Falta de defensor público adia júri do assaltante Cafuringa por morte de agente penitenciário
23 de abril de 2013 0O Tribunal do Júri em Montenegro, sobre o assassinato do agente penitenciário Jair Fiorin, foi adiado por falta de defensor público para atuar amanhã. Não há nova data definida. Entre os três réus acusados de homicídio triplamente qualificado e outros crimes, está Enivaldo Farias, o assaltante de bancos Cafuringa. Os outros envolvidos são Leonardo da Silva Mallet, Alex Sandro Colares Grabowsky e Leomar Farias.
Cafuringa
O servidor da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), foi assassinado em 2005 durante resgate de Cafuringa. O preso iria participar de audiência judicial. Ele já esteve em presídio federal, foi considerado o foragido mais procurado do Rio Grande do Sul e foi recapturado ano passado na Região Metropolitana.
Outro julgamento
No dia 12 deste mês, outros três acusados pela morte do agente penitenciário foram julgados. Fernando Toledo Bastos, Claiton da Silva Mallet e Gederson Aguiar Ribas foram condenados por crimes que totalizam prisões de até 17 anos e 6 meses.
Defensoria
A defensoria pública explica que não poderia designar um profissional para assumir o caso, por que a advogada de defesa de Cafuringa ainda consta como procuradora dele. Se fosse designado um profissional sem uma resposta oficial do réu sobre o fato, poderia haver até o risco do processo ser anulado. Por isso a defensoria está pedindo que a justiça intime o acusado para saber se ele precisa de um defensor público.








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