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Posts com a tag "assassinato"

Justiça nega liberdade a acusado de matar adolescente em saída de festa em Charqueadas

25 de abril de 2016 1

Ronei Wilson Jurkfitz Faleiro Júnior, 17 anos, foi assassinado Foto: Arquivo pessoal

Por Matheus Schuch

O Tribunal de Justiça negou habeas corpus a Cristian Silveira, um dos dez denunciados pela morte de Ronei Jurkfitz Faleiro Júnior, 17 anos, em agosto do ano passado. O crime ocorreu após uma festa no Clube Tiradentes, em Charqueadas.

Por unanimidade, os desembargadores entenderam que há, na denúncia do Ministério Público (MP), indícios suficientes de autoria para manter a prisão. A defesa alegava fragilidade dos indícios de autoria e excesso de prazo na apuração.

Leia mais:

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Grupo responsável por morte de jovem em Charqueadas é apontado em outra investigação
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O MP denunciou dez pessoas por homicídio quadruplamente qualificado (motivo fútil, meio cruel, com recurso que dificultou a defesa da vítima e por meio de emboscada), bem como por três tentativas de homicídio também quadruplamente qualificadas. Ainda, todos foram denunciados por corrupção de menores – em virtude do envolvimento de quatro adolescentes nos crimes e associação criminosa (com pena aumentada porque com atuação de adolescentes).

Até agora, foram apresentados nove pedidos de habeas corpus – todos foram negados. Mais de 40 testemunhas foram ouvidas sobre o caso.

Segundo a investigação, Ronei Júnior foi agredido e morto por 14 pessoas após uma discussão na saída de uma festa promovida para arrecadar fundos para a formatura de uma escola da cidade. Ele foi agredido a garrafadas.

Estão presos pelo crime: Peterson Patric Silveira Oliveira, Jhonata Paulino da Silva Hammes, Vinicios Adonai Carvalho da Silva, Leonardo Macedo Cunha, Volnei Pereira de Araújo, Matheus Simão Alves, Geovani Silva de Souza, Alisson Barbosa Cavalheiro, Cristian Silveira Sampaio e Rafael Trindade de Almeida.

Justiça marca audiência sobre caso de morador que matou síndico no Centro da Capital

10 de abril de 2016 0

* Por Lucas Abati

Crime ocorreu em novembro do ano passado em prédio na rua André da Rocha, Centro de Porto Alegre / Foto: Eduardo Matos/Rádio Gaúcha

Crime ocorreu em novembro do ano passado em prédio na rua André da Rocha, Centro de Porto Alegre / Foto: Eduardo Matos/Rádio Gaúcha

Foi marcada para o dia 11 de maio a audiência de interrogatório do caso em que um advogado matou o síndico do prédio onde morava, na Rua André da Rocha, no Centro da Capital.

Oscar Vieira Guimarães, 61 anos, foi morto a facadas no dia 5 de novembro do ano passado. O acusado, Guilherme Nunes Zanoni, 25 anos, foi encontrado no local do crime.

No dia 22 de fevereiro, a Justiça analisou e negou um pedido de revogação da prisão preventiva do réu. Ele permanece preso aguardando julgamento.

Crime 

O zelador do condomínio ouviu gritos do síndico na noite em que houve o crime e foi até o apartamento do morador apontado como autor do crime. A porta estava trancada e os gritos continuavam. Então ele acionou a Brigada Militar. Quando os PMs entraram no imóvel, Zanoni estava ao lado de Guimarães, que agonizava. O jovem, que usava luvas cirúrgicas, foi preso em flagrante. O síndico levou uma facada no pescoço, que foi o golpe fatal, e outra na nuca.

 

Pelo menos 60% dos homicídios neste ano na Capital foram execuções

11 de março de 2016 0
Foto: BM / divulgação

Foto: BM / divulgação

Por Cid Martins *

De acordo com levantamento feito pela Rádio Gaúcha em parceria com o Diário Gaúcho, ocorreram 149 assassinatos em Porto Alegre entre o dia 1º de janeiro e 8 de março deste ano. Levando em conta a investigação sobre os casos e a forma como foram classificados, 65 ainda não têm informação sobre motivos e 84 já possuem motivação confirmada.

Para manter uma linha de apuração sobre os homicídios, a reportagem trabalha com esse número de 84 casos. Desse total, 52 foram execuções ligadas ao tráfico de drogas – o que equivale a pelo menos 60% dos assassinatos ocorridos. Número que pode ser maior quando a polícia apurar a motivação dos outros 65 homicídios.

O diretor do Departamento de Homicídios, delegado Paulo Grilo, diz que a polícia entende como execução os crimes violentos com vários disparos de arma de fogo e com a maioria das vítimas possuindo antecedentes criminais. Segundo ele, todos os casos estão ligados ao tráfico de drogas – envolvendo disputa por território, vingança e acerto de contas.

Nos últimos anos, Grilo diz que esses assassinatos ocorrem em qualquer lugar e hora, muitas vezes com os criminosos utilizando veículos para chegar em locais e atirar contra um alvo que, muito vezes, está próximo de pessoas inocentes.

“E, nessa sequência de execuções, o que nos preocupa é que a sociedade está exposta. Em relação aos criminosos, o que é investigado por assassinar hoje, amanhã provavelmente será vítima em outro inquérito”, disse.

A polícia trabalha com o setor de inteligência, com prisões e apreensões de armas, bem como com a formação de provas para resolver os assassinatos em Porto Alegre. Denúncias podem ser feitas pelo telefone 0800-64-20-121.

Moradores

O morador de uma área conflagrada pelo tráfico de drogas na zona norte de Capital, que prefere não ser identificado, relata que já flagrou três execuções na região. Em uma delas, viu um homem levar 24 tiros e, em outra, chegou a gravar imagens em vídeo.

Segundo ele, é difícil tentar viver em meio a essa guerra, por que além do risco de ser morto por engano, os moradores convivem com a intimidação diária por parte dos criminosos para que não denunciem os casos. O homem chega a usar como exemplo de educação para o filho a situação de insegurança no bairro para que ele não se envolva em roubos e drogas.

“Chegam, atiram e, se não terminam o serviço, voltam e atiram mesmo que tenha gente na volta da vítima. Eles intimidam mesmo, sabem que ficarão impunes”, diz.

O Comando de Policiamento da Capital, da Brigada Militar, diz que a grande ação que segue sendo realizada neste ano para tentar combater as execuções ligadas ao tráfico é a chamada Operação Avante, que já resultou em várias prisões neste ano.

* com colaboração de Eduardo Torres, do Diário Gaúcho.

Polícia conclui inquérito e prende empresário acusado de mandar matar a mulher em São Borja

10 de março de 2016 4
saoborja

Mulher foi morta no fim do ano passado

* Por Karoline Ávila

A Polícia Civil prendeu na manhã desta quinta-feira (10), no Chuí, extremo Sul do Estado, o empresário Hussen Kasem Khaled, de 46 anos. Ele é acusado de ser o mandante do assassinato da esposa, a empresária Sônia Khaled, 44 anos, em novembro do ano passado, em São Borja, na Fronteira Oeste.

O empresário foi preso na casa de irmãos por policiais civis de Chuí, Santa Vitória do Palmar e de Rio Grande. O inquérito foi entregue à Justiça pedindo a prisão de Hussen e de outras seis pessoas envolvidas na execução do crime. As prisões estão sendo cumpridas em São Borja. Até agora, pelo menos cinco pessoas já foram presas.

De acordo com o delegado Charles Dias do Nascimento, a investigação concluiu que a motivação do crime foi disputa de bens por conta do relacionamento desgastado do casal.

“Através de vasto levantamento, e vários depoimentos de pessoas próximas, conseguimos chegar à conclusão de que o crime foi motivado por disputa de bens”, afirmou Nascimento.

No ano passado, Hussen e outras seis pessoas foram presas temporariamente, mas acabaram sendo liberadas. Todos foram indiciados por homicídio qualificado e denunciados à Justiça.

Relembre o caso

O crime foi no dia 6 de novembro de 2015. Sônia Khaled foi rendida por pelo menos dois homens dentro de casa, levada para uma rua distante e morta com três tiros e uma facada.  Na fuga, os criminosos levaram a mulher dentro do carro da família.

O marido estava em casa e acionou a polícia. Sônia e Hussen estavam juntos há 20 anos e possuem três filhos, que não estavam no momento do crime.

Contraponto

* Nota à imprensa

O escritório Mariano da Rocha & Mallmann Advogados Associados, responsável pela defesa do Sr. Husen Kassen Khaled, vem, por esta nota pública, esclarecer que, até o presente momento, não teve acesso à decisão que decretou sua prisão provisória, bem como, dos documentos que, presumivelmente, a acompanham.

Reiteramos, primeiramente, nossa firme convicção na inocência do Sr. Khaled, que será demonstrada ao longo do processo.

Não obstante isso, tendo em vista o fato de que nosso cliente, desde o dia em que foi posto em liberdade, após a Colenda 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul conceder ordem de habeas corpus por nós impetrada e, com isso, revogar a prisão temporária anteriormente decretada, esteve sempre a disposição das Autoridades responsáveis pelas investigações – não colocando em risco a instrução processual ou a aplicação da lei penal.

Tal circunstância, no entender da defesa, por si só, contraindica a necessidade da prisão provisória, razão pela qual serão tomadas as medidas jurídicas cabíveis“.

Homem é condenado a 25 anos de prisão por assassinato de policial federal em Canoas

09 de março de 2016 1

* Por Lucas Abati

A Justiça Federal do Rio Grande do Sul condenou a 25 anos de prisão um homem responsável pelo assassinato e tentativa de outros dois contra policiais federais. O Júri durou mais de 14 horas e terminou na madrugada desta quarta-feira (09).

O caso aconteceu em fevereiro de 2013, no município de Canoas, durante perseguição na BR-386. De acordo com o Ministério Público Federal, o réu colidiu propositalmente contra a viatura, causando a morte de um policial.

No veículo, o preso carregava cerca de 42 quilos de cocaína. Ele também foi denunciado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Um comparsa, que estava em outro carro, foi condenado a 11 anos em regime fechado.

Ainda cabe recurso.

Três jovens são indiciados pela morte de PM durante Réveillon em Tramandaí

08 de março de 2016 0

Por: Vitor Rosa

Soldado foi morto após discussão

A Polícia Civil finalizou nesta terça-feira (8) o inquérito sobre o assassinato do soldado da Brigada Militar Maysson Fagundes da Silva, 27 anos, morto na madrugada do dia 1º de janeiro em Tramandaí, no Litoral Norte. Três jovens, que já estavam presos temporariamente, foram indiciados por homicídio qualificado. O inquérito foi encaminhado hoje ao Judiciário.

O delegado Paulo Perez diz que os três devem agora ser presos preventivamente até que o caso seja analisado pela Justiça. Eles foram identificados como Stevão Fabiam Sosa, de 18 anos, Wagner Cabral Machado, 19, e Diemi Emérson Reimann, 23. O primeiro deles é apontado como o autor do disparo que vitimou o soldado, e os outros como participantes do crime.

A investigação apurou que o motivo do crime foi a forma com que Diemi tentou se aproximar de uma mulher que estava no mesmo grupo que o PM. Conforme a Polícia Civil, uma discussão iniciou entre o policial, amigos dele e dois dos acusados. Durante o ocorrido, Stevão teria se aproximado com um revólver calibre 38 e atirado.

Dos três indiciados, apenas Diemi tinha antecedentes criminais por posse de entorpecentes. O delegado diz que o autor do crime não tinha nenhuma relação aparente com a criminalidade, e possivelmente cometeu o assassinato quando estava sob o efeito de drogas.

Sete testemunhas ouvidas pela polícia reconheceram os presos como participantes do crime. Dois deles foram presos no dia 10 janeiro, na zona norte de Porto Alegre, e outro em São Leopoldo, dois dias depois.

Investigação
O delegado Paulo Perez avalia que a quantidade de pessoas que estavam reunidas durante as festividades dificultou no esclarecimento do caso. “A investigação foi extremamente complexa, pois havia milhares de pessoas na praia naquele momento”, afirma.

Inicialmente, a principal linha de investigação era de que o assassinato tinha sido feito por um homem que já tinha sido preso pelo policial durante uma abordagem em Alvorada. Uma pessoa chegou a ser presa suspeita do crime por este motivo, mas foi liberada após a obtenção de novos indícios.

Um dos fatores que auxiliou a equipe da Delegacia de Tramandaí no reconhecimento dos suspeitos foi a divulgação das fotos em redes sociais.

Tiroteio
A polícia ainda investiga, em outro procedimento, o tiroteio que se iniciou depois do crime. A suspeita é de que um dos amigos pegou a arma do policial, que já estava caído, e começou a perseguir o trio, atirando. Uma menina chegou a ser atingida por um disparo, mas passa bem. Um raio x no corpo dela será feito para avaliar o calibre da bala que a atingiu.

Vídeo: morador grava execução de homem na zona norte de Porto Alegre

29 de fevereiro de 2016 17

* Por Cid Martins e Lucas Abati

Em plena rua dos Maias e com várias pessoas em volta de um homem baleado para tentar ajudá-lo, bandidos retornam à cena do crime para concluir a execução. Foi por volta de 23h deste domingo (28) no Parque dos Maias, bairro Rubem Berta, zona norte de Porto Alegre. Esse foi um dos 19 assassinatos registrados no Rio Grande do Sul neste final de semana, mas ao contrário dos outros, o homicídio foi registrado em vídeo por um morador.

* Veja o vídeo:

Depois de ser baleado nas pernas, o homem (ainda não identificado) é socorrido por populares. Mas instantes depois, pelo menos dois criminosos em um veículo Novo Uno preto retornam ao local, as pessoas correm e eles disparam várias vezes contra a vítima.

“Eu contei pelo menos cinco tiros na primeira vez e depois, quando voltaram, contei pelo menos nove disparos. Tá horrível, não tem policiamento e quem tá na rua, mesmo pra ajudar uma vítima, tá sujeito a isso”, diz o morador que gravou as imagens, mas que pediu para não ser identificado.

A polícia já investiga o caso e suspeita que o crime tenha relação com o tráfico de drogas. O primeiro passo é identificar o nome do homem que morreu e depois verificar provável ligação dele com grupos criminosos que agem na região do bairro Rubem Berta.

 

Dois acusados de assassinar ex-secretário Eliseu Santos em Porto Alegre irão à júri em maio

29 de fevereiro de 2016 1

* Por Vitor Rosa e Cid Martins

ex-secretário de Saúde de Porto Alegre Eliseu Santos ocorrida na noite de 26 de fevereiro de 2010

Morte de ex-secretário de Saúde de Porto Alegre Eliseu Santos ocorreu na noite de 26 de fevereiro de 2010

Os réus Eliseu Pompeu Gomes e Fernando Júnior Treib Krol, acusados de envolvimento na morte do ex-secretário de saúde e ex-vice-prefeito de Porto Alegre Eliseu Santos,  irão a julgamento pelo Tribunal do Júri no 19 de maio deste ano. A data inicial era 28 de janeiro, mas foi transferida devido à mudança da juíza titular.

A decisão pelo júri foi do juiz Volnei dos Santos Coelho, da 1ª Vara do Júri do Foro Central. Mas a nova data foi decidida pelo juiz Maurício Ramires, também da 1ª Vara do Júri.

* Veja trecho da decisão:

Vistos. Considerando a recente remoção da Juíza titular deste Juizado e a inviabilidade de realização de julgamentos no mês de janeiro pela Juíza que atuará em substituição naquele período, transfiro o julgamento deste feito para a data de 19/05/2016, às 9h30min. Registro que o Juízo não dispõe de pauta mais próxima. Intimem-se“.

Os réus são acusados de homicídio triplamente qualificado. Segundo a denúncia do Ministério Público, os disparos foram efetuados pelo assaltante Eliseu Gomes.

No momento do crime, o atirador estava acompanhado de Fernando, apelidado de “Alemão”. A dupla ainda responde por receptação e adulteração de veículo, uma vez que o carro utilizado no crime foi roubado. O crime aconteceu na noite do dia 26 de fevereiro de 2010, na Rua Hoffmann, no bairro Floresta. Eliseu estava acompanhado da mulher e da filha quando foi atingido por dois tiros.

Processo

Em 2013, o processo foi dividido em três partes pela 1ª Vara do Júri. Outros dois réus são Marcelo Machado Pio e Jonatas Pompeu Gomes, que também vão à Júri, além de Marco Antônio de Souza Bernardes, Cássio Medeiros de Abreu e José Carlos Elmer Brack. A Justiça decidiu pela cisão do processo devido à ausência de dois dos sete réus em uma das audiências.

A morte do ex-secretário da Saúde da Capital causou polêmica pelo fato da Polícia Civil entender que houve tentativa de roubo de carro seguida de morte e a Promotoria entendeu que houve crime encomendado.

Reincidência 
Além da morte do ex-secretário, Eliseu Gomes foi condenado a 49 anos de prisão em regime fechado pela tentativa de homicídio contra policiais militares e três roubos em São Leopoldo. Em novembro de 2014, uma quadrilha de roubo de veículos comandada por Gomes foi desarticulada em operação da polícia civil.

Fernando também foi preso em março do ano passado por tráfico de drogas, em Canoas. Ele foi detido em flagrante no bairro São Luís, de Canoas, pela 3ª Delegacia do Departamento de Investigações do Narcotráfico (Denarc). O delegado Rafael Pereira diz que foram apreendidos com ele três carregadores de pistola, R$ 3 mil, comprimidos de ecstasy, pequena porção de maconha, ceduleira, sete celulares e um veículo Audi.

IGP e Polícia fazem reconstituição da morte de universitária em São Francisco de Paula

23 de fevereiro de 2016 5
Dóris Terra, 21 anos, foi assassinada durante roubo de carro no dia 21 de dezembro / Foto: Arquivo Pessoal

Dóris Terra Silva, 21 anos, foi morta no dia 20 de dezembro / Foto: reprodução

A Polícia Civil e o Instituto Geral de Perícias realizam na tarde desta terça-feira (23) a reprodução simulada da morte da universitária Dóris Terra Silva, 21 anos, ocorrida dia 20 de dezembro do ano passado em São Francisco de Paula, na Serra gaúcha. O acusado Luís Paulo da Silva Nunes, 31 anos, irá participar do trabalho pericial. Os agentes irão atuar em dois locais, em média uma hora em cada um. Será no trecho onde ela foi atacada, na cidade, e onde o corpo foi largado às margens da RS-020. Em média, será uma hora para cada. A Brigada Militar vai reforçar a segurança na região.

* Reprodução Simulada (nome técnico do que popularmente se chama de reconstituição de fatos envolvendo vítima morta). 

Denúncia

A Justiça aceitou no dia 15 de janeiro a denúncia contra o acusado de matar a estudante do 8º semestre de Direito da PUCRS. Ela foi atacada por Nunes, que admitiu o crime, quando se deslocava de carro para uma farmácia em São Francisco de Paula. O corpo foi encontrado já na noite do dia 20 de dezembro e o carro dela em Canoas no outro dia. Nunes foi preso no dia 23 de dezembro, também em Canoas. Segundo a investigação, ele matou a vítima durante roubo de carro.

Dóris morava há dez anos na Capital e ia com frequência para a Serra. Ela era filha do diretor do Parque de Exposições Assis Brasil e ex-prefeito de São Francisco de Paula, Sérgio Bandoca.

Luís Paulo da Silva Nunes Nunes foi preso dois dias depois em Canoas / Foto: Fernanda da Costa / Agencia RBS

Luís Paulo da Silva Nunes Nunes foi preso dois dias depois em Canoas / Foto: Fernanda da Costa / Agencia RBS

Saiba mais:

Denúncia contra acusado de matar estudante na Serra gaúcha é aceita.

Polícia irá pedir reconstituição da morte de jovem em São Francisco de Paula.

Suspeito confessa e diz estar arrependido de matar jovem na Serra.

Preso suspeito de matar jovem em São Francisco de Paula.

 

Testemunhas reconhecem suspeitos da morte de PM durante Réveillon em Tramandaí

17 de fevereiro de 2016 4

Das oito testemunhas da morte do PM Maysson Fagundes da Silva, 27 anos, durante o Réveillon em Tramandaí, sete reconheceram os três suspeitos que seguem presos. O delegado Paulo Perez diz que o reconhecimento feito nesta quarta-feira (17), na delegacia, foi importante para consolidar as provas já obtidas. Os três foram detidos entre os dias 11 e 12 de janeiro em São Leopoldo e na zona Norte da Capital.

“Pelo menos cada um dos suspeitos foi reconhecido por uma testemunha. Um deles, responsável pelo tiro, foi reconhecido por mais de uma das pessoas que estiveram aqui na delegacia”, diz Perez.

O motivo do crime seria uma desavença envolvendo dois grupos de jovens na festa por causa de uma mulher. Houve discussão e um dos suspeitos atirou na cabeça da vítima. Além disso, um amigo do PM teria pego a arma do policial e disparado contra o atirador e seus amigos. No entanto, o disparo atingiu as costas de uma adolescente. Ela não corre risco.

Inquérito

Perez diz que já sabe quem foi o responsável pelo disparo e vai divulgar nomes somente na próxima semana, quando concluir o inquérito policial. Segundo ele, há uma possibilidade de que os outros dois envolvidos não sejam indiciados. Quando remeter o inquérito à Justiça, a polícia vai pedir a prisão preventiva de pelo menos do atirador. As prisões temporárias já foram prorrogadas para o dia 8 de março.

 

PM Maysson Fagundes da Silva levou um tiro na cabeça / Foto: Reprodução

PM Maysson Fagundes da Silva levou um tiro na cabeça / Foto: Reprodução