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Suspeito de matar homem com bombos envenenados deve ser ouvido nas próximas horas

01 de setembro de 2014 0
Roupas encontradas na casa do suspeito são compatíveis com as imagens da câmera de segurança dos Correios - Foto: Rinaldo Magarinos Verner / Arquivo Pessoal (Arquivo)

Roupas encontradas na casa do suspeito são compatíveis com as imagens dos Correios – Foto: Rinaldo Magarinos Verner / Arquivo Pessoal (Arquivo)

O suspeito de ter enviado bombons envenenados que mataram um homem em Viadutos, no norte do Estado, deve depor entre esta segunda-feira (01) e terça-feira (02) na Polícia Civil. A delegada Diana Zanata, encaminhou hoje à, Justiça de Gaurama, pedido para ouvir Rinaldo Magarinos Vernus, de 34 anos. Ele foi preso na sexta-feira (29) numa oficina mecânica na cidade catarinense de Chapecó. Informalmente, Rinaldo disse que não é o responsável.

A delegada diz não ter dúvidas. Na casa do suspeito, a polícia encontrou uma seringa, veneno e roupas similares às usadas por quem deixou o pacote nos Correios de Erechim. A delegada aguarda o Instituto Geral de Perícias para saber qual foi o veneno usado. Ela tem oito dias para concluir o inquérito, mas pode solicitar a prorrogação das investigações.

A encomenda era endereçada para uma empregada doméstica da cidade de Viadutos. No entanto, um colega do irmão da moça morreu após consumir o chocolate. A Polícia Civil suspeita de uma tentativa de crime passional. Após buscar a encomenda da irmã, o pacote foi violado e os bombons foram consumidos por um colega de trabalho. O mecânico Álvaro Antônio Duarte, de 42 anos, morreu após passar mal e ser socorrido pelos bombeiros. Outras duas pessoas que também comeram os bombons foram internadas em hospital da região.

Polícia prende irmãos suspeitos de integrar quadrilha de roubo a bancos

29 de agosto de 2014 0

* Por Eduardo Cardozo

Dois homens foram presos na manhã desta sexta-feira (29) em Porto Alegre, durante ação da Polícia Civil que visa combater roubos a bancos no Rio Grande do Sul. Segundo o delegado Joel Wagner, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), os irmãos são suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em roubos a bancos.

O grupo é investigado desde o fim do ano passado. Um dos suspeitos foi preso na zona sul da Capital. Já na zona norte, a polícia prendeu outro suspeito com uma pistola .380 com numeração raspada.

ARMANOVA

Segundo o delegado Joel Wagner, o grupo é suspeito de assaltar uma agência bancária na Avenida Benjamin Constant em fevereiro deste ano e outra na Avenida João Pessoa em julho.

A polícia cumpriu dois mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária. Os dois serão encaminhados ao Presídio Central.

Imagens flagram ação de quadrilha que roubava veículos e extorquia vítimas no Vale do Sinos

22 de agosto de 2014 3

Imagens cedidas pela Polícia Civil revelam como agia uma quadrilha que foi desarticulada nesta sexta-feira (22) durante operação realizada no Vale do Sinos. O grupo furtava e roubava veículos para depois extorquir as vítimas. Depois de quatro meses investigando os suspeitos, a Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) de São Leopoldo prendeu hoje 17 suspeitos.

* Vídeo que mostra dois furtos de carros em São Leopoldo e o alerta do delegado Mário Souza para que as vítimas procurem a polícia. O rosto dos suspeitos foram borrados à pedido da polícia.

Valores

O delegado Mário Souza, responsável pela operação, afirma que a polícia sempre deve ser procurada em caso de extorsão. Isso pelo fato de que as vítimas correm risco de vida. Além disso, na maioria dos casos investigados em São Leopoldo, os bandidos ficam com os valores e não devolvem os veículos.

Segundo ele, a quadrilha chegava a pagar para outros bandidos por informação de carros roubados. Tudo isso para chantagear as vítimas e obter valores que variavam de R$ 1 mil a R$ 5 mil, dependendo do ano e modelo do carro. Se fosse caminhão, os valores extorquidos variavam de R$ 10 mil a R$ 15 mil. Para caminhonetes, em média, eram pagos R$ 5 mil.

De acordo com o delegado, no último mês a polícia recebeu uma média de duas a três ocorrências de extorsão.

Souza lembra que desde o início da investigação era comum o roubo de caminhões, carros de autoescola e táxis, isso porque os proprietários precisam de forma urgente os veículos para não ter prejuízo e voltar o mais rápido possível ao trabalho.

“É perigoso oferecer dinheiro para bandidos devolverem o carro roubado. Isso por que a vítima pode ser ferida, como em um caso em São Leopoldo que houve até suposta tortura,  não ter o carro devolvido”.

Saiba mais:

* Operação policial desarticula quadrilha que roubava veículos e extorquia vítimas no Vale do Sinos

Polícia prende 19 em operação contra quadrilha que roubava veículos e extorquia vítimas

22 de agosto de 2014 15
Foto: Cid Martins / Rádio Gaúcha

Foto: Cid Martins / Rádio Gaúcha

Uma operação policial realizada na manhã desta sexta-feira (22) no Vale do Sinos desarticulou quadrilha que furtava e roubava veículos na região para depois extorquir as vítimas. Após ter carro roubado, por exemplo, os bandidos entravam em contato com as pessoas exigindo pagamento em dinheiro para devolver o veículo, o que geralmente não ocorria.

A ação, denominada Operação Ganância, é coordenada pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) de São Leopoldo e conta com cem policiais para cumprir 39 mandados judiciais, sendo 17 de prisão (11 temporárias e 6 preventivas). Dezenove pessoas foram presas.

Vídeo mostra a operação policial

Modus Operandi
De acordo com o delegado Mário Souza, da DFRV, a quadrilha realizada furtos e roubos de veículos, principalmente no Vale do Sinos, mas em alguns casos, também em outras cidades da Grande Porto Alegre. Os carros eram desmanchados, clonados e revendidos ou, em poucos casos, devolvidos mediante extorsão.

“Na maioria das vezes eles recebem dinheiro para devolver o carro e não fazem isso. Ou seja, a pessoa é vítima duas vezes e acaba alimentando esta indústria da extorsão”, relata Souza.

* Ouça gravação cedida por uma vítima, que não está sendo identificada e teve a voz distorcida. Ela teve o carro roubado e marcou encontro com os bandidos para pagar pela devolução do veículo:

Quadrilha

Investigada há quatro meses, a quadrilha com base em São Leopoldo tem quatro ramificações. Um grupo de cinco integrantes era responsável por roubos de veículos, cargas e caminhões. Todos têm vários antecedentes criminais por crimes envolvendo roubos e extorsões. Outros quatro eram acionados para furtar e roubar apenas veículos e três suspeitos que apenas eram acionados para os casos de extorsão.

O delegado Souza diz que esses últimos entravam em cena após os roubos para pedir dinheiro às vítimas e caso fossem presos, não envolveriam os demais integrantes da quadrilha. Como são 17 envolvidos, os outros atuam em atividades diversas, como apoio às ações criminosas e até mesmo nos furtos ou para esconder veículos roubados.

Justiça condena três policiais militares por tortura e morte de suspeito em Alvorada

20 de agosto de 2014 0

*Por Lucas Abati 

A 1ª Vara Criminal de Alvorada condenou três policiais militares pelo crime de tortura e morte de Rogério Vieira da Silva. A pena é de 11 anos e oito meses em regime inicial fechado e perda dos cargos públicos. Os condenados não podem recorrer da decisão em liberdade.

O fato aconteceu em fevereiro de 2008, quando os policiais renderam a vítima, que estava com prisão preventiva decretada, suspeito de ter matado um policial de Santa Maria. Rogério foi torturado, levado ao Hospital e depois à Delegacia de Alvorada, onde foi determinado que retornasse ao Hospital. Ele sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu.

No ano seguinte, o Ministério Público denunciou 26 policiais pelo crime. Em 2011, retirou denúncia contra 13 deles. No julgamento de segunda-feira (18), o juiz condenou Jorge Lamotte de Souza, Flávio Souza de Lima e Eder D’avila de Lima. Outros dez denunciados foram absolvidos por insuficiência de provas.

 

Ministério da Agricultura divulga lotes de leite investigados por adulteração

19 de agosto de 2014 3

*Por Cid Martins, de Santa Catarina

O Ministério da Agricultura divulgou na tarde desta terça-feira (19) as marcas e lotes de leite investigadas pela Operação Leite Adulterado 1 e 2, no norte do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. A ação ainda está sendo rastreada e não se sabe para qual produto ou cidade o leite teria sido usado.

Saiba Mais: Operação contra fraude do leite em SC e norte do RS prende 20 pessoas

Ao todo, 20 pessoas já foram presas na operação do Ministério Público.

Empresa Lajeado Grande

Lotes:

59 – com fabricação em 7/6

54 – com fabricação em 30/5

67 – sem data de fabricação

71 – 26/6

A Lajeado Grande deve se pronunciar nesta quarta-feira após resultados de testes que realizou em seus produtos.

Os lotes da empresa Mondaí, também investigada, ainda não foram divulgados, mas já se sabe que leite dela foi utilizado em queijos que chegaram ao Rio Grande do Sul. Ao todo, quatro lotes são suspeitos. O Ministério Público tem 10 dias para oferecer a denúncia e acredita que o Ministério da Agricultura possa informar o destino dos produtos e o restante dos lotes sob suspeita. Vale destacar que a maioria dos produtos já foi consumido ou recolhido.

O Ministério Público disse que em princípio o leite adulterado ia para locais mais distantes. As empresas investigadas distribuem no sul do país e em São Paulo.

Operação contra fraude do leite em SC e norte do RS prende 20 pessoas

19 de agosto de 2014 5

* Por Cid Martins, de Santa Catarina

O Ministério Público (MP) divulgou que prendeu 20 suspeitos de adulterar leite com formol no oeste de Santa Catarina (SC) e em Vista Alegre, no norte do Rio Grande do Sul (RS). A Operação Leite Adulterado 1 e 2 foi realizada nesta terça-feira (19) em seis cidades catarinenses e no norte gaúcho. No entanto, ainda não foram divulgados lotes das marcas Mondaí e Lajeado Grande que teriam problemas.

Em Mondaí (SC), presos foram colocados em ônibus da PM / Foto: MP/RS

Em Mondaí (SC), presos foram colocados em ônibus da PM / Foto: MP/RS

Prisões

Todos os 20 mandados de prisão foram cumpridos. Foram presos 14 homens e seis mulheres nas cidades do oeste catarinense de Mondaí, Ponte Serrada e Lajeado Grande, onde ficam as sedes das empresas que têm o mesmo nome. São representantes das indústrias e funcionários, incluindo químicos. No RS, onde a Mondaí tem filial em Vista Alegre, foi cumprido um mandado de busca.

Lotes

A Reportagem da Rádio Gaúcha tentou contato com o Ministério da Agricultura e com o MP de Santa Catarina para divulgar os lotes que teriam problema, mas ainda aguarda retorno. O MP/RS não informa pelo fato de estar apenas apoiando a ação. Apenas se sabe que o leite era distribuído no RS, SC e em São Paulo. A reportagem também tentou contato com os laticínios, mas não obteve resposta.

* Uma coletiva será realizada nesta tarde, em Chapecó (SC), para divulgar nomes, lotes e demais informações sobre a fraude do leite.

Contraponto

A Laticínios Lageado Grande disse que a empresa está funcionando normalmente hoje e que só vai se posicionar na quarta-feira, quando seria divulgado o resultado final das análises feitas nos seus produtos.

A reportagem entrou em contato com a Laticínios Mondaí, mas não havia nenhuma pessoa responsável para falar em nome da empresa.

* Saiba mais:

Nova fraude do leite é investigada pelo MP em Santa Catarina e no norte do Rio Grande do Sul.

Casal é preso após repassar notas falsas no litoral gaúcho

19 de agosto de 2014 2

* Por Lucas Abati 

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Dinheiro falso encontrado com os presos Foto: Divulgação/Brigada Militar

Um casal foi preso na manhã desta terça-feira (19), em Osório, após repassar notas de dinheiro falsas no Litoral Norte durante a última semana. Segundo a Brigada Militar, diversos comerciantes reclamaram da ação do casal.

Nesta manhã, o dono de uma padaria desconfiou de Bruna Freitas dos Santos, 24 anos, e André Henrique dos Santos , 38 anos, e chamou a polícia. Houve perseguição e os criminosos foram presos na entrada de Osório. No Banrisul, 12 notas falsas chegaram aos caixas. Veja imagens de segurança que flagraram Bruna Freitas dos Santos realizando pagamento com uma nota falsa.

Na casa do casal, em Cidreira, os policiais encontraram 82 notas falsas de R$ 100 e cédulas verdadeiras recebidas de troco. Eles afirmaram aos policiais que trouxeram 200 cédulas. Um veículo já foi apreendido.

Nova fraude do leite é investigada pelo MP em Santa Catarina e no norte do Rio Grande do Sul

19 de agosto de 2014 8
Foto: MP/RS

Foto: MP/RS

Por Cid Martins, de Santa Catarina

Depois de seis etapas da Operação Leite Compensado em pouco mais de um ano no Rio Grande do Sul e da suspeita de irregularidades em duas indústrias no início do mês, nova fraude investigada pelo Ministério Público (MP) de Santa Catarina envolve produtos com formol no estado vizinho e em uma cidade do norte gaúcho.

Promotores e integrantes de uma força-tarefa dos dois estados estão cumprindo nesta terça-feira (19) 20 mandados de prisão e 11 de busca e apreensão. Os produtos com suspeita de adulteração pertencem aos laticínios Lajeado Grande e Mondaí, este último com filial em Vista Alegre, no RS.

O Ministério Público ainda não divulgou os lotes contaminados e os nomes dos presos. Uma entrevista coletiva está marcada para as 15h em Chapecó (SC).

Operação Leite Adulterado

O Ministério Público catarinense deflagrou nesta manhã as Operações Leite Adulterado 1 e 2 em seis cidades e também em uma no RS com apoio da Promotoria gaúcha, em virtude das investigações já realizadas anteriormente na Leite Compensado.

Segundo as investigações, iniciadas em abril, o leite era adulterado com ureia, contendo formol, para mascarar a adição de água ou com produtos para estancar o processo de adulteração. Um dos laticínios , que produzia só derivados, começou a fabricar leite este ano.

As prisões ocorreram em duas indústrias, nas cidades de Xaxim (núcleo 1) e Mondaí (núcleo 2), ambas em Santa Catarina. Há também ações em ChapecóXanxerêPonte Serrada Lajeado Grande.

A fraude no núcleo 1 envolve o Laticínios Lajeado Grande, na cidade de Lajeado Grande. No último dia 12, a Vigilância Sanitária de SC determinou o recolhimento de um lote de leite UHT integral desta marca após confirmação de formol no alimento. É investigada, inclusive, uma empresa de fachada que serviria para a compra de produtos químicos para a adulteração. A fraude no núcleo 2 envolve o Laticínios Mondaí, em Mondaí, com filial no norte gaúcho.

Rio Grande do Sul

Em Vista Alegre, próximo à Frederico Westphalen e próximo à RS-472, no norte gaúcho, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em uma filial da indústria de laticínios Mondaí. Descobriu-se que o leite produzido em território gaúcho era enviado para a sede da empresa, em Mondaí (SC) e era distribuído para o RS ou São Paulo.

Do RS, além de promotores, foram acionados policiais e técnicos. Também participam das ações o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Receita Estadual de SC.

* Saiba mais:

Leite com formol é recolhido pela Vigilância Sanitária em SC.

MP confirma que foi encontrada álcool no leite da Santa Clara.

Operação Leite Compensado 6.

Operação Leite Compensado 5.

Operação Leite Compensado 4.

Operação Leite Compensado 3.

Operação Leite Compensado 2.

Operação Leite Compensado.

 

Quadrilha que agia no Sul e Sudeste repassava técnicas sobre maçaricos para criminosos gaúchos

14 de agosto de 2014 0

Em uma ação conjunta realizada nesta quinta-feira (14) pelas polícias dos três estados do Sul do Brasil, foi desarticulada uma quadrilha que atacava bancos e caixas eletrônicos na região e também no Sudeste. No entanto, foi apurado desde o início das investigações em Porto Alegre, em dezembro do ano passado, que integrantes repassaram várias técnicas sobre uso de maçaricos para criminosos gaúchos. Durante este período, dez suspeitos foram presos e ocorreram mais de 30 ataques deste grupo no Rio Grande do Sul, além de outros em Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.

O delegado  Joel Wagner, da Delegacia de Roubos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) do Rio Grande do Sul, destaca que esta quadrilha tem como base o estado catarinense. Segundo ele, em Joinville, onde hoje ocorreu a maior parte do cumprimento de mandados judiciais da operação conjunta, havia empresas especializadas na construção de terminais bancários e com isso, ex-funcionários foram cooptados por bandidos para repassar informações sobre os equipamentos.

“Por isso esta quadrilha se especializou e passou a ensinar as técnicas de ataques com maçaricos para vários bandidos do Rio Grande do Sul neste último ano”, destaca Wagner.

Na ação de hoje, policiais dos três estados do Sul cumpriram 12 mandados de busca em SC e no PR. Um integrante da quadrilha foi preso e dois seguem foragidos. No RS, o DEIC já prendeu seis suspeitos desde o início do ano, inclusive o líder do grupo. O trabalho agora é apurar a ação de outros criminosos que receberam as informações destes ladrões sobre o uso de maçaricos.

Um dos ladrões foi preso hoje em Joinville/SC e outros nove durante investigação / Foto: Polícia

Um dos ladrões foi preso hoje em Joinville/SC e outros nove durante investigação / Foto: Polícia

Estatística no RS

De acordo com levantamento feito pelo repórter Jocimar Farina, da Rádio Gaúcha, neste ano ocorreram 34 ataques a banco ou caixas eletrônicos com uso de maçaricos no Rio Grande do Sul. O mais recente foi hoje, em Caxias do Sul. Este número representa 31% do total de 108 casos envolvendo ataques a banco no estado.

201014 ataques com maçaricos – 12,39% dos 113 casos
201135 ataques com maçaricos – 27,13% dos 129 casos
201251 ataques com maçaricos – 32,28% dos 158 casos
201346 ataques com maçaricos – 26,90% dos 171 casos
201434 ataques com maçaricos – 31,48% dos 108 casos (até 14/08)

Saiba mais:

Polícia gaúcha identifica dez quadrilhas de Joinville que atacaram caixas eletrônicos no RS.

Ação da Polícia dos três estados do Sul desarticula quadrilha que ataca bancos com maçaricos.