“Transmimento de pensação”. O Ney publicou hoje no Meu Figueira (clique aqui e confira) a média de público alvinegra, sempre um destaque deste time em qualquer competição. E eu estava com uma ideia de comparar a situação de hoje do Avaí com o Figueira do passado, veio a calhar o post do Ney.
Não tivesse aqueles tropeços, lutasse pela ponta, o Figueira estaria acima dos quase seis mil de agora e à frente do Sport e brigando com o Náutico em termos de média de torcedores. Só não daria para competir com os mais de 19 mil do Bahia.
As vezes é preciso cair para a Série B, mudar diretoria, para resgatar um patrimônio, que estava latente, mas não acabado, o verdadeiro torcedor.
Basta fazer campanha e ter preço justo que a galera alvinegra pega junto.
Mas aproveito este post para incluir o Avaí no raciocínio. Lembro que era difícil nos primeiros anos do Figueirense na Série A ter público menor que 10 mil no Scarpelli.
Várias vezes houve lotação, perto dos 19 mil.
O que acontece com o Avaí, recém em seu segundo campeonato? Afinal, a política de sócios funciona? Então por que a média é só pouco mais de 7,5 mil? É o preço? A dificuldade de deslocamento?
Nem entro nesta questão. Apenas registro que, infelizmente, aquela Ressacada elétrica, que jogava com o time, não é mais realidade. A torcida está apática de uma forma que não combina com o Avaí.
É preciso reconquistar aquela sinergia, ou vai virar “geladeira”, como aconteceu com o Figueira na reta final de Série A. Na fase pré-rebaixamento, tínhamos muitos clientes nos estádios e poucos torcedores.
