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Posts de setembro 2008

Teoria da conspiração

30 de setembro de 2008 53

Começa a bater a paranóia

Forças ocultas começam a atormentar treinadores, dirigentes e o imaginário dos torcedores.

Eu não creio em bruxas, mas morando na Ilha da Magia, bem que aprendi a respeitá-las.

Este jogo do próximo sábado, do Figueirense, contra o Vasco, é daqueles de ficar com os olhos bem abertos.

Tá certo que o Vasco, quando na gestão Eurico Miranda, não estava com a moral lá em cima junto à CBF.

Mas, convenhamos, uma das últimas barcas que passa para os vascaínos é justamente o jogo diante do alvinegro.

Tudo vai começar com a escolha do árbitro.

E o Avaí?

Bom o Silas será julgado hoje à noite. O treinador foi expulso na partida contra o Vila Nova e está incluso no artigo 188, que prevê uma suspensão de 30 a 180 dias.

Diante de tantos times grandes já rebaixados, o medo deste tipo de situação diminui bastante.

Enfim, se houver algo, esta rodada vai dizer nas duas séries.

É sempre bom lembrar, contudo, que não podemos ser ingênuos e permitir que forças ocultas sirvam como desculpa para a incompetência de profissionais dentro e fora de campo.

Postado por Marcos Castiel

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Cleiton, Marquinhos e Jardel

29 de setembro de 2008 31

Na reta final, os segredos do trio

Numa reta final de campeonato não se pode operar grandes revoluções em um time.

As vezes um pequeno ajuste, contudo, faz grande diferença.

Existem seis peças-chave que precisam ser olhadas com atenção em Figueirense, Avaí e Criciúma e que, com o toque dos treinadores, podem determinar o detalhe que pode fazer a diferença do acesso e do descenso.

Vamos a elas:

Figueirense

Precisa jogar: Cleiton Xavier. Ou Mário Sérgio descobre o futebol (diga-se motivação) de Cleiton e este volta a colaborar com o time; ou coloca este menino no banco e ao final do campeonato dá uma passagem para São Paulo e ele que vá ser feliz.

Alerta: Ramón. Todos (eu disse todos!) os técnicos que passaram pelo Figueirense insistiram com Ramón. Achei que Mário poderia utiliza-lo de forma a que este rapaz produzisse para o time. Melhorou, e muito. Mas não o suficiente. Bota um júnior, mas coloca este jogador para tentar o futuro em outra equipe.

 

Avaí

Precisa jogar: Marquinhos. Nem Válber, nem Batista. É Marquinhos quem faz a diferença. Tem que ter um trabalho constante na parte psicológica. É ele que vai colocar o Avaí na Série A. Podem me cobrar.

Alerta: O grupo de jogadores que não estava sabendo conviver com o bom momento e ameaçou complicar as coisas está sob controle. Olho vivo de todos (clube e torcida) até o final!

Criciúma

Precisa jogar: Zé Carlos. Perdeu a posição, opção do técnico. Mas é um goleiro que tem alma, que também precisa de um trabalho psicológico, mas não tem perfil para ser reserva.

Alerta: Jardel é bom, demonstra vontade, mas não pode ser a única solução de ataque. O time não pode jogar somente para ele. Precisa ter alternativas de conclusão. E tem. É onde o excelente Paulo Campos está pecando.

Postado por Marcos Castiel

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Na média, bom para o Figueira

28 de setembro de 2008 65

ATUALIZAÇÃO DO POST (20h30min)

Botafogo 1 x 1 Fluminense

Muito bom para o Figueirense que o Fluminense não tenha ganho. Melhor ainda seria que não tivesse empatado, já que o Botafogo saiu na frente.

Internacional 4 x 1 Grêmio

Um resultado atípico no Gre-Nal. O tricolor gaúcho deixou a liderança e parece que terá muitas dificuldades para manter-se na luta pelo título. O Inter, com quatro vitórias consecutivas, encaixou um pouco tarde na competição.


Santos 1 x 1 Portuguesa

Outro resultado que parece encomendado pelo Figueirense. Nenhum dos adversários contra o descenso cresceu na parada. Excelente.

Ipatinga 3 x 1 Vasco

Bom o post é sobre os clássicos, mas aumentei o ângulo de análise para todos os jogos da rodada. Não sei se foi bom ou ruim para o Figueirense o Vasco perder. De um ângulo unicamente matemático é bom, já que o Vasco não avança e o Ipatinga ainda é adversário direto, assim como os próprios vascaínos. Como ficou, o Vasco vem babando para o próximo confronto, Copa do Mundo e, aí, o bicho vai pegar.

Náutico 0 x 0 Palmeiras

Do ponto de vista alvinegro, melhor era vitória do Palmeiras. Seria mais um próximo da luta contra o rebaixamento.

São Paulo 2 a 0 Cruzeiro

Só interessa para a briga na parte de cima. Bom para o Grêmio, que o Cruzeiro não encosta, mas permite ao São Paulo sonhar até com o título

Coritiba 1 x 1 Atlético-PR

Melhor para o Figueira seria vitória do Coxa. Ao menos os atleticanos não passaram os catarinenses na classificação.

Após as 18h20min, a análise final

POST ORIGINAL

Não vou nem entrar na discussão do que é clássico e do que não é. O Bob Alves insiste que clássico é só entre times de mesma cidade.

Eu já adoto o sentido lato sensu, já que a teoria do meu nobre colega exclui, por exemplo, um São Paulo x Cruzeiro, ou um Juvnetus x Milan.

E Santos x Portuguesa, é clássico? Bom, já decidiram Paulistão, mas hoje em dia não tem a mesma força, né? Assunto polêmico.

Fato é que este domingo está repleto de clássicos e eu vou acompanhar o desenrolar do restante da rodada da Série A, que vai definir muita coisa.

Após o round das 16h, faço uma atualização do post. E, após o fechamento dos duelos das 18h10min, damos um fecho no papo.

 

Postado por Marcos Castiel

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Sofrimento by Mário

27 de setembro de 2008 34

Retrancão na cara dura

A nova versão do Figueirense by Mário Sérgio, a que interrompeu a série de seis derrotas, não tem grife.

A vestimenta alvinegra é aquela que não desfila em Paris, é renegada pela elite. Até a classe média a rejeita. Ou seja, joga atrás, fechadinho, mordendo e sai para o contra-ataque.

É humilde, princípios adotado por alguns para tentar fugir do rebaixamento. Não arrota Libertadores, mas sonha em manter-se na elite.

Não reza uma cartilha que pede variações táticas, deslocamentos, trocas de posições, jogadas ensaiadas mis, mas se contenta com uma dezena destas valências executadas de forma eficiente.

Falta muito, porém. Sejamos realistas. Um 0 a 0 com o Atlético-MG, nas atuais circunstâncias, para a tabela, é ruim.

Levando-se em conta a realidade, o empate até pode dar moral para o jogo contra o Vasco. Será?

 

Até os 20 minutos da etapa inicial, este conceito foi executado com eficiência.

O alvinegro florianopolitano até perdeu grande chance de gol. Ramon, quem diria, em arrancada espetacular da intermediária, avançou até o ataque, passou para Marquinho, que acionou Bruno Santos. Este, cabeceou com perigo.

 

Depois, o Galo avançou, o time recuou e, sem contra-ataque, o sistema deixa de ser o chamado, na gíria do futebol, de “pega-ratão” e vira retranca.

 

Mesmo assim, passado o desacerto, não fosse uma falta absurda não marcada pelo senhor Djalma Beltrame e uma furada em bola do Gomes, o Figueira poderia ter aberto o placar.

 

De positivo, ainda, a boa presença de Gomes e Marquinho como opção importante de segunda e terceira bola e, até, de chegada na conclusão.

 

Wellington Amorim nada

acrescentou no segundo tempo

 

O que era simples, ordinário, mas eficiente na primeira etapa, até irritando a já impaciente torcida do galo mineiro, no segundo tempo virou um desafio.

À manutenção da sobriedade, a não abdicação do contra-ataque. A coragem de ousar.

 

Este tipo de postura requer um futebol que não é vistoso. E que atrai riscos, pois o adversário está sempre em cima. E que Mário Sérgio não tem a propor nem o Figueira a oferecer.

 

Sofrimento, portanto, alvinegros, tenham certeza, será o novo mantra até o final da competição. Desde que acompanhado de resultado, tenho certeza que todos estão dispostos a passar pela provação. Nem sempre funciona.

 

Mas, para este jogo, a esperada pressão atleticana veio em momentos muito esporádicos. Pena que o Figueira, consciente de suas limitações, não estava disposto a correr riscos.

A aposta de algo diferente de Mário Sérgio foi a entrada de Wellington Amorim. Saiu Bruno Santos. Menos velocidade, é verdade, mais toque de bola na frente.

 

No início, rendeu algo. Aos seis minutos, a primeira grande chance da etapa foi de Wellington, que entrou sozinho e foi bem abafado pelo goleiro Juninho.

 

Aos 10 minutos, Diogo quase marcou. Marquinhos também teve sua chance. Até então, nada de Galo, que só foi chegar com perigo através de Marques.

 

Petkovic entrou, com seu nome pedido pela torcida. Olha, para consertar este Atlético, seriam precisos alguns Pets, com uma dezena de anos a menos.

No decorrer da etapa, uma ou outra estocada atleticana e um Figueira conformado com sua limitação e com o primeiro pontinho após seis derrotas.

Quando Mário Sérgio tirou Ramón e colocou Jaksson, então o futebol foi nocauteado.

Nocaute by Mário. Sofrimento by Mário. Retranca by Mário.

Pior, é que as vezes funciona.

Postado por Marcos Castiel

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Dançando na chuva

27 de setembro de 2008 56

Émerson marcou dois/Ricardo Duarte
Émerson marcou dois/Ricardo Duarte

Lavando a alma rumo à elite

De tudo um pouco. Técnica, imposição física, superioridade, tudo isso o Avaí apresentou no primeiro tempo. Garra, superação, vibração, o Avaí demonstrou de sobra no segundo tempo. O resultado desta equação foi uma vitória heróica, histórica e que dá um alívio no caminho rumo à Série A.

No primeiro tempo, Válber jogou muito, Marquinhos acordou, William estava espertíssimo e Silas orquestrou sem invenções. O restante do time fez sua parte. E a qualidade avaiana, esta que vai colocar o time na elite brasileira, apareceu mesmo sob condições adversas.

No segundo tempo, ficando alguns minutos com um a menos, valeu a busca obstinada pelos três pontos. E a alegria da goleada.

4 a 1 sobre o Bahia foi ao natural, com susto, é verdade. Valeu como mais uma final. A reta decisiva vai passando e o Leão fazendo sua parte.

Jogar em casa com chuva e campo pesado, esta parece ser a sina avaiana na atual edição da Série B.

O gramado pesado conspirava contra o Avaí. Roberto Cavalo, santo de casa que já fez milagre por estas terras, que não é bobo, avisou na entrevista antes da partida começar: colocou um time pesado, para reforçar a marcação.

Já Silas deu a senha: “Podemos estar estafados após o jogo, mas hoje tem que ser três pontos”.

Cenário pronto, com gramado pesado, cartas postas à mesa, recado dado pelos técnicos, a constatação: a bola não rolaria, sequer quicaria.

Campo fechado para o futebol, aberto à garra, à dedicação, à doação, ao algo mais.

Banho de bola na primeira
etapa do confronto

Disposição, o time azurra mostrou rápido. Faltou sorte e um pouco de perspicácia. Aos dois minutos, William se meteu numa jogada de ataque das que poderiam virar gol. Se deixasse para Válber, que não estava impedido, teria sido caixa.

Aos seis, Válber mostrou que estava esperto. Seu segundo lance de perigo em poucos minutos. Lançou Evando e a bola, desta vez, ao invés de “murchar” na poça, deslizou e acabou com o goleiro. Uma pena.

O Avaí começou melhor. Aos 12 minutos, Marquinhos teve ótima chance, de falta, faltou calibrar melhor o chute.

A alternativa que as vezes soa como falta de recurso, de levantar bola na área, o chuveirinho, neste jogo era quase uma obrigação. O Avaí tentou em várias oportunidades. Na primeira que poderia abrir o marcador, o árbitro parou o lance no mandrake. Não vi motivos.

No segundo, aos 22 minutos, ele, Emerson, surgiu para resolver a parada. De cabeça, como manda a cartilha: 1 a 0 e dança na chuva para a elétrica e empolgante galera azurra.

Aí, aos 30 minutos, Marquinhos, um cara que  tem muito futebol, muita qualidade, mas que também é oportunista, estava no lugar certo, na hora certa. E não estava impedido. Gol fundamental para poupança, já que Ávine descontou nos descontos.

William ainda perdeu um gol incrível, aoss 43 minutos. Fez tudo direitinho, mas pecou na conclusão, cara a cara com o goleiro.

Uma tremenda injustiça o placar. Foi um banho de bola (literalmente) sobre o tricolor baiano.


Menos, Michel; valeu, Avni e

grande Emerson e Marquinhos

Michel, meu filho. Tomar cartão bobo no início do primeiro tempo e ser expulso por reclamação no início do segundo tempo?  Vai ser cabeçudo assim na casa do chapéu. Gente, como ainda tem jogador que se diz profissional e apronta dessas em campo?

Eu fico pensando. Bom, se o cara não foi substituído, ali naquele papo do intervalo o técnico deve ter alertado o sujeito, que era o único amarelo do Avaí, para tomar cuidado. Se houve, então não será mais escalado. Se não aconteceu a conversa, então Silas foi negligente e imprudente. Até imperito, porque poderia tê-lo substituído. 

É, não seria fácil, nunca foi e o sofrimento faz parte do show e do teste caso um grupo queira fazer história.

Sorte que o arisco Ávini é tão sem cabeça quanto Michel. E pouco depois foi expulso.

E parabéns ao William, que quando faltou a técnica, mostrou garra, não tinha bola vencida. Este é o espírito.

Menção honrosa, nesta etapa, também, para Uendel, firme na marcação.

E, claro, para Emerson, que fez o terceiro gol e para a classe de Marquinhos. Não é qualquer um que faz um golaço num gramado destes.

O árbitro Pablo Santos, carequinha cabeçudo, estava esperto, como requer um jogo dificílimo de se apitar.

Apesar da alegria, sempre há o que melhorar. Então o blog deixa três temas de casa como sugestão a Silas para repassar aos atletas:

 

1 – Tema de casa para o Jef  Silva. Repetir 100 vezes, toda manhã, quando acordar, durante uma semana: “Eu, como jogador profissional, sempre lembrarei que, em jogo com gramado pesado, nunca atrasarei bola para o goleiro, ainda mais quando um adversário estiver por perto”.

 

2 - Tema de casa para o Michel. Repetir 100 vezes, toda manhã, quando acordar, durante uma semana: “Eu, como jogador profissional, sempre lembrarei que não posso fazer falta e levar amarelo, antes dos 10 minutos iniciais de partida, no campo do adversário, sem necessidade, de forma besta e pouco inteligente, quando tenho que combater o restante do jogo jogadores rápidos, entre eles Ávni, em campo pesado. E não vou reclamar do árbitro, quando já tenho amarelo, logo no início do segundo tempo, levando vermelho de forma tão infantil e ridículo, que deveria ter vergonha de sair de casa no mês seguinte”.

 

3 - Tema de casa para o Evando. Repetir 100 vezes, toda manhã, quando acordar, durante uma semana: “Eu, como jogador profissional, sempre lembrarei que não vou tirar o pé de uma dividida nunca, ainda mais quando estou defendendo o Avaí, o time da raça”.

 

 

As lições serão tiradas nos próximos jogos e se não forem aprendidas, desqualificam o atleta como aptos a jogar no Avaí.

 

 

 

Postado por Marcos Castiel

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Não pode pegar gosto pela zona

26 de setembro de 2008 8

Vai ser assim. Escapar do rebaixamento não será fácil. Após cinco rodadas fora da zona de rebaixamento, lá está o Tigre novamente.

Tudo por culpa da derrota desta sexta-feira, por 3 a 1, diante do adversário direto, o Paraná. Como diria aquele pai preocupado com o filho, louco para endireitar o garoto: "Não pode pegar gosto pela zona!"

Pesa muito o empate, injusto, mas empate, diante do Vila Nova, em casa. Vamos combinar, para poder tropeçar fora, seria preciso vencer em casa a qualquer custo.

Sobre o duelo de ontem, pouco a dizer. A 15 segundos de jogo, Ricardinho tropeçou na bola. Foi o primeiro pé a tocar na gorduchinha na partida.

Aos dois minutos, câmera fechada em Wescley e o zagueiro do Criciúma mira o companheiro para um passe, solta a bola e...bola no pé do adversário.

Confesso que temi pela qualidade técnica da partida. Mas isso pouco importaria num jogo de vida ou morte.

O que não importa pouco é a forma como, várias vezes, o Paraná chegou à frente do goleiro Vinícius em condição de marcar. E que determinou a derrota do representante catarinense.

Numa delas, o goleiro criciumense praticou dois milagres, cara a cara com o atacante.

Menos mal que, no cômputo final do primeiro tempo, o Tigre, contando com o morrinho artilheiro e com um chute de Éverton, foi para o vestiário empatando em 1 a 1 com o tricolor paranista. Este, marcara seu gol com Ricardinho.

Infelizmente, no início do segundo tempo, logo aos 10 minutos, a zaga assistiu a Juliano dominar e fazer o 2 a 1.

Depois, aos 23 minutos, a expulsão de Patrick, super, maxi forçada. A arbitragem deu sua deixa para o time da casa administrar o resultado. Na falta do vermelho, Éder cobrou e fez o 3 a 1.

E o Tigre, mais que pressionado, junta os cacos e parte para o próximo desafio, o Ceará, em casa.

Postado por Marcos Castiel

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Assassinaram o fato na Ressacada

26 de setembro de 2008 63

Prefiro jogar junto ao Avaí do que tumultuar

De forma absolutmente inadequada, setores da mídia estão dando guarida a informações, não confirmadas, de possíveis desentendimentos entre determinados atletas no grupo avaiano.

Algo irresponsável, uma vez que não houve nenhum fato público que consubstanciasse tal "achismo".

Um técnico concentrado, preocupado em recuperar o rendimento de seu time, vira "triste".

Um treino sem brincadeirinhas e com atletas focados, como pede o momento, vira "treinamento tenso".

Gente, o Avaí, neste exato momento, não merece este tipo de comportamento da mídia. Merece, sim, vozes que se ergam para mobilizar a torcida, para unir forças, para estimular os atletas.

Merece parceiros. Claro que não subservientes, caso algo seja constatado, obviamente tem que ser dito, já que a verdade não pode ser escondida do público.

Por dever de ofício, checamos todos os boatos e nada encontramos. Não deveria, sequer estar escrevendo este post.

Dar voz a boatos é lamentável. A todos interessa o Avaí na Série A. Ouso dizer até que ao Figueirense, embora seus torcedores, por motivos óbvios, achem esta frase coisa de maluco.

Postado por Marcos Castiel

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O lado bom do torcedor

26 de setembro de 2008 28

Cobrança positiva, muito melhor que arruaça e ofensa/Flávio Neves
Cobrança positiva, muito melhor que arruaça e ofensa/Flávio Neves

Três bons exemplos

Neste post de hoje tenho muito orgulho, pela primeira vez depois de algum tempo, de falar sobre torcida de futebol.

Começo pela do Criciúma, que deu uma demonstração de apoio ao time, contra o Vila Nova, e, mesmo com o resultado adverso nos últimos minutos, soube passar confiança ao grupo. Hoje tem o desafio eletrizante diante do Paraná em Curitiba.

Continuo o registro pela torcida do Figueirense, ontem. Ao contrário da barbárie da semana passada, o que vimos foi a presença pacífica, unida e positiva.

Visitaram os atletas, passaram carinho e incentivo. Gaviões, Barrigueira, Desorganizada do Alambrado, Bobgueira, Turma da Figueira e Elas, todas unidas para ajudar o time. É tão difícil ser do bem?

E completo este post, além de relembrando a galera da última partida na Ressacada, diante do América, já projetando o espetáculo de amanhã no Sul da Ilha.

Não tenho dúvidas da lotação do estádio. Desta vez não há como haver uma decepção nesse sentido. Estarei lá, porque quando a torcida azurra pega junto, arrepia qualquer um.

Como é bom falar de torcida pelo ângulo que sempre deveríamos ressaltar. Espero que não seja uma mera ilusão.

Postado por Marcos Castiel

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Festou, dançou

25 de setembro de 2008 8

Com as devidas desculpas, pelo atraso no post (estou fazendo um curso durante toda a tarde e o anoitecer), não poderia deixar de falar da não-convocação de Ronaldinho Gaúcho.

Assim como Mário Sérgio apelou para concentração total, como Silas já está escanteando alguns atletas das baladas, Dunga também tomou suas atitudes.

Técnico sabe onde lhe aperta o calo.

Dunga agüentou goela abaixo a convocação feita por Ricardo Teixeira, o que já foi ridículo, mas não resistiu a festança com pagode que ocorreu logo após o vexame com a Bolívia.

Era muita humilhação para um técnico.

E para suprir a posição fez uma grande convocação, Mancini, que está gastando a bola.

Vai, Dunga, escrever certo por linhas tortas.

Postado por Marcos Castiel

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Contas da dupla Avaí/Criciúma

25 de setembro de 2008 47

Fiquei devendo a projeção de Criciúma e Avaí. Aliás, já tinha blogueiro me cobrando. Então, aí está. O detalhe é que, neste caso, o faço com perspectivas reais.

Ou seja, a avaliação não precisa ser otimista, como fiz com o Figueirense. Tipo puxando para cima, imaginando uma campanha que o clube, infelizmente, não mostrou capacidade de cumprir até agora.

Aviso que a demora se deu em virtude de que estou publicando esta análise em conjunto com o Diário Catarinense (confira a matéria clicando aqui). Como a matéria saiu na capa da edição de Esportes de hoje, tive que segurar o post para sair só hoje.

Confira aí abaixo, concorde ou discorde. Preste atenção na legenda após o jogo: 1- Obrigado vencer; 2 - Empate é muito bom; 3 - Derrota administrável. Nos dois casos avaliados, o Avaí obtém a classificação e o Criciúma escapa do descenso. Confira:

Os caminhos do acesso para o Avaí

27/09 _ Bahia (c) - 1

04/10 _ Juventude (f) - 3

10/10 _ Criciúma (c) - 1

18/10 _ Gama (f) - 1

25/10 _ Marília (c) - 1

01/11 _ Ponte Preta (c) - 1

08/11 _ CRB (f) - 1

11/11 _ Brasiliense (c) - 1

15/11 _ Bragantino (f) - 2

22/11 _ Corinthians (f) - 3

29/11 _ São Caetano (c) - 1

Quantos pontos têm: 47

Quantos conquistaria: 25

Chegaria a: 72

Repetindo a legenda:

1 - Obrigado vencer

2 - Empate é muito bom

3 - Derrota administrável

(c) - Jogos em casa

(f) - Jogos fora


Caminhos para a permanência do Tigre

26/09 _ Paraná Clube (f) - 2

04/10 _ Ceará (c) - 1

11/10 _ Avaí (f) - 3

18/10 _ Bragantino (c) - 1

25/10 _ Brasiliense (f) - 1

01/11 _ Barueri (f) - 3

08/11 _ Corinthians (c) - 2

11/11 _ Marília (f) - 2

15/11 _ Gama (c) - 1

22/11 _ Santo André (c) - 1

29/11 _ Ponte Preta (f) - 3

Quantos pontos têm: 30

Quantos conquistaria: 18

Chegaria a: 48


Repetindo a legenda

1 - Obrigado vencer

2 - Empate é muito bom

3 - Derrota administrável

(c) - Jogos em casa

(f) - Jogos fora

Postado por Marcos Castiel

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