vale do Sinos

24 de abril de 2014 0

* Por Lucas Abati

Oito pessoas foram presas desde o início noite de quarta-feira (24), em Campo Bom, na Operação Retomada da Brigada Militar (BM). Segundo o comandante do Comando Regional do Vale do Sinos, tenente-coronel Marques, a operação começa com a Agência Regional de Inteligência apontando os pontos de narcotráfico na região.

Policiais militares saindo para a Operação. Crédito: Brigada Militar/Divulgação

Policiais militares saindo para a Operação. Crédito: Brigada Militar/Divulgação

A operação prendeu por tráfico de drogas Francieli Gonçalves Pereira, de 22 anos, e Renan Felipe Pereira, de 26 anos, com 7,5 gramas de maconha, 16 gramas de cocaína e 16 gramas de crack. Vanderlei de Vargas, 33 anos, também foi encontrado com 100 gramas de crack e uma moto roubada. Pedro Marli de Souza Pohlmvann, 48 anos, foi preso com 53 pedras de crack.

Ainda houve a prisão de dois foragidos. Éverton Josué de Oliveira, de 27 anos, e Alessandro Barboza, que estava com uma balança de precisão, foram recapturados. Alex Cavalheiro de Fagundes, 23 anos, foi preso com um revólver calibre 38.

 A operação

A Operação Retomada é contínua e iniciou neste ano com a ativação do Comando de Operações Especiais no Vale do Sinos. De acordo com o tenente-coronel Marques, a facção criminosa “Os Manos” tem uma grande concentração no Vale do Sinos. O principal objetivo da operação é derrubar pontos de tráfico em Novo Hamburgo e São Leopoldo, para evitar o abastecimento de outras 14 cidades da região.

Condenado por latrocínio é preso em desmanche de veículos em Caxias do Sul

23 de abril de 2014 0

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Havia duas noites que agentes da Delegacia de Furtos, Roubos, Entorpecentes e Capturas tentavam encontrar o rastro Alexandre César Rosa Teixeira, 31 anos. Condenado a 27 anos de prisão por roubo com morte, o criminoso, segundo as investigações, estava furtando e desmanchando veículos.

Nesta manhã, policiais encontraram o esconderijo do foragido da Justiça. Ele estava em casa em São Giácomo da 9ª Légua, na zona rural. Outro homem também foi detido na propriedade e levado à delegacia para ser autuado. Policias apreenderam um Ômega que estava sendo desmanchado, um Ka com mandado de busca e apreensão e peças de veículos.

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De acordo com o delegado Mário Mombach, titular da Defrec, os agentes já haviam prendido dias antes um irmão de Alexandre, também envolvido com o furto e roubo de veículos. Mas o condenado por latrocínio havia escapado.

Alexandre está condenado pelo latrocínio do estudante Diego Folchini, 25 anos, morto em julho do ano passado. Gilberto da Rosa Neto, 36, Jéferson da Silva, 22, Vanderlei Marcos Guilherme da Fonseca, 36, haviam sido julgados anteriormente e sentenciado a penas que variam de 22 anos a 27 anos de prisão.

Diego foi morto depois da quadrilha invadir a casa de sua família localizada na Rua Eleutério Roncada, no bairro Floresta. O estudante foi atingido com um tiro quando estava utilizando um computador. O jovem estava com fones de ouvido e não teria escutado a ordem dos bandidos para se render.

 

Farmácia é interditada por vender medicamentos vencidos e sem receita no Centro de Porto Alegre

23 de abril de 2014 7

* Colaboração Débora Cadermatori

Em uma operação realizada hoje, a farmácia Capilé, localizada na rua dos Andradas, no Centro de Porto Alegre, foi interditada por vender medicamentos vencidos. De acordo com o delegado Fernando Soares, da Delegacia do Consumidor, a investigação começou através de denúncias e hoje foi possível comprovar o fato. Segundo ele, também havia remédios controlados sendo vendidos sem receita médica e outros que eram manipulados com produtos vencidos, alguns inclusive feitos na semana passada. A gerente do local foi presa e o proprietário está sendo procurado pela Polícia. O estabelecimento não tinha farmacêutico e o alvará sanitário estava vencido. O advogado do proprietário já procurou a delegacia e prometeu apresentar o cliente amanhã à polícia

Remédios e produtos vencidos foram apreendidos em farmácia na rua dos Andradas / Foto: Polícia Civil

Remédios e produtos vencidos foram apreendidos em farmácia na rua dos Andradas / Foto: Polícia Civil

Apreensão

Soares destaca que grande quantidade de produtos e remédios está sendo apreendida. O material foi produzido de forma irregular ou está vencido.

“Muitos deles estavam à venda nas prateleiras e outros manipulados estavam em uma caixa para serem entregues entre hoje e amanhã na residência de consumidores “, ressalta o delegado Soares.

Os produtos são impróprios para consumo, não respeitando a legislação das relações de consumo e da saúde pública.

Farmacêutico

O delegado Soares diz ainda que o local estava sem farmacêutico responsável desde o mês de fevereiro deste ano. Além deste problema, a Polícia quer saber quem estava manipulando de forma irregular os medicamentos. Segundo o Procon do município, o alvará sanitário estava vencido há um mês.

A ação foi desencadeada hoje pela Delegacia do Consumidor da Polícia Civil, Procon, Vigilância Sanitária de Porto Aelgre e Conselho Regional de Farmácia.

 

Operação Cova Rasa: três integrantes de grupo de extermínio serão julgados em Canoas

22 de abril de 2014 0

A Justiça de Canoas vai julgar na próxima quinta-feira (24/04) três integrantes de um grupo de extermínio desarticulado durante a Operação Cova Rasa em junho de 2009. Lauri Sávio Cunha, Paulo Ricardo dos Santos e Vagner Peres Vicente serão julgados pelo júri popular na 1ª Vara Criminal do Foro do município. Conforme denúncia do Ministério Público, eles são acusados da morte de Darlan Dorneles Soares, 35 anos.

Assassinato

Segundo as investigações, o assassinato ocorreu dois anos antes do grupo ser desarticulado. Em agosto de 2007, atendendo ordens que seriam de Lauri Sávio Cunha, Paulo Ricardo dos Santos e Vagner Peres Vicente invadiram a residência da vítima para cometer o crime. A motivação envolve uma discussão da família de Darlan com o mandante do homicídio.

Grupo de extermínio teve 69 integrantes presos em 2009 / Foto: Agência RBS

Grupo de extermínio teve 69 integrantes presos em 2009 / Foto: Agência RBS

Cova Rasa

Os réus fazem parte da lista de 23 denunciados pela Operação Cova Rasa, que investigou homicídios ligados ao tráfico de drogas e que foram encomendados de dentro de presídios. O grupo de extermínio teve 69 integrantes presos em 2009. Eles estariam envolvidos em 150 assassinatos na Região Metropolitana de Porto Alegre e recebiam ordens de dentro das cadeias.

Saiba mais:

Grupo de extermínio de Canoas foi investigado durante cinco meses pela Polícia Civil.

Operação Cova Rasa: Perícia atrasa novo Júri de acusado de integrar grupo de extermínio.

 

 

Após desarticular facção criminosa, MP pede fiscalização em bares na frente do Presídio Central

22 de abril de 2014 0

Na manhã desta terça-feira (22/04), o Ministério Público (MP) e a Brigada Militar realizaram uma operação em dez cidades do estado para desarticular a facção criminosaOs Manos“. Depois disso, o promotor Ricardo Herbstrith prepara a denúncia e vai seguir investigando o restante da quadrilha que movimenta por mês R$ 280 mil, conforme foi comprovado inclusive por meio de escutas telefônicas. No entanto, ele também vai tentar o sequestro dos bens adquiridos com os crimes e solicitou à prefeitura uma fiscalização nos bares que ficam na frente do Presídio Central.

Durante toda a investigação e também hoje, armas, drogas e dinheiro foram apreendidos / Foto: MP

Durante toda a investigação e também hoje, armas, drogas e dinheiro foram apreendidos / Foto: MP

Na ação realizada hoje na Grande Porto Aelgre, dez pessoas foram presas e cinco apenados que comandavam o esquema de dentro das cadeias serão encaminhados para um Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). Durante a investigação, outros oito suspeitos foram presos e uma adolescente de 13 anos foi apreendida. Em todo o processo, drogas, dinheiro e armas, como um fuzil, foram apreendidos.

Bares

Em relação aos bares na frente do Presídio Central,  Herbstrith destaca que são oito. Segundo ele, o alvará mais recente destes estabelecimentos tem data de fevereiro do ano passado. Devido a isso e a questões apuradas na investigação, ele solicitou à prefeitura uma fiscalização nestes pontos.

Foi apurado que os bares estão envolvidos em extorsões a familiares de presos. O promotor entende que os estabelecimentos funcionam como agências bancárias para os líderes da facção.

“Como não pode ingressar grande quantia de dinheiro no Central, quem não faz parte da facção, paga para ter segurança. As visitas entregam o dinheiro nos bares, na frente do presídio e recebem um comprovante, que é entregue ao preso. Este, entrega para líder da facção que repassa para uma visita de confiança. Esta sai e literalmente saca o dinheiro no bar”, diz Herbstrith.

O promotor Herbstrith diz que os donos dos bares ganham pequeno percentual nessa transação e ganham mais ainda no movimento que acaba ocorrendo. Na operação deflagrada hoje, foi apreendido dinheiro no local, cerca de  R$ 34 mil e alguns recibos.

* Ouça entrevista do promotor Ricardo Herbstrith sobre a ação destes bares no esquema para financiar a facção criminosa:

Escutas revelam que quadrilha movimentava R$ 280 mil por mês de dentro de presídios

22 de abril de 2014 0

Após realizar na manhã desta terça-feira (22/04) junto com a Brigada Militar uma operação em dez cidades para desarticular uma das maiores facções criminosas do Sul do Brasil, o Ministério Público (MP) revelou escutas telefônicas que comprovam como esta quadrilha agia de dentro das cadeias gaúchas. De acordo com o promotor Ricardo Herbstrith, somente uma parte do grupo “Os Manos” movimentava por semana R$ 70 mil com tráfico de drogas, roubo e clonagem de veículos, extorsões, entre outros crimes.

Familiares ou amigos de presos depositavam dinheiro em caixa de correio para a facção criminosa / Foto: MP

Familiares ou amigos de presos depositavam dinheiro em caixa de correio para a facção criminosa / Foto: MP

Hoje foram presas dez pessoas, duas eram mulheres que estavam visitando apenados no Presídio Central, e cinco presos foram encaminhados para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). Quatro hoje pelo MP e outro há cerca de dez dias após operação da Polícia Federal sobre crime envolvendo a mesma facção na Região Metropolitana de Porto Alegre. Em um ano de investigação da promotoria, outros oito traficantes foram detidos e uma adolescente de 13 anos apreendida.

Investigação

Herbstrith destaca que os líderes do grupo também cobravam de familiares de integrantes ações como homicídios, auxílio no tráfico de drogas e depósitos bancários. A investigação vai continuar para apurar o valor total que o grupo movimentava com os crimes em geral, incluindo lavagem de dinheiro com compra de imóvies e carros de luxo. Somente no Presídio Central, a facção criminosa tem cerca de 400 integrantes.

Herbstrith ainda destaca que as mulheres dos líderes da facção tinham prioridade durante as visitas, enquanto crianças, idosos e demais tinham que esperar por elas.

“Enquanto não mudar esta estrutura prisional, mesmo com a operação de hoje, que é importante, estaremos enxugando gelo”, disse o promotor criminal.

Flagrante de entrega de fuzil para integrantes da facção "Os Manos" / Foto: MP

Flagrante de entrega de fuzil para integrantes da facção “Os Manos” / Foto: MP

Escutas Telefônicas

As gravações telefônicas foram feitas pelo MP com autorização judicial e envolvem apenados encomendando crimes e movimentando valores financeiros com integrantes da facção “Os Manos” que estavam nas ruas.

* Escuta telefônica revela negociação de dentro do presídio sobre peças de carros roubados:

 

* Gravação mostra apenado encomendado execução:

 

* Preso fala com integrante da facção, que está na rua, sobre fuzil e veículo:

 

* Familiares de presos depositam dinheiro para facção criminosa:

 

* Veja o vídeo sobre a operação realizada na manhã de hoje e com a entrevista concedida pelo promotor Ricardo Herbstrith:

 

 

Operação do MP desarticula facção criminosa comandada por presidiários da Grande Porto Alegre

22 de abril de 2014 3
Fuzil apreendido durante as investigações (Foto: Marjuliê Martini / MPRS)

Fuzil apreendido durante as investigações (Foto: Marjuliê Martini / MPRS)

Na manhã desta terça-feira (22 de abril), o Ministério Público (MP), junto com a Brigada Militar, realizou uma operação para desarticular uma das maiores facções criminosas do Sul do Brasil comandada por presidiários da Grande Porto Alegre. Foram cumpridos 17 mandados de prisão e 7 de busca e apreensão. O promotor Ricardo Herbstrith destaca que o principal alvo é a quadrilha “Os Manos“, responsável por tráfico de drogas, roubos e homicídios, além de ter lideranças nas 2ª e 3ª galerias do pavilhão B do Presídio Central de Porto Alegre. Cerca de 400 apenados no local integram este grupo.

Operação Praefectus

A Promotoria Criminal está combatendo o tráfico de drogas, extorsão, ameaças, lavagem de dinheiro, receptação, furto e roubo de carros, sequestros e homicídios comandados de dentro das cadeias. Foram presos lideranças da facção, suspeitos que atuam nas ruas sob ordem dos apenados e também as companheiras dos envolvidos. Dos 17 mandados de prisão, 5 são de integrantes da quadrilha que já estão detidos. Neste caso, eles serão encaminhados para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). A ação ocorre em 10 cidades como Porto Alegre, Portão, Novo Hamburgo, Sapucaia do Sul, Esteio, Alvorada, Canoas, entre outras.

“Durante a investigação, descobrimos que houve dois homicídios e outras duas tentativas comandadas por estes presos”, ressalta Herbstrith.

Presídio Central

De acordo com Herbstrith, os PMs do Presídio Central controlam os corredores e os presos as galerias.  Eles tem divisões denominadas de plantão, prefeito, representante ou chefe da galeria, que exerce a função de líder. Este também é responsável pelo controle dos conflitos entre os apenados, impõe regras e faz reivindicações. Quem controla uma galeria também domina uma região fora do Central, principalmente fornecendo drogas.

Os cerca de 400 integrantes da facção contribuem com depósitos bancários, fornecimento de cartões telefônicos, uso da cantina do presídio e exploração do tráfico de drogas no interior da cadeia. O MP também identificou que ocorre uma facilitação das visitas de companheiras de apenados que comandam as galerias.

Investigação

Durante as investigações, foram presos oito suspeitos por tráfico de drogas e apreendida uma adolescente de 13 anos. Também foram apreendidos 40 quilos de maconha e 11 quilos de cocaína. Foi também preso em flagrante um indivíduo com um fuzil AR-15 comercializado por um apenado. Também foram recuperados três carros de luxo roubados e clonados, tudo sob ordens dos líderes da facção “Os Manos”.

Os Manos

A facção já foi comandada por Dilonei Melera, assassinado em 2005 em uma estrada entre Ivoti e Dois Irmãos e responsável pela maior fuga do Presídio Central de Porto Alegre em 1994.

Maradona

O grupo também teve outro suspeito no comando, Márcio Duarte da Silva, o Maradona. Ele, inclusive, foi investigado pelo assassinato de Melara. Conectado praticamente 24 horas por dia, em 2011, ele comandava os crimes de dentro da Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (PASC) pelo celular. Depois de uma ação do Ministério Público, há três anos, ele chegou a ser encaminhado para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná, mas voltou para a PASC. Segundo investigação da Polícia Civil, com o retorno dele, as ações do grupo “Os Manos” se intensificaram, principalmente no Vale do Sinos. Maradona também é apontado por dar proteção a internos da Fundação de Atendimento Socioeducativo (FASE) com o objetivo de apostar em futuros integrantes para a quadrilha. Além disso, teria  mantido ligações com facções conhecidas de outros estados, como o PCC de São Paulo e o Comando Vermelho do Rio de Janeiro.

Saiba mais:

Polícia apreende 70 quil0s de maconha e prende quatro traficantes no Vale do Sinos.

Sob forte esquema de segurança, traficante Maradona é ouvido no Foro de Novo Hamburgo.

Escutas telefônicas revelam como agia líder da maior facção criminosa dos presídios gaúchos.

Operação em 2011 desarticula quadrilha “Os Manos”, suspeita de tráfico de drogas e homicídios no Vale do Sinos.

 

 

Três anos depois, Justiça pede nova perícia em projétil e arma usados no assassinato de jovem boxeador em Osório

21 de abril de 2014 0

A Justiça de Osório está pedindo nova perícia no projétil e na arma usados no assassinato do jovem boxeador Tairone da Silva, ocorrido em março de 2011. Na época, ele tinha 17 anos e era considerado uma promessa nacional do esporte, já que era Bi-Campeão gaúcho, campeão brasileiro e Sul-Americano. O ex-PM Alexandre Camargo Abe foi apontado como autor do crime e o motivo seria uma rixa entre eles. Segundo a denúncia da Promotoria, Abe teria suposto ciúme do sucesso da vítima. O pedido de nova análise pericial será feito após dúvidas em outra análise realizada quando houve a exumação do corpo, ocorrida no início do ano passado. A Justiça busca novas provas e pretende marcar em breve o julgamento.

Boxeador de 17 anos foi morto por ex-PM em março de 2011 / Foto: André Feltes

Boxeador de 17 anos foi morto por ex-PM em março de 2011 / Foto: André Feltes

Provas

Tanto a exumação, quanto as perícias posteriores, buscam novas provas e a confirmação de outras obtidas anteriormente. No início deste mês, iria ocorrer nova audiência, mas foi cancelada pela Justiça. O objetivo agora é aguardar o novo resultado pericial, ouvir as testemunhas que faltam, incluindo o perito responsável, e marcar o julgamento. O ex-PM Alexandre Abe está solto desde o início de 2013. A família da vítima só aguarda que este caso se encerre o mais rápido possível. Além do crime, parentes afirmam que a mãe do jovem sofreu muito com a notícia envolvendo a exumação do corpo e agora com a demora para marcar o julgamento. A Justiça informa que o processo está dentro dos prazos normais. O réu responde por homicídio duplamente qualificado.

Saiba mais:

Justiça solta ex-PM acusado de matar jovem boxeador em Osório, no Litoral Norte.

Perícia realiza exumação do corpo de jovem boxeador morto em Osório.

Peritos vão a Osório, mas exumação do corpo de boxeador morto em 2011 não é realizada.

MP denuncia policial militar acusado de matar boxeador de 17 anos em Osório.

Promessa do boxe gaúcho é  morto por policial no Litoral Norte.

Acusado de tentativa de assassinato é denunciado por homicídio qualificado em Caxias

18 de abril de 2014 0

Menos de 15 dias depois de ser denunciado por uma tentativa de assassinato motivada por uma dívida de R$ 1 mil em drogas, Micael Noel Nascimento da Silva, o Mica, 23, anos foi responsabilizado por um homicídio que teve como estopim uma negociação envolvendo drogas.

De acordo com a denúncia da promotora de Justiça Sílvia Regina Becker Pinto, na tarde de 17 de fevereiro passado, Mica estava no Bar do Cem, no bairro Santa Fé, de propriedade de Alceu José Vieira, o Cem, 40. Ali, ele encontrou Edson Isac de Lima dos Santos, 25, e começou a discutir com o rapaz. O tema da briga era um notebook comprado por Mica de um tio de Edson. Segundo o apurado pela Delegacia de Homicídios e Desaparecidos, Mica reclamava que o computador estava com defeito e Edson se defendia dizendo que a droga dada por Mica como pagamento pelo equipamento era de péssima qualidade.

Depois de alguns minutos de discussão, Mica deixou o bar e foi até a casa de Cem, no segundo pavimento do mesmo prédio, se armou e retornou ao estabelecimento e, sem dizer uma só palavra, atirou contra Edson. Após o assassinato, ele fugiu em um Vectra. Mica e Cem foram denunciados pelo assassinato. Ambos estão presos por outros crimes.

Mica também está denunciado pela tentativa de homicídio contra Oseias Silva de Paula. Conforme a investigação policial e a denúncia do MP, Oseias devia R$ 1 mil para Mica em uma transação envolvendo drogas. Mica perseguiu de carro e baleou Oseias. Ele foi socorrido e levado ao hospital.

Depois de anular condenação, Justiça volta a interrogar dupla acusada de balear médica em Porto Alegre

18 de abril de 2014 0

No mês passado, o Tribunal de Justiça (TJ) divulgou que foi anulada a condenação de dois réus pela tentativa de latrocínio contra a médica Simone Napoleão, há um ano e meio, próximo à Redenção, em Porto Alegre. Na época, os motivos foram falta de prazo para apresentação de defesa, de produção de laudo sobre a gravidade da lesão, bem como de perícia da trajetória do projétil ou de balística. Depois disso, a 8ª Vara Criminal do Foro Central decidiu por interrogar novamente a dupla suspeita. A audiência foi marcada para o dia 12 de maio.

O juiz Sandro Luz Portal, que indeferiu a reinquirição de todas as testemunhas, entende que há necessidade de ouvir mais uma vez José Lucas Peixoto Mesquita e Eduardo Paulon Madruga. O objetivo é definir quais as repercussões jurídicas e penais sobre a conduta deles. Mesmo anulando a condenação de 10 anos de prisão, o TJ manteve a dupla presa.

Tentativa de latrocínio

No dia 2 de outubro de 2012, a médica foi baleada em uma das mãos e no quadril. Um dia depois os suspeitos foram presos, mas soltos no terceiro dia pelo fato de que não havia sido formalizado o flagrante. Sete dias depois do crime, após fim do período eleitoral, foram presos. Após isso, oito dias depois de ser baleada, a médica recebeu alta do hospital. A dupla suspeita pretendia roubar o carro da vítima, na José Bonifácio, e só atirou porque Simone pediu para que não levassem os cães que estavam junto. Mesmo dia em que os suspeitos foram denunciados pelo Ministério Público e 13 dias depois do fato, a Justiça aceitou a denúncia.

Tentativa de assalto aconteceu na Avenida José Bonifácio, próximo à esquina com a Rua Santana Foto: Jean Schwarz / Agencia RBS

Tentativa de assalto aconteceu na Avenida José Bonifácio, próximo à esquina com a Rua Santana Foto: Jean Schwarz / Agencia RBS

Saiba mais:

Anulada decisão que condenou dupla por tentativa de latrocínio contra médica em Porto Alegre.

Assaltantes que balearam médica em Porto Alegre são condenados a 10 anos de prisão.

Ministério Público denunciou José Lucas Peixoto Mesquita e Eduardo Paulon Madruga por tentativa de latrocínio.

Presos suspeitos de assaltar e balear médica em Porto Alegre.

Médica é baleada em tentativa de assalto em frente à Redenção, em Porto Alegre.