Volta a alegria com dancinha e tudo. Foto: Flávio Neves
Figueira turbinado para o clássico
Sabe gostinho de decisão? Pois este encontro de Figueirense e Metrô tinha este sabor, era revestido de importância para o futuro.
Eram inimigos diretos no returno para o famoso jogo de "seis" pontos.
Era decisão, sim, mas só parecia interessar ao Figueirense. Tivemos um verdadeiro massacre.
O banho de bola foi tão grande, que a goleada de 3 a 0 foi injusta. Este é o time de Blumenau que sonha com algo na competição? Por favor, com esta postura covarde e inoperante fora de casa não merece nem chegar entre os quatro.
Na primeira etapa, um bombardeio insistente que só não terminou em gol para o alvinegro por sorte, de um lado, um pouco de incompetência no arremate, de outro, e um tantão de virtude do goleiro João Paulo. Este operou milagres.
A segunda etapa começou com as mesmas características do primeiro tempo. É inacreditável o número de chances desperdiçadas até que o Figueira achasse o gol.
Especialmente Júnior Negão. E aí vem aquele detalhe,nem tão detalhe assim, que é uma deficiência de longa data do Figueirense: um comandante de ataque que resolva a parada.
Goiano perdeu a paciência com Negão apostou em Jean Carioca para tentar resolver o impasse.
E o impasse foi resolvido, aos 20 minutos, por Maicon. O meia acertou um belo chute no ângulo e acabou com o encanto do goleiro João Paulo.
Terminou,também,com a tremenda injustiça que se configurava.Havia uma desconexão entre a produção volumosa do ataque alvinegro e o então zerado placar.
Nos últimos 15 minutos,visivelmente Goiano optou pela cautela e pela saída em contra-ataque.
Mesmo com a nova postura, ainda houve, além dos tentos de William e outro de Maicon, várias chances de gol.
Pronto, o Figueira se oxigena para o clássico. Agora é com o Avaí, lá na ameaçadora Imbituba. Se o azurra inventa de bobear, o clássico valerá a liderança.
