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Posts de março 2010

Com jeito de elite

31 de março de 2010 126

Caio corre para a alegria. Foto: Ricardo Duarte

A vitória de 1 a 0 do Avaí tem um significado muito maior que a classificação à próxima fase da Copa do Brasil.

Significa um salvo-conduto ao técnico Péricles Chamusca para a sequência de seu trabalho.

Não que sejam proibidas críticas, muito menos que o ocorrido até agora esteja maravilhoso.

A questão é que os números estão a favor do comandante: ele lidera a classificação geral do Catarinense, está encaminhado para classificar o time às semifinais do returno e, agora, chega à terceira fase da competição, provavelmente para encarar o Grêmio.

Muito parecido com o que aconteceu ao Silas, quando o Avaí estava mal no Brasileiro e ao próprio Silas no Grêmio.

Outra, foi a certeza de que o Avaí é elite mesmo. Foi lá, na casa do adversário e se garantiu.

O primeiro tempo foi totalmente dominado pelo Coxa. Assim como já acontecera na Ressacada. Os 45 minutos deixaram aquela sensação de que o time paranaense era senhor da situação, que o Avaí não conseguiria se impor.

Chamusca, no intervalo, me surpreendeu, ao dizer que "a proposta era essa, jogar no contra-ataque" e depois diz que "é preciso circular a bola, controlar mais o jogo". Ora, a primeira opção exclui a segunda. Que samba do crioulo doido, não?

Outra: se o Avaí precisa arriscar um pouco, porque o 0 a 0 não interessava, então como jogar fechado, no contra-ataque? Premissa errada para o primeiro tempo.

O que aconteceu é que Edson Bastos passou frio por não ter que agir e, do outro lado, Zé Carlos "suou frio" com tantos sustos que levou.

No segundo tempo, uma alteração ao mesmo tempo arriscada e ousada de Chamusca. Ele que sempre flutuou entre o 3-6-1 e o 3-5-2, tirou o zagueiro Emerson Nunes e colocou Leonardo. Migrou para o 4-4-2. Agora sim, premissa correta.

O Avaí melhorou na partida, ameaçou um pouco mais, chegou mais ao ataque até encontrar o gol de Caio.

Daí entrou Marcinho Guerreiro na vaga de Rudnei e Gabriel recompôs os três zagueiros com Gabriel na vaga de Sávio.

Os deuses do futebol não gostaram da recaída medrosa de Chamusca.

Então, determinaram o pênalti no final, não convertido. Emoção pura. Um castigo sutil do Olimpo para alertar contra o impulso defensivista, um susto, sem concretizar a injustiça, para não esquecer.

Um grande alívio azul. Agora, é retomar o Estadual em alto nível.

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Sangue nos olhos?

31 de março de 2010 68

Meu principal questionamento, quando falei ao final da noite de ontem com a repórter Paola Loewe, que está em Curitiba com o Avaí, foi saber do clima.

Tempo bom, ruim, frio, úmido? Não, não é este clima a que me refiro. Falo do clima psicológico, do aspecto anímico (como adra meu amigo Renato Igor).

Queria saber da Paola: os jogadores estão lá como simples profissionais, para mais uma jornada de trabalho, para bater o ponto, para cumprir esquemas táticos como se comessem arroz com feijão?

Ou estão em Curitiba para uma final de campeonato, como se diz na gíria, com sangue nos olhos, babando pelos cantos, ávidos por morder grama, olhar fixo no horizonte, com pensamento de classificação a qualquer custo?

A resposta para esta pergunta foi respondida na edição de hoje do DC, em que, em suas manifestações, técnico e atletas não consideram este duelo com o Coxa como classificatório, mas como se o próprio título ali estivesse em jogo.

Não só no blábláblá, mas também as atitudes denotam mobilização. Treino secreto, cuidado nos detalhes como pênaltis e jogadas ensaiadas, comportamento controlado no hotel, enfim, aquile script que já conhecemos.

É muito bom que o grupo avaiano tenha esta postura. Esperamos que ela se reflita em campo. Do contrário, se o Coxa passar fácil, por exemplo, ficaremos com a constrangedora sensação de que o grupo formado não está num nível de elite, que é a atual condição avaiana. E, aí, Chamusca vai balançar mesmo.

Se passar, contudo, a pressão alivia, é mais um degrau galgado, e o bom desempenho em pontos no regional pode, quem sabe, se transformar em bom rendimento, também, dentro de campo.

A noite, portanto, olho na telinha!

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Minhas cinco musas "TOP"

30 de março de 2010 99

Começou a concorrência dentro dos times para a escolha da Musa do Catarinense (clique aqui e confira).

Visitei time por time e separei a minha seleção (clique na foto par ver melhor a gata).

A que mais chamou minha atenção é, com certeza, a candidata de Criciúma, Michelle Gemelli. Nenhuma novidade, quem vai ao Heriberto Hülse sabe que por ali circulam algumas das gatas mais lindas do Estado.

Destaco mais quatro candidatas.

Mantendo a tradição avaiana de gatas sensacionais, vi duas com grande potencial no Avaí. Uma, a Marcelle Lisboa(segunda foto) já é conhecida, concorreu ao Musa do Brasileirão e foi muito bem, é linda mesmo. Mas ela tem uma concorrente à altura, que é a Rafaela Miranda(primeira foto).

E o Metropolitano também tem uma gatíssima que eu vou gastar algum tempo votando nela. É a Talita May(quarta foto), vale conferir.

Do alvinegro, a Natália Santos(terceira foto) também chamou minha atenção.

Bom, não fiquei em cima do muro. Agora é no voto da galera. Vamos ver.

Clique aqui para votar na sua candidata.

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Tudo embolado

29 de março de 2010 65

Nesta reta final, faltando duas rodadas vejamos como está a situação de cada um:

Figueirense
Visita a Chapecoense e fecha o turno em casa com o Tigre. Jogos complicados, já que o Verdão retomou a luta contra o rebaixamento e o Criciúma sonha com o G-4. Dificilmente não se classifica, mesmo com uma derrota e um empate. A questão é tentar manter a liderança para decidir em casa, o que faria toda a diferença no returno. E, na Geral, está só a três pontos do Avaí.

Avaí
Tinha a classificação nas mãos e a chance de decidir em casa também. Perdeu o prumo e vem de duas derrotas - Imbituba e Joinville - e um empate em casa no clássico, sem contar o tropeço na Copa do Brasil. Pega o complicado Atlético na Ressacada, depois visita o Metrô, que é pedreira no Sesi. Portanto, tem que ajeitar sua vida na próxima rodada.

Imbituba
Relembra a reta final do turno. Vinha muito bem, até que tropeçou em casa para o Tigre e por um gol de saldo ficou de fora. Agora, tropeçou para a Chapecoense e ainda pega Criciúma e Brusque, ambos fora, sendo o Tigre na luta por vaga e o Brusque "no osso" na briga pelo rebaixamento. Ou seja, apesar da gordurinha acumulada, pode ficar fora, novamente, no detalhe.

Metropolitano
Está ali, gravitando em sua órbita, a quarta a partir do Sol, deve ter luz suficiente para brilhar rumo às semifinais, mas terá para emplacar uma final? A resposta é simples, só se conseguir chegar em segundo lugar no returno, já que não sabe jogar fora de casa. Próximos jogos? Aí mora seu trunfo, dois em casa: Brusque e Avaí. Tem a faca e o queijo na mão.

Atlético
Instável, time de limites técnicos, que joga no limite e está no limite para se classificar. Ou seja, é uma saia justa constante. Como Terá uma pedreira diante do Avaí. Porém, a última, uma tetinha contra o Juventus. Vai lutar pela quarta vaga.

Criciúma
Não acho que, pelo conjunto da obra, o Criciúma tenha forças de chegar entre os quatro. Pode, porém, ganhar um bom fôlego, se detonar o Brusque hoje. Aí a configuração é outra, faz decisão com o Imbituba, em casa, para depois tentar segurar o alvinegro no Scarpelli na última rodada.

Joinville
A vitória sobre o Avaí emprestou ao JEC muita motivação inclusive em relação à classificação geral. A três pontos do Avaí, provavelmente vencendo o Juventus, basta secar o azurra, que terá difíceis confrontos. Depois é lotar o caldeirão da Arena para tentar garantir a final em casa. Para isso, a missão seria rebaixar a Chapecoense.

Chapecoense
Uau! Que vitória sobre o Imbituba, fora. Melhora do morto, ou arrancada milagrosa rumo à salvação. Só tem pedreira pela frente: o Figueira no Condá, o JEC na Arena. Tem grupo para resolver esta parada, talvez não tenha mais é tempo.

Brusque
Olha, vou ser bem direto. Como deve perder para o Metrô a próxima, trate de vencer o Tigre. Ou então, os brusquenses terão de rezar para o Figueira aprontar em Chapecó. Do contrário, ter que vencer o indigesto Imbituba na última rodada pode ser fatal.

Juventus
Voltou para onde não deveria ter saído, se for para pagar mico na elite. Uma cidade como Jaraguá do Sul, como economia forte, tem condições de fazer um time competitivo, então que o time deixe de ser de empresário, adquira credibilidade, cative as empresas locais e volte estruturado, sem aventuras como a deste ano.

Confira a tabela clicando aqui.

Confira as classificações clicando aqui.

 

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JEC expõe as veias abertas do Avaí

28 de março de 2010 170

Um chocolate pré-páscoa. Foto: Emerson Souza

O Avaí precisa repensar seu papel neste Catarinense. Ou, mesmo com o melhor time, verá uma final entre Joinville (que venceu o clássico por 3 a 2) e Figueirense. Simples assim.

Antes de explicar o que penso, faço um parêntese sobre a arbitragem.

Viram o que eu digo sobre os homens do apito? A ruindade é para todos. O Avaí, no primeiro tempo, foi beneficiado por não ter sido marcado um pênalti de Jhonny em Rafael Tesser. E o careca tava bem posicionado, hein!

No segundo tempo, o JEC, já à frente no marcador, foi beneficiado porque Vandinho sofreu uma penalidade escancarada, também não marcada.

O terceiro pênalti - este dado - pela imprudência do Gabriel, me parece ter sido acertado. Mesmo assim, quem advoga que o zagueiro não tocou em Tesser não tem uma tese frágil.

Tudo leva à questão que o blog já havia alertado. O problema não é de má fé dos árbitros. O que há em comum entre eles é a falta de qualidade técnica, em alguns momentos, e, em outros, falta de coragem por não ter respaldo de uma comissão de arbitragem forte.

Agora podemos voltar à bagunça que se transformou o time do Avaí.

Imagino que muitos avaianos estejam indignados com a postura medrosa de sua equipe. Chamusca entrou num 3-6-1 defensivo, passivo e não condizente com uma equipe que vai representar o Estado na Série A.

Aí, no intervalo, pela CBN/Diário, Chamusca fala: "É preciso acertar o passe, este é problema".

Me poupe, né? Não acerta passe porque povoou o meio-campo com jogadores à la Rudnei e ninguém de armação. Ou será que estou ficando doido?

E a torcida do JEC deve ter ficado incrédula com a capacidade de seu time de perder chances claras de gol nesta etapa.

No segundo tempo, saiu Sávio e entrou Leonardo. A alegação é a de que Sávio sentia o tornozelo. Será?

Bom, a realidade é que os problemas de armação de meio avaianas não foram solucionadas. Então que saísse o atacante e houvesse duas substituições, com a entrada de um meia de articulação, Medina ou Caio (até Guerreiro, daí na proteção, liberando Batista e Rudnei).

O JEC não tem nada com essa incapacidade de articulação e entendimento do time do técnico adversário.

Foi lá e, de cabeça, fez seu gol, com Lima, que é centroavante, justamente o que falta ao Avaí.

Antes que me cobrem, pelo monitor é impossível estabelecer se houve falta de Lima ao subir para o cabeceio. Mesmo assim, o resultado era justo pelo banho de bola que o JEC impunha ao time da Capital.

O segundo gol foi conseqüência natural de um jogo com um time a fim de vencer - o Joinville -, outro com medo de ser feliz - o Avaí.

A, e só para constar, com a terra arrasada, aí entrou Caio. É até uma ironia com o torcedor. Ato contínuo, minutos depois, Patric descontou e ganhou como presente uma expulsão, junto com o instável Lima.

Patric foi tripudiar da torcida adversária e ganhou um vermelho justíssimo. Se o Avaí é contra jogador comemorar insultando adversários, não deveria ter instruído seus atletas. Aí perde a moral para reclamar dos outros.

E Lima foi dar uma de "mais homem" e também foi para a rua. Dois irresponsáveis.

Surgiu aquela apreensão dos tricolores. Por pouco não entregou o ouro, naquela tradicional queda de produção, até que Cris, aos 33 minutos, fez o terceiro. Batista ainda descontou no final.

Com o resultado, o JEC volta à briga, na classificação geral, por tentar levar à Arena o segundo jogo da final. E o Figueira comemora a liderança (Imbituba perdeu em casa para a Chapecoense) no returno. Este, ficou embolado e até o Atlético-IB, todos lutam pela quarta vaga ainda. 

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Ninguém mais tira o Figueira da semi

27 de março de 2010 76

Negão, só alegria.  Foto: Ricardo Duarte

A principal barbada da rodada tinha somente uma incógnita: quando tempo levaria para o Figueirense fazer o primeiro gol no moribundo Juventus, da sacola (5 a 0) que viria depois.

Demorou 26 minutos o primeiro tento. Uma eternidade se considerado que o Juventus apresentou-se no Scarpelli com 11 jogadores na defesa.

Portanto, foi uma questão de martelar, insistir, tentar por uma ala, testar por outra, infiltrar, até que apareceu Júnior Negão e cutucou, no ângulo, para abrir o placar.

Era o primeiro gol do melhor ataque na pior defesa do Estadual.

O restante do primeiro tempo foi uma coleção de oportunidades alvinegras. Brincadeira de tiro ao alvo. A mira funcionou mais uma vez, com William, aos 40 minutos.

Se existe inveja boa, Júnior Negão ficou com o gol do companheiro e resolveu fazer mais um, aos 45 minutos, seu segundo na partida.

E o intervalo chegou com um placar até magro para a produção do time da casa.

Na segunda etapa, uma apresentação meramente protocolar do Figueirense. Um pouco de respeito pela dignidade do adversário, um pouco de pena e um tanto de acomodação manteve a partida estacionada nos 3 a 0 até que, ciúme por ciúme, William também tem: ele não deixou Negão - que já havia sido substituído - em vantagem e fez, também, seu segundo gol, aos 35 minutos.

A cereja no bolo ficou por conta do gol de falta, do goleiro Wilson, aos 39 minutos.

Os três pontos eram obrigatórios para praticamente classificar o alvinegro às semifinais do turno. O alvinegro foi a 14 pontos. Para se ter uma ideia, o Metropolitano, no turno, classificou-se com 15 pontos em quarto lugar e ainda restam duas rodadas.

O cuidado, portanto, é para não perder todos os jogos. E, claro, batalhar muito para lutar pelo título e garantir o mando dos jogos decisivos.

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Dois vídeos, duas visões

27 de março de 2010 34

Enquanto aguardamos os jogos do final de semana, duas visões diferentes do clássico já postadas no You Tube. O primeiro, um motivacional pró-Avaí. O segundo, mais na zoação, pró-Figueira. Confira:

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O fogueteiro se entregou

26 de março de 2010 135

Era certo de que o Avaí perderia mando de campo. Era. O fogueteiro se entregou. Não tenho o nome do garoto, de 18 anos, mas assim que tiver, divulgamos.

Segundo as informações, ele sabia que seria descoberto e resolveu se entregar.

Com o registro dessa ocorrência na 2ª DP de Florianópolis, o Avaí consegue um importante documento para sua defesa nos tribunais.

Mesmo assim, o departamento jurídico não terá vida fácil neste julgamento. Claro, se a promotoria oferecer denúncia, na segunda-feira, o que parece óbvio vai acontecer.

Ah, e via vídeo, vai sobrar para Jeovânio também. As provocações em frente ao banco do Avaí entrarão na denúncia também.

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Pressão por árbitros de fora

26 de março de 2010 128

Um conselheiro avaiano me contatou, ontem, para avisar que há uma mobilização de notáveis do clube no sentido de solicitar arbitragem de fora do Estado para os jogos decisivos do returno e das finais (caso o Avaí chegue, claro, o que parece ser quase certo na semifinal, pelo menos).

Não sei se este assunto faz parte das reuniões e medidas que a direção e o departamento jurídico do clube estão demandando, mas um pedido formal acredito não estar descartado até por pressão destes torcedores/conselheiros.

Em tempo, este post não é para questionar se está certo ou errado atirar bomba dentro de campo. Este fato é uma aberração, uma vergonha, que vai complicar o Avaí, sem dúvida.

Mas o post questiona a falta de qualidade da arbitragem catarinense. No caso do LOS não só na não-expulsão do Jeovânio (uma vergonha), mas no pênalti não dado no Firmino e uma série de outras atitudes na partida.

Vemos em todas as rodadas dirigentes esbravejando e nós mesmo da mídia estamos estupefatos com os erros grosseiros que presenciamos.

Se o Avaí solicitar oficialmente árbitros de fora, a FCF atenderá? Vem aí um capítulo a mais para pegar fogo.

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LOS detona o Avaí na súmula

25 de março de 2010 154

A súmula de Luiz Orlando de Souza, na íntegra abaixo. (Veja versão oficial clicando aqui).

Carregou pesado para o Avaí. O departamento jurídico avaiano já deve estar de cabelo em pé.

Confira a súmula, como está na FCF, caixa alta e redação original mantidos:

Observações: INCIDENTES AO TERMINO DA PARTIDA CORREAM EM MINHA DIREÇÃO O TREINADOR DO AVAI SR. PERECLES RAIMUNDO OLIVEIRA CHAMUSCA, RECLAMANDO DA ARBITRAGEM, ASSIM COMO OS ATLETAS SR RAFAEL DIEGO DE SOUZA ,N 02 E O SR ANTONIO CAIO SILVA DE SOUZA N 11 E O SR. JOSÉ BATISTA LEITE DA SILVA N 05 TODOS ATLETAS DO AVAI E MAIAS ALGUNS ATLETAS QUE NÃO FOI POSSIVEL IDENTIFICAR ONDE TODOS TIVERAM QUE SER CONTIDOS PELO POLICIAMENTO ATLETAS ESTE TAMBEM DO AVAI FC. APÓS O TERMINO DA PARTIDA QUANDO SAIAMOS ESCOLTADOS PELO POLICIAMENTO EM DIREÇÃO AO VESTIARIO DE ARBITRAGEM FORAM AREMESSADOS VARIOS OBJETOS EM NOSSA DIREÇÃO IDENTIFICANDO OS SEGUINTES SAPATOS, GARRAFA PLASTICA DE AGUA E UM GUARDA CHUVA, VINDO DA PARTE COBERTA SOCIAL NOVA. NOS ACRECIMOS DO 2° TEMPO DA PARTIDA FORAM AREMESSADOS FOGUETES EM DIREÇÃO AO CAMPO DE JOGO ONDE DOIS DESTES ESTOURARAM DENTRO DA AREA DE META DEFENDIDA PELO GOLEIRO DO AVAI PROVOCANDO O RETARDAMENTO DA CONTINUIDADE DO JOGO ESTES FOGUETES FORAM AREMESSADOS DA ARQUIBANCADA DESCOBERTA ONDE SE ENCONTRAVA A TORCIDA DO AVAI. NA COMEMORAÇÃO DOS ATLETAS DO FIGUEIRENSE APÓS O GOL DO MESMO ADENTROU AO GRAMADO DO CAMPO DE JOGO O SR LEANDRO DOS SANTOS BELO, , GANDULA DA EQUIPE DO AVAI PARA DISCUTIR COM ATLETAS DO FIGUEIRENSE. SENDO EXPULSO , APÓS AO TERMINO DA PARTIDA. OS GANDULAS Sr. LEANDRO DOS SANTOS BELO, SR.DJALMA MARTINS PEREIRA NETO, SR. ANDERSON A S BELO E O SR. DEIVID DIAS SE ENVOLVERAM EM UMA CONFUSÃO COM OS ATLETAS DO FIGUEIRENSE COM EMPURROES E OFENSAS MORAIS SENDO NECESSARIO A INTERVENÇÃO DO POLICIAMENTO QUE ESTAVA PROXIMO . NÃO FOMOS INFORMADO PELA JUSTIÇA INTINERANTE DE OUTROS INCIDENTES ALÉM DOS JA RELATADOS.. APOS O ENCERRAMENTO DO JOGO COMPARECEU AO NOSSO VESTIARIO O SR. MAJOR RICARDO DA POLICIA MILITAR INFORMANDO QUE HOUVE CONFRONTO ENTRE POLICIA MILITAR E A TORCIDA IDENTIFICADA COMO DA MANCHA AZUL DO AVAI, CAUSANDO UMA LESÃO NO PÉ DO SOLDADO LIMA EM VIRTUDE DE UMA PEDRADA.

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