Pedido feito por torcedores e por grande parte da mídia (entre os quais me incluo), pedido atendido. Sávio começou o jogo.
Pedido feito por torcedores e por grande parte da mídia (entre os quais novamente me incluo). Medina entrou na vaga de Davi.
O resultado foi a vitória sem sustos, por 2 a 0, do Avaí sobre o Brusque. Gols de quem tem qualidade, o próprio Sávio, citado acima, e de Batista, que retornava ao time.
Dito isso, que não é nenhuma novidade, vamos ao que interessa.
O problema é que de nada adianta o treinador escalar A, B ou C, se o que acontece em Brusque é algo parecido com o futebol, mas não é o esporte que estamos acostumados.
O que vemos naquele gramado que, no máximo, serve para jogar rúgbi, são árbitros fazerem vistas grossas para a violência do time local. Este, limitado tecnicamente, baixa o sarrafo e equilibra o jogo desta forma.
Não sei o time brusquense tem salvo conduto da FCF, mas eu gostaria de saber quantas faltas toscas tem direito os atletas desta equipe a fazer até que o árbitro dê um amarelo?
Por que todos os árbitros que lá apitam não seguem a regra e, na repetição de pisões desleais e de faltas que impedem o transcurso do jogo, tremem?
Não tenho esta resposta, mas fico com o direito a suspeitar de que estejam pressionados por algo que ainda não descobrimos.
Então, vencer a fragilidade técnica do Brusque vira uma tarefa que demora um pouquinho mais. O gol de Sávio, que abriu o placar, saiu só aos 30 minutos devido ao expediente antes relatado.
Depois do gol, o Brusque foi obrigado a tentar jogar, diminuiu a quantidade de pancada, mas aí o que aparece? Nada, claro, o time não tem qualidade para envolver o Avaí. Qualificação só para dar botinada.
Na segunda etapa, do Brusque pouco a falar, a não ser que foi mais do mesmo, um time com vontade de pressionar, mas sem condições.
Do Avaí, resta uma pequena crítica. Se Jandson estava no time como referência de área e foi Sávio quem deixou o campo para entrada de Roberto, porque o time não priorizou as estocadas pelas alas?
Só se justificaria a permanência o atacante no caso do Avaí estar abusando de bolas altas, ou tocando bola no meio, com o uso dele como "aparador" de bolas na entrada da área. Nada disso acontecia.
Apesar deste descompasso tático, Batista coroou sua volta com o segundo gol e deu números finais ao jogo.



