clicRBS


 

#coisadepobre e navegar sem cliques

Animals Matter:http://www.animalsmatter.org/pt/spreadvia @addthis

acabo de ver um post que dá todo um novo significado às palavras “vip” e “estrela” #lord #implicanciasimplicantes

RT @ fabiomoraes RT @pedroleite82: Atenção, mochileiros e intercambistas: Se lavar prato contasse como experiência de vida minha empregada seria o Gandhi.

RT @ riqfreire Participar dessa hashtag #coisadepobre

RT @ ferreira_luis Pote de Requeijão = Copo #coisadepobre

botar nome estrangeiro em filho #coisadepobre

eu adorei navegar sem cliques! RT @marcialima o site mais agoniante évah: http://bit.ly/cfsgbu

com tanto blog bom por aí, o pior é que vai ter gente entrando neste… manoel carlos = glória perez http://migre.me/jhtZ #depre

RT @danibertocchi Frightened, clueless or uninformed? Segue o link: http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2010/02/frightenedcluelessuninformed.html

Meu novo jeito de blogar

Não é segredo pra quem passa por aqui de vez em quando ou assina o RSS que meus posts estão cada vez menos frequentes. Já quem acompanha minha verborragia descompromissada desde a primeira versão deste blog, criada em dezembro de 2003, sabe que posts longos nunca foram meu forte. Muito do que publiquei eram coisicas de uma, duas linhas.

Com o Twitter, passou a ficar estranho postar um post inteiro no blog só pra compartilhar uma ideia, uma implicância, uma dica, uma bobagem qualquer. Então que eu ando me manifestando principalmente por lá. Só que no twitter as nossas ideias, implicâncias, dicas e bobagens acabam indo parar num poço sem fundo, se perdendo para sempre.

Daí que neste fim de semana tive um insight. Para guardar meus tweets para a posteridade - para mim mesma -, passarei a compilá-los por aqui.

Vamos lá, então… começando com os posts de fevereiro de 2010.

a questão da noite é: como vivi tanto tempo sem o opera mini? #mobilidade

pós adolescentes e senhores com problemas sexuais fazendo ziguezague no trânsito #freeway #coisachata

Excelente! RT @interney Linha do tempo de evolução do fax:http://bit.ly/9qOmox

RT @mifgomes 36º hoje em Porto Alegre….Nada como um friozinho gostoso no meio do verão.

@eduardosterzi eu sempre me pergunto é como são paulo consegue ser uma metrópole tão provinciana

voltei do almoço me sentindo meio #batista #fornoalegre

@mutantismos vou sair por aí estourando hidrantes!

RT @mutantismos o filme do momento: do the right thing, de 89, do spike lee. nunca foi tão atual. #fornoalegre

lojas de vendas online: NÃO botem música tocando direto no site. aliás, NENHUM site deveria sair tocando música #bandeirademais

RT @perin1979 Leva um casaco, fiasquenta! RT @sabrinadaquino: sou a única pessoa triste com o fato do ar da redação ter voltado a funcionar

RT @eduardonuness Depois do show em #fornoalegre, os Cranberries viraram geleia. (infame)

RT @chrisbrogan Airport restaurant. Guac and chips: $11.95 I asked why so much. Well there are TWO whole avocados in the guacamole. Ohhhhh! #logic

depois de faltar luz, meu ar ameaçou não ligar #panico

RT @danimf todo mundo falando que o batista desmaiou no ar. que ar? porto alegre, 41º.

RT @clicEsportesRS: [Video] Comentarista Batista desmaia ao vivo na TVCOM http://bit.ly/bvwEfz

@lpfaccioli a gente precisa levar em consideração o nosso entorno também… há 60 anos tinha tanto asfalto e tanto concreto nas cidades?

explicação de quem entende na zh http://migre.me/iHor “ainda não registramos recorde significativo em relação aos últimos anos”

duas palavras que me incomodam: “colaboradora” e “favor”. elas não pressupõem necessariamente remuneração #trabalho

@eduardonuness de preferência com serenidade (e ar condicionado/ventilador)… :-)

vamos deixar uma coisa combinada? no inverno faz frio. no verão, calor. LIVE WITH IT! #factsoflife

RT @eduardonuness @lizicordeiro aliás, o twitter desbancou os táxis e os elevadores como “o lugar onde mais se fala do tempo”

RT @alexdesanti Gênios: _o_ \o_ \o/ <o/ <o> \o> \o/ EEEE Macarena! AAAAAAAAAAAAAAAi (via @msoares e @quinhadepipoca)

@chinainblog @tatiklix ai, não. eu prefiro seguir sem acreditar em inferno astral…

efeito tostines? Pesquisa relaciona uso intensivo da internet e sintomas depressivos: http://tinyurl.com/yj8pn6v (via @danibertocchi)

@MairaAkemi porque não precisa pegar a 101

e apesar de tudo eu insisto em não acreditar em inferno astral…#argh

toda semana devia ter um dia de feriado entre segunda e sexta #factsoflife

viver com @marciopinheiro é saber que a novela errou ao botar uma certa música tocando num toca-discos. “isso nunca saiu em elepê.”

#oscar 2010? #up!

levando a maior fé nesses senhores no #oscar http://migre.me/ivze

quando eu digo… volta, @chinainblog! RT @RevistaEpoca China avisa Obama para não encontrar Dalai Lama | http://bit.ly/bmoIlE

é um perigo ler certos cronistas em tempos de tpm. acabo convicta de que até eu escrevo melhor…

não foi o calor que aumentou, mas a cobertura da mídia #aquecimentoartificial #lembrancasdeveraodainfancia #calorpacas

RT @danrodrigues O Lula poderia criar o “Bolsa Ar condicionado” para todos os brasileiros que não tem ar em casa.

Eu não quero ter razão

Dez anos de terapia me deram um alarme interno que dispara toda vez que estou exagerando. Em qualquer coisa. Às vezes o alarme custa mais a disparar e, quando dispara, o estrago está grande demais, e o caminho de volta ao equilíbrio - ou o mais perto dele - é um pouco mais longo e mais trabalhoso.

Nos últimos dias, tenho sentido crescer a minha irritação profunda em relação a quem se leva a sério demais - a meu ver, um dos piores defeitos de qualquer ser humano. E o que mais me assusta neste caso é que essa minha irritação, de maneira contraditória, demonstra justamente que estou - justo eu - me levando mais a sério do que gostaria (ou deveria).

Por sorte - embora também acredite que nada é por acaso -, vi hoje uma entrevista que o Geneton Moraes Neto fez com o Ferreira Gullar para a Globonews. E ao relembrar o sufoco que passou no Chile durante o golpe contra Salvador Allende, o poeta e escritor - que considero uma das pessoas mais fascinantes e lúcidas do país hoje - relembrou uma frase dele que fez o alarme mencionado ali em cima disparar e interrompeu o processo de exagero antes de ele ganhar alguma força: ”Eu não quero ter razão, quero ser feliz”.

É isso. Obrigada, Gullar.

Fim de semana em Porto Alegre

O tempo está lindo, e até dá vontade de ir para a praia. Mas a perspectiva da cidade vazia, com dias lindos, cinemas e restaurantes à disposição e longe de estarem superlotados tornam a beira da piscina muito mais atraente do que a beira do mar - ainda mais considerando o quase eterno tom achocolatado do nosso litoral.

Crise de idade

Eu tô avisando há horas. Sabia que isso ia acabar acontecendo. E aconteceu. Semana passada, descobri que estou trabalhando com um ser humano nascido em 1990. 1990! No dia seguinte, um vizinho de mais ou menos 15 anos tenta me convencer a entrar na piscina do condomínio:

- Entra, tia! A água está ótima.

Pior foi ficar aguentando a gozação do Márcio.

É oficial: estou em crise de idade.

Reciclando promessas

Hoje me dei conta de que tenho blog há mais de seis anos. Caramba! Olhando nos arquivos, encontrei uma promessa feita em 15 de janeiro de 2005. Ainda não foi cumprida, mas mantém a validade…

Juro

Eu ainda vou escrever um livro de etiqueta para como as pessoas precisam se comportar nas situações pobres do dia a dia:

  • no elevador
  • no ônibus
  • na fila do banco
  • na sinaleira pedindo
  • na sinaleira distribuindo
  • nos corredores do súper
  • no balcão da padaria

A esta altura todo mundo parece saber diferenciar um traje gala de um alto esporte, mas não sabe as mínimas regras de convivência.

Do irritante espanto injustificado

Na doce ilusão de que algum dos meus poucos porém queridos leitores (vocês ainda estão aí, né?) tenha chegado aqui antes de chegar no mestre dos mestres, reproduzo a excelente crônica do Luis Fernando Verissimo (perdão pela redundância) publicada na Zero Hora de hoje, que poupou a mim o trabalho de descrever as mesmas opiniões e a vocês de lerem um texto inferior sobre o mesmo assunto :-)

Como se fosse a primeira vez

Chove desde que o mundo é mundo, mas a chuva sempre nos pega desprevenidos. Não falo na chuva catastrófica como a que tem nos flagelado, mas na chuva comum. Na chuva que deveria fazer parte das expectativas normais de qualquer um que não vive num deserto. Que não deveria exigir qualquer alteração no seu cotidiano fora a necessidade de usar guarda-chuva e o cuidado de evitar goteiras e poças. E, no entanto, todas as vezes que chove nossas vidas são transtornadas como se fosse a primeira vez. Meu Deus, o que é isso? Água caindo do céu?! Com chuva, todo mundo se confunde, como se não houvesse precedentes. Com chuva, o caos do trânsito vira um pavor, embora só seja o caos de sempre com água em cima.

O descaso que causa as tragédias quando a chuva é catastrófica é um corolário dessa surpresa sempre repetida. A imprevidência dos que constroem em áreas de risco ou a negligência dos que permitem a construção em áreas de risco vêm da mesma recusa de ver o óbvio. A chuva é uma obviedade, não é uma novidade. A chuva anômala, catastrófica, também, pois temos uma longa história de tragédias como as destes dias. Mas a reação é sempre de incredulidade, nunca se reconhece o óbvio.

O problema do Brasil não é que as coisas não tenham precedentes. Há precedentes para tudo o que nos aflige. O problema é que os precedentes não nos ensinam nada. Assim, continuaremos reclamando que os esgotos pluviais não dão conta das grandes chuvaradas e precisam ser refeitos, até a inundação regredir e não se falar mais nisso. Continuaremos protestando contra construções em áreas perigosas até os deslizamentos pararem e o tempo melhorar, e esquecermos. E cada tragédia, como cada dia de chuva, será sempre como se fosse a primeira vez.

Reparação

Alguém com tempo e curiosidade suficientes poderia calcular de quanto seria o montante se cada família de vítimas da imprevidência e da negligência dos governos – do esgoto não refeito, da encosta não adequadamente escorada, da estrada não duplicada ou não construída – responsabilizasse judicialmente Estados e União e exigisse reparação. Não precisaria nem ser as vítimas de todos os tempos, só de um ano bastaria. O custo seria maior do que o necessário para fazer as obras.

Me dou o ousado direito apenas de acrescentar um ponto. No caso de terrenos invadidos, creio que seria importante responsabilizar judicialmente também os cidadãos que constroem em áreas proibidas - e não apenas os governos que não conseguiram expulsá-los de tais áreas. Assim como multar o motorista ou pedestre que joga lixo na rua - e não apenas protestar o governo que não mantém os bueiros e os esgotos pluviais em ordem. Porque descumprir a lei e faltar com a civilidade e depois simplesmente culpar o governo pela “falta de fiscalização” ou “omissão” me parece meio século 20 demais - pra não dizer coisa pior.

Balanço e resoluções

O ano passado terminou com um susto. Um susto enorme. Minha mãe estava doente, e a experiência que havíamos tido com meu pai, treze anos antes, dificultava qualquer otimismo. Assim, a virada de 2008 para 2009 foi passada física ou espiritualmente dentro de um quarto de hospital, cuidando pela recuperação da minha mãe depois de uma cirurgia de risco, com a expectativa ainda de saber qual o tamanho do tratamento que a (nos) esperava. 52 semanas depois, acabo de deixar a minha mãe na casa dela preocupadíssima com o fato de a blusa que ela escolheu para entrar 2010 não estar bem passada. E vocês não podem imaginar como essa preocupação boba me deixa feliz. Na minha casa, estou contente por minha preocupação do momento ser não deixar a lentilha que está cozinhando queimar.

O susto do final de 2008 fez com que 2009 virasse o ano em que, entre outras coisas, aprendi a entender como há alegria em pequenas preocupações. O balanço do ano eu já tinha feito num post de novembro. Agora, a poucas horas de entrar em 2010, decidi escrever sobre minhas resoluções, que, na verdade, se resumem a uma só: seguir em frente. Afinal, já não é o bastante?

Bom ano novo a todos vocês :-)

Opiniões, opiniões, perguntas e respostas

Tenho o tipo de mente maluca que precisa formar uma opinião sobre tudo. Tudo. Sou daquelas pessoas que não podem ver mais de cinco minutos de uma partida ou evento esportivo - qualquer que seja - sem automaticamente escolher alguém por quem torcer. E ter uma opinião sobre os todos competidores. Claro que não são opiniões embasadas nem inflexíveis, mas, sei lá, é o meu jeitinho.

Daí que tô achando bem bacana o brinquedinho novo que permite que as pessoas façam perguntas aleatórias (ou “alienatórias”, como me disse um dia um vendedor de som automotivo sobre a função shuffle do CD player - é sério) para que euzinha aqui responda. Porque mesmo que quase ninguém queira saber o que eu penso sobre as coisas, eu adoro dizer.

Mas o mais legal mesmo do formspring.me -  uma versão geek dos velhos questionários de colégio -  é ver as respostas das pessoas cujas opiniões me interessam. E é aí que estou me esbaldando. Porque não tem melhor jeito de formar - ou mudar - uma opinião do que ouvir as opiniões alheias.

Vocês não acham? ;-)

Post com cara de tweet

Enquanto muita gente corre pra terminar 2009, outros tantos já estão com os dois pés fincados em 2010. E a gente aqui, no meio…

O que postar?

Se nem pro Twitter eu ando tendo inspiração, como é que vou ter inspiração pra postar por aqui? #trabalhodemais

Do talento para complicar a vida

Então que ontem apareceram várias abelhas em casa. E vespas também. E não havia - nem há - uma colmeia por perto. Daí que o marido sugere que a gente compre “um detefon” e mate as ditas.

O que eu faço? Com a capacidade de complicar as coisas que só eu tenho, resolvo que não, que vou consultar os meios bastante competentes para tanto. Segundo os jornais, quem combate abelhas são os bombeiros. E eu, cidadã consciente que sou, não quero ocupar o 193 com abelhas - correndo o risco de prender a linha que poderia estar sendo usada por conta de um incêndio. Daí que entro no Google, procuro por bombeiros +”porto alegre” e encontro o telefone de um quartel.

Lá, depois de explicar a situação, sou simpaticamente orientada a ligar para o 193 ou o 190.

- Mesmo não sendo emergência? - pergunto.

- Não deixa de ser uma emergência - responde o solícito soldade.

Digito 193. Mais uma vez, sou atendida por um bombeiro muito gentil. Depois de ouvir a história e saber que tenho um cachorro em casa, ele explica:

- Se a senhora não sabe onde é a colmeia, não temos o que fazer. Mas dá para fazer o seguinte: compra um rodox preto, que mata tudo. E não faz mal pro seu cachorro.

Donde se conclui, evidentemente, que meu marido poderia ser bombeiro.

Um post

Estamos cheios de novidades na ferramenta WorPress. Só que novidades às vezes vêm acompanhadas de problemas…

É tarde, é tarde, é tarde…

… e todo fim de ano é a mesma coisa. Baixa o coelho-tambor, e o dia fica curto, a semana mais curta ainda. Mas eu volto. Prometo!

Festas de fim de ano: uma nova abordagem

Não sou do tipo que detesta as festas fim de ano. Mas também há tempos deixei de esperar com ansiedade por elas. Durante alguns anos culpei por essa, digamos, melancolia em relação ao Natal e ao Ano-Novo a morte do meu pai, em 23 fevereiro de 1996 - três dias depois do meu aniversário de 22 anos -, causada por um câncer descoberto justamente no 20 de dezembro anterior. Ocorre que eu ainda adoro fazer aniversários. E há muito tempo a saudade doída do meu velho deu lugar a uma saudade boa, que o mantém ao meu lado o tempo todo. Donde se conclui que a causa não deve ser essa.

Tenho me dado conta de que não gosto das festas de final de ano da mesma forma como não sou exatamente fã dos dias das mães, dos pais e dos namorados. Porque são dias em que as pessoas se fantasiam para a felicidade. São dias em que a mãe ou o pai têm que ganhar um presente mesmo que o salário de maio e agosto dos filhos não tenha chegado até o segundo domingo do mês. Em que os namorados e namoradas precisam estar disponíveis, lindos e românticos mesmo que a reunião mais difícil do ano tenha acontecido no dia 12 de junho ou a prova de final de semestre caia no dia 13.

No Natal, as famílias enfiam na cabeça que precisam virar família de comercial de margarina e parecem se sentir obrigadas a passar por cima daquela briga boba que aconteceu no dia 22 de dezembro e que precisava de uma semana para ser realmente superada. E a virada do dia 31 para o dia 1º carrega o peso de definir os 365 dias seguintes: seja pelo que se come, seja por quem beijamos à meia-noite, seja por onde estejamos. São datas carregadas de significado compulsório. E isso me incomoda. Me irrita, até.

Se você resistiu à leitura até aqui certamente está pensando que a blogueira não passa de uma cínica, amarga, infeliz, sem família, sem amigos. Preciso confiar que vai confiar em mim quando digo que não, muito antes pelo contrário. Me sinto hoje muito mais em paz comigo mesma, com meus amigos e com a minha família do que quando esperava ansiosamente pela véspera do Natal, pelo Réveillon, pelo Dia dos Namorados.

2009 foi um ano cheio de datas importantes. Vivi alguns bons Natais, outros tantos dias dos namorados, incontáveis dias das mães e vários anos-novos. Porque conseguimos reunir em diversas ocasiões - algumas inclusive citadas neste humilde - pessoas que se gostavam e gostavam de estar juntas. Porque dei e ganhei vários presentes - comprados ou simbólicos - que me fizeram sentir tendo os melhores dias dos namorados ou das mães. Porque alguns dias marcaram o fim de um ciclo importante e o começo de um novo: um exame mostrando a cura da minha mãe, o começo de um novo desafio profissional do meu marido, a decisão da minha irmã de dar um novo rumo à vida dela, o convite para um trabalho novo e desafiador. Nenhuma dessas datas estava previamente marcada no calendário. Todas foram devidamente e muito bem celebradas.

Por isso tudo, decidi propor a mim mesma uma nova abordagem ao fim de ano. Nada de viagens. As estradas vão estar lotadas, e os hotéis e voos, muito mais caros do que o normal. Além do quê, os tradicionais fogos estressam meu cachorro, e não quero imaginá-lo assustado num hotel enquanto eu brindo a chegada de 2010 longe de casa.  Nada de festas compulsórias. Quero simplesmente juntar pessoas queridas aproveitando que os dias 25 e 1º são feriados e podemos ficar juntos até bem tarde. Conversando, comendo, bebendo, brincando com as crianças e os animais de estimação que estiverem por perto. No Natal e no Ano-Novo deste ano, tudo o que eu quero é poder sentir mais uma vez a alegria que senti tantas vezes nos últimos 365 dias sem que alguém me dissesse que precisava ser assim.

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