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Pelé como lição "antipernadepau"

28 de junho de 2008 25

Pelé aproveita rebote para marcar um de seus gols contra a França, na Copa de 1958, na semifinal, com resultado de 5 a 2./Reprodução

Mostrem gols e jogadas do Rei para seus filhos

Há 50 anos, o Brasil ganhava o primeiro Mundial. Faltavam 10 anos para escriba nascer e o gênio do futebol, Pelé, encantava o Mundo com seus tenros 17 anos.

Nunca houve, nunca haverá outro igual. As imagens que temos à disposição, sempre que as visito, entro em órbita. É de enlouquecer o que este homem protagonizou nos gramados (é um homem, ou um Deus, ou que sabe um ET?).

As novas gerações precisam ser expostas às imagens com mais intensidade do que ocorre hoje em dia.

Aliás, deveria ser disciplina em sala de aula e cadeira em universidade a análise do que foi Pelé (falo metaforicamente, blogueiros, nada de lição de moral para cima de mim).

Não ajudasse a criar bons jogadores, facilitaria, pelo menos, às novas gerações não perderem tempo idolatrando nomes que são puro produto de marketing.

Muito jogador mascarado e de bolso cheio não serviria para atar as chuteiras do Rei.

Por isso que dá pena ver alguns atletas tratados como “craques” e/ou vendidos pela mídia como tal.

Pena de quem se sujeita a consumir este produto/atleta forjado, nojo de quem manipula a informação, indignação para com quem empurra goela abaixo a enganação e perplexidade com times que ainda caem no conto.

(Este texto, editado e simplificado, está na minha coluna Pódio do DC deste domingo. Aliás, edição que traz documento histórico sobre a linda conquista de 1958, imperdível)

Postado por Marcos Castiel

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Comentários (25)

  • Tadeu Kinze diz: 29 de junho de 2008

    Vi o “Negrão” jogar (Flamengo x Santos) no maraca em 1971 e o santos perdia por 1 x 0. Em duas arrancadas “dele” do meio de campo o santos vira o jogo, dois gols de Rei e no final ele dá uma bola de presente para o Carlos Alberto selar o caixão do mengão. Isso que naquela época ele já estava “velho” para o futebol (34 anos). Detalhe: naquela época grande parte do público pagante ia aos estádios para ver Pelé jogar. “Ele” foi, é, e será eternamente o maior jogador de futebol de todos os tempos.

  • marcelo diz: 28 de junho de 2008

    ah e com essa bolinha que o Lucio e o Juan tão jogando acho que o Maradona com 150 quilos passeia por eles (lembram do Cabañas?)

  • Leo Figueira diz: 29 de junho de 2008

    Gostaria de fazer uma réplica qto à colocação de Tadeu, que mencionou uma partida entre Fla X Santos, no Maraca, em 1971. Pelé nasceu em 23 de outubro de 1940; portanto, naquela época, se foi antes de outubro, teria 30 anos; se fosse após, teria 31. Caro Castiel, o tema deste post veio a calhar. Muito bom. Lógico, nada como “mudar um pouco o disco” qdo o assunto era só desastre do meu Figueira, Criciúma ou atual sucesso do Avaí (vamos ver se ñ amarela no final, novamente)…

  • Tadeu Kinze diz: 29 de junho de 2008

    Obrigado Léo Figueira pela correção. MTM nunca foi o meu forte.

  • Carlos Drummond de Andrade diz: 28 de junho de 2008

    Figueira até a zona de rebaixamento no domingo 18hs.

  • Sérgio diz: 28 de junho de 2008

    Maciel, menos né, senão vc. enfarta.

    Claro que Pelé é inigualável tanto dentro quanto fora de campo e concordo que hoje só tem mesmo é mercenário vestindo a camisa da seleção e dos grandes times.

    E aquele vagabundo cheirador de cocaína se acha melhor que nosso pelé…Não pode.

    Esse é um dos que não teriam sequer condições de amarrar as chuteiras do rei e se vc. quiser faço uma lista logo a seguir.

  • Tadeu Kinze diz: 29 de junho de 2008

    Também não posso deixar de relatar aqui um amistoso em 1968 entre América (RJ)do saudoso Leônidas da Silvas, o inventor da “bicicleta”, contra o Bvai lá na pocilga onde hoje é o shopping-beiramar. Um vareio de bola. O Bvai correu tudo o que podia no primeiro tempo e no segundo tempo estava mortinho, mortinho em campo, dava até pena. Final: 5 azeitonas humilhantes x 1. Acho que que o amarelão daquele timinho do mangue foi contraido naquela pocilga, lamaçal, curral. hihihihi…

  • Sérgio diz: 28 de junho de 2008

    LISTÃO:

    Ronaldinho Gaucho, mascarado, baladeiro, perna de pau que nunca fez um jogo decente pela seleção. Tanto fez que não joga mais no BArça.

    Diego, o mais ridículo cai-cai da seleção. SE soprar um vento sul no porcaria, não levanta mais.

    Robinho, mascarou e tá entrando no esquema do Ronaldinho Gaucho…Tá em franca decadência.

    Adriano, aprontou o diabo na Itália e não joga no Milan atualmente.

    Vou fazer a lista dos bons daquele tempo e veremos se tem algo igual hoje.

  • Mãe Diná diz: 28 de junho de 2008

    Castiel anota aí para o final do ano (critério imparcial): Jeca: série D
    Cricriciuma: série C Brisa do Estreito: série B depois cai pra C (lugar de onde nunca devia ter saído – OUVIU DELFIM) Leão mais vezes campeão (legitimamente 1999), campeão do século e único time da capital do Estado campeão brasileiro: Série A 2009. Podem me cobrar

  • Leandro Boeira diz: 28 de junho de 2008

    Excelente texto. Armando Nogueira escreveu a uma frase que se aproxima do que este homem é para o futebol: “Se Pelé não tivesse nascido homem, teria nascido bola.” O filme PELÉ ETERNO é algo que acaba com qualquer tentativa de comparar o Rei com qualquer outro no mundo.

  • Sérgio diz: 28 de junho de 2008

    Só pra reparar um injustiça.

    Tem um jogador que se compara aos bons de outrora.

    Esse jogador se chama KAKÁ.

    Cara decente dentro e fora de campo.

  • Alvinegro de Capoeiras diz: 28 de junho de 2008

    Castiel, também posso dizer que sou um privilegiado. Um dia irei contar par ao smeus filhos sobre Romário, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Zidane, Rivaldo, Henry, Cristiano Ronaldo, Messi, Riquelme, Roberto Carlos, Marcão, Buffon, Kaká, e por aí vai. Guardada as devidas proporções, também peguei uma fase ótima no futebol não? hehe

    Abraço!

  • Tadeu Kinze diz: 29 de junho de 2008

    A mãe Diná é GAY!!

  • Mais vezes campeão diz: 29 de junho de 2008

    O Sergio Jr só pode estar de brincadeira. Va ver o filme “Pelé Eterno” pra ver um pouquinho do que ele fazia. Craque pra ele deve ser o Valber, Marquinhos e Vandinho… Ou quem sabe o Robinho pipoqueiro

  • Airton92 diz: 28 de junho de 2008

    Concordo com todos esses nomes citados pelo Sérgio. E acrescento que eles não eram “apenas” fora-de-série. Tinham orgulho de defender a camisa da seleção brasileira. E vergonha na cara para lamentar as poucas derrotas em suas épocas. Hoje, o que mais se vê é um dar-de-ombros após as freqüentes derrotas, e a frase mais inteligente que proferem é “vamos levantar a cabeça e trabalhar”. Repito o que já disse aqui: quem viu a Seleção de outrora foi um privilegiado. Hoje, até a Venezuela nos encara.

  • Marcelo diz: 28 de junho de 2008

    Roberto Carlos? Cristiano Ronaldo? Pára né ô … Ronaldinhos Gorducho e Gauncho decairam, mas lembram de 2002? Maradona foi um gênio muito doido que sucumbiu à droga assim como Mané Garrincha

  • Leo Figueira diz: 29 de junho de 2008

    (continuação)E qto aos craques mais atuais; Romário, Kaká, R. Gaúcho, Robinho… não teriam desempenho melhor ainda jogando contra times daquela época, qdo o sistema de marcação era menos intenso? Lembro-me que fiquei encantado c/ o “Carrossel Holandês” de 1974. O Brasil ficou tonto c/ aquela forma de jogar: sem posição fixa e c/ velocidade. O Brasil de 70 conseguiria vencer esta seleção? Fica como sugestão um tema p/ Blog: Citar melhores jogadores de diversas épocas.

  • Leo Figueira diz: 29 de junho de 2008

    Acompanho futebol desde 1970, e tive o prazer de assistir às partidas daquela Copa. Concordo que Pelé realmente foi um gênio da bola; porém, não consigo comparar desempenho de jogador em épocas diferentes e muito menos apontar o melhor jogador de todos os tempos se os adversários são diferentes. Na época, achava o futebol muito cadenciado, os times não tinham tanta pegada; Pelé, se jogasse hoje, conseguiria converter tantos gols ou driblar daquela maneira contra times que marcam forte?(continua)

  • rafaalvinegro diz: 28 de junho de 2008

    Castiel o que sobrou para a atual seleção brasileira e o trampolim para futuras negociações devido a fama que esses jogadores do passado trouxeram para o presente, veja o caso do zagueiro Henrique do Palmeiras que é bom zagueiro mais ser vendido por R$ 25 milhões de reais para o Barcelona acho isso um valor surreal, além disso na sua partida pela seleção teve um desempenho pifio na derrota para a Venezuela falhando inclusive num gol, mais dae o empresario dele vai para a europa e vende facil

  • Sergio Junior diz: 28 de junho de 2008

    Pele jogou numa epoca que se jogava com bola de bexiga e os adversarios tinha cintura dura.
    Foi tao “crack” como Vava,Garrincha, Ademir Menezes,Zizinho, Puskas etc… Na atualidade nao passaria de mais um peladeiro, hoje em dia o cara para ser craque tem que ter carater.

  • Sérgio diz: 28 de junho de 2008

    De 1978 pra cá. Esses são feras.
    ZICO. Falta na proximidade da área pra ele era penalty.
    SÓCRATES. Toque refinado, elegância, precisão, enfim, um craque.
    FALCÃO. Gênio, refinado em campo, preciso no lançamento e toque.
    ROMÁRIO. Um sacana, mas na hora “H” resolvia e muito. Não tem 1000 gols de graça.
    NELINHO. Força e jeito na bola.
    ROGÉRIO CENE. O mais injustiçado em termos de seleção (não sou São Paulino). Já fez mais gols que muito atacante perna de pau por aí.
    Tem mais, mas não lembro.

  • Sérgio diz: 28 de junho de 2008

    As feras daqueles tempos e não há absolutamente nada que chegue perto hoje. PELÉ, DJALMA SANTOS, NILTON SANTOS, DIDI, JAIRZINHO, RIVELINO, GERSON, PIAZZA, CLODOALDO,BELINNI, ZAGALLO, DINO SANI, VAVÁ, PEPE, COUTINHO E muitos mais que não lembro agora. Esse lixo que existe hoje nem chega aos pés desses craques que listei acima. Lembrando ao blogueiro que Pelé não jogava sozinho, apesar de ser genial.

    Nota do editor: ótima contribuição

  • Roberto Rodrigues diz: 28 de junho de 2008

    Pena que no país do futebol ainda não tenha sido feito um filme de qualidade sobre o tema. Biografias não faltam, como as de Pelé, Garrincha, Didi, etc…Os cineastas brasileiros preferem se ater ao filão de ouro que é a exploração das nossas misérias.

  • Gustavo Veras diz: 28 de junho de 2008

    É isso aí Castiel. Vi o fim de carreira do homi e nada se compara

  • continuação tadeu kinze diz: 2 de julho de 2008

    nem MTM nem nada

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