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A mesma tecla

20 de janeiro de 2008 2

FABRÍZIO MOTTA/Figueirense de Ruy ainda tende a crescer
Passada a primeira rodada (ops!, meio primeira, meio segunda, coisas de bastidores) do nosso Estadual, não dá para fugir da constatação. É preciso bater na mesma tecla: os atacantes vão fazer a diferença não só em Santa Catarina, mas nos estaduais em geral.

Faço deste post uma pequena ampliação e reforço da nota “atacante, quem tem tá bem”, aqui publicada já na sexta-feira. Ou ficou alguma dúvida após o golaço de Wellington Amorin, que deu a vitória ao Figueirense no clássico com o JEC?

Ora (bons), centroavantes vão determinar a diferença por dois motivos muito claros:

- Primeiro, porque não há tanto equilíbrio como nas séries A e B do Brasileiro. A diferença de qualidade nos regionais é quase abismal em determinados casos, permitindo ao atacante ser decisivo. Vejam que, no Nacional, nem sempre o time do goleador do torneio é o campeão.

- Segundo, pelo fato do goleador ser mais decisivo em jogos mais pegados, menos técnicos e em que há muita pressão de determinado time e, no outro caso, o contra-ataque é geralmente a única arma.

Nenhuma surpresa na largada

O Criciúma ganhou uma bela poupança na largada. Mas, convenhamos, abusando dos trocadilhos, não dá para deitar em berço esplêndido e nem dormir com os louros. Dos quatro grandes, é o que mais precisa buscar material humano para evoluir.

Já o Avaí ainda carece de enfrentar um adversário qualificado para medir sua real capacidade. No entanto, é um dos principais candidatos ao título do turno.

O Figueirense, sem apresentar grande superioridade, mostrou força superando um rival no calor da torcida adversária. É o favorito ao título.

O JEC, por sua vez, tem condições de fazer um belo campeonato. Mas terá que apresentar muita maturidade logo no início, diante do déficit de seis pontos em relação ao Tigre, de três em relação a Figueira (este já tendo passado o confronto direto) e Avaí.

Como o Marcílio Dias recuperou-se, a Chapecoense não vingou, Tubarão, Metropolitano e Guarani perderam, pode-se dizer que se encaminha um ano sem surpresas.

Propositalmente deixei o Brusque e o Juventus de fora. Os brusquenses têm uma diretoria com os pés no chão, fazem boas promoções, tem o torcedor ao seu lado e um técnico – Nasareno Silva – que é capaz de montar bons times. Os jaraguaenses são um dos times que menos tenho informações, preciso vê-los jogar! 

 

 

Postado por Marcos Castiel

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Comentários (2)

  • Leopoldo Pelin Jr diz: 21 de janeiro de 2008

    Faço uma pergunta: Lí o DC Esportes e nos borderôs do Campeonato Catarinense não se encontra público e renda dos jogos; não é quesito obrigatório aos clubes divulgar esses dados? Outra pergunta: Existe regulamento para nome de jogador na camisa? Alguns usam a parte alta, outros no nível da cintura e outros nem divulgam.

     

    Nota do editor: Pelin, os borderôs são divulgados no site da FCF, mas as vezes com algum atraso. Quanto aos clubes, alguns divulgam na hora do jogo, outros, porém, pressionados por oficiais de justiça que ficam com ordens judiciais, fazem jogo de %22gato e rato%22 para não sair no prejuízo logo depois do jogo.

    Quanto ao nome nas camisas, não consta do regulamento. Se os clubes aceitassem incluir, seria obrigatório. Mas deixaria mais caro o material oficial, a ser vendido nas lojas depois… Um abraço, Castiel

  • albeneir bena diz: 22 de janeiro de 2008

    Castiel hoje vai ser avai 3 x 0 marcilio .
    Estão falando que o avai pegou uma baba .
    O Figueirense pegou o joinville que time ruim esse time do joinville e ninguem fala nada é muinto secado olho gordo .

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