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Posts do dia 5 novembro 2008

Do apagão ao dilúvio, restou a derrota

05 de novembro de 2008 172

E, finalmente, Ramón saiu. Tarde demais/Ricardo Duarte

Primeiro apagão. Depois um dilúvio. O que é isso, gente? A água foi tanta antes da partida (e durante) no Scarpelli, que nem a excelente drenagem do Estádio Orlando Scarpelli deu conta do recado.

O título do post, que mais parece de letra de escola de samba, foi para ilustrar mais um jogo anormal. O roteiro? O Figueira até melhorou, mas o time não consegue fazer as coisas acontecerem. Além disso, o árbitro garantiu mais uma participação “estranha”.

Prejudicado? O Figueirense, claro, que precisava jogar, já que largou perdendo de 1 a 0. Como jogar na chuva? Infelizmente não dava para perguntar ao Avaí, especialista em jogar – e vencer – neste tipo de gramado.

Agora, cá entre nós, as vezes parece que somos ranzinzas, mas tem certas coisas que realmente conspiram contra. Gente, o pedido que fazíamos (nisso incluo o torcedor) foi atendido, entrou Bruno Santos e Anderson Luiz (este um pouco mais contestado). Certo?

Claro que não, afinal as condições do gramado não eram lamentáveis? PELAMORDEDEUS, com gramado pesado a velocidade perde vez para as bolas altas.

Feito o registro, vale lembrar que, no primeiro tempo, o Figueirense foi bem mais raçudo, jogou bem mais que o Fluminense. Mandou no jogo. Infelizmente, o clube enfrenta uma maré de azar.

E o árbitro, que dava pênalti fácil quando o Flu precisava vencer, agora deixou o jogo correr quando jogador do tricolor carioca chegava junto. E apitava todas quando alguém do Figueira encostava em alguém do Flu. Estranho, não?

E a cera? Rolou na cara dura, desde o primeiro minuto, e tudo sem intervenção do árbitro. Aos 26 minutos do segundo tempo, a prova cabal de como as coisas funcionam. A bola bateu na mão do jogador do Flu, dentro da área, e….nada. Ora, contra o Figueirense é pênalti. Contra os cariocas, nada. E o impedimento inventado aos 36 minutos, quando Cleiton Xavier ficaria cara a cara com o goleiro?

Melhor parar por aí, senão posso me complicar neste comentário sobre a arbitragem do senhor Seneme.

No segundo tempo, o Flu voltou melhor postado e o Figueirense diminuiu o ritmo de pressão.

Com 13 minutos, Anderson Luiz, o substituto, foi substituído. Ele deu lugar a Lima. Imagino que a idéia do Mário Sérgio fosse ganhar mais força dentro da área, com Diogo caindo pela direita e apelando para as bolas alçadas na área.

Tratava-se, portanto, de uma tentativa de corrigir aquele tropeço na avaliação da primeira etapa.

O time não respondeu bem. Ainda teve o gol anulado. O PPV repetiu uma vez só o lance e, aparentemente, estava impedido 

O gás acabou e mais uma barca passou. Claro, sem abrir mão dos erros nas conclusões de Tadeu e cia.

Postado por Marcos Castiel

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Fogo amigo e inimigo no Scarpelli

05 de novembro de 2008 43

Lembrando do que fez o árbitro no jogo contra o Grêmio, e no pênalti dado para o Fluminense, no início do jogo adiado e que será retomado hoje, começo a ver que o efeito “reta final” está pesando sobre as arbitragens.

O que puder ser feito em favorecimento aos chamados “grandes”, não tenha dúvida que será posto em prática pelos homens do apito. Aliás, este fenômeno já vem ocorrendo há algumas rodadas.

Esta será uma dificuldade a mais que o Figueirense vai enfrentar. A outra é que o jogo começa com 15 minutos, perdendo por 1 a 0, numa configuração que não favorece o estilo que o técnico Mário Sérgio se sente mais confortável.

Fato é que, perdido de um, perdido de mil. Ou empata e vira o jogo, ou viverá momentos dramáticos.

Eram, de fato, 9 mil pagantes no último jogo. Se os sócios do Figueirense estiverem mobilizados e com vontade de ajudar o clube, podem até aumentar este número de torcedores.

Agora, se forem ao estádio, que seja para ajudar, incentivar. Do contrário, melhor ficar em casa.

Ao Figueira já basta enfrentar o fogo inimigo (árbitros, adversários etc), não precisa ainda que o fogo amigo (corneteiros e quem só vai para vaiar) atrapalhe também.

Humilde sugestão: Esperar uns 15 minutos do reínício do jogo, sacar o Ramón, colocar o Anderson Luiz na ala e repassar o Diogo para o meio, adiantando o Marquinho. Sei lá, pode dar certo, se o Anderson estiver esperto, porque o Júnior César é um perigo

Postado por Marcos Castiel

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