É isso aí meninada, ídolo é feito em casa, como o Thiesen. Foto: Guto Kuerten
Me lembro muito bem do Marquinhos entrando em campo quase mancando, nas finais do Estadual do ano passado. Depois urrar de dor por dias seguidos, tomando anti-inflamatórios, para aplacar a dor.
Isso era devoção ao time, era amor pelo Avaí, era o craque do time numa simbiose, numa identificação sem par para devolver um título que era exigido pela torcida.
Vejo Sávio e Vandinho cheio de dedos e cuidados para voltarem ao time. E aí penso: ora, quem segurou o rojão no início do torneio? Foram os garotos.
Quem encarou a pedreira contra o Grêmio? Foram os garotos.
Quem foi a Joinville e deu de dedo no tricolor do Norte? Foram os garotos.
Ah, e na hora de levantar o troféu e fazer média, voltam os medalhões?
Pode! Renan, Jhonny, Rodrigo Thiesen, Davi, Roberto e Robinho (este, suspenso, tá fora). Eles devem, por justiça, jogar a final.
Sei que não vai ser assim, mas seria o mais correto.
