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Denarc apreende 2,3 mil comprimidos de ecstasy em ação no RS

30 de julho de 2015 0

lucas

Por Lucas Abati

Dois distribuidores de ecstasy foram presos em Esteio, nesta quinta-feira (30), em uma operação realizada pelo Departamento de Investigações do Narcotráfico (Denarc). Com eles, foram apreendidos 2,3 mil comprimidos, o que representa a maior apreensão da história do Denarc.

A investigação durou sete meses e prendeu outros 14 traficantes no período. O Departamento estima que até 75 traficantes recebiam as drogas no Estado.

A suspeita é que o entorpecente era produzido em Florianópolis e trazido através de ônibus e carros particulares.

A droga iria abastecer casas noturnas da Capital, Região Metropolitana de Porto Alegre e Serra, onde seriam distribuídas em festas que acontecem na semana do Festival de Cinema de Gramado.

 

Justiça aceita denúncia contra policial que assessorava ex-secretário de segurança

28 de julho de 2015 0

Por Lucas Abati

Traficante Xandi foi morto com tiro de fuzil próximo à plataforma / Foto: Brigada Militar

Traficante Xandi foi morto com tiro de fuzil próximo à plataforma / Foto: Brigada Militar

A 2ª Vara Criminal de Tramandaí aceitou a denúncia do Ministério Público contra oito envolvidos no caso do tiroteio que terminou com a morte do traficante Alexandre Goulart Madeira, o Xandi, em janeiro de 2015. Entre os réus, está o comissário da Polícia Civil, Nilson Aneli, que era assessor do ex-secretário de Segurança do Estado, Airton Michels. O processo é pelo crime de formação de quadrilha e porte ilegal de arma.

Segundo o Ministério Público, o comissário forneceu cinco pistolas para a quadrilha, por isso foi denunciado por porte ilegal de arma. Também será julgado pelos crime de formação de quadrilha e falsidade ideológica – por fornecer endereço errado – com agravante de ser agente público

A decisão judicial do dia 15 de julho, mas divulgada na segunda-feira (27) ainda nega o pedido da defesa de Aneli, que alegou que dados foram obtidos de forma ilícita pela investigação. Também mantém as prisões de outros quatro envolvidos: Alexandre Munhoz de Camargo Flores, Dênifer Carlos Lara da Silva, Juliano Rigotti Vargas e Mauricio Robert Sequeira. Outros denunciados são: Leandro Fernandes Vivian, Marcelo Mendes Ventimiglia e Márcio Antônio Colares Bandeira.

Segundo apontou a investigação da Polícia Civil, cerca de 10 pessoas estavam na casa do traficante quando o tiroteio começou. Entre eles, Aneli que fazia segurança de Xandi e um sobrinho dele que também foi baleado. A suspeita é que o ataque tenha sido comandado pela quadrilha do traficante Teréu, desafeto do traficante morto.

Saiba mais:

Sobrinho do ex-assessor de Michels é preso em operação no Litoral Norte.

Tiroteio em Tramandaí termina com mortes, feridos e prisões.

Oito pessoas são indiciadas após a morte do traficante Xandi.

Investigação sobre tiroteio com morte de traficante em Tramandaí é dividida em três inquéritos.

MP aguarda quebra de sigilo em investigação sobre morte de jovem em festa na zona sul da Capital

28 de julho de 2015 0

* Por Lucas Abati

Eduardo Fösch com a mãe. Foto: Arquivo Pessoal

Eduardo Fösch com a mãe. Foto: Arquivo Pessoal

Passados dois anos, a morte de jovem em condomínio de luxo na zona sul de Porto Alegre ainda não foi esclarecida. O Ministério Público ouviu testemunhas, recolheu perícias e imagens, mas um fator impede o avanço da investigação sobre a morte de Eduardo Fösch: o cumprimento da quebra de sigilo telefônico.

>>Justiça decreta reabertura da investigação sobre jovem morto após festa em condomínio na zona sul de Porto Alegre

O caso ocorreu em 2013 e as circunstâncias da morte ainda são desconhecidas. O Ministério Público, que mantém uma investigação paralela com a Polícia Civil, aguarda o cumprimento da quebra de sigilo telefônico de três pessoas. Segundo a promotora Sônia Mensch, a Justiça já expediu o mandado, mas não há cumprimento por parte das operadoras.

“O que está ainda pendente são as respostas das operadoras. Como foram pedidas de três pessoas e não se sabia de que operadora eram clientes, foram solicitadas para todas, mas elas são, via de regra, muito demoradas”, afirmou a promotora.

Ainda nesta terça-feira (28), o Ministério Público ouve duas testemunhas indicadas pela família da vítima. Ainda de acordo com a promotora, as oitivas realizadas até agora foram inconclusivas.

“Os jovens envolvidos foram categóricos, dizendo que não houve nenhum desentendimento. Este é realmente um fato de bastante difícil apuração”.

>>Perícia em computador pode revelar causa da morte de jovem em festa na zona Sul de Porto Alegre

Na última semana, a promotora recebeu resultados da perícia em computadores do sistema de vigilância do condomínio, que também não trouxeram novidades sobre a morte.

Para relembrar o caso
No dia 27 de abril de 2013, Eduardo Fösch dos Santos, com 17 anos na época, foi em uma festa na zona sul de Porto Alegre. Na manhã seguinte, foi encontrado agonizando em uma escada, no pátio vizinho de onde ocorreu a festa. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu oito dias depois.

A Polícia Civil investigou a situação sem encontrar indícios de crime. No entanto, uma perícia particular contratada pela família mostrou que o jovem não caiu da escada, mas sim que foi arremessado inconsciente. Em maio de 2014 a Justiça determinou reabertura da investigação.

As datas dos fatos:
27 de abril de 2013 – Eduardo dos Santos vai a uma festa só para adolescentes em condomínio de luxo na zona sul de Porto Alegre.

28 de abril de 2013 – No início da manhã, o jovem foi encontrado agonizando em uma escada no pátio da casa vizinha do local onde ocorreu a festa.

06 de maio de 2013 – Após oito dias hospitalizado devido a traumatismo craniano, o adolescente faleceu.

31 de maio de 2013 – Polícia instaura inquérito para apurar as causas da morte.

07 de novembro 2013 – Polícia conclui o caso sem encontrar indícios de infração penal.

25 de novembro de 2013 – Perito particular conclui laudo apontando que o jovem não teria caído na escada, mas sim arremessado em estado semiconsciente.

27 de novembro de 2013 – Família se reúne com o Ministério Público.

22 de janeiro de 2014 – Inquérito foi concluído mais uma vez após a família ter encontrado novas evidências sobre provável infração penal e o Ministério Público ter solicitado, anteriormente, mais investigações.

11 de junho de 2014 – Caso é repassado para a Promotoria Criminal do Tribunal do Júri de Porto Alegre, aos cuidados da promotora Dirce Soler.

15 de junho de 2014 – Justiça determina reabertura da investigação sobre o caso.

25 de agosto de 2014 – Promotora Dirce Soler é promovida ao cargo de procuradora e desde então, a investigação está parada e só deve ser retomada a partir do dia 2 de outubro, aos cuidados da promotora Sônia Mensch.

02 de outubro de 2014 – Promotora Sônia Mensch assume o caso.

04 de novembro até 30 de novembro – Nove seguranças e vizinha da residência onde ocorreu a festa depõem no MP.

09 de dezembro de 2014 – Advogada que representa a família da vítima pede agilidade na perícia de imagens de câmeras de segurança.

Após três anos, Júri sobre caso de bioquímico que matou esposa e filho ainda não foi marcado

24 de julho de 2015 0

* Por Lucas Abati 

Ênio Carnetti é suspeito de assassinar a mulher, Márcia, e o filho Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo pessoal

Ênio Carnetti é suspeito de assassinar a mulher, Márcia, e o filho Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo pessoal

Exatamente três anos após o crime que terminou na morte de Márcia Cambraia Cambraia Calixto Carnetti, de 39 anos, e o filho Matheus Calixto Carnetti, de 5 anos, o bioquímico Ênio Luiz Carnetti ainda aguarda julgamento da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça.

Em setembro 2014, a Justiça sentenciou o réu à juri por duplo homicídio qualificado. Motivo torpe por sentimento de posse por causa da esposa, e recurso que dificultou defesa da vítima, no caso do filho. No entanto, a data do julgamento pelo Tribunal do Juri ainda não foi definida. Na sentença, a juíza ainda reiterou a manutenção da prisão preventiva.

A defesa ainda alegou que Carnetti sofre de insanidade mental. No entanto, laudo do Instituto Psiquiátrico Forense confirmou que “em que pese (Carnetti) ter sido portador de um transtorno depressivo de grau leve, era totalmente capaz de entender o caráter ilícito de sua ação e totalmente capaz de se determinar”.

O crime ocorreu no dia 24 de julho de 2012, no Bairro Assunção, zona sul de Porto Alegre. As vítimas foram mortas por golpes de arma branca quando estavam dormindo. O motivo seria ciúmes e vingança contra a esposa. No dia seguinte, Carnetti ainda tentou suicídio se jogando de uma ponte na BR-290, mas foi resgatado por pescadores.

 Ato em memória

Para lembrar os três anos dos assassinatos, ex-colegas e amigos de Márcia se reúnem nesta sexta-feira (24), no Auditório da Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde, onde ela trabalhava. Além de homenagear as vítimas, o evento ainda apresenta dados da violência contra a mulher.

Os fatos em 2012:

24 de julho - Segundo investigação da Polícia, Bioquímico Ênio Luiz Carnetti teria assassinado mulher e filho na noite de terça-feira.

25 de julho - Bioquímico teria se jogado de ponte na BR-290 e foi resgatado por pescadores na parte da manhã de quarta-feira.

26 de julho - Na parte da manhã, mulher e filho do suspeito são encontrados mortos em casa na zona sul de Porto Alegre.

26 de julho - No mesmo dia, bioquímico foi apontado como suspeito pela morte da mulher e do filho.

27 de julho - Mãe e filho mortos na Capital foram velados em Porto Alegre.

01 de agosto - Homem acusado de matar mulher e filho informa à Polícia que só irá depor em juízo.

02 de agosto - Polícia conclui inquérito e indicia bioquímico por homicídio duplamente qualificado.

03 de agosto - Determinada internação do acusado de matar mulher e filho.

07 de agosto – MP denuncia suspeito por duplo homicídio qualificado.

08 de agosto – Justiça aceita denúncia contra homem suspeito de matar mulhe e filho.

10 de agosto – Justiça bloqueia os bens de bioquímico acusado de duplo homicídio qualificado.

Operação apreende mais de cem quilos de drogas e prende 11 suspeitos em Passo Fundo

23 de julho de 2015 0

*Por Lucas Abati 

Droga apreendida na operação. Foto: Polícia Civil

Droga apreendida na operação. Foto: Polícia Civil

Uma operação da Polícia Civil realizada na manhã desta quinta-feira (23) no bairro Santa Maria, em Passo Fundo, apreendeu mais de cem quilos de drogas e prendeu 11 pessoas pelo crime de tráfico de drogas.

Segundo o delegado Diogo Ferreira, as investigações duraram cinco meses após denúncias de violência em uma região do bairro conhecida como “Beco do Massacre“. Foram nove prisões em cumprimento de mandados e duas em flagrante.

A operação aprendeu 98 quilos de maconha, quatro quilos de crack, 80 gramas de cocaína, quatro armas e câmeras de vigilância.

Suspeito de quatro homicídios em quatro meses é preso na zona leste de Porto Alegre

23 de julho de 2015 0

* Por Lucas Abati

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Criminoso é apontado como autor de pelo menos quatro homicídios. Foto: Polícia Civil

A 1ª Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa prendeu, na manhã desta quinta-feira (23), um criminoso apontado como autor de, pelo menos, quatro homicídios nos últimos quatro meses, apenas no bairro Aparício Borges, na zona leste de Porto Alegre.

Os mandados de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça. O preso já foi indiciado por quatro homicídios e está sendo investigado em outros. Segundo o delegado Rodrigo Garcia, ele costuma agir com violência, inclusive expulsando moradores de suas casas.

Ainda de acordo com o delegado, o homem saiu da cadeia recentemente e intensificou as ações criminosas para recuperar o controle do tráfico de drogas na região.  Ele possui antecedentes policiais por porte ilegal de arma de fogo, ameaça, tráfico de drogas e homicídios, todos na mesma região.

 

 

Juiz do caso de incêndio com três mortes na Capital ouvirá testemunhas de defesa em agosto

21 de julho de 2015 0

*Por Mateus Ferraz

Foram encerradas nessa terça-feira (21) as oitivas de testemunhas de acusação referente ao incêndio criminoso em um apartamento na zona norte de Porto Alegre em novembro de 2013. Três pessoas morreram na época. No próximo dia 25 de agosto, irão prestar depoimento quatro testemunhas de defesa. Depois disso, a Justiça vai decidir se João Guatimozin Moojen Neto, então com 22 anos, irá a júri.

Neto confessou ter ateado fogo na casa após discutir com a mulher, Bárbara Penna de Moraes Souza, que tinha 19 anos à época, que despencou do terceiro andar durante o incêndio. Os dois filhos do casal, Isadora, de dois anos e sete meses, e João Henrique, de quatro meses, morreram asfixiados. Um vizinho do casal, Mario Ênio Pagliarini, de 76 anos, também inalou fumaça e morreu.

O homem responde por três homicídios com dolo eventual e uma tentativa de homicídio, além do crime de ter provocado incêndio. Ele está preso em uma Penitenciária Estadual de Charqueadas (PEC).

Crime

O crime teria sido motivado pelo fim do relacionamento que João mantinha com Bárbara. Ele não concordava com o rompimento. De acordo com vizinhos, as brigas entre o casal eram frequentes. O incêndio ocorreu no Condomínio Conjunto Residencial Village Lindoia, na Avenida Panamericana, formado por quatro blocos, com 331 apartamentos, onde vivem em torno de 1,5 mil pessoas.

Justiça ouve testemunhas de incêndio criminoso com três mortes na zona norte de Porto Alegre

21 de julho de 2015 0

*Por Lucas Abati

Incêndio ocorreu na avenida Panamericana, zona Norte, e entre as vítimas estavam os dois filhos do acusado / Foto: Agência RBS

Incêndio ocorreu na avenida Panamericana, zona Norte, e entre as vítimas estavam os dois filhos do acusado / Foto: Agência RBS

A 2ª Vara do Juri do Fórum Central de Porto Alegre ouve na tarde desta terça-feira (21) testemunhas sobre o caso do incêndio com três mortos, em um prédio na Avenida Panamericana, na zona norte de Porto Alegre, em novembro de 2013.

O acusado é João Guatimozin Moojen Neto e o crime teria sido motivado pelo fim do relacionamento dele com Bárbara Penna de Moraes Souza. Morreram intoxicados pela fumaça os dois filhos do casal e o vizinho, um idoso de 79 anos, Mário Ênio Pagliarini.

Moojen foi denunciado por três homicídios culposos e triplamente qualificado, além de tentativa de homicídio com violência contra a ex-companheira e por ter provocado incêndio ao colocar em risco a vida de terceiros. Ele está preso na Penitenciária Estadual de Charqueadas (PEC).

Bárbara, atualmente com 21 anos, caiu da janela após ser agredida pelo ex-namorado. Ela também teve parte do corpo queimado no incêndio.

Saiba mais:

Jovem denunciado por incêndio com três mortes em apartamento de Porto Alegre é transferido para Charqueadas.

Três pessoas morrem em incêndio ocorrido em apartamento na zona Norte de Porto Alegre

Operação investiga PM's por falsificação de documentos de pessoas mortas para realizar compras

20 de julho de 2015 0

*Por Lucas Abati

O Ministério Público e a Corregedoria da Brigada Militar cumpriram na manhã desta segunda-feira (20) quatro mandados de busca e apreensão na casa de dois policiais militares e dois parentes, suspeitos de fraude no sistema de consultas integradas.

Os mandados fazem parte da Operação Zumbi, que investiga a utilização do nome de mais de 50 pessoas falecidas para compras de bens.

Os dois PM’s suspeitos pesquisavam no sistema “Consultas Integradas” o nome de pessoas falecidas em acidentes de trânsito noticiados em sites e jornais. Depois disso, roubavam os dados para atualizar declarações de imposto de renda, colocando endereço dos contribuintes para casa de laranjas.

Além disso, os policiais falsificavam documentos para abrir empresas e realizar compras no comércio.

 

Condenados presos em operação da Polícia Federal contra tráfico internacional de drogas

17 de julho de 2015 0

* Por Lucas Abati

Traficante tinha revenda de veículos na zona norte de Porto Alegre para lavar dinheiro / Foto: Polícia Federal

Traficante tinha revenda de veículos na zona norte de Porto Alegre para lavar dinheiro / Foto: Polícia Federal

Onze pessoas presas na Operação Suçuaranacontra o tráfico internacional de drogas no Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul foram condenadas à prisão pela 7ª Vara Federal.

As penas vão de 3 anos e 11 meses a 15 anos e 3 meses de reclusão para os envolvidos. Além disso, a decisão entrega à União R$ 141 mil, sete imóveis e 57 veículos. Os réus podem recorrer da sentença.

Polícia Federal realiza operação contra tráfico internacional de drogas no RS e MS

A Operação Suçuarana foi realizada em maio de 2014 e desarticulou uma organização criminosa. Segundo a Polícia Federal, a cocaína saia da Bolívia ao Paraguai de avião e entrava no Brasil por terra, onde era distribuída em quatro estados: Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.