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Posts do dia 16 março 2011

Ufa! Golzinho salva goleiro e zaga do Avaí

16 de março de 2011 48

O primeiro tempo inteiro de Ipatinga 1 a 1 Avaí eu não pude assistir. Estava no baixamento do DC e, depois, me deslocando para casa.

A segunda etapa foi angustiante até o alívio com o gol de empate por um motivo simples: como pode o sistema de zaga estar tão confuso em bolas aéreas?

Com o Zé Carlos já estava uma catástrofe. Com o Renan ficou pior ainda.

Gente, o que foi o lance do gol dos mineiros? O Renan estava catando borboleta quase na marca do pênalti e o resto da zaga toda no mano a mano.

Olha, o Avaí precisa repensar sua preparação de goleiros. São casos típicos de atletas individualmente mal orientados.

Ambos têm qualidade, Renan e Zé Carlos, mas se os dois apresentam o mesmo problema, então é óbvio que a dinâmica repassada nos treinos não está a contento. E este é um detalhe que no futebol profissional não pode ser negligenciado.

Além disso, Silas tenta arrumar algo que o Benazzi estragou de forma profunda, o sistema defensivo. Mas ainda não conseguiu.

E nessa, de tomar gols por falhas do conjunto da zaga e por má preparação dos goleiros, um Estadual inteiro está comprometido, e, agora, a Copa do Brasil quase se complica.

Claro, o Marquinhos está “estranho”, sem movimentação, sem emoção, parece desligado. Este fator é decisivo. Assim como a queda física de Rafael Coelho é evidente. Este, pelo menos, apareceu perto do final, garantindo a vantagem do empate sem gols no jogo de volta.

Detalhe 1: o gol veio quando dois atacantes foram colocados, acabando com a solidão de Coelho. E o segundo quase veio com a bola na trave de Marquinhos.

Detalhe 2: Flamengo, Palmeiras e Atlético-PR eliminaram a necessidade de jogo de volta. Todos de Série A.

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A bola pune

16 de março de 2011 86

Alvarélio Kurossu

Existe o mínimo que se espera de um time que se pretende de elite, da Série A do Campeonato Brasileiro. É que ele, quando joga com adversários que não estão no mesmo patamar que o seu, mostre por que está onde está. Ou seja, vá, veja e vença. Com o Figueirense não tem sido assim neste Campeonato Catarinense. E o 1 a 1 com o Brusque é apenas mais um capítulo desta inversão de valores.

Encarar o Bruscão não é mole, todos sabem, é um time encardido, sim, mas em jogo estava a liderança, estava impor respeito, estava dar estabilidade ao novo técnico, Jorginho. Tudo foi empurrado com a barriga. Só vencer em casa, assim mesmo o Metropolitano, que faz uma competição irregular, é mostrar pouca farinha no saco.

Tudo bem, racionalmente o torcedor pode até parar e pensar: "basta vencer o Marcílio e a situação é razoável, depois é o Concórdia fora e aí o tabu pode acabar".

Sim, mas não é pensar pequeno? No futuro próximo, com esta amostra do Catarinense, pode-se temer pelas apresentações na Série A.

Quanto ao jogo, mais do mesmo que houve em Joinville. Desperdício de gols de Wellington, modificação defensiva no time e empate, punindo quem está sem um ataque à altura de seu time.

O certo seria este jogo terminar, no mínimo, 4 a 0 para o Figueira. Estava 1 a 0 por causa de Héber, mas o empate de Vinícius foi revelador: sem coragem fora, dificilmente leva este Catarinense.

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