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Posts de abril 2010

Poucas palavras, muita imagem

30 de abril de 2010 30

Fotos: Ricardo Duarte

O dia começa assim, com este conjunto de imagens de Falcão, momento protagonizado ontem, na Ressacada, na festa que foi tão mágica quanto imagino irá ser esta semana de futebol.

Observem os detalhes captados por Ricardo Duarte, o repórter fotográfico do DC que dispensa apresentações, sempre com a mira afiada.

É ou não um exemplo do futebol arte? As vezes, quando falamos aos mais jovens o que significou um Zico, um Júnior, monstros sagrados do nosso futebol, fica difícil explicar só com palavras.

Quem foi, ontem, à Ressacada, além de solidariedade, viu e entendeu, ou reviveu, na prática, o que é tocar na bola com carinho, mesmo sem preparo físico.

Teve descontração, também, tudo sem o compromisso da competição.

Bom momento para, como disse, uma semana mágica: ou com o Avaí campeão, o que é o mais provável, ou com o JEC praticando o crime do século.

Veremos domingo.

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Com alegria e solidariedade

29 de abril de 2010 23

Eu iria de qualquer jeito, com meu filho, à Ressacada curtir esta noite de solidariedade. Acho que até iria estrear minha pequenininha em estádios nesta noite.

Mas agora que vou participar da jornada da CBN/Diário, o faço com mais alegria e responsabilidade.

É porque sempre ouvimos dizer que é melhor trabalhar quando se tem alegria no dia-a-dia. E, bingo, é a mais pura verdade.

Conversar com os ouvintes mais jovens sobre as histórias de alguns dos atletas presentes é uma “obrigação” das mais estimulantes.

Um só deles já daria imensa matéria nos jornais ou na própria rádio. Imagine juntar um povo da lista ali debaixo do post num só momento.

E, melhor, e mais importante, com o objetivo solidário em relação ao povo do Haiti.

Portanto, radinho na mão, sorriso no rosto, família unida, e vamos nos divertir na Ressacada, a partir das 20h. Todos os caminhos levam, dirá hoje Roberto Alves!

Jogadores com presença confirmada:
Ivan, Cafú, Roque Júnior, Márcio Santos, Ivan Rocha, Zé Elias, Amaral, Falcão, Pedrinho, Denílson, Luizão, Edinho, Maurinho, Júnior Baiano, Alexandre Torres, Serginho, Valber, Ailton, Júnior, Zico, Thiago Coimbra, Romário, Beto, Luís Mário, Alex Dias, Marcão, Alysson, Nélio, Felipe Adão, Adilson Heleno, Jamelli, Serginho Chulapa, Biro Biro, Leandro Ávila, Leandro Machado, Jacaré, Balduíno, Flávio Roberto, Alexandre Lopes e Vampeta.

Saiba mais sobre o evento clicando aqui

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Nem "já ganhou", nem "já perdeu"

28 de abril de 2010 89

Tenho mais de 20 anos de jornalismo e 90% deles imerso no mundo desportivo. Acreditem, o futebol não é uma ciência exata e, por este motivo, me dirijo às nações azurra e tricolores com um papo que pode parecer antigo, surrado, mas, garanto, é verdadeiro.

O post alerta para o “já ganhou” e para o “já perdeu”. Nem me debruço sobre situações incríveis vividas pessoalmente, os próprios blogueiros serão capazes de citá-las nas mensagens.

Apenas ressalto o seguinte: aos torcedores do Avaí, sugiro dirigirem-se à Ressacada para torcer e incentivar, não com a intenção de “comemorar”, o que só poderá ser feito após o apito final de Célio Amorim.

Sei que é um pedido difícil de ser seguido, mas é sincero. O jogador é um reflexo do ânimo de sua torcida. O JEC foi campeão do turno, tomou duas lambadas do Avaí, é verdade, mas endureceu em outras oportunidades.

Ah, mas o blogueiro fez o post Avaí (quase) campeão. Sim, um dever jornalístico, assim como alertei, antes do campeonato, que o Avaí era favoritíssimo ao título.

Mas há componentes como o heroísmo, a sorte, o imponderável, o surpreendente, o milagre, enfim, todos fartamente conhecidos.

Independente deste alerta, quero parabenizar os atletas do Joinville e o clube Avaí.

Falo em atletas do JEC, porque não caíram no discurso fácil de culpa da arbitragem (o que não ocorreu, infelizmente, com o técnico Ovelha e alguns dirigentes), os jogadores baixaram a cabeça e estão trabalhando, em silêncio.

E no clube Avaí como um todo. Desde o discurso pós-jogo do presidente Zunino, passando por técnico e jogadores, impressionante o respeito avaiano pelo adversário batido no primeiro jogo.

Nem um pio, uma provocação, um desdém vindo do Avaí. Apenas trabalho na Ressacada. Uma lição de respeito do Leão que merece parabéns.

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Gostinho de decisão

27 de abril de 2010 45

Hoje o dia foi cheio, desde de manhã montando as páginas da final e do caderno que vai cobrir o campeão de SC. Por este motivo, não encontrei um segundinho para o blog.

Dias de muita pesquisa histórica dos dois clubes, reunindo material, planejando surpresas na edição e falando com muita gente que fez história no JEC e no Avaí.

É gratificante falar com os craques do passado. Para não passar em branco o dia de hoje deixo este registro da final de 1985, que deu JEC, por 2 a 0. Acho que este ano a coisa será diferente.

Impressionante como tem poucos registros on line disponíveis deste confronto, né?

Amanhã quero ver se conversamos mais profundamente sobre a final aqui neste espaço.


Confira o vídeo acima. Se você esteve lá, deve estar perto dos “enta”, hein?

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Brindem os garotos

26 de abril de 2010 92

É isso aí meninada, ídolo é feito em casa, como o Thiesen. Foto: Guto Kuerten

Me lembro muito bem do Marquinhos entrando em campo quase mancando, nas finais do Estadual do ano passado. Depois urrar de dor por dias seguidos, tomando anti-inflamatórios, para aplacar a dor.

Isso era devoção ao time, era amor pelo Avaí, era o craque do time numa simbiose, numa identificação sem par para devolver um título que era exigido pela torcida.

Vejo Sávio e Vandinho cheio de dedos e cuidados para voltarem ao time. E aí penso: ora, quem segurou o rojão no início do torneio? Foram os garotos.

Quem encarou a pedreira contra o Grêmio? Foram os garotos.

Quem foi a Joinville e deu de dedo no tricolor do Norte? Foram os garotos.

Ah, e na hora de levantar o troféu e fazer média, voltam os medalhões?

Pode! Renan, Jhonny, Rodrigo Thiesen, Davi, Roberto e Robinho (este, suspenso, tá fora). Eles devem, por justiça, jogar a final.

Sei que não vai ser assim, mas seria o mais correto.

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Leão (quase) campeão

25 de abril de 2010 198

Davi, o novo talismã, abriu o placar para o Leão

A conta de 26 títulos catarinenses somados pesava sobre os ombros de 22 jogadores, um trio de arbitragem e duas fanáticas torcidas a partir das 16h de hoje.

Joinville (12 títulos) e Avaí (14 conquistas) davam a largada para 180 minutos de futebol que determinarão qual deles vai decorar seu repleto armário com mais uma taça. O primeiro duelo, os primeiros 90 minutos, na Arena, colocou o Avaí bem mais próximo da glória, com um 3 a 1 consistente e inapelável.

A história vencedora do tricolor do Norte e do Leão da Ilha voltava a ficar frente a frente em uma final. A única decisão entre eles havia ocorrido em 1985, e dera Joinville, num período em que o time da Manchester mandava no Estado.

Agora, o time vermelho, preto e branco luta em desvantagem para recuperar a hegemonia, que não detém desde 2001. O atual campeão, representante de SC na elite, por sua vez, começa a sentir cheiro de título e de igualar o principal rival, o Figueirense, no número de canecos.

As armas do time da casa para sair na frente, além do título do turno, incluíam a invencibilidade no regional dentro da Arena e um grupo de jogadores qualificado. Se trazer as glórias do passado para o presente passava por um bom resultado no jogo de ida, complicou. As armas mostraram-se insuficientes.

Disputado sob intensa chuva, um campo pesado, em tese seria ruim para quem precisava tocar a bola. O Avaí ignorou esta máxima e, mesmo sem Sávio e Vandinho, entrou num 3-6-1 que, na primeira etapa, se mostrou totalmente adequado e não só segurou o JEC, como amassou o adversário.

Tanto que só quem tramava era o Avaí, até que numa das muitas jogadas de linha de fundo das alas, Patric cruzou e Davi apareceu na área para fazer o 1 a 0. Um lindo gol, turbinado pelo refinado toque de letra de do meia pé-quente e competente. Ele que fez o gol da classificação para a final, no 1 a 1 com o Figueirense.

Os dois times foram para o intervalo sabendo que a vantagem por resultados iguais era do Avaí. Aí o Leão marca aos 2 minutos mais um, com Rudnei, de cabeça. Então aumentou a responsabilidade do JEC. Ou faria um gol o time da casa, ou só um milagre salvaria na Ressacada.

Então o talismã Ricardinho, que estava apagado no jogo, tentou começar a reverter a situação. De falta, aos 18 minutos, diminuiu a diferença. Aí veio uma pressão desenfreada e desorganizada do Joinville, que se expôs ao contra-ataque.

Num deles, Uendel foi derrubado na área e o árbitro deu pênalti. Roberto, que errara muitos gols até ali, se redimiu e guardou o seu, aos 38 minutos.

O árbitro? acertou no pênalti pró-Avaí e acertou em dar fora da área um lance que o JEC pediu pênalti. Logo, foi bem na partida. Um resultado justo que deixa o azurra tranqüilo: só se perder por três gols de diferença não sai campeão no domingo que vem.

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Comente a decisão com o Castiel

25 de abril de 2010 22

A partir das 14h, comente e converse com o blogueiro Castiel a primeira partida da decisão do Campeonato Catarinense 2010, entre Joinville e Avaí. Basta clicar na figura abaixo:

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Final com dois favoritos

24 de abril de 2010 77

Há uma situação simples de ser entendida, óbvia até, mas que não deixa de ser bastante curiosa em relação ao duelo entre Joinville e Avaí, o primeiro da final do Catarinense, neste domingo, às 16h, na Arena.

Trata-se da existência de um favoritismo que gruda num dos finalistas no jogo de ida e migra para o outro no jogo de volta. Nasce a figura do favorito mutante, graças ao desempenho dos dois times no torneio.

A aparente contradição se explica. E para que se entenda a tese, é bom lembrar que sai campeão quem fizer mais pontos nos dois jogos. Em caso de igualdade, o que conquistar melhor saldo. Empate em tudo, dá Avaí pela melhor campanha na classificação geral.

O JEC é favorito, sim, na Arena. Por tudo que já rolou neste Estadual, pelo título do turno lá conquistado, por não ter perdido em seus domínios no regional.

Há outro detalhe: o JEC, desde que o returno acabou, só descansa, só se prepara, só respira clássico e decisão. O Avaí não comeu grama em dois jogos encardidos diante do Grêmio e passou por um clássico de tirar o fôlego contra o Figueirense. Teve feridos de “guerra”, mas tem um grupo forte e tenta recompor seus quadros para mais um desafio árduo.

E, óbvio, o Avaí é favorito para o jogo de volta, no Estádio da Ressacada, porque, lá, ninguém vence o Leão. Literalmente. Desde setembro do ano passado, quando foi batido pelo Internacional, pela Série A do Brasileiro, nenhum time consegue o feito.

Tal lógica deixa muito claro o que, salvo uma anomalia, vai definir o título. O tão famoso saldo de gols. Leva quem vencer melhor, quem tiver mais ímpeto em seus domínios, sob o grito de incentivo de seus fanáticos torcedores.

Claro, o futebol não é tão simples, nenhuma análise reducionista resiste se os deuses do futebol programarem um daqueles embates diferentes, se abençoarem um jogador com uma atuação de gala, se algum time sofrer pane e for goleado, se o árbitro influir no resultado. Se houvesse a certeza científica, não seria tão emocionante. Mas a simplicidade e a racionalidade exigem que esta interpretação predomine, que a teoria do mando como decisivo seja a mais aceitável, pelo menos até que a bola role.

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Vai que é sua, Bezerra

23 de abril de 2010 64

Foto: divulgação FCF

Concorreram Paulo Henrique de Godoy Bezerra, Célio Amorim, José Acácio da Rocha, Jefferson Schmidt e João Fernando da Silva (Dadá)  para pintar nas finais do Catarinense.

A Comissão de Arbitragem optou por Bezerra e Amorim. Feito o sorteio, deu Bezerra em Joinville, Amorim na Capital.

Torço muito por uma arbitragem irretocável de Bezerra. É o melhor árbitro de SC, supera, inclusive, o Célio Amorim.

A questão psicológica, que as vezes prejudica sua arbitragem, parece estar superada. Logo, tem todas as condições de passar despercebido, que é o que todos querem.

Sorte para o Bezerra, que competência ele tem. Não queime a língua deste blogueiro, hein?

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A preocupante questão Goiano

23 de abril de 2010 16

Estou um pouco por fora do que acontece no Figueirense, por estar focado nas finais do Estadual. Mas acompanho o trabalho do Helton Luiz na CBN/Diário, da Paola no DC, dos blogs alvinegros, da lista da Finet e, bato um papo aqui e ali com gente do clube.

Quero dizer que, de tudo que leio, escuto, dos primeiros movimentos da nova diretoria, evito comentar justamente por este distanciamento que me obrigo por estar centrado nas coisas da decisão entre JEC e Avaí. O farei assim que mergulhar a fundo nas informações.

Mas não posso me omitir em relação à questão Márcio Goiano. Se o Figueira abrir mão deste técnico por bobagenzinha daqui, por disquedisque dali, por que diretor tal acha isso, conselheiro tal acha aquilo, fulano disse blábláblá, beltrano garantiu outro blábláblá, então o começo da nova diretoria está comprometido.

A questão é avaliar o trabalho deste técnico. Que foi ótimo. E decidir: vamos nos reunir com ele, traçar um projeto de futebol, uma linha de reforços, uma política de manutenção e dispensa de jogadores. E, também, uma fórmula de conduta integrada de estilo do departamento de futebol e da comissão técnica.

Aí as palestras motivacionais, quem pode ou não entrar no vestiário na hora decisiva, fica tudo acertado antes do campeonato começar e com canais definidos de diálogo.

Se começar twitter para cá, telefonema para lá, conversinha na roda dali, aí meu amigo, se eu sou o Goiano, peço o boné.

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