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Posts de julho 2011

João Sorrisão, by Reinaldo, para o Jorginho

31 de julho de 2011 105

O destino, ou os deuses do futebol, seja lá ao que se atribua, mas o fato de Reinaldo, dispensado pelo Figueirense, ter feito o primeiro gol da vitória, por 3 a 1, do Bahia contra o alvinegro, foi um recado cruel para o Alvinegro.

Aliás, o Bahia, que nunca vencera em casa, conseguiu com Reinaldo. Atacante. Com faro de gol.

Ele que não mais está a serviço do Figueira. Este tem muitos, mas nenhum que convença. Detalhe: antes do Reinaldo marcar, Wellington errou um gol na cara. Um faz, o outro vive errando.

Aí tem que agüentar, mesmo, o Reinaldo pagando de João Sorrisão para o Jorginho ver.

Ficou chato.

Até gostei da postura que o Figueirense adotou na primeira parte da etapa inicial. O time começou bem postado e deveria ter tido um pênalti a seu favor.

Foi tão pênalti, que Aloísio saiu de campo como resultado da falta que sofreu.

Esta situação ficou posta até os 20 minutos.

Aí Jorginho teve que substituir seu atacante mais avançado.

Ele foi convencional: Atacante por atacante. Poderia, por exemplo, ter pensado em Fernandes, mas a metodologia do treinador é conservadora. Em que pese o fato de Wellington nunca ter correspondido ao que dele se espera.

Aliás, Fernandes pagou o pato novamente por conta de uma propagada inadequação física que o próprio atleta nega.

Elias e Pittoni ficaram com a “meiuca”. E nada acrescentaram ao que Fernandes já fazia.

Na real é preciso dizer que, se o Figueira não foi ameaçado até sofrer o gol, também não “apertou” o adversário em nenhum momento, excetuando o lance do Aloísio.

Convenhamos, já ta ficando enfadonho este tipo de configuração. E quando cria uma das raras chances, o Wellington dá um jeito de perder.

Parêntese para Júlio César: vi uma boa movimentação. Acho que pode vir a dar caldo.

Na segunda etapa, a cirurgia proposta por Jorginho foi a entrada de Helder e a passagem de Juninho para o meio, à moda Goiano.

Mas não era mais simples colocar o Fernandes?

Percebemos uma configuração tico-tico, um toque de bola improdutivo, de lateral a lateral, sem ser agudo, sem buscar os atacantes e vulnerável a contra-ataques, para alegria de Jóbson e do próprio Reinaldo. E depois de Jones que faria o terceiro. Neste meio tempo, Ávine deixaria o seu e Wellington achou um gol.

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RC11 e William botam Avaí no campeonato

31 de julho de 2011 51

Foto: Alvarélio Kurossu

Bem feito para quem teve a “brilhante” ideia de usar sinalizadores na torcida do Corinthians. Aquele espetáculo feio e sujo que se originou teve como punição o gol de empate do Avaí, no 3 a 2 deste domingo na Ressacada, de virada e redentor. RC11 acordou com dois gols. O ataque deu as caras e o Avaí venceu. Aleluia! E bateu o líder! Há esperança para o Leão.

Alô PM, como é que falha novamente na revista dos torcedores? Ainda mais da torcida do Corinthians, enorme ontem na Ressacada?

O Leão saiu atrás no marcador (só para variar), mas William voltou a encontrar o gol logo no início do segundo tempo.

Para consagrar a virada, o estiloso Rafael Coelho deu seu recado muito bem dado. Cara com potencial, que parecia sem confiança, mas que, a começar pelo penteado, mostrou que está noutra “vibe”. Para o bem do Avaí.

SOBRE O PENTEADO DO RC

Sou partidário de que os jogadores cultivem sua imagem. Nem tem problema que ela seja extravagante.

Os penteados estão muito em moda, atualmente. Começou há muito tempo, desde os cabelos “Black Power”, passando por tranças, cumpridos etc.

Ganhou força com Ronaldo Fenômeno na Copa de 2002. E está no auge com Neymar.

Pois bem, se o sujeito se garante, tem mais que se destacar mesmo.

É o caso de Rafael Coelho

O cara entrou ostentando um corte de cabelo com um “bordado” RC 11, alusão ao seu número e iniciais.

E fez seus dois gols. Um deles uma pintura.

A DANADA DA FALHA DEFENSIVA

Do jogo? O primeiro tempo teve mais do mesmo que temos visto em todas as rodadas envolvendo o Avaí.

Fato é que os primeiros movimentos mostraram algum equilíbrio. O problema é que, na primeira bola parada do Timão, um escanteio, a tradicional má colocação da zaga propiciou uma chance de gol ao adversário antes dos primeiros 10 minutos.

O jogo seguiu sem muitas chances até os 26, quando o marketeiro RC11 e Fabiano criaram e perderam ótima chance de gol , a única da etapa dos avaianos.

Não por acaso, sempre que o time perde um gol, a zaga dá um jeito de levar. Tem sido sempre assim. E aos 30, o Timão tabelou como se faz em treino até que Danilo achou Emerson  e este executou: 1 a 0.

Depois, Sheik e William ainda perderam boas chances para o Timão.

MUDA O ROTEIRO

No segundo tempo, antes dos 10 minutos, o abençoado gol de empate. Para aliviar um pouco o sofrimento dos avaianos.

Aos 11 minutos, o Timão fez novamente linha de passe, até chegar a Fábio Santos e este errar na cara do gol.

Pô, em algum momento a sorte tem que funcionar para o outro lado, né?

E assim foi. Antes, sempre que fazia um gol, o time recuava. Perdia o ímpeto. Neste domingo, não. Foi lá, virou e conseguiu segurar o placar.

O Corinthians ainda diminuiu, com Jorge Henrique. Mas não dava mais tempo.

Agora, se o Figueira ajudar o rival, vencendo o Bahia, dá até para sonhar em sair do rebaixamento na próxima rodada.

E O RENAN?

Olha, pode ser má vontade, ou excesso de rigor. Mas o Renan não dá segurança a zaga nenhuma. Errou as reposições de bola que tentou e fechou mal o gol no terceiro tento. É um goleiro que, ao invés de se agigantar, diminui na hora decisiva, o inverso de um Marcos, por exemplo.

Quem conhece bem o Corinthians, sabe. Não dura mais um jogo assim.

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Pólo aquático, futebol... Tigrão como a gente gosta

29 de julho de 2011 41

Foto: Mauricio Vieira

Valeu a pena assistir este jogo de pólo-aquático até o final. Gente, o Criciúma mereceu esta vitória de 1 a 0, sobre o Americana, obtida nos últimos segundos da partida.

O time que mais atacou foi o Tigre. Quem mais colecionou chances foi o tricolor do Sul.

E o fez porque teve garra. Aquela garra que dá gosto, que emociona, que motiva a acreditar. Este é o Criciúma, a equipe que aprendemos a admirar.

Não necessariamente pelo apuro técnico (que também é uma virtude histórica do Criciúma), mas também pela determinação, pelo estilo combativo.

Nesta noite molhada de sexta-feira vi uma torcida que se doou, um time que se entregou.

Doriva, que entrou com garra, vontade, entrega, merecia o gol que marcou.

Coragem e prêmio por esta entrega.

Seria injusto avaliar tática ou técnica num jogo como este.

Aqui, só valia quantificar quem mais se doava.

Fico feliz em ver jogos como estes.

Dão um gostinho a mais para o futebol.

Valeu, Tigrão. O G-4 te espera.

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Força a Jorginho e Gallo. É muito fácil detoná-los

29 de julho de 2011 48

Agora vou na contramão do que ando lendo e ouvindo por aí. Tá, eu sei muito bem das deficiências do Avaí e da queda de rendimento do Figueirense.

Inclusive não deixo, jamais, de criticar erros (sempre técnicos e táticos) dos comandantes. É meu dever como colunista, cronista e blogueiro.

Só acho que o reducionismo, a simplificação de situações e a criação de bodes expiatórios não é o caminho para Avaí e Figueirense.

Gallo faz um bom trabalho diante de suas limitações. O maior problema no Avaí foi montagem de time, trabalho do departamento de futebol, e divórcio com a torcida, erro no departamento de marketing.

E, no Figueirense, Jorginho começou o ano com um ótimo trabalho, com ações táticas excelentes. Quando resolveu reafirmar suas convicções em detrimento da lógica, aí se complicou.

Mas, no meu conceito, ao contrário do que todos professam por aí, Jorginho é um bom técnico. E com possibilidade de virar um excelente técnico. Aliás, na última partida, suas ações foram corretas e bem pensadas. Acontece que do outro lado tem um time, não esqueçam. E, ás vezes, um árbitro.

Se resolver a questão do ataque, mexer no time como fez no início da competição, com humildade e não para combater esta ou aquela opinião, vai retomar as rédeas do time.

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Profecias que apavoram Avaí e Figueirense

28 de julho de 2011 48

O feijão com arroz sem sal de Gallo
 No caso azurra, parece claro que não há qualidade suficiente para o que costumamos chamar de “reação espetacular”. E só uma guinada de 180º pode, nesta metade final do turno, pode fazer o Avaí terminar fora da zona de rebaixamento. E, combinemos entre nós, Gallo promove ações “feijão com arroz” para não passar vexame.

Bem diferente do que sonha o torcedor, medidas que surpreendam. Não coloquemos na conta do técnico todos os males. A montagem do time está sendo refeita. E quem planejou mal, desde o Estadual, continuou errando no pensar o Brasileiro. Estes são os maiores responsáveis.

O maior medo alvinegro dá um sinal
Teria coisa pior para o até há pouco próspero Figueirense ver a maionese desandar do que o seguinte quadro: Márcio Goiano, ex-técnico, amado pelo torcedor e demitido, levantar o Goiás (como está fazendo) e subir o time para a Série A (como fez com o Figueira); e Jorginho, trazido a contragosto do interesse de parcela da torcida, que era o técnico no rebaixamento goiano, participar de um descenso alvinegro. Pois este cruzamento de dados é moeda corrente nas discussões.
 

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Cinco sem vencer e o Figueira perde o rumo

27 de julho de 2011 88

São cinco jogos sem vencer. Ponto.

O Figueirense perdeu o rumo.

Vamos combinar uma coisa, Túlio? Chega de tentar entregar o ouro uma vez por partida? Algumas vezes dá certo e o outro time marca. “Remember” o Criciúma na final do turno do Estadual.

Assim começou o jogo contra o Palmeiras. O seu Túlio deixando ninguém menos que Kléber livre. Este não marcou o gol por detalhes.

Tivemos um primeiro tempo interessante. Nos primeiros 20 minutos, mais volume do Palmeiras, com conclusões perigosas a gol de Kléber.

Depois, o Figueira respirando um pouco e tramando melhor. Mas agredir verticamente, nada.

Conclusões perigosas, mesmo, só mais uma do Palmeirase uma do próprio alvinegro. A do Verdão até virou gol, ficou a dúvida sobre a existência do impedimento. E outra com Aloísio, que não conseguiu desviar do goleiro

No segundo tempo, o movimento de Jorginho foi Elias na vaga do inoperante, inexistente, escondido Héber. O que acontece com este rapaz? O que houve com aquele belo jogador que conhecemos?

Fato é que a mudança de Jorginho  colocou Fernandes e Elias juntos. A ideia era formar um triângulo com Fernandes, Elias e Aloísio foi genuína.

Tivemos  uma ação ofensiva, sem abdicar da técnica. Funcionou parcialmente.

A partida seguiu interessante e o Palmeiras quase marcou aos 10 minutos com Maicon Leite. Antes, Elias havia chutado com precisão uma falta, perigosíssima.

Aos 13 minutos, Aloísio foi “fominha”, tentou se consagrar, quando a melhor opção era o passe.

O jogo ficou equilibrado, mas com o Verdão mais presente no ataque.

De falta em falta, o Palmeiras chegou ao gol. Com Mauricio Ramos, numa das raras falhas de Wilson em sua trajetória pelo Figueira.

Foi um jogo de igual para igual. O Figueira emplacou a quinta partida sem vencer e perdeu a primeira no Scarpelli. O Verdão ganhou a primeira fora.

Agora já dá para dizer: o copo está meio vazio.

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O Avaí é o time do quase

27 de julho de 2011 37

A derrota, de virada no placar, sofrida para o Botafogo, por 2 a 1, comprova uma tese que tenho construído: o Avaí é o time do quase.

Quase empata, quase ganha o jogo, quase consegue ser melhor, etc.

Encontrar um gol, jogando fora de casa, antes dos 10 minutos é a senha que todo o time busca para um jogo fora de casa.

É um alívio para qualquer um tentar jogar no contra-ataque e no erro do adversário desde tão cedo.

Mas é uma preocupação, também, por poder significar uma passividade que resulte em pressão e descontrole do jogo.

Pois bem, saiu o gol do zagueirão-oportunista Dirceu e, por pouco, no contra-ataque, não saiu o segundo com Pedro Ken pertinho da segunda etapa.

O problema é justamente este “por pouco”. É no detalhe que o Avaí se complica em 90% dos jogos do Brasileiro.

Não fez o 2 a 0, aí algumas situações de montagem de time acusam a deficiência. Foi o drible que Daniel, claramente um lateral que não demonstrou capacidade para ser titular do Avaí, levou de Márcio Azevedo. Aí Maicosuel recebeu livre para empatar.

Novamente o detalhe: o gol que Maicosuel não errou, Welton Felipe perdeu num cabeceio livre.

Sabe o “quem não faz leva”? Pois o Avaí deste ano, desde o Estadual, é o rei desta máxima.

No caso do gol de Herrera uma ode à bobeira na marcação. Gente do céu, o que é isso: bola de chuveirinho para dentro da área e logo o Herrera aparece livre para cabecear?

Responda rápido: quantas vezes desde o Estadual você ficou de queixo caído com erros básicos da defesa do Avaí?

Perdeu a conta, né? Claro, o time mais vazado da competição, 27 gols, não o deixa lembrar de tudo que se passou de ruim, e não foi pouco.

Com esta sensação, de que há um esforço hercúleo para marcar e uma facilidade incrível para entregar é que o Leão foi para o segundo tempo.

Na segunda etapa, o Botafogo transformou a partida no que o Avaí deveria fazer quando esteve à frente: um jogo comum,com poucos riscos.

Olhei e reolhei o lance do que seria o gol de empate do Avaí e não cheguei a um veredicto.

Coloca esta partida em mais uma daquelas na conta do Avaí que deveria ser contabilizado algum ponto e o time volta sem nada.

Acreditar em futuro? Confesso, é difícil.

As alas são fraquíssimas. Os zagueiros limitados. O ataque está bloqueado pelo esquema engessado. E os meia, Ken e Cléverson, abertos para Fabiano poder jogar? Ora, ora, complicar é mais fácil do que fazer o simples.

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É preciso repensar o Criciúma, mesmo com vitória

26 de julho de 2011 85

Mais uma partida de Série B. Ficou bacana a reaproximação do G-4 do Tigre. A recuperação com vitória fora de casa, também. Ficou, porém, uma desconfiança pelo futebol apresentado no 1 a 0 sobre o Icasa.

Mais um jogo em que o Criciúma é abençoado com um gol providencial. O time era inconsistente em suas ações na primeira etapa (e ausente na segunda etapa), isso diante do limitadíssimo Icasa. Até Zé Carlos aparecer ali perto dos quarentinha e guardar a redonda no fundo das redes.

Aliás, a Zé Carlos se dê o tributo de boas ações da etapa, por sua luta, por seu deslocamento e ímpeto. Porque taticamente, a coisa foi feia.

O Tigre produzia um falso controle de bola, em que preferia recuar a assumir a responsabilidade de atacar.

Esta postura na primeira etapa nos deu um espetáculo pobre tecnicamente.

Lance de perigo, mesmo, fora o do gol, só dois, um do Icasa, aos 24 minutos, numa falha de posicionamento da zaga do Tigre; e um do Criciúma, aos 26 minutos, quando Carmona enfeitou uma conclusão.

O Criciúma não nos apresenta um técnico, Guto Ferreira, que tenha uma filosofia, um conceito de futebol. Não é um time agudo, nem uma equipe que valoriza a bola. Afinal, qual a cara do Criciúma?

Outro detalhe, um vento forte a favor do Tigre na primeira etapa e os atletas arriscam dois chutes de longa distância, assim mesmo em faltas? Mas não vem a orientação do banco para arriscar de fora nestas condições

Tudo bem, o que importa é bola na rede. E ela veio. Mas a realidade tem que ser discutida, não pode ser empurrada para debaixo do tapete.

Na segunda etapa, o papo de vestiário não se mostrou produtivo. Guto não mexeu nas peças e viu o Icasa colecionar duas chances claras de gol antes dos 10 minutos.

Tenho sérias restrições a um time que se posta num pretenso sistema para contra-ataques, mas apresenta, na verdade, um retrancão. Este foi o Tigre.

A punição veio com a expulsão de Anderson Conceição pelo segundo amarelo.

Aí, depois do jogo, vem as desculpas do técnico, de que ficou com um a menos, foi superação etc. Mas ficou com um a menos porque encolheu o time e sofreu pressão. Não soube se impor com o 1 a 0.

Pior, se encolheu como um time medíocre e se entregou a uma pressão constrangedora.

À falta de inspiração do Icasa deve ser creditada a não reação na segunda etapa. E a vitória veio mais que no lucro. Benvinda. Mas não dá para se empolgar.

 

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O ataque do Figueirense sob pressão

26 de julho de 2011 29

No histórico em Brasileiros, o Palmeiras tem cinco vitórias contra duas do Figueirense. Portanto é uma boa vantagem. Ao contrário do bom retrospecto contra os gaúchos, por exemplo. Mas o placar mais elástico foi Figueirense, um 6 x 1 sobre o Palmeiras, em 2006, é uma lembrança boa. Como o ataque do Alvinegro não tá fazendo gol (clique aqui e veja matéria feita pelo DC), bem que o time alvinegro poderia se inspirar neste jogo histórico para mostrar serviço.

No caso do Avaí, há um tabu: o time nunca venceu do Botafogo em Brasileiros, como me alertou um blogueiro em um post anterior.

Veja os números
Avaí 1 x 1 Botafogo – 20/04/2011 – Copa do Brasil 2011 – Ressacada

Botafogo 2 x 2 Avaí – 13/04/2011 – Copa do Brasil 2011 – Engenhão
Avaí 0 x 0 Botafogo – 07/11/2010 – Campeonato Brasileiro 2010 – Ressacada
Botafogo 1 x 0 Avaí – 21/08/2010 – Campeonato Brasileiro 2010 – Engenhão
Botafogo 2 x 2 Avaí – 12/10/2009 – Campeonato Brasileiro 2009 – Engenhão
Avaí 1 x 2 Botafogo – 11/07/2009 – Campeonato Brasileiro 2009 – Ressacada
Botafogo 5 x 1 Avaí – 16/04/1974 – Campeonato Brasileiro 1974 – Maracanã

Então, são desafios para a dupla na rodada. Superar campanhas piores que os rivais e tentar superar a própria desconfiança que paira no ar sobre seus potenciais atuais. Pela campanha, a desconfiança é maior no caso avaiano. Mas os 3 pontos conquistados nos últimos 12 disputados, com o ataque sem funcionar, também deixa a nação alvinegra assustada.

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Bola nas Costas - Melhores momentos 25/07/2011

26 de julho de 2011 1

O Bola nas Costas de 25 de julho de 2011 contou com a participação do editor do ClicEsportes SC Rodrigo Celente. E uma participação da Amy Winehouse.

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