O primeiro tempo inteiro de Ipatinga 1 a 1 Avaí eu não pude assistir. Estava no baixamento do DC e, depois, me deslocando para casa.
A segunda etapa foi angustiante até o alívio com o gol de empate por um motivo simples: como pode o sistema de zaga estar tão confuso em bolas aéreas?
Com o Zé Carlos já estava uma catástrofe. Com o Renan ficou pior ainda.
Gente, o que foi o lance do gol dos mineiros? O Renan estava catando borboleta quase na marca do pênalti e o resto da zaga toda no mano a mano.
Olha, o Avaí precisa repensar sua preparação de goleiros. São casos típicos de atletas individualmente mal orientados.
Ambos têm qualidade, Renan e Zé Carlos, mas se os dois apresentam o mesmo problema, então é óbvio que a dinâmica repassada nos treinos não está a contento. E este é um detalhe que no futebol profissional não pode ser negligenciado.
Além disso, Silas tenta arrumar algo que o Benazzi estragou de forma profunda, o sistema defensivo. Mas ainda não conseguiu.
E nessa, de tomar gols por falhas do conjunto da zaga e por má preparação dos goleiros, um Estadual inteiro está comprometido, e, agora, a Copa do Brasil quase se complica.
Claro, o Marquinhos está “estranho”, sem movimentação, sem emoção, parece desligado. Este fator é decisivo. Assim como a queda física de Rafael Coelho é evidente. Este, pelo menos, apareceu perto do final, garantindo a vantagem do empate sem gols no jogo de volta.
Detalhe 1: o gol veio quando dois atacantes foram colocados, acabando com a solidão de Coelho. E o segundo quase veio com a bola na trave de Marquinhos.
Detalhe 2: Flamengo, Palmeiras e Atlético-PR eliminaram a necessidade de jogo de volta. Todos de Série A.

