
Médico Parucker não tem descanso no Figueirense/Flávio Neves
Não é à toa que este blog começou uma contagem para ver quanto tempo - e se realmente vai ocorrer - a diretoria do Figueirense vai levar para repor a perda do volante Róger.
Eis que, com mais um veto do departamento médico a Fernandes e Pedrinho, ficou, de uma só vez, escancarado o porque de tal preocupação deste blogueiro.
Volta o Figueirense à estaca zero. A falta de opções ao técnico Roberto Fernandes para formar um time minimamente criativo, e que imponha mais respeito ao adversário, é absurda.
O setor de proteção do meio alvinegro será formado por um dentre o apenas razoável Carlinhos e o, até o momento, improdutivo Totó. Na falta de João Filipi, suspenso, Carlinhos pode até atuar como terceiro zagueiro. De doer a falta de opção.
Como segundo homem, a promessa Paulinho ou o inconstante Alê. Mais, pode rolar, inclusive, os dois atuando juntos. Jogo duro.
No setor de criação, ficamos no aguardo de que Vinícius Pacheco faça sua estreia. Do contrário, sobra para o menino Kássi, ainda precisando maturação para deslanchar, talvez Jairo. Ou seja, outra incógnita.
Então, dá para criticar o técnico Roberto Fernandes? Pior é que dá. Com todas estas dificuldades, o treinador ainda acha um jeitinho de complicar taticamente a equipe.
Aliás, RF x Gallo. Daria para lembrar daquele ditado, "Eu sou você amanhã"?
Postado por Marcos Castiel
