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Posts de maio 2010

Mal decolou e já caiu

31 de maio de 2010 54

O responsável pelo marketing do Figueirense, Nelson Galvão, já é ex. Foi a bomba desta tarde. No seu twitter, perto das 15h30min, ele comunicou seu desligamento do clube na curta trajetória.

Falei com ele ao telefone e Galvão firmou certeza de que sai do alvinegro “graças a politicagem”. Estas as suas palavras.

Segundo Galvão, dirigentes estatutários, não-remunerados, estariam descontentes com seus métodos.

Também falei com fontes ligadas ao clube, estas pediram para não serem identificadas. Me foi passado que a linha adotada por Galvão não agradou e sua saída foi um consenso.

São ajustes pelos quais o Figueira está passando até encontrar sua nova identidade. Não será um processo fácil, muita gente vai ficar pelo caminho.

De minha parte, quero ver o Figueirense forte, se com A ou com B, não me interessa, desde que a instituição seja salvaguardada.

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O nebuloso ambiente pré-Copa

31 de maio de 2010 19

Me digam um. Só um. O time que está jogando o fino na bola, seja na Série A ou na Série B? Nem o Santos (sem Robinho, é verdade) está encantando.

Até para a Copa o que verificamos são prognósticos. Uma “possibilidade” de a Argentina ser irresistível com Messi, mas a igual chance de ser um desastre defensivo e tático sob o comando de Maradona.

Um Brasil certamente com qualidade individual em posições isoladas, mas sem o brilhantismo de Kaká em alta, com um Robinho sem previsão, apenas um excelente time, o que é pouco para o Brasil.

Uma Espanha amarelona, ou com imposição? Uma Itália competitiva, ou inconseqüente?

Algum africano maluco vai brilhar? Um homem só muda o destino de Portugal?

O que temos, apenas, são tendências.

Nos brasileiros, nenhum dos líderes  encantam. Nem Corinthians, nem Bahia. Apenas aproveitam melhor as chances, as circunstâncias.

Por este motivo, ressalto que os detalhes fazem a diferença.

No caso avaiano, quarto colocado, a questão é reencontrar o bom futebol de algumas peças, retomar a dinâmica de jogo produtiva e recuperar logo Vandinho e Sávio.

Parece simples, mas não é. Uma tarefa complicada para Chamusca.

No caso alvinegro, a questão é mais complexa ainda. É de decidir logo se Goiano serve ou não. Não se deve esperar o “próximo jogo”. Ou se tem firmeza, ou parte para outra.

Digo isso porque o grupo é este que está aí, com uma ou duas contratações que virão de acordo com o que o treinador indicar. Ou seja, Goiano, ou outro técnico, vão pedir o reforço.

E clarear como funciona o departamento de futebol alvinegro. Posso estar enganado, mas este ainda não está configurado claramente, temos consultores na área, não diretores, o que é um tanto nebuloso.

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Avaí e Vitória perdem por 0 a 0

29 de maio de 2010 48

Desrespeito ao hino. Foto: Ricardo Duarte

Um time que desrespeita o hino nacional, como fez o Vitória, não merecia melhor sorte no jogo. Sequer o pontinho que descolou na Ressacada. Mas comportamento extracampo não conta, no futebol, o resultado foi justo. Injusto foi o espetáculo para o torcedor.

Os dois times mostraram apatia inaceitável na elite do futebol brasileiro.

Sobre o episódio do hino, não é que eu ache certo a execução em todos as disputas desportivas. O certo seria em algumas ocasiões de maior vulto, decisões, competições internacionais etc.

Mas se está determinado assim, então que se respeite este símbolo nacional.

Vivenciamos, na Ressacada, uma das atitudes mais desrespeitosas dos últimos tempos de um grupo de atletas para com a pátria.

Em meio à execução, os atletas rubro-negros, que entraram atrasados em campo, ignoraram árbitro, torcida, time adversário e siplesmente procederam ao aquecimento.

O jogo vinha morno até os 15 minutos da primeira etapa, quando Zé Carlos salvou uma conclusão perigosíssima de Ricardo Conceição. Um grande susto.

Aí o Vitória alugou meio de campo, foi mais perigoso até o azurra acordar, aos 25 minutos, em ótima jogada de Roberto, Marcos errou sozinho.

Roberto chamou a responsa e ainda carimbou a trave três minutos depois. Trouxe o Avaí, finalmente, para o comando do espetáculo.

Chamusa detectou, para o segundo tempo, a necessidade de maior consistência no meio/criação do time.

Foi de Robinho, que pouco acrescentou, sacando Rafael. No Vitória, apareceu Shreck, aquele batalhador de sempre, incomoda, mas não se criou em meio à excelente zaga avaiana.

Tivemos um segundo tempo com riscos para o Avaí, que apenas beliscou tentativas de gol, sempre com Roberto.

Infelizmente, Caio, que provavelmente sentiu um estiramento, não está em momento bom, Rudnei (substituído) também deixou a desejar.

Chamusca colocou Medina, quando da lesão de Caio. Houve mais velocidade, por óbvio, mas nada consequente.

Um marasmo preocupante, proposto pelo Vitória, foi aceito pelo Avaí. Este, quando decidiu pressionar, não mais encontrou os caminhos.

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Suado, sofrido e sem conclusão

29 de maio de 2010 26

Assistir à Série B é um pouco angustiante. É uma competição parelha, equilibrada, sem direito de errar ou desperdiçar. No empate de 1 a 1 com o Brasiliense fiquei com uma sensação contraditória. Feliz porque o Figueira arrancou um ponto. Triste pelo rendimento da equipe.

E com um sentimento ruim, principalmente por não ter uma conclusão consistente sobre o que fazer ou sugerir como solução aos alvinegros.

Os analistas mais inflamados podem até tender a fazer terra arrasada. Eu apenas mantenho minha avaliação do post abaixo. Dentre os iguais, no momento, o Figueira enquadra-se nos mais iguais que os outros.

Por sorte, não despencou na tabela com uma derrota que parecia quase certa.

Torço, muito, para a fácil opção por trocar de técnico não ser a solução para mudar o quadro de apatia do time. Afinal, Goiano não está em seu melhor momento, até não pecou na escalação, embora na primeira etapa tenha taticamente falhado. Mas que outro técnico virá e fará mágica?

A principal questão é por que os principais jogadores do time estão tão apagados?

Um grande salve a João Felipe, o único “ligado” e que lutou até o fim para encontrar seu merecido gol.

O Figueirense até teve um certo controle de bola no meio de campo, mas chamou atenção o fato de que, pelo menos três vezes, o ataque do Brasiliense chegou livrinho da Silva diante de Wilson.

Isso na primeira meia hora. Nos 15 minutos finais, o jogo ficou cadenciado, bem ao gosto do Brasiliense, um time mais pesado.

Goiano optou por manter o time, só com a saída de Nicácio e a entrada de Fernandes. Até seria uma boa pedida. Ocorre que a disposição destas peças incorria em um erro básico de concepção: é Firmino quem deve encostar mais em William, não Fernandes.

Outra questão foi a escolha pela manutenção de João Paulo, que pouco apoia e tem uma noção de cobertura bastante precária.

Diante deste quadro, não foi injusto o Brasiliense descer para o vestiário na frente do placar.

Até porque o gol de Rosenbrik foi a quarta chance, cara a cara, concedida pelo alvinegro.

A mexida de Goiano no intervalo apelou para o ofensivismo. Mas o técnico fez a intervenção onde devia, em João Paulo.

Claro que cederia espaços. Inevitável. Mas agiu com ousadia. O Figueira encorpou, mas o Brasiliense começou a estocar nos contra-ataques.

Coutinho na vaga de Fernandes foi para estancar os contra-ataques e funcionou. Defensivamente. Ofensivamente, Nicácio e William seguem um deserto.

Enfim, aguardemos pelos próximos movimentos, fica até difícil sugerir algo que não seja a contratação de titulares imediatos. O que, sabemos, é praticamente inviável financeiramente.

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Já é decisão para o Figueira

28 de maio de 2010 35

Engraçado como o imaginário do torcedor é fértil. Tenho alguns amigos que sempre me falam das discussões da Finet e acho várias delas importantes, por que sempre nascem pautas boas naquele espaço. Mas, hoje cedo, dei umas risadas quando me foi dito que alguém questionou por ali algo tipo: ah o Castiel está em Curitiba, tá dando chute sobre o Goiano.

Ora, será que alguém imagina que eu vou ficar “chutando” algo neste espaço construído com dificuldade e responsabilidade, com 1.326 posts editados, após 20 anos no “trampo”? Realmente, acha que quero “fritar” o Goiano? Que publicaria algo sem ter uma informação consistente? Que não existe telefone, e-mail, msn, etc e que não há mais distância no mundo virtual?

O erro básico está em achar que se quer “fritar” o Goiano. Particularmente, acho trocas de técnicos o início do caminho de uma campanha defeituosa.

Acho que deveriam o clube e Goiano encontrar uma sintonia, no que chamei de “filosofia” de trabalho. Isso inclui, por exemplo, detectar alguns jogadores que o clube já decidiu não mais investir neles e que seguem sendo escalados. Detectar o motivo de alguém que pode render e não o faz, é físico ou não está dando 100% por algum tipo de interesse? 

Como quero que o Goiano fique, prospere e o Figueira volte à Série A, acho que o primeiro passo seria uma escalação com Fernandes na dele, mais próximo de Firmino. E dar uma cobrada “monstruosa” em William e alguns outros. Ou seja, reverter logo a questão da atitude.

Não só isso, descobrir o porque da queda de rendimento do William. Será devido a Nicácio? Acho que não, qual sua culpa se os alas não vão ao fundo? Se o esquema tático está capenga. É por aí, tentar achar a solução sem ter que apelar para os “Coutinhos” da vida, o que, infelizmente, já está acontecendo, segundo vejo no noticiário.

Veja, estamos falando de tática, não de demissão de técnico. Continuemos: a ala esquerda precisa funcionar. Se João Paulo ou Juninho não sei, mas chama um dos dois no canto e bota pressão.

Gente, é o Figueirense, o mais vezes campeão catarinense, de uma imensa torcida, um time que pode e precisa estar na briga por vaga neste campeonato, 7 anos de Série A, a camisa pesa, tem que dar resultado. Tem que cobrar e forte, lá dentro, não na imprensa. O cara tem que entrar em campo na “responsa” e sair de perna bamba de medo se não tiver rendido o esperado.

Para encerrar, minha sugestão, com o time rápido que tem, o melhor sistema é um 3-5-2, com Igor e “talvez” Jeovânio, com Maicon, Firmino e Fernandes. William no ataque. Juninho na ala. O resto igual ao que está rolando.

Na minha concepção, campeonato se resolve é na totalidade, não arrumando as coisas na reta final. Já é decisão para o Figueirense.

Se não for encarado assim, nesta Série B em que todos são”iguais”, vão cair pelas tabelas aqueles que forem “mais iguais” que os outros. Neste momento, o Figueira está na segunda categoria dos iguais.

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Marketing do Figueira é atacado

27 de maio de 2010 55

ATUALIZAÇÃO DO POST (17H)

Atualizo o post com a versão oficial do marketing do Figueirense, postado no blog em questão. Vejam as manifestações postadas pelo Nelson Galvão:

“Prezado JJ, antes de acusar uma instituição ou empresa é necessário ter todas as informações checadas e analisadas por profissionais sérios e competentes. No Figueirense trabalhamos desta forma e nosso departamento jurídico consultou o INPI ( uma autarquia federal vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, responsável por registros de marcas, concessão de patentes, averbação de contratos de transferência de tecnologia e de franquia empresarial, e por registros de programas de computador, desenho industrial e indicações geográficas, de acordo com a Lei da Propriedade Industrial (Lei n.º 9.279/96) e a Lei de Software (Lei nº 9.609/98) e para nossa surpresa, nem Figueirense, nem Atlético Paranaense registraram a marca FURACÃO, que atualmente é registrada pelas seguintes empresas:
DESENTUPIDORA HIDROCENTER S/S LTDA – 813864631 data 15/10/1987
FURACÃO DISTRIBUIDORA DE PEÇAS AUTOMOTIVAS LTDA 819368040 data 21/08/1996
BASEQUÍMICA PRODUTOS QUÍMICOS LTDA 820877212 data 27/08/199
DELMAR BORN – ME 821066960 data 09/09/1998
SAVIO SORVETES INDUSTRIA E COMERCIO LTDA 821723626 data 14/06/1999
Estes são apenas os publicados e concedidos.”

“Resumindo, você foi no mínimo imprudente em suas colocações e insinuar que a diretoria do Figueirense foi “mal intencionada” cabe uma retratação, pois pelo exposto se existe alguém mal intencionado ou mal informado é o Sr.

Aos Avaianos que se expressaram neste blog, fiquem atentos pois a próxima deve ser LEÃO x LEÃO”

“Outro fato importante; o CONAR é responsável pela regulamentação de propagandas, verificando se as informações divulgadas são verídicas, se a comunicação não ofende a nenhuma etnia, estimula preconceitos, não é enganosa, se não esta plagiando e assim por diante. Neste caso não se aplica, visto que a campanha “Sobe Furacão, Jogue Junto, Associe-se” é única.

Também temos que deixar a hipocrisia de lado, pois daqui a pouco discutiremos quem é verdadeiro TRICOLOR, LEÃO, GALO, TIMÃO etc.

Em tempo; Aproveitando a questão, já que a marca esta disponível entramos com o pedido de registro através de 3 empresas diferentes que cederão a mesma oa Figueirense apenas para garantir o encerramento desta questão ridícula.

Que esta situação sirva de referência a todos. Para acusar é necessário ter todas as provas disponíveis em mãos e não apenas falar.

Aliás, meu e-mail é diretoriamkt@figueirense.com.br Não preciso escondê-lo de ninguém.”


POST ORIGINAL

Torcedores alvinegros, o Blog do JJ, especializado em Publicidade e Marketing (hospedado no portal da Abril), está propondo uma ação judicial contra o Figueirense. Confira o post.

O autor do blog qualifica os dirigentes do Figueira de “Muito mal informados – ou mal intencionados” (reproduzo as palavras publicadas pelo autor).

Alega que o único time que pode ser chamado de Furacão é o Atlético-PR.

É uma acusação grave publicada e já com grande repercussão no Paraná. No Twitter, o @Figueirensefc já reagiu, confira a primeira manifestação. Mas é preciso algo oficial do clube. Assim que sair, reproduzo aqui.

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A derrota pode ser boa

27 de maio de 2010 36

O mais importante, nas derrotas – e o mais difícil – é tentar descobrir por que perdeu o jogo.

Faço este post justamente para me situar em relação às derrotas de Avaí e Figueirense, ambos os jogos não pude acompanhar.

Se foi roubado, se teve um a menos, se a culpa é da imprensa, se ets retiraram as forças dos atletas, se uma conspiração internacional influiu, aí há pouco a se discutir.

Agora, se a constatação for, simplesmente, a que o outro time foi melhor, então abre-se um leque de possibilidades para análise.

Pode chegar à conclusão que é preciso contratar, ou mudar o técnico, ou ajustar o sistema tático, enfim, é um trabalho interno amplo, visando melhoras num início de competição.

Espero que este seja o caminho adotado pela dupla. Vejo no clicesportes que Wilson está preocupado, percebo também que Chamusca detectou excesso de passes errados, enfim, as avaliações aparecem. Gostei do que disse Davi, bem a essência deste post.

De minha parte, só a partir do próximo jogo, da próxima escalação, posso opinar.

Da parte dos clubes, cabe mostrar que, na derrota, têm capacidade de evoluir.

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Era Goiano balança

26 de maio de 2010 41

Bom, pessoal, estou voltando hoje de Curitiba, termina minha participação pré-Copa.

Provavelmente no jogo do Avaí estarei em viagem, logo não devo blogar. Mas, sobre o Figueirense, me informei daqui da capital paranaense mesmo sobre o que está rolando.

E posso adiantar à nação alvinegra, está bem próxima do fim a Era Goiano. Pelo menos se a configuração atual de entendimento do trabalho, da filosofia da diretoria, por parte do técnico, prosseguir.

Os motivos são internos. Posso detalhar melhor com a evolução dos fatos. Vai depender muito de algumas ações do próprio técnico.

Reputo que gosto muito do trabalho de Goiano e gostaria muito que houvesse uma sintonia a tempo de evitar o divórcio. Este, infelizmente, está muito próximo.

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Seleção se despede nos braços do povo

26 de maio de 2010 7

Kaká foi um dos jogadores mais assediadosNos braços do povo curitibano. Assim foi a despedida da Seleção Brasileira depois de seis dias de preparação na capital do Paraná.

O embarque no aeroporto Afonso Pena, sob os gritos e o apoio de cerca de mil torcedores, afastou definitivamente a má imagem deixada na chegada, quando os comandados de Dunga saíram direto da pista para o CT do Caju.

Uma vitória da democracia. Tudo começou muito fechado, hostil, até o tempo na cidade estava instável, carrancudo, úmido.

Tudo foi melhorando, a relação com a torcida. São Pedro gostou. Na abertura do primeiro treino, na segunda-feira, ainda chovia e fazia frio.

No segundo encontro, até com crianças abraçando jogadores, o sol apareceu. Hoje, na despedida, o astro rei sorriu para a cidade, para os atletas, o Brasil embarcou sob às bençãos de São Pedro.

Até o avião decolar, às 12h40min, e ganhar o céu quase sem nuvens, os torcedores não arredaram pé.

Tietes, jovens, torcidas organizadas, todos muito felizes, alguns com lágrimas por terem suas mãos tocadas, na rápida passagem, por Kaká, Robinho e cia. Os cerca de 200 policiais que formaram a passagem não tiveram nenhum trabalho. Ninguém sequer ameaçou invadir. Cartazes com apoio aos atletas e até uma batucada de alunos de comunicação e direito da PUC garantiram o embarque, barulhento, colorido, rápido e, o principal,de mãos dadas com a torcida.

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Fechou de novo

25 de maio de 2010 14

Olha, desta vez sou obrigado a concordar com o Dunga. Se liberassem o CT do Atlético, hoje, não haveria condições de treinar.

Já imaginou?

Tinha tiete, tinha até torcidas organizadas do Atlético e do Coritiba, já se estranando por ali.

Aí a muvuca seria grande. Óbvio que a PM não deu condições de segurança.

Adorei esta foto que fiz do garotinho chamado Fernando Henrique Gandolfi, de oito meses, e que estava no meio da confusão. Se eu fosse malvado, diria que ele fez a careta assim que soube que não entraria.

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