Não adianta contestar, a luta do Avaí é pelo G-4
A matéria principal do Diário Catarinense deste domingo destacava (clique aqui e confira): "Que saudades do Batoré". Pois é, o Avaí sentia falta dele, William, carinhosamente apelidado de Batoré por sua semelhança como personagem da "Praça é Nossa".
Pois o feeling do repórter Mauricio Frighetto, nosso especialista em Avaí e em seus jogadores, mostrou-se oportuno. O atacante batalhador, brigador, com faro de gol, sempre interessado em qualquer bola, sempre atento foi o responsável pelo primeiro gol do Avaí na goleada de 4 a 0 sobre o Barueri.
E num momento do jogo o Barueri estava insinuante, ameaçador, até colecionava os melhores momentos na partida. O gol, contudo, já foi fruto de uma reação avaiana à pressão inicial do time paulista. O azurra já equilibrava as ações e foi recompensado por isso aos 21 minutos.
No segundo gol, antes dos 30 minutos, o Avaí já dominava as ações e ditava o ritmo do jogo. Eltinho apenas decretou em números o que a partida solicitava.
No segundo tempo, seguiu o cardápio oferecido ao torcedor. Um jogo dinâmico, de duas equipes modernas, táticas, um futebol bonito de assistir, que valeu cada centavo do ingresso pago.
Algumas chances para o Barueri até o Avaí dominar a partir dos 15 minutos e colecionar a maioria dos bons momentos (o que foi aquele gol evitado pelo zagueiro em jogada linda de Marquinhos?).
E a certeza de que o azurra voltou forte. Para comprovar, o belo gol de Muriqui, um chute cruzado, o terceiro.
E, para colocar a cereja no bolo, o quarto tento, um golaço de Léo Gago, naqueles seus chutes de fora da área que encantam a cada execução.
Aproveitando o espaço para ser um pouco egoísta, quero informar que comprei o Muriqui no Cartola!
E advogando em causa própria, no post abaixo adverti que a zaga do Barueri, pela configuração, ficaria sobrecarregada (rolou até expulsão mais para o final) e não resistiria ao estilo de Muriqui.
Pronto, tudo normalizado. Justiça total a um time que faz uma campanha equilibrada e que não mereceria um empate ou uma quarta derrota consecutiva.
Goleada com autoridade e direito a "olé" sobre um concorrente direto na briga por posições na tabela. E o azurra fica a quatro pontos do G-4, posição ocupada pelo Galo (o Goiás ainda joga e pode mudar este quadro).
Postado por Marcos Castiel
