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Posts de setembro 2010

Alvinegros: prontos para a final?

30 de setembro de 2010 84

Já está bem batida a famosa chamada: “Cada jogo em pontos corridos é uma final”.

Embora seja verdade, está tão martelado, que não impacta mais.

Neste caso de Figueirense e Ponte Preta, contudo, a partida é “mais final” que as outras.

Os motivos o torcedor alvinegro está cansado de saber: distancia-se da Ponte Preta, adversária direta pelo G-4, em sete “gloriosos” pontos caso vença.

Outra: não permite aproximação de Sport, São Caetano e Portuguesa, ou seja, consolida a visão única de presença no G-4, que é o objetivo primordial. Mais: estes três times têm potencial para incomodar, logo é uma chave de segurança.

Mais uma: de brinde, volta o foco para a luta pela liderança. O que deve ser conseqüência, não objetivo.

Por estes motivos e mais muitos outros que poderia elencar aqui, espero que a preleção do Goiano para amanhã seja de Copa do Mundo.

Também acho que, menos de 12 mil no Scarpelli, será uma afronta a importância da partida.

Contudo, dá para confiar nos alvinegros, eles comparecem em massa. O que se espera, ainda, é o total entendimento do quão especial é a partida.

Para isso, é preciso incentivo nos 90 e tantos minutos que houver. Mesmo se o time não estiver bem, ou (bate na madeira três vezes) sair atrás no placar.

Abafem a meia dúzia de chatos insanos das cadeiras “caras” e transmitam força aos atletas.

Esta será a mais importante final de todas para o alvinegro. Até agora.

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E aí, como foi a goleada não houve?

29 de setembro de 2010 197

Pois e agora, gente? O que dizer sobre este 6 a 0 do Fluminense sobre o Avaí?

O que falar sobre este time que goleou impiedosamente o time avaiano, do “incrível” líder do Brasileiro?

O que comentar sobre a equipe do interino Neguinho diante do milionário Muricy Ramalho, abatida sem dó nem piedade?

O internacional Deco, o craque do campeonato Conca, totalmente arrasador, o matador Washington, o selecionável Mariano. Deram um banho, subjugaram e humilharam o Avaí. Né?

Ôpa, não foi isso que aconteceu? O que, foi só 1 a 0? O que, o Flu ganhou por uma falha de marcação?

Só tolo acredita que futebol se vence no nome. Todos que caem nessa pagam mico. Avisei ali abaixo hoje cedo.

Para encerrar este post, o meu lamento em relação à partida eu tranfiro para as palavras de Zé Carlos após o jogo: “Quero saber quem era o responsável pela marcação do Conca?”

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Nem jogou e já foi goleado

29 de setembro de 2010 74

Só uma breve manifestação sobre o jogo de hoje à noite, entre Avaí e Fluminense.

Gosto do futebol justamente por ele ser diferente de outros esportes.

Fosse por tudo que ouvi hoje em todos os lugares que passei, o juiz nem precisaria apitar o início do confronto.

Nunca vi tanta certeza absoluta de que o Fluminense vai golear o Avaí. Impressionante como adversários avaianos e até mesmo alguns torcedores do Avaí aceitam somente esta hipótese.

Bom, se acontecer uma goleada, ao natural, como tudo e todos cogitam, então vou acreditar que a recuperação avaiana é mesmo uma utopia.

Não pela derrota, mas pela falta de poder de resposta de um grupo que sabemos ser de bom para razoável, ante ao descrédito.

Agora, se o Avaí fizer frente ao Flu, jogar uma partida histórica, vencer, empatar ou perder mostrando garra, força, brio, então me aguardem, porque o post será “forte”.

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O bom, o ótimo, o excelente e o maravilhoso

28 de setembro de 2010 126

A notícia boa é que o Figueirense voltou a se consolidar no G-4 após a rodada desta noite. Neste momento da competição, um salto para lá de importante.

A notícia ótima é que o alvinegro não deixou passar batido um jogo em que foi superior ao adversário, tinha melhor time, as circunstâncias do jogo permitiam uma vitória, mas esta esteve ameaçada.

A notícia excelente é que, no momento em que alguns nomes de notória qualidade seguem devendo (William, Lucas, Fernandes), aparece Héber como solução para achar o gol. Fez dois na virada por 2 a 1 sobre o ASA.

E a notícia maravilhosa é que o próximo duelo é diante da Ponte Preta. E no Scarpelli. Simplesmente um jogo com as mesmas características do que foi o duelo diante do Coxa.

Ou seja, uma partida em que o Scarpelli precisa estar lotado, como se fosse a final de campeonato.

Por quê? Simplesmente uma vitória permite abrir sete pontos da própria Macaca. Não deixa o perigoso Sport se aproximar. Consolida o G-4. E, em caso de um triunfo, o foco volta a ser a luta pela liderança.

É pouco o que vale este jogo? Portanto alvinegros, mais um passo, mais um degrau no caminho da Série A.

Sexta-feira, 12 a 15 mil no Scarpelli. Alguém duvida?

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Seja bem-vindo, Sandro

28 de setembro de 2010 69

A menos que alguma (boa) surpresa surja de última hora, a sorte está lançada. Termina hoje o prazo para contratações.

O Avaí acertou com Sandro. Detesto estes julgamentos antes do cara sequer pisar no gramado e mostrar serviço.

Teve problemas no Coxa? Foi lá que aconteceu. Quem de nós não teve um problema, errou, e, depois, seguiu sua vida? Agora vai se ficar julgando alguém eternamente por algo do passado?

Quero ver é aqui. Se aproveitar a chance e jogar bola, será elogiado. Se não acrescentar nada dentro de campo, será avaliado. E, se fora de campo, aprontar, aí sim, será criticado pelo que faz no Avaí, no presente.

Particularmente, julgo o grupo do Avaí suficiente para evitar o rebaixamento. Embora ache que está no limite para a disputa da elite.

Agora é ver o que acontece diante do Flu. Esperemos, no mínimo, um time concentrado, com garra, lutador. Depois, é Copa do Mundo contra o São Paulo.

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O (duro) desafio alvinegro

27 de setembro de 2010 107

O blogueiro Silvestre Salvador Júnior colabora com o blog numa avaliação dos desafios que o Figueira e os demais que lutam pela vaga têm pela frente.

Ele faz uma avaliação de acordo com a pontuação, dos adversários, que são classificados, pelos números acumulados, como fracos, médios e fortes.

Quanto aos jogos em casa, podemos ter uma idéia de quem está melhor encaminhado.

E o melhor caminho é o do Coritiba. Tem quatro fracos em casa (Santo André, América-RN, Vila Nova e Ipatinga), dois médios (Paraná e Guaratinguetá) e um forte (Figueirense).

Bahia, América-MG, Ponte Preta e Sport, todos têm três fracos (lembrando que a avaliação é meramente por pontuação) em casa pela frente.

O Figueira só dois fracos (Bragantino e América-RN). Além deles, virão três médios (Duque de Caxias, São Caetano e Paraná) e dois fortes (Bahia e Ponte Preta).

Quanto aos desafios fora, a maioria tem um forte fora, só o Sport, que terá três pedreiras (Ponte Preta, Figueira e América-MG).

Por este levantamento, pode-se concluir como é vital este jogo fora de casa para o Figueira, contra o ASA. Mais um tudo ou nada pela frente.

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Refeita a aliança com São Pedro

26 de setembro de 2010 132

Foto: Flávio Neves

Bom, se tiver que pedir a São Pedro para intervir, que assim seja. Aquela água que insistia em cair em 2008, e que virou símbolo da garra avaiana, da luta que fez o time subir à Série A, veio hoje e foi recebida com um 4 a 0 já no primeiro tempo. E um 5 a 0 sem perdão.

Foi um banho de bola. Os 4 mil torcedores de fé que enfrentaram o mau tempo, a má fase, o horário impróprio, ganharam de brinde um time com aquilo que cobrávamos o tempo todo antes do jogo: garra.

Poderia até perder mais uma, mas que fosse sem desrespeito à marca registrada do Leão, que é jogar de forma intensa, com gana, com objetivo.

Não sei que fórmula foi usada, mas vimos um time pegador, obstinado, certeiro, matador. Resolveu o jogo com sobra no primeiro tempo.

Zé Carlos, Rudnei, Patrick, Robinho, Pará e Marcelinho. Seis mudanças, todas dentro do espírito que todos martelavam. E a resposta foi um time mais agudo, vertical, confiante e confiável.

O aperto continua. Só tem pela frente o líder, Fluminense, no Rio de Janeiro. É mole?

Mas, pelo menos, ganhou a proximidade de outros times neste bolo, como o Vitória, o próprio Ceará, o Vasco e o Flamengo.

O espírito guerreiro faz do Avaí um time competitivo, sim. Porque não um biquinho no Rio de Janeiro? Para, depois, reviver uma Ressacada “daquelas”, fervendo, contra o São Paulo. E, se possível, com chuva.

E aos amigos cearenses, me perdoem, mas seu simpático time não viu a cor da bola. Ficou até chato. E, como disse um avaiano aqui na redação, o Nicácio não parece ter nascido para jogar de preto e branco.

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Um gol dedicado aos chatos que vaiam

25 de setembro de 2010 83

Foto: Flávio Neves

Mãos nos ouvidos, querendo ouvir a vaia que levou assim que entrou. Assim comemorou o gol Roberto Firmino.

Parabéns, Firmino. Aqueles chatos que te vaiaram, aquela meia dúzia de mal com a vida que ficam ali nas cadeiras “caras”, estes mais atrapalham o Figuerense do que ajudam.

O Figueira, nesta complicada Série B, para voltar a elite precisa dos 8, 9, 10, 15 mil que têm ido aos jogos para ajudar, gritar mesmo na adversidade, estar ao lado do time sob qualquer circunstância.

Não estes 20 depressivos que só enchem o saco e melhor fariam se ficassem em casa assistindo pelo pay-per-view.

A excelente campanha alvinegra, que o mantém a duras penas no disputadíssimo G-4, que já o levou a ser líder, tem muito de relação com a parceria da torcida, retomada com o fim da era “geladeira”.

Claro que o Figueira carece de ajustes táticos, de aprimoramentos técnicos. É óbvio que Fernandes precisa acordar logo (e vai, pois não desaprendeu a jogar).

Mas o conjunto da obra não era para acumular vaias num momento do jogo em que o time pressionava, num 0 a 0 complicado, com várias chances perdidas nitidamente por intranqüilidade. E com o técnico não se omitindo, mudando para partir para cima.

O Figueira, finalmente, interrompe a seca.

Destaque para a turbinada quye deu no time Vinícius Pacheco, melhorou a participação no jogo, inclusive, de Reinaldo.

Túlio e Baraka começaram a combinar melhor. Este com seu futebol em evolução. Aquele, ainda ganhando ritmo de jogo.

Maicon me parece meio “encorpado”, mas seu futebol cadenciado e inteligente está mantido.

Juninho e Lucas tiveram atuações razoáveis. E a zaga, no seu conjunto, demonstrou maturidade para vigiar bem Iranildo enquanto este esteve em campo, e para dar segurança que Wilson não vinha tendo nas últimas performances.

Uma vitória apertada, mas merecida e inquestionável. Relembrando as atuações que podem levar o alvinegro de volta à elite.

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Tá feia a coisa na Capital

24 de setembro de 2010 45

Foto: Flávio NevesEspero voltar ao blog, sábado e domingo, desfilando otimismo com duas vitórias dos catarinenses nas séries A e B.

Mas os últimos momentos desta semana que está encerrando não são animadores.

No Figueira, uma das contratações, Evandro, aparentemente não poderá ser inscrito. Incrível.

No Avaí, nenhum fato novo foi criado. Acreditem, os jogadores foram dispensados na tarde de sexta-feira.

Ora, na atual situação, não seria o caso de reuni-los e fazer um treino leve, de posicionamento? Regado a muita conversa.

Não seria o caso de uma reunião, chamando responsabilidades?

Não, às 14h já estavam todos indo para suas casas tranquilamente.

Espera-se, pelo menos, para descansar.

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Chega de humilhação. Jogadores, respeitem o Avaí

23 de setembro de 2010 181

É preciso uma atitude imediata da diretoria do Avaí para afastar imediatamente todo e qualquer jogador que não respeite a camisa que veste.

Tenho certeza que qualquer torcedor do Leão até aceita ser rebaixado, mas não engole atletas que se empenham (alguns) mais na noite que com a bola nos pés.

Não se vê indignação, vontade de reação, garra, dedicação no time. São “profissionais” que não demonstram nenhum amor pela camisa do Avaí.

Você vai enfrentar um time que há quatro jogos não vence em seu estádio. E toma um gol antes dos cinco minutos iniciais. É ou não o adversário que todo time encrencado reza para encontrar pela frente?

Você para e pensa: o que é mais difícil. Entrar concentrado na partida e pegando desde o início? Ou dar uma avenida para o Egídio entrar na área e, inexplicavelmente, chutar de direita, livre?. Ele que deve ter dado o primeiro chute de sua vida com a perna direita.

Aí você entra no segundo tempo, arruma a m… de escalação feita no início forçado por lesões. Joga 12 minutos bem, erra três gols e, no primeiro ataque adversário toma o segundo gol.

O terceiro gol foi marcado como em jogo de casados e solteiros. Um passe em meio a uma avenida e pimba, caixão. Vitória 3 a 0 Avaí.

Ora, o Leão da Ilha deixou de competir no Brasileiro e passou a brincar de entrar em campo.

Infelizmente, de um time indigesto para os adversários, de uma equipe organizada e veloz, se transformou em saco de pancadas do Brasileiro. Recupera qualquer um.

Quem esperava uma nova escalação, somada a uma atitude remotivada e remodelada dos atletas avaianos, viu um grupo medroso desde o primeiro minuto no primeiro tempo.

Você lia, no semblante dos atletas, um olhar de quem não tem ambição, de quem sabe que vai perder. Provavelmente motivado pelo que ouvem na preleção. Aquela câmera do pay-per-view, que acompanhou aquela entrada “xoxa” do time, mostrava um grupo carregando uma bandeira de SC que parecia pesar uma tonelada.

O grupo vem do vestiário sem chama, sem o combustível que os vencedores ostentam.

O time vem mal escalado (e nem precisa dizer ou desfilar nomes para o torcedor, que já apontou todas as mazelas insistentemente). E, além disso, o (bom) potencial à disposição não é utilizado por falta de um comando mais propositivo.

É um caminho de rebaixamento, que não vai se alterar sem coragem para mexer em peças que parecem ter cadeira cativa.

O Avaí é um projeto com tudo para dar certo: estádio bonito e reformulado; torcida grande e participativa; uma cidade bonita e bem localizada; um grupo de jogadores de bom nível; uma categoria de base promissora.

Mas se afunda em questões que comprometem toda esta bonita estrutura.

Jogadores passam a perceber que o comando não é forte, alguns descuidam da parte física (engraçado que da noite estes não descuidam nunca).

Reforços não chegam à altura dos que saem, ou os que têm condições nunca estão “inteiros”. Por que será?

Parceiro e direção se desentendem publicamente.

E, para completar o comprometimento do trabalho, o clube afasta sua massa torcedora e vai apelar a ela somente agora, na hora de roer o osso, com uma aparente promoção, mas que na realidade só traz os preços para um patamar normal.

Mesmo assim, a situação ainda é reversível, já que o Atlético-MG desafia as leis da lógica e com um bom time rende menos que o Avaí.

Rezemos todos para que o Avaí encontre forças para reagir e ficar na Série A.

É importante para o futebol catarinense manter a vaga na elite ou aumentar esta representatividade com a chegada do Figueira.

Além das possíveis chegadas de Chapecoense e Tigre na Série B, o que seria um cenário perfeito

Mas não é o que a realidade aponta, infelizmente, no caso avaiano.

Se for para entrar na Ressacada com esta “pegada”, que se coloque os juniores em campo. Estes vão perder, provavelmente, mas sairão com a cabeça erguida.

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