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Assaltante que ostentava dinheiro após roubos na Capital é solto por causa do período eleitoral

24 de outubro de 2014 1

O 9º Batalhão da Brigada Militar (BM) prendeu no final da madrugada desta sexta-feira (24) no Centro da Capital um integrante da quadrilha identificada por ostentar dinheiro, além de desafiar a polícia na Internet após diversos roubos na cidade. O major Francisco Vieira diz que Luiz Felipe Viegas, 20 anos, era procurado para dar esclarecimentos sobre a ligação dele com o grupo desarticulado em agosto na chamada “Operação Ostentação”. Segundo ele, o suspeito foi detido e acabou sendo solto pelo fato de que a lei eleitoral só permite prisões em flagrante ou de foragidos neste período.

Vieira explica que, apesar de Viegas ter um mandado de prisão contra ele, a diferença é que esta medida é para buscar informações sobre o envolvimento dele com roubos.

“Se fosse foragido, já haveria uma investigação prévia e uma condenação judicial. No caso referido, o suspeito tem mandado de prisão para dar esclarecimentos, uma medida cautelar”, relata Vieira.

Foto: Reprodução Sistema Integrado de Segurança

Foto: Reprodução Sistema Integrado de Segurança

Viegas tem 25 antecedentes criminais por roubos, 19 envolvendo veículos. Ele não estava entre os 23 presos em agosto pela polícia, incluindo o líder da quadrilha que foi detido em Santa Catarina. No entanto, estava sendo procurado para depoimento e esclarecer suspeita de ter ligação com o grupo. Em outro caso na área do 9º Batalhão, outro suspeito com mandado de prisão foi detido, mas não em flagrante. Mesmo com a apreensão de materiais que ele, em tese, havia furtado no Centro de Porto Alegre, acabou sendo solto devido ao período eleitoral que permite prisões em geral somente na próxima quarta-feira.

Saiba mais:

Preso em Florianópolis líder da quadrilha desarticulada na Operação Ostentação.

Custódia de presos em hospital de Porto Alegre gera polêmica entre agentes por tirar policiais das ruas

22 de outubro de 2014 2

Em uma época que se continua falando na defasagem do efetivo da segurança pública do Rio Grande do Sul, agentes reclamam que a custódia de presos no Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre tira policiais das ruas. O caso está gerando polêmica pelo fato de que brigadianos e policiais civis afirmam que esta tarefa, que envolve também o transporte, deveria ser cumprida pela Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe).

A situação se repete na Região Metropolitana e, em alguns casos, os presos ficam por quase um mês em tratamento médico em hospital. No caso da Brigada Militar (BM), já houve casos de oito PMs de um só vez em custódias em três hospitais da região. Na Capital, a média é de três policiais por dia cuidando de presos. Já no caso da Polícia Civil, média de dois agentes por plantão.

Custódias

A reportagem acompanhou desde o final de setembro, por um mês, alguns casos envolvendo PMs da Região Metropolitana e policiais do Grupamento de Operações Especiais (GOE) da Polícia. Este último, em média, perde dois policiais por dia de cada cinco que ficam de plantão quando ocorre uma custódia. O GOE é responsável pelo apoio tático em operações policiais, transporte e por cuidar de agentes presos. Já houve vários momentos neste ano em que três presos necessitaram de acompanhamento, o que tirou quatro policiais das ruas e isso por que foi feito um revezamento entre eles mesmos com o objetivo de não se tirar mais agentes do plantão normal do Grupamento.

“Quando transportamos presos, que é uma tarefa corriqueira nossa, aumenta o risco de fuga por que temos que diminuir o número de policiais para deixar agentes cuidando dos presos em tratamento”, diz um agente.

Policiais civis e PMs deixam de fazer policiamento para cuidar de presos no HPS / Foto: Cid Martins

Policiais civis e PMs deixam de fazer policiamento para cuidar de presos no HPS / Foto: Cid Martins

Em relação à BM, PMs de uma cidade da Região Metropolitana ficaram neste mês 13 dias com um preso, em média, um por turno. Ou seja, quatro foram envolvidos, bem como o uso de viatura oficial para deslocamentos, e os mesmos ficaram por um turno fora do policiamento nas ruas para depois fazer patrulhamento em outro turno. Segundo um oficial, acúmulo de função e trabalho dobrado com carga horária extra em um mesmo dia. O fato envolve todos os batalhões da região todos os dias.

“É um desvio de função. Nós prendemos e, caso o suspeito fique ferido, ficamos com ele até ter alta do HPS. Por isso, em alguns casos, nem levamos para lá, o que põe em risco a própria saúde dele. Daí vamos até o Conceição (hospital) por que lá a Susepe faz custódia”, relata um PM da Capital.

Em Porto Alegre, um oficial do Comando do Policiamento da Capital destaca que todos os dias, em média, três PMs são deslocados por dia para fazer custódia. O mesmo oficial destaca que, de certa forma, prejudica o policiamento em relação ao efetivo nas ruas, mas pior ainda, aumenta o trabalho do brigadiano, causa descontentamento e desvio de função. O 1º e 9º Batalhões são os mais prejudicados por ficarem na área do HPS.

Defasagem

De acordo com a Associação de Praças da Brigada Militar (BM), Abamf, hoje seriam necessários 36 mil brigadianos no estado e há cerca de 24 mil. Dentro deste contexto, o presidente da entidade, Leonel Lucas, diz que é contra essa função que não deve ser realizada por um policial. Ele aguarda estudo jurídico para ingressar na Justiça com uma provável ação de inconstitucionalidade.

“Nós nos manifestamos contra. Um brigadiano tem que prender gente e não ser babá de vagabundo”, afirma Lucas.

Nota oficial

Em um documento interno da Polícia Civil, com data de 23 de setembro, a própria chefia entendeu que a custódia em hospital não é atribuição da entidade. No entanto, ainda não houve mudanças. Entre agosto e setembro, o GOE, por exemplo, chegou a fazer duas custódias ao mesmo tempo e quando uma terminou, no mesmo dia outra equipe teve que se revezar para acompanhar outro detido no HPS. Desde agosto de 2013, a instituição solicita à Secretaria de Segurança uma solução para o caso.

Susepe

O superintende adjunto da Susepe, Irineu Koch, diz que a custódia não é feita no HPS por um simples fato: falta de efetivo. A prioridade é acompanhar presos onde já se tem estrutura própria da Superintendência, como no Hospital Conceição, Cristo Redentor e Vila Nova, zona sul da Capital, onde tem uma ala inteira disponível.

“Na medida do possível, até fizemos custódia no HPS, mas desde que não prejudique o atendimento nos outros locais e quando tem agente disponível”, ressalta Koch.

Ele destaca que também são feitos acordos para que os presos sejam levados para o Conceição e Cristo, quando é possível e sem colocar em risco a saúde do paciente. Koch espera começar a resolver este impasse a partir de novembro deste ano, quando devem assumir 602 novos agentes no estado. O objetivo é suprir as maiores necessidades, como a custódia no principal hospital de pronto socorro de Porto Alegre.

Operação do Ministério Público de Santa Catarina prendeu 16 pessoas por adulteração no leite

20 de outubro de 2014 0

* Por Eduardo Matos

Ministério Público SC / divulgação

Leite apreendido no oeste catarinense para análise / Foto: Divulgação MP/SC

Dezesseis pessoas foram presas na operação de combate à fraude no leite em Santa Catarina. Houve apreensão de diversos materiais utilizados para adulterar o produto nas empresas investigadas e na casa de funcionários, como soda cáustica, água oxigenada e citrato de sódio (este é uma espécie de conservante), que foi encontrado dentro da máquina de lavar roupas na casa de um dos detidos.

Além dessas substâncias, o leite in natura recebia também água. As prisões ocorreram em Santa Catarina, Paraná e no Rio Grande do Sul. No Estado gaúcho, foi preso em Frederico Westphalen um dos sócios da empresa catarinense Cordilat e responsável pelo posto de resfriamento de Iraí, Eroni Aschidamini. O promotor de justiça de Santa Catarina Guilherme André Zattar relata a diferença dessa fraude para as anteriores no estado vizinho.

“Essa fraude começava no produtor, passava pelo transportador, pelo posto de resfriamento e chegava na indústria”, conta o promotor.

A operação contou com apoio de promotores de justiça do Rio Grande do Sul. Entre os presos, também está o suplente de deputado estadual de Santa Catarina Daniel Tozzo, do PSD, que é fundador da Laticínios Cordilat. A fraude foi constatada através de laudos do Ministério da Agricultura e acompanhamento policial, como conta o promotor. A Cordilat vendia o leite adulterado para outras empresas, que produziam derivados, como queijo.

Os promotores aguardam o resultado de um rastreamento feito pelo Ministério da Agricultura para confirmar para onde os produtos eram vendidos. O que já se sabe, é que o leite e seus derivados fraudados eram comercializados em Santa Catarina, Paraná e São Paulo. A Rádio Gaúcha tenta falar com os representantes da Laticínios Cordilat.

Saiba mais:

Empresário é preso no norte do RS em nova fraude do leite em Santa Catarina.

Empresário é preso no norte do RS em nova fraude do leite em Santa Catarina

20 de outubro de 2014 5

O Ministério Público (MP) de Santa Catarina deflagrou na manhã desta segunda-feira (20) nova operação sobre leite adulterado e uma das buscas foi realizada no norte gaúcho. Um empresário foi preso em Frederico Westphalen por suspeita de adulteração do produto em um posto de resfriamento na cidade de Iraí.

Foram cumpridos 16 mandados de prisão e 21 de busca. Ao todo, 15 pessoas já foram presas nesta terceira etapa da ação, que conta com o apoio de promotores do Rio Grande do Sul.

Os mandados são cumpridos nas cidades são Coronel Freitas, Cordilheira Alta, Novo Horizonte, São Bernardino, Santa Terezinha do Progresso e Formosa do Sul, todas no oeste de Santa Catarina, além de Iraí e Frederico Westphalen, no Estado.

De acordo com o MP, os nomes não estão sendo divulgados, mas o empresário gaúcho é proprietário do posto de resfriamento de leite que trabalha com o laticínio Cordilat, de Santa Catarina. O produto não é distribuído no Rio Grande do Sul e, segundo informações preliminares, é enviado para a sede da empresa em Santa Catarina e, depois, industrializado e comercializado em São Paulo. A adulteração acontecia, segundo o MP, no trajeto entre o RS e SC.

A promotoria ainda não especificou que tipo substância é adicionada no produto. A partir das 15h, o MP de Santa Catarina vai conceder uma coletiva para a imprensa com o objetivo de divulgar mais informações.

Operação catarinense
Em agosto, o MP de SC deflagrou no  mesmo dia as operações 1 e 2. Ao todo, 20 suspeitos de adulterar leite com formol em seis cidades do oeste catarinense e em Vista Alegre, no norte gaúcho, foram presos. As marcas envolvidas eram Mondaí e Lajeado Grande, com leite distribuído somente em Santa Catarina. No RS, onde há filial da Mondaí, eram produzidos apenas derivados do produto.

Saiba mais:

Operação contra fraude do leite em SC e norte do RS prende 20 pessoas.

Operação Leite Compensado 6: denunciados representantes de empresa paranaense por adulteração de leite no RS.

Operação Leite Compensado 5.

Operação Leite Compensado 4.

Operação Leite Compensado 3.

Operação Leite Compensado 2.

Operação Leite Compensado: substância que causa câncer.

Operação da PF prende em Porto Alegre líder dos "Bala na Cara" solto pela Justiça há um mês

17 de outubro de 2014 51

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta sexta-feira (17) uma operação em dois estados do Brasil e prendeu em Porto Alegre o líder da quadrilha de traficantes dos “Bala na Cara“, que havia sido solto no final de setembro. Luís Fernando da Silva Soares Júnior havia sido preso em julho com cerca de 20 quilos de cocaína em um carro, em hospital da cidade, e a Justiça entendeu que não havia provas suficientes para mantê-lo detido.

Saiba mais:

Juiz solta o número 1 da facção criminosa que atua na Região Metropolitana.

Luis Fernando da Silva Soares Júnior, o Júnior, líder dos "Bala na Cara" / Foto: Reprodução

Luis Fernando da Silva Soares Júnior, o Júnior, líder dos “Bala na Cara” / Foto: Reprodução

Operação

Na manhã de hoje, cerca de 100 agentes realizaram a Operação Bom Jesus para coibir o tráfico internacional de armas e drogas no Rio Grande do Sul (RS) e no Paraná (PR). Foram cumpridos dez mandados de prisão preventiva e dez de busca e apreensão em Porto Alegre, quatro presos, e Cachoerinha, um preso, além de Cascavel, dois presos, e Foz do Iguaçu, um preso, no PR. Foram apreendidos veículos, dinheiro e armas. Dois mandados foram cumpridos em presídios gaúchos, Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (PASC) e Presídio Central.

Quadrilha

Foi desarticulado o grupo criminoso dos “Bala na Cara” que domina o tráfico de drogas e armas, especialmente no bairro Bom Jesus, zona leste de Porto Alegre e em outras regiões da cidade. Uma das características da quadrilha é conquistar territórios através da violência contra outros grupos por meio da utilização de armamento pesado e do controle de galerias em presídios.

Investigação

A investigação começou em fevereiro em Porto Alegre. Foi apurado que os “Bala na Cara” compravam cocaína e armas no Paraguai e transportavam em compartimentos escondidos em veículos. O ingresso no Brasil se dava principalmente por Foz do Iguaçu, fronteira com Ciudad del Este, no Paraguai, e depois era vendida em pontos de tráfico da capital.

Apreensões

Desde o início, a PF interceptou três cargas que totalizaram aproximadamente 120 quilos de cocaína, além de três pistolas de calibre restrito (9mm) e duas 380, de uso restrito. A apreensão resultou em sete prisões. Os flagrantes ocorreram em junho, em um depósito na Vila Nova, em julho, quando um veículo transportado por um guincho foi abordado em posto de combustíveis e também em julho, quando o líder do grupo, Luís Fernando Soares, o Júnior, foi preso em flagrante ao receber veículo com drogas em estacionamento de hospital em Porto Alegre.

PF apreende armas e mais de 100 quilos de drogas / Foto: Divulgação PF

PF apreende armas e mais de 100 quilos de drogas / Foto: Divulgação PF

 

Assassino de três taxistas deixa de ir à audiência em que responde pela morte de outros motoristas

15 de outubro de 2014 0

* Por Matheus Schuch

Condenado a mais de cem anos de prisão por cometer três assassinatos de taxistas em Porto Alegre no ano passado, Luan Barcelos da Silva não compareceu a uma audiência que estava marcada para esta quarta-feira (15), na capital, sobre a morte de outros três motoristas em Santana do Livramento. Uma testemunha de defesa que seria ouvida na ocasião também não compareceu. Ainda não há previsão de quando ocorrerá uma nova intimação.

Mortes na capital

Em fevereiro deste ano, Luan Barcelos da Silva foi condenado a 55 anos de prisão pelo latrocínio de outros três taxistas, no dia 30 de março de 2013. O Ministério Público havia movido ação contra o réu pelas mortes ocorridas na madrugada de 30 de março de 2013. As vítimas foram mortas com tiros e tiveram pertences roubados. Em julho, o réu foi condenado a mais 49 anos pela morte de dois taxistas em Santana do Livramento.

Luan Barcelos da Silva está preso desde abril de 2013.

Saiba mais:

Realizada na capital a primeira audiência sobre o assassinato de taxistas no Rio Grande do Sul.

Polícia Federal faz operação contra pornografia infantil em páginas ocultas da internet

15 de outubro de 2014 0

*Por Lucas Abati

Polícia Federal busca arquivos em computadores suspeitos. Foto: Divulgação/Polícia Federal

Polícia Federal busca arquivos em computadores suspeitos. Foto: Divulgação/Polícia Federal

A Polícia Federal cumpre na manhã desta quarta-feira (15), mais de cem mandados de busca, prisão e condução coercitiva em 17 estados do Brasil e Distrito Federal, contra a pornografia infantil em sites ocultos da Internet, hospedados na chamada Deep Web. Até o momento, 38 pessoas foram presas em todo o Brasil, sendo que seis no Rio Grande do Sul.

Desde o início das investigações, há um ano, seis crianças foram resgatadas e quatro homens foram presos. Cerca de 500 policiais participam das buscas.

A investigação é inédita na Deep Web, que é considerada um meio seguro para que usuários divulguem conteúdos proibidos na internet, já que dificulta que a localização dos usuários, pois camufla o endereço da máquina  utilizada.

A Operação Darknet apurou troca de informações e fotos de pedofilia. Em um dos casos, um pai contava que abusaria de sua filha que nem havia nascido.

Além do Rio Grande do Sul, que coordenou a Operação, participaram os estados: Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal. As informações obtidas durante as investigações que envolvem suspeitos de outros países foram repassadas para autoridades de Portugal, Itália, Colômbia, México, Venezuela.

Conheça a Deep Web

A Deep Web é considerada o submundo da Internet. É necessário um grande conhecimento técnico para se ter acesso com segurança. O local é utilizado tanto para divulgação de materiais piratas, quanto para pedofilia, tráfico de drogas, de pessoas e de órgãos. Por utilizar um método que camufla a localização do usuário, poucos casos são resolvidos.

Entenda o que é a Deep Web e saiba os riscos da navegação

 

Operação policial combate furto e roubo de veículos em Cachoeirinha

15 de outubro de 2014 15
Foto: Polícia Civil / divulgação

Foto: Polícia Civil / divulgação

* por Cid Martins

Visando combater o furto e roubo de veículos na Região Metropolitana, uma operação policial foi realizada na manhã desta quarta-feira (15), no Bairro Guajuviras, em Canoas, para prender uma quadrilha que age – principalmente – na cidade de Cachoeirinha. Cerca de 60 policiais cumpriram quatro mandados de prisão, um de internação de adolescente, além de 14 de busca e apreensão.

No total, cinco pessoas foram presas e um adolescente, apreendido. Dos detidos, além dos quatro que possuíam mandado de prisão preventiva, um homem foi preso em flagrante por tráfico de drogas. Um sétimo suspeito, flagrado com uma moto adulterada e munição, foi liberado durante a manhã.

De acordo com a polícia, os criminosos atuavam fora de Canoas para dificultar o reconhecimentos por parte das testemunhas e pelos policiais.

Quadrilha

O grupo é investigado pela 1ª Delegacia de Polícia. O delegado Rafael Liedtke diz que os suspeitos são conhecidos por agirem com violência, atacando não só em Cachoeirinha, mas também em outras cidades da Região Metropolitana.

Em um assalto, eles tentaram matar uma vítima a tiros por que descobriram se tratar de um brigadiano. Na ação, foram disparados dez tiros contra o policial, que sobreviveu. O adolescente apreendido hoje estava envolvido no caso.

Segundo a polícia, só no mês de junho foram 75 roubos de veículos na área central de Cachoeirinha, e 80% dos casos são atribuídos a esse grupo. O número representa um aumento de 25% nas ocorrências em relação ao mesmo período do ano passado.

Pelo menos oito vítimas já reconheceram os envolvidos.

Assassino de taxistas será ouvido pela Justiça na quarta-feira

14 de outubro de 2014 0

* Por Lucas Abati

Defesa de Luan Barcelos da Silva busca novas provas para o processo / Foto: Agência RBS

Defesa de Luan Barcelos da Silva busca novas provas para o processo / Foto: Agência RBS

A Justiça marcou para quarta-feira (15) a audiência sobre o caso do assassino em série de taxistas. O interrogatório será em relação aos crimes praticados em Santana do Livramento. Segundo o Tribunal de Justiça, se o juiz conseguir ouvir a testemunha que falta depor, o réu será interrogado.

Saiba mais:

Jovem é condenado a mais de 50 anos de prisão pela morte de taxistas

Jovem é condenado a 49 anos de prisão por assassinato de taxistas

Em fevereiro deste ano, Luan Barcelos da Silva foi condenado a 55 anos de prisão pelo latrocínio de outros três taxistas, no dia 30 de março de 2013. O Ministério Público havia movido ação contra o réu pelas mortes ocorridas na madrugada de 30 de março de 2013. As vítimas foram mortas com tiros e tiveram pertences roubados.

Em julho, o réu foi condenado a mais 49 anos pela morte de dois taxistas em Santana do Livramento. Luan está preso desde abril de 2013.

Preso um dos suspeitos de matar ambulante com bala perdida no centro de Porto Alegre

14 de outubro de 2014 0

*Por Julia Finamor

Marcelo Petró

Marcelo Petró foi preso.

Um dos suspeitos de matar um ambulante após disparos durante assalto a uma joalheria no centro de Porto Alegre se apresentou na manhã desta terça-feira (14) na Delegacia de Roubos do Departamento Estadual de Investigações Criminais. Marcelo Petró, 32 anos, estava acompanhado pelo advogado e presta depoimento. O objetivo da polícia é saber o envolvimento dele no caso e quem foi o autor do disparo que matou o ambulante. Após, ele será encaminhado ao Presídio Central.

Segundo o delegado Joel Wagner, o suspeito disse que decidiu se apresentar, pois a sua foto está sendo divulgada em vários locais e também devido às buscas da policia.

Na segunda-feira, a polícia decretou prisão preventiva dos dois suspeitos. Tiago dos Santos Gonçalves, 29 anos, segue foragido.

Os dois foram identificados por meio de imagens de câmeras de segurança. O entregador de salgados Leandro Barbosa Nunes, 32 anos, foi vítima de bala perdida na Rua dos Andradas. Um policial à paisana interceptou os bandidos em fuga, que acabaram disparando e atingindo a vítima.

Tiago dos Santos Gonçalves segue foragido.

Tiago dos Santos Gonçalves segue foragido.