Festa avaiana linda
Corneta Alvinegra foi grande
Todos os resultados dos catarinenses, neste sábado, poderiam ter um “porém”. Caso a visão fosse a do copo meio vazio.
Aqui, a interpretação é a do copo meio cheio.
O empate para o Figueirense não mudou a situação do clube em relação à diferença para o próprio Sport, após o 0 a 0. O pessimista diria que, se tivesse vencido, a vaga na Série A estaria praticamente assegurada.
O otimista, e este é o blog, acredita que a garantia da vaga apenas foi adiada. E que a luta pelo título, com o tropeço do Coxa, segue viva.
No caso do Avaí, a vitória sobre o Guarani (1 a 0) era o único resultado que o Leão poderia se permitir. Ela veio. O cara “para baixo” logo ressaltaria que o Vitória venceu seu jogo e respirou.
Mas o Goiás e o Atlético-MG perderam e, se o Leão fizer sua parte em casa e “algo mais fora”, os perseguidos estão todos ao alcance: Galo (a um ponto), o próprio Guarani (a dois pontos) e mais Atlético-GO (a três) e o Vitória (a quatro pontos).
Ressalte-se mais um show de torcidas. Do Figueira e do Avaí (imagino que Criciúma tenha sido bonito também), pegando junto na hora que os seus times precisam.
O Tigre talvez tenha tido o pior resultado dos três: permitiu o famoso “gol fora” e concedeu vantagem no duelo de volta ao Ituiutaba.
Mas seguindo na política do “otimismo”, é ir a Minas e resolver a parada fora de casa.
Finalização e arbitragem
Em relação ao jogo que acompanhei, na íntegra, minha crônica está no clicRBS.
Mas adianto que duas coisas impediram a vitória: a arbitragem de Sálvio Spínola, absurdamente condescendente com a cera vergonhosa do Sport; e a pontaria alvinegra.
Seu Sálvio foi descarado. O pau comendo por parte dos nordestinos e os cartões administrados na cara dura.
E seu William errou mais um gol daqueles “imperdíveis”. E seu Jean Carioca bateu todos os recordes ao desperdiçar um gol que qualquer centroavante um pouco mais “centrado” não erraria nunca.





