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Posts com a tag "assassinato"

Polícia faz buscas e identifica autor do disparo que matou segurança de farmácia na zona sul da Capital

26 de maio de 2016 1

Durante cumprimento de mandados judiciais nesta quinta-feira (26), agentes da 6ª Delegacia de Polícia realizaram buscas no bairro Cascata e conseguiram identificar o autor do disparo que matou o segurança de uma farmácia na zona sul da Capital. No dia 15 deste mês, Juliano Wulff, 26 anos, tentou evitar um assalto ao estabelecimento comercial e foi morto por dois bandidos.

Ainda falta identificar um segundo envolvido no crime, mas o suspeito que dirigia o veículo teve prisão preventiva decretada e é considerado foragido. A delegada Áurea Hoeppel divulgou o nome do investigado: Hildemar Rosa da Silveira, 31 anos, que tem antecedentes por roubo a banco, roubo de carro e formação de quadrilha. A identificação dele só ocorreu depois da análise de imagens das câmeras de segurança.

* Veja as imagens abaixo:

Buscas

Durante as buscas que seguem sendo realizadas hoje, a polícia ouviu a mulher de Hildemar. Ela destacou que não sabe do paradeiro do companheiro e que o viu pela última vez somente no dia do latrocínio, há 11 dias. Tanto ele quanto o suspeito de ser o autor do disparo moram no bairro Cascata e ainda não foram localizados. Os agentes trabalham agora para prendê-los, mas também para identificar o terceiro envolvido no crime e que aparece nas imagens. O carro usado no assassinato, que é de Hildemar, um Fiat Siena, foi localizado na última sexta-feira (20), também no bairro Cascata.

Denúncias:

Whatsapp – (51) 8418-7814

Site – www.pc.rs.gov.br/denuncie

Justiça solta um dos acusados de envolvimento na morte de jovem na saída de festa em Charqueadas

26 de maio de 2016 0
Ronei Faleiro Jr, 17 anos, foi morto em agosto do ano passado / Foto: Arquivo Pessoal

Ronei Faleiro Jr, 17 anos, foi morto em agosto do ano passado / Foto: Arquivo Pessoal

A Justiça soltou da cadeia um dos acusados de envolvimento na morte de Ronei Faleiro Jr, 17 anos, ocorrida em agosto do ano passado na saída de uma festa em Charqueadas. Apesar disso, Rafael Trindade de Almeida, 18 anos, responderá ao processo de homicídio em prisão domiciliar. Ele é o décimo réu deste caso, havia sido preso em março deste ano e faz parte de um terceiro processo deste crime. O advogado Marçal Carvalho diz que seu cliente teve prisão preventiva revogada por não ter provas suficientes contra ele.

“Ele não participou do crime, apesar de ter presenciado o fato”, diz o advogado.

Outros nove réus, todos adultos, seguem respondendo por homicídio triplamente qualificado e por três tentativas triplamente qualificadas (o pai e um casal de amigos da vítima), por formação de quadrilha e por corrupção de menores, já que havia adolescentes entre os agressores. Oito destes acusados estão presos no regime fechado e um está em prisão domiciliar. Dos sete adolescentes que participaram do assassinato, dois foram absolvidos, um aguarda por julgamento e quatro foram condenados. Eles cumprem medida socioeducativa na Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase).

Outros nove réus

Os outros nove réus foram interrogados no mês de março deste ano, são eles: Jhonata Paulino da Silva Hammes, Alisson Barbosa Cavalheiro, Cristian Silveira Sampaio, Geovani Silva de Souza, Leonardo Macedo Cunha, Matheus Simão Alves, Peterson Patric Silveira Oliveira, Vinícius Adonai Carvalho da Silva e Volnei Pereira de Araújo.

Saiba mais:

“A dor é insuportável”, diz pai de jovem morto em saída de festa em Charqueadas.

Preso suspeito de assassinato que vingou namorada após discussão em rede social

23 de maio de 2016 0
Suspeito foi preso em ação da Polícia Civil em Viamão / Foto: Polícia Civil

Suspeito foi preso em ação da Polícia Civil em Viamão / Foto: Polícia Civil

*Por Vitor Rosa

A 4ª Delegacia de Homicídios de Porto Alegre prendeu em Viamão, na manhã desta segunda-feira (23), Willian Braz da Silva, de 22 anos, acusado de ter executado o jovem  Bruno de Freitas, de 21 anos, em março deste ano. Conforme a investigação, a motivação para o crime foi uma discussão que a vítima teve com a mulher do acusado na rede social Facebook. Bruno é neto do tradicionalista Gildo de Freitas.

De acordo com o delegado Rodrigo Pohlmann, após tomar conhecimento de que o jovem conversava com a companheira, o suspeito sequestrou a vítima em um carro e o vendou. O jovem foi levado até uma casa abandonada. Neste local, foi torturado e assassinado com um tiro na nuca. O corpo dele foi deixado na Estrada das Quirinas, na Lomba do Pinheiro, na zona leste da Capital. Os pertences dele foram roubados.

A Polícia Civil chegou até a prisão após análise de câmeras de monitoramento que mostram o momento do sequestro, onde estava o suspeito e outras pessoas em um Chevette e Citroen. Outros envolvidos no crime ainda não foram localizados.

O preso já era investigado pela polícia por integrar uma facção criminosa que atua na Vila São Lucas, também em Viamão. No momento da prisão, os agentes encontraram mais de R$ 2 mil reais na casa do suspeito. Os investigadores acreditam que este dinheiro seja oriundo do tráfico de drogas.

Viúva de Eliseu Santos nega que criminosos tenham tentado roubar carro na noite do assassinato

19 de maio de 2016 0
Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS / Arquivo

Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS / Arquivo

* por Maria Eduarda Fortuna

A viúva do ex-secretário de Saúde Eliseu Santos, Denise Goulart da Silva, negou que criminosos tenham tentado roubar o veículo do casal na noite da morte do secretário. Denise foi ouvida na manhã desta quinta-feira (18), durante o júri dos réus Eliseu Pompeu Gomes e Fernando Junior Treib Krol.

Conforme Denise, os criminosos se aproximaram do veículo já chamando pelo nome do marido. Ela também contou que Eliseu estava armado e atirou contra os bandidos.

A viúva ainda disse que só ficou sabendo que o marido estava sendo ameaçado, após o crime. Sobre a filha, que estava junto com os pais no dia do crime, Denise afirmou que ela “se tornou uma criança muito fechada e não expõe os sentimentos. Ela tem medo de sair de noite”.

Um ex-servidor da Secretaria da Saúde também foi ouvido pela manhã. A testemunha contou que Eliseu Santos desconfiava dos servidores da empresa Reação e que decidiu rescindir o contrato com a firma de segurança, que trabalhava nos postos de saúde da Capital.

Ele ainda afirmou que o ex-secretário estaria fazendo um dossiê sobre os contratos que envolviam a empresa de segurança pouco antes de ser morto e que Eliseu estava sendo ameaçado.

“Um motoqueiro bateu no vidro do carro. Eliseu baixou o vidro, e o homem disse que ia matar ele”, disse.

Já um ex-advogado da Reação revelou que, após o crime, entregou à Polícia Civil toda documentação da empresa que estava em seu escritório, mais um HD de computador, que não foram juntados aos autos do processo. Segundo o Ministério Público, tais documentos não foram encaminhados pela polícia ao órgão.

Outra testemunha ouvida foi um comissário de polícia que esteve no local do crime. Ele garantiu que recebeu ligação, no telefone particular dele, dos dois proprietários da empresa na noite do crime indagando sobre a morte do ex-secretário. “Para criar um álibi”, afirmou.

Ele ainda alega que pediu aos colegas que fosse feita uma certidão atestando que ele havia recebido ligações de suspeitos e que “não tiveram interesse”. Após o fato, o policial acabou sendo transferido de setor.

Ainda foram ouvidos nesta tarde um homem que morava próximo ao local do crime, além do sogro de uma das das filhas de Eliseu.

Caso Eliseu

A sessão ocorre no plenário da 1ª Vara do Júri do Foro Central e os acusados respondem por homicídio quadruplamente qualificado, pelo fato da promotoria entender que houve uma execução planejada, devido a suposta corrupção envolvendo a Secretaria. Em 2013, o processo foi dividido em quatro partes, sendo ao todo, 13 réus.

O crime aconteceu na noite do dia 26 de fevereiro de 2010, na Rua Hoffmann, no bairro Floresta, zona norte da Capital. Eliseu estava acompanhado da mulher e da filha quando foi atingido por dois tiros. Segundo a investigação, os três foram atacados por Krol e por Eliseu Gomes, sendo esse último o responsável pelos disparos. Gomes também foi condenado no ano passado a 49 anos de prisão por outros crimes: tentativa de homicídio contra dois PMs e por roubos em São Leopoldo.

 

Dois acusados de assassinar ex-secretário Eliseu Santos em Porto Alegre são julgados pelo júri

19 de maio de 2016 0
Cid

Foto: Cid Martins / Gaúcha

Os réus Eliseu Pompeu Gomes e Fernando Júnior Treib Krol, acusados de envolvimento na morte do ex-secretário de saúde e ex-vice-prefeito de Porto Alegre Eliseu Santos, começaram a ser julgados pelo Tribunal do Júri na manhã desta quinta-feira (19). A sessão ocorre no plenário da 1ª Vara do Júri do Foro Central e os acusados respondem por homicídio quadruplamente qualificado, pelo fato da promotoria entender que houve uma execução planejada, devido a suposta corrupção envolvendo a Secretaria. Em 2013, o processo foi dividido em cinco partes, sendo ao todo, 13 réus.

O crime aconteceu na noite do dia 26 de fevereiro de 2010, na Rua Hoffmann, no bairro Floresta, zona norte da Capital. Eliseu estava acompanhado da mulher e da filha quando foi atingido por dois tiros. Segundo a investigação, os três foram atacados por Krol e por Eliseu Gomes, sendo esse último o responsável pelos disparos. Gomes também foi condenado no ano passado a 49 anos de prisão por outros crimes: tentativa de homicídio contra dois PMs e por roubos em São Leopoldo.

Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS / Arquivo

Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS / Arquivo

Homicídio Qualificado

Os promotores de acusação no Caso Eliseu, Eugênio Amorim e Lúcia Callegari, sustentam que o motivo torpe é um dos fatos para que os envolvidos sejam julgados por homicídio quadruplamente qualificado, já que entendem ter ocorrido uma vingança por parte de réus que estão respondendo pelo crime em outros processos. A segunda qualificadora é o fato de ter ocorrido emprego de meio que pode resultar em perigo comum, já que os Eliseu Gomes disparou em via pública. Outras qualificadoras são o fato de que o crime ocorreu mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e ainda para assegurar impunidade de crimes cometidos por outros réus em processos paralelos.

Divisão

Em 2013, o processo com 13 réus foi dividido em mais quatro partes pela 1ª Vara do Júri. O processo principal envolve os acusados Marcelo Machado Pio, Marco Antônio de Souza Bernardes, José Carlos Elmer Brack, Jonatas Pompeu Gomes (irmão de Eliseu Gomes que é julgado hoje pelo júri) e Cassio Medeiros de Abreu. Neste caso, o Ministério Público recorreu pelo fato de que o réu José Brack não foi pronunciado. O processo, também sobre homicídio qualificado, foi remetido à instância superior no Tribunal de Justiça.

Jorge Renato Hordoff de Mello é o único réu que responde pelo crime sozinho em único processo. Ele era proprietário da empresa Reação Vigilância e Segurança Ltda junto com o réu Marcelo Pio (que continua respondendo pelo crime no processo  principal). A empresa, que na época havia finalizado contrato com a Secretaria de Saúde de Porto Alegre, fechou e valores a serem recebidos ficaram bloqueados para pagamento dos funcionários. Este processo aguarda por audiência.

Também houve cisão em relação aos réus Adelino Ribeiro da Silveira, Aroldo Veriano da Silva e Janine Ferri Bittelo. Todos respondendo pelo mesmo caso em um único processo. E por fim, a última divisão do processo principal envolve os acusados Marcelo Dias Souza e Robinson Teixeira. Neste caso, a Justiça aguarda por material das defesas.

Polêmica

A morte do ex-secretário da Saúde da Capital causou polêmica pelo fato da Polícia Civil entender que houve tentativa de roubo de carro seguida de morte e a Promotoria entendeu que houve crime encomendado.

 

Após negar liberdade para réus, Justiça realiza audiência sobre morte de aluno na frente da Unisinos

18 de maio de 2016 0
Jovem de 22 anos foi morto durante assalto em frente ao campus da Unisinos / Foto: Arquivo Pessoal

Jovem de 22 anos foi morto durante assalto em frente ao campus da Unisinos / Foto: Arquivo Pessoal

A 1ª Vara Criminal de São Leopoldo realiza nesta quarta-feira (18) a primeira audiência sobre o assalto que terminou com a morte do estudante Frederico Colnaghi de Almeida, 22 anos, na frente da Unisinos, em São Leopoldo, no mês de novembro do ano passado. Testemunhas serão ouvidas praticamente uma semana após a Justiça negar pela segunda vez a liberdade aos três réus: Dieimifer Roberto da Rosa, 20 anos, Douglas Vinicius da Silva, 19 anos, e Luis Eduardo da Silva Rossa, 19 anos. Esta audiência deveria ser realizada no dia 25 de abril, mas foi cancelada por que não foi possível na época a transferência dos presos. Eles respondem por latrocínio, roubo seguido de morte.

Latrocínio

De acordo com a Polícia Civil, o latrocínio aconteceu por volta das 23h de quinta-feira, dia 5 de novembro, quando Frederico saiu de um bar localizado na Avenida Padre Luiz Gonzaga Jaeger, no bairro Cristo Rei, que fica próximo à Unisinos. Ao entrar no veículo, um Onix Preto, o jovem foi abordado pelos criminosos e depois atingido por três disparos de arma de fogo na altura do tórax. O aluno da universidade morreu em atendimento no Hospital Centenário. O veículo utilizado no crime foi localizado na casa do réu Luís Eduardo. Já a arma utilizada, foi apreendida na residência do acusado Diemifer, onde também foi encontrado o rádio do carro de Frederico.

* Veja trecho da decisão  judicial que negou a liberdade aos réus:

Trata-se de pedido de revogação da prisão preventiva aviado pelas defesas DIEIMIFER ROBERTO DA ROSA, DOUGLAS VINICIUS DA SILVA e LUÍS EDUARDO DA SILVA ROSSA, alegando, em síntese, ausência dos requisitos que a ensejam, excesso de prazo, bem como condições pessoais favoráveis dos acusados… Pelo exposto, indefiro o pedido e mantenho a segregação dos acusados para garantia da ordem pública e conveniência da instrução criminal. Intimem-se“.

Preso integrante de facção criminosa que ameaçava testemunha inserida em programa de proteção

16 de maio de 2016 0

Agentes da 6ª Delegacia de Homicídios prenderam na manhã desta segunda-feira (16) um integrante de facção criminosa que atua na zona sul de Porto Alegre. Fábio Luís Ferreira, 32 anos, é considerado perigoso pela polícia não só por que é investigado por três homicídios neste ano, mas também por ameaçar testemunha de um dos crimes. Em março, uma das pessoas ameaçadas por ele estava inserida no Programa de Proteção a Testemunhas (Protege).

De acordo com o diretor de Investigações do Departamento de Homicídios, delegado Gabriel Bicca, o suspeito foi detido em uma ação na vila Nazaré, bairro Sarandi, zona Norte da Capital. No entanto, ele é investigado principalmente por crimes cometidos na região de origem da facção criminosa, ou seja, na Vila Cruzeiro, zona sul da cidade. Segundo o delegado Bicca, um dos homicídios investigados neste ano ocorreu na avenida Cavalhada. Um dos sobreviventes deste caso, ainda foi vítima de tentativa de homicídio um dia depois dentro do HPS. Ferreira é investigado pelo fato da avenida Cavalhada e hoje foi preso de forma preventiva. Após ser interrogado pela polícia, será encaminhado ao Presídio Central.

Suspeito preso na zona norte da Capital é apontado por três homicídios e uma ameaça neste ano / Foto: Polícia Civil

Suspeito preso na zona norte da Capital é apontado por três homicídios e uma ameaça neste ano / Foto: Polícia Civil

* Denúncias à Polícia Civil.

 

Realizada audiência envolvendo décimo réu no caso de jovem morto na saída de festa em Charqueadas

12 de maio de 2016 0

A Justiça de Charqueadas iniciou na manhã desta quinta-feira (12) uma terceira etapa sobre o processo envolvendo a morte do adolescente Ronei Faleiro Jr, 17 anos, ocorrida em agosto do ano passado na saída de uma festa no município. Desta vez, ocorre a primeira audiência envolvendo um décimo réu, preso em março deste ano: Rafael Trindade de Almeida. Ele faz parte de um terceiro processo sobre este caso. Em relação aos outros dois processos, um tem nove réus adultos que continuam respondendo pelos crimes e outro já teve quatro adolescentes, dos sete envolvidos, condenados.

Sobre a audiência de hoje, o objetivo é ouvir 20 testemunhas de acusação e de defesa do suspeito, que está presente no Foro da cidade. Além disso, serão ouvidas as outras três vítimas, um casal que estava com o adolescente e o pai do jovem. O processo é sobre um homicídio e três tentativas de homicídio. O advogado de Almeida, Marçal Carvalho, destaca que não houve provas suficientes para prender o seu cliente e por isso, ainda hoje deve solicitar a liberdade do réu. Segundo ele, o jovem nunca teve antecedentes criminais.

Outros nove réus

Os outros nove réus acusados de matar Ronei Faleiro Jr já participaram da primeira audiência, mas como foram presos anteriormente ao décimo acusado, respondem pelos crimes em processo separado. O interrogatório deles ocorreu em março deste ano.

São eles: Jhonata Paulino da Silva Hammes, Alisson Barbosa Cavalheiro, Cristian Silveira Sampaio, Geovani Silva de Souza, Leonardo Macedo Cunha, Matheus Simão Alves, Peterson Patric Silveira Oliveira, Vinícius Adonai Carvalho da Silva e Volnei Pereira de Araújo.

Outros nove réus foram interrogados em março deste ano / Foto: Ronaldo Bernardi/Agência RBS

Outros nove réus foram interrogados em março deste ano / Foto: Ronaldo Bernardi/Agência RBS

Adolescentes infratores

Quatro dos sete adolescentes acusados de participação na morte foram condenados e estão cumprindo medida socioeducativa na Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase). Dois foram absolvidos por falta de provas e um aguarda julgamento.

Saiba mais:

Caso Ronei Jr: réus são ouvidos em Charqueadas devido morte de jovem na saída de festa.

Justiça nega liberdade a acusado de matar adolescente em saída de festa em Charqueadas

25 de abril de 2016 1

Ronei Wilson Jurkfitz Faleiro Júnior, 17 anos, foi assassinado Foto: Arquivo pessoal

Por Matheus Schuch

O Tribunal de Justiça negou habeas corpus a Cristian Silveira, um dos dez denunciados pela morte de Ronei Jurkfitz Faleiro Júnior, 17 anos, em agosto do ano passado. O crime ocorreu após uma festa no Clube Tiradentes, em Charqueadas.

Por unanimidade, os desembargadores entenderam que há, na denúncia do Ministério Público (MP), indícios suficientes de autoria para manter a prisão. A defesa alegava fragilidade dos indícios de autoria e excesso de prazo na apuração.

Leia mais:

Caso Ronei Jr: réus são ouvidos em Charqueadas devido à morte de jovem na saída de festa
Grupo responsável por morte de jovem em Charqueadas é apontado em outra investigação
Preso mais um suspeito de espancar adolescente até a morte em Charqueadas

O MP denunciou dez pessoas por homicídio quadruplamente qualificado (motivo fútil, meio cruel, com recurso que dificultou a defesa da vítima e por meio de emboscada), bem como por três tentativas de homicídio também quadruplamente qualificadas. Ainda, todos foram denunciados por corrupção de menores – em virtude do envolvimento de quatro adolescentes nos crimes e associação criminosa (com pena aumentada porque com atuação de adolescentes).

Até agora, foram apresentados nove pedidos de habeas corpus – todos foram negados. Mais de 40 testemunhas foram ouvidas sobre o caso.

Segundo a investigação, Ronei Júnior foi agredido e morto por 14 pessoas após uma discussão na saída de uma festa promovida para arrecadar fundos para a formatura de uma escola da cidade. Ele foi agredido a garrafadas.

Estão presos pelo crime: Peterson Patric Silveira Oliveira, Jhonata Paulino da Silva Hammes, Vinicios Adonai Carvalho da Silva, Leonardo Macedo Cunha, Volnei Pereira de Araújo, Matheus Simão Alves, Geovani Silva de Souza, Alisson Barbosa Cavalheiro, Cristian Silveira Sampaio e Rafael Trindade de Almeida.

Justiça marca audiência sobre caso de morador que matou síndico no Centro da Capital

10 de abril de 2016 0

* Por Lucas Abati

Crime ocorreu em novembro do ano passado em prédio na rua André da Rocha, Centro de Porto Alegre / Foto: Eduardo Matos/Rádio Gaúcha

Crime ocorreu em novembro do ano passado em prédio na rua André da Rocha, Centro de Porto Alegre / Foto: Eduardo Matos/Rádio Gaúcha

Foi marcada para o dia 11 de maio a audiência de interrogatório do caso em que um advogado matou o síndico do prédio onde morava, na Rua André da Rocha, no Centro da Capital.

Oscar Vieira Guimarães, 61 anos, foi morto a facadas no dia 5 de novembro do ano passado. O acusado, Guilherme Nunes Zanoni, 25 anos, foi encontrado no local do crime.

No dia 22 de fevereiro, a Justiça analisou e negou um pedido de revogação da prisão preventiva do réu. Ele permanece preso aguardando julgamento.

Crime 

O zelador do condomínio ouviu gritos do síndico na noite em que houve o crime e foi até o apartamento do morador apontado como autor do crime. A porta estava trancada e os gritos continuavam. Então ele acionou a Brigada Militar. Quando os PMs entraram no imóvel, Zanoni estava ao lado de Guimarães, que agonizava. O jovem, que usava luvas cirúrgicas, foi preso em flagrante. O síndico levou uma facada no pescoço, que foi o golpe fatal, e outra na nuca.