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Posts com a tag "assassinato"

Inquérito sobre assassinatos de taxistas de Porto Alegre deve ser concluído sexta-feira

07 de maio de 2013 0

Luan Barcelos da Silva, que confessou os assassinatos, segue detido na PASC - Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS (Banco de Dados)

O inquérito que investiga os assassinatos de três taxistas em Porto Alegre deve ser concluído na sexta-feira. A 3ª Delegacia de Homicídios aguarda o recebimento de alguns resultados periciais e a formalização de reconhecimentos. Também aguarda resposta da Justiça para alguns pedidos de novas diligências.

Luan Barcelos da Silva será indiciado pelos três latrocínios. Os policiais avaliam se outras pessoas podem ser indiciadas, não pelos assassinatos, mas por outros crimes que foram cometidos antes ou depois das mortes.

Ontem, a Polícia Civil de Santana do Livramento concluiu os inquéritos sobre a morte dos três taxistas do município. Os inquéritos serão remetidos hoje para a Justiça do município.

Saiba mais:

- Imagens mostram Luan deixando táxi do segundo crime e partindo para assassinato da terceira vítima

- "Agradeço a Deus e a um amigo", diz taxista que poderia ser uma das vítimas do autor confesso de assassinato de seis motoristas

- Suspeito dos assassinatos de taxistas confessa que cometeu os crimes para pagar aluguel

Entenda o caso:

28 de março – Os corpos de três taxistas de Santana do Livramento foram encontrados jogados em áreas residenciais com marcas de tiros na cabeça. Seus táxis foram achados distantes dos veículos. Os cadáveres e os automóveis foram localizados em Santana do Livramento e na cidade vizinha uruguaia, Rivera. Enio Rolim Lecina, Helio Beltrão do Espírito Santo Pinto e Márcio Fabiano Magalhães Oliveira eram as vítimas.

30 de março – Outros três taxistas foram mortos da mesma forma dois dias depois, na Capital. As vítimas: Eduardo Ferreira Haas, 31 anos, Cláudio Gomes, 59, e Edson Roberto Loureiro Borges, 49 anos. A notícia provocou revolta entre os colegas da categoria, que fizeram protestos, dentre eles, uma manifestação em frente à casa do governador Tarso Genro.

14 de abril – Preso suspeito de ter matado os seis taxistas, sábado pela manhã, no bairro Santa Cecília. De acordo com a polícia, o jovem é de classe média e veio há dois anos para a Capital para trabalhar e estudar.

Polícia Civil indicia dupla por participação no assassinato de jovem que teve a pele do rosto arrancada em Caxias do Sul

03 de maio de 2013 0

A Delegacia de Homicídios de Caxias do Sul encaminhou à Justiça, na manhã desta sexta-feira, o inquérito que investigou o assassinato do jovem Guilherme Martins dos Santos, o Neguinho, 19 anos. O rapaz foi torturado e teve a pele do rosto arrancada na madrugada de 7 de novembro de 2012, em uma praça no bairro Diamantino.

Jeferson da Silva, 20 anos, e Cledison Corrêa dos Santos, 31, que estão recolhidos na Penitenciária Industrial de Caxias desde a manhã de 22 de abril passado, tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça. De acordo com o delegado Joigler Paduano, titular da DH, a motivação do assassinato seria uma dívida não quitada pela vítima envolvendo a negociação de uma motocicleta. Agentes também investigaram uma possível relação passional com o crime.

Informalmente, policiais ficaram sabendo que Neguinho teria mantido um relacionamento com a companheira de um dos presos. A mutilação no rosto do rapaz seria um castigo pela traição. Uma cópia do inquérito foi remetido à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) para apurar a participação de dois adolescentes no crime.

Polícia de Caxias prende suspeitos de participação no crime de jovem que teve a pele do rosto arrancada

22 de abril de 2013 11

Por Guilherme Pulita, da Gaúcha Serra

Agentes da Delegacia de Homicídios de Caxias do Sul prenderam, na manhã desta segunda-feira, 22, no bairro Diamantino, dois homens suspeitos de envolvimento em um assassinato. Os dois jovens estão com prisão temporária decretada pelo judiciário e são apontados como os autores do homicídio de Guilherme Martins dos Santos, o Neguinho, 19 anos.

O rapaz foi torturado e teve a pele do rosto arrancada na madrugada de 7 de novembro de 2012, em uma praça do mesmo bairro onde os suspeitos foram presos. Além dos dois homens, dois adolescentes também teriam participação no homicídio. Eles serão investigados pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente. Segundo o delegado Joigler Paduano, responsável pela investigação do assassinato, a motivação seria uma dívida por causa de uma moto. No entanto, a polícia ainda investiga a possibilidade do crime também ter motivação passional. Guilherme teria mantido um relacionamento com a companheira de um dos presos.

Digitais de suspeito dos assassinatos de taxistas não são encontradas nos veículos das vítimas

08 de abril de 2013 4

Ao analisar cerca de 20 digitais diferentes nos três táxis das vítimas da Zona Norte de Porto Alegre, a perícia informou que não foram encontradas as digitais de Roger de Almeida Waszak. Ele foi detido no último sábado, na cidade de Cachoeirinha, pelo fato de estar foragido e, também, porque já havia assaltado oito taxistas entre 2007 e 2008. A Polícia investiga o envolvimento dele nos seis assassinatos. Está previsto para a tarde o depoimento dele e o reconhecimento por parte de testemunhas.

O diretor da Delegacia Regional de Porto Alegre, delegado Cléber Ferreira, diz que já sabia, desde quinta-feira, que não havia digitais de Waszak nos táxis. No entanto, há outros elementos que estão sendo apurados e que podem comprovar o envolvimento dele.

- "Não é novidade o fato das digitais não terem sido encontradas nos carros, bem como, não dá para afirmar se ele é o autor dos crimes, por isso, estamos investigando. Ele continua sendo um suspeito do caso e foi preso porque estava foragido do sistema prisional", diz Ferreira.

A Polícia também tenta encontrar Waszak nas imagens de câmeras de vigilância que estão sendo analisadas. Ferreira diz que, além das digitais (que já se sabia não terem sido identificadas nos veículos), existem outros indícios que podem apontar o envolvimento do suspeito: depoimentos de vítimas e de testemunhas, oito assaltos a taxistas sempre da mesma forma e no mesmo local onde três motoristas foram mortos na Capital.

Bandido solto por erro da Susepe é preso depois de ser denunciado pela própria mãe

31 de março de 2013 0

Michel de Souza da Silva, o Michelzinho, não acreditou quando a mãe disse que chamaria a Brigada Militar depois dele ter ameaçado matá-la com uma pistola, ainda na noite de sábado, dia 30 de março. Largou a arma, carregada com apenas duas munições, na prateleira de uma estante e foi para um dos quartos da casa localZizada na Rua Oscar de Oliveira Ramos, na Restinga, na Zona Sul de Porto Alegre. Ali, era um dos endereços de Michelzinho desde o dia 25 de fevereiro de 2013, quando foi solto por um erro da Susepe.

O criminoso havia sido beneficiado por um indulto, porém, estava com prisão preventiva em um processo por assalto a banco em Ipê e outros dois por assassinato em Caxias do Sul. A liberação indevida foi a segunda que beneficiou o bandido nos últimos dois anos.

Michelzinho estava foragido desde o dia 25 de fevereiro (foto: roni rigon)

Já era madrugada do domingo de Páscoa, quando a mãe de Michelzinho telefonou para a Brigada Militar e contou por volta das 23h foi ameaçada de morte pelo filho. Minutos mais tarde, PMs comunicavam, via rádio, a prisão do bandido ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública.  A mãe do foragido quem abriu a porta da casa para a BM. Quando o primeiro brigadiano entrou, segundo seu depoimento, já avistou a pistola no móvel da sala e a apanhou. Michelzinho foi surpreendido em seu quarto. Ao ver os Pms, de pronto, se apresentou como Diames.

Levado à delegacia pelo porte ilegal e a ameça, Michelzinho foi convencido por um defensor público a revelar sua verdadeira identidade, já que a Polícia Civil havia localizado a foto e os dados pessoais do homem que ele dizia ser. Michelzinho confessou seu nome e foi encaminhado para uma unidade prisional.

Quase sete meses após transferência para Justiça Federal, Caso Becker ainda aguarda denúncia do MP

29 de março de 2013 0

Médico foi assassinado com quatro tiros em dezembro - Foto: Marcos Nagelstein / Agência RBS (Arquivo)

Quase sete meses se passaram desde que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) transferiu o processo do assassinato do médico Marco Antônio Becker da Justiça Estadual para a Justiça Federal. Em 24 de outubro, a ação penal foi distribuída para o 11º Ofício Criminal da Procuradoria da República do Rio Grande do Sul.

O processo já conta com 30 volumes do inquérito policial e da ação penal e mais 80 volumes de documentos. Em março deste ano, uma grande quantidade de CDs e DVDs, com mais informações sobre o caso, foram protocolados.

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério Público Federal, diante do grande volume de informação a ser analisada, o procurador da República Rodrigo Valdez de Oliveira prefere não se manifestar antes de ter concluído esta etapa, bem como não tem como estipular uma data para o fim desta análise.

O assassinato do ex-vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers), Marco Antonio Becker, completou quatro anos em dezembro do ano passado.

Entenda o caso:

— Na noite de 4 de dezembro de 2008, o oftalmologista e vice-presidente do Cremers Marco Antonio Becker foi morto a tiros dentro de seu carro depois de ser abordado por dois homens em uma moto na Rua Ramiro Barcelos, no bairro Floresta, na Capital.

— Em 11 de dezembro de 2009, a Polícia Civil indiciou o ex-andrologista Bayard Fischer dos Santos e mais quatro pessoas. Ele seria o mandante do crime. Becker teria sido o responsável pela cassação do diploma de médico de Bayard. O assessor de Bayard, Moises Gugel, foi acusado de intermediar o contato entre seu chefe e o traficante Juraci Oliveira da Silva, conhecido como Jura, que está preso por outros crimes. Jura seria o responsável por enviar os matadores de Becker.

— No dia 22 de dezembro do mesmo ano, a promotora Lúcia Helena de Lima Callegari encaminhou a denúncia à Justiça. Ela incluiu oito pessoas pelo assassinato na ação, três a mais do que o número de indiciados pela polícia.

— No dia 29 de dezembro de 2009, a Justiça aceitou a denúncia contra o ex-andrologista e outras 10 pessoas — das quais sete por participação no crime. Um dos réus, Fabiano Silva do Nascimento, o Fio, foi excluído da ação porque foi assassinado.

— Em maio de 2010, o traficante Jura foi preso no Paraguai.

— Em 2 de agosto de 2010, começaram os depoimentos da acusação no Caso Becker. Neste mesmo ano, o advogado de Gugel, Marcos Vinicius Barrios, entrou com habeas corpus no STJ. A alegação é de que o Cremers representa o Conselho Federal de Medicina. Por isso, como o motivo do crime seria a cassação do diploma de Bayard, segundo o Ministério Público Estadual, o processo deveria tramitar em âmbito federal.

— Em 14 de abril de 2011, foi determinada a libertação de Bayard, preso em 11 de fevereiro de 2010, e de outros cinco presos. Conforme a 2ª Câmara do Tribunal de Justiça, os réus ficaram mais de um ano presos e por isso podem responder pelos delitos em liberdade.

Polícia Civil tenta reconstruir perseguição que resultou na morte de ex-PM em Caxias do Sul

20 de fevereiro de 2013 16

Investigadores da Defrec tentam, desde a madrugada desta quarta-feira, reconstruir a sequência de acontecimentos que culminaram na morte do sargento da reserva da Brigada Militar, Jorge Alberto Amaral, de 44 anos. O ex-policial foi morto com um tiro, no final da noite de terça-feira. Com sua moto particular, ele perseguiu um carro roubado e tentou prender um assaltante. Ele havia se aposentado e deixado o policiamento de rua há quase dois meses.

A Polícia Civil ainda não tem certeza das circunstâncias e do horário em que Amaral ficou sabendo do roubo de uma Spin, no bairro Madureira, na área central da cidade. O roubo do veículo aconteceu às 22h30min. Um pastor da Igreja Batista e a mulher foram rendidos por um homem armado, logo após cruzarem o portão de entrada da residência deles. De acordo com o religioso, o bandido usava um capacete e vestia um moletom branco, com manchas pretas. O bandido mandou o casal desembarcar, deixar a chave na ignição e abrir o portão. A vítima também avistou outro homem em uma moto, que acompanhava a certa distância o ataque. O criminoso na moto seguiu a perua roubada.

Conforme o delegado Caio Fernandes, plantonista da 2ª Delegacia de Pronto-atendimento, ainda é uma incógnita como Amaral ficou sabendo do crime. Esse contexto é importante para inquérito pois pode dar indícios da autoria e também auxiliar a polícia na localização de imagens de câmeras de segurança de prédios privados no trajeto da perseguição.

Uma das hipóteses investigadas é de que o policial tenha ficado sabendo do roubo pela rede de rádio da corporação. É comum PMs, mesmo os da reserva, terem radiocomunicadores particulares. Porém, o equipamento foi encontrado por peritos no baú da moto do ex-policial. Outra linha da investigação é que o brigadiano da reserva tenha reconhecido o bandido que conduzia o carro e iniciado a perseguição. Como estaria em alta velocidade, não teria conseguido informar ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública sobre o que acontecia e nem mesmo pedir apoio. A última ligação no celular de Amaral era de uma hora antes da ocorrência.

Mas pelo o que já foi apurado, Amaral teria iniciado a perseguição ao carro roubado ainda na Avenida Rubem Bento Alves, a Perimetral Norte. Teriam acontecido várias tentativas de abordagem, mas o motorista da Spin não parava e ainda tentava derrubar Amaral da moto.

Na Rua Cristiano Ramos de Oliveira, quase no entroncamento com a Avenida Bruno Segalla, a Perimetral Sul, o motorista do carro roubado parou. Amaral investiu contra o assaltante e eles começaram a lutar. A briga só cessou quando o criminoso teria conseguido atirar contra o sargento aposentado. A polícia ainda investiga a possibilidade do disparo ter sido efetuado pelo bandido que participou do assalto e acompanhava a perseguição. Durante a madrugada, enquanto quatro testemunhas eram interrogadas por agentes da Defrec, PMs faziam buscas e abordavam suspeitos nos bairros próximo ao crime. Porém, ninguém foi preso.

O corpo de Amaral será enterrado no final da tarde desta quarta. Integrante de uma família com tradição na Brigada Militar, o ex-sargento é irmão do capitão Juliano Amaral, policial que comandou o resgate dos reféns da quadrilha que assaltou uma fábrica de joias em Cotiporã, no final do ano passado. Informações sobre a identidade dos bandidos podem ser encaminhadas à BM pelo 190 ou à Polícia Civil pelo 181. Não é necessário se identificar.

Acadêmica de Direito é identificada pela Polícia Civil como mãe de criança achada morta em contêiner de lixo em Caxias do Sul

19 de fevereiro de 2013 5

A Polícia Civil de Caxias do Sul aguarda o depoimento e uma avaliação psiquiátrica de uma mulher de 36 anos para concluir o inquérito sobre a morte de um bebê de sete meses de gestação, encontrado em um contêiner de lixo seletivo. A mãe, uma acadêmica de Direito, está em Santo Ângelo, para onde fugiu dias após o parto. O corpo da criança, um menino, foi encontrado por um catador, dentro de uma sacola plástica, no começo da noite de 19 de janeiro, um sábado, na área central de Caxias.

De acordo com a delegada Suely Rech, titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, o depoimento e a avaliação psiquiátrica serão para definir um possível indiciamento por infanticídio ou homicídio. O infanticídio é quando a mãe, sob influência do estado puerperal, mata o filho durante ou logo após o parto. O estado puerperal é o período pós-parto entre a expulsão da placenta e o retorno do organismo feminino ao estado anterior à gestação. Nesse crime, a pena varia entre dois e seis anos. Caso seja considerado um homicídio, já que o menino nasceu com vida e foi morto por asfixia, a pena pode chegar até 30 anos de prisão

A mulher deve prestar depoimento somente na próxima semana. Ela negou ser a mãe da criança quando foi atendida em Santo Ângelo, seis dias após o parto. Segundo Suely, a mulher, após o parto, na tarde do sábado, deixou o filho na lixeira e retornou para casa. A residência fica localizada a poucas quadras do contêiner. Na terça-feira, a mulher foi trabalhar, mas sentiu-se mal. A estudante não havia conseguido expulsar a placenta durante o parto. Dois dias depois, ela fugiu para Santo Ângelo e se hospedou na casa da avó. A estudante estava acompanhada de um irmão, que é investigado. A polícia acredita que ele possa ter auxiliado no parto.

Após complicações de saúde, a estudante procurou atendimento médico no hospital da cidade das Missões. Lá, ela afirmou ter sofrido um aborto espontâneo de uma gravidez de apenas dois meses. No entanto, os médicos atestaram que a gestação era de pelo menos 30 semanas  e informaram o caso à Polícia Civil. Um exame de DNA também será realizado para comprovar a maternidade. O companheiro da mulher, segundo a delegada Suely, não sabia da gravidez.

Mantida condenação de policial civil de Caxias do Sul acusado de matar caminhoneiro

19 de fevereiro de 2013 1

Desembargadores da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado mantiveram a condenação do policial civil Luiz Henrique Paim Della Giustina, o Tite. Ele foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado, em agosto do ano passado. A Justiça também determinou a perda da função pública. O ex-chefe do setor de investigação da Defrec caxiense foi acusado de matar, com um tiro, o caminhoneiro Cláudio Luiz Lamp, de 40 anos.

O assassinato aconteceu durante uma briga em um bar. Os detalhes da decisão dos desembargadores devem ser conhecidos nos próximos dias, após a publicação do acórdão. O crime que o policial foi acusado aconteceu no final da tarde de 18 de dezembro de 2004, no interior de um bar localizado na Rua Humberto de Campos, em Lourdes.

Na oportunidade, segundo a acusação, aconteceu uma discussão entre Tite e Lamp. O policial teria imobilizado e atirado no motorista. Ele alega que a arma disparou durante a luta, sem que ele acionasse o gatilho. Tite, que está em férias, ainda pode recorrer da decisão em Brasília.

Reconstituição do crime da idosa que matou assaltante em Caxias do Sul foi adiada e não tem nova data marcada

18 de fevereiro de 2013 3

Não há uma nova data para reconstituição do crime da idosa que matou a tiros um ladrão em Caxias do Sul. O procedimento deveria acontecer na tarde desta segunda-feira, porém, a perícia foi adiada.

De acordo com o delegado Joigler Paduano, a mudança de data aconteceu por solicitação do Departamento de Criminalista e pela própria aposentada. A idosa Odete Hoffmann Prá, de 87 anos, está em viagem a outro Estado e deve retornar a Caxias nos próximos dias.

A reconstituição é a última perícia que falta para a conclusão do inquérito. Odete confessou ter matado o assaltante Márcio Nadal Machado, o Cachorrão, de 33 anos, em junho do ano passado. Ele invadiu o apartamento da idosa para praticar um furto e foi surpreendido pela mulher, que se armou com um revólver calibre 32 e matou o criminoso com três tiros.