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Posts de agosto 2011

Avaí e Figueirense espetaculares

31 de agosto de 2011 134

Depois de um clássico histórico e espetacular, Avaí e Figueirense continuaram em destaque no país. O Alvinegro aplicou um sonoro 4 a 2 no Cruzeiro, fora de casa, se recuperando com maestria do tropeço diante do rival; e o Leão aplicou um incontestável 3 a 2 sobre o Flamengo, na Ressacada, a segunda vitória consecutiva para renascer na competição.

Em Minas, o Figueira fez repetiu o que fez no clássico. Dominou o jogo. O que houve de diferente? Converteu os gols, especialmente Júlio César.

No mais, voltou a ser o Figueirense consciente, objetivo e que sabe o que quer na partida.

Em configurações de times como o Cruzeiro, que tem vocação de agredir (como o Corinthians), me parece que Wellington Nem é uma decisão acertada.

Em cenários com times que se protegem mais (caso do Avaí no clássico) acho que Fernandes dá mais resultado.

Em Floripa, o Avaí jogou uma partida de superação diante do Fla já no primeiro tempo. Saiu na frente logo no início, soube conduzir o jogo, correu algum risco, sim, mas nada absurdo.

Até que apareceu a genialidade de Ronaldinho Gaúcho. Num escanteio mágico, com o chamado efeito “procurante”, colocou a bola na gaveta, com uma curva insinuante. Gol olímpico. Proposital.

De positivo na etapa inicial ficou um aparente ressurgimento, aos poucos, de Robinho. E um Lincoln muito consistente.

No segundo tempo um quadro muito parecido se apresentava, só que, desta vez, o goleiro Felipe operava alguns pequenos milagres para manter o placar.

Acontece que a efetividade avaiana tinha que ser recompensada. E foi numa ação, de cabeça, dele, Lincoln. O diferencial que chegou para levantar o Avaí. Aliás, levantar o futebol de muita gente, como Robinho, melhorar a produção das alas, estabilizar o meio, enfim, não veio nem para somar, chegou para multiplicar.

O terceiro gol pintou como prêmio a ousadia do técnico Toninho Cecílio. Que havia tirado Bruno para a entrada de Rafael Coelho, este executou, bem ao seu estilo, o terceiro gol. Um tento importante, porque Ronaldinho ainda estilingou seu segundo gol nos minutos finais.

A fuga do rebaixamento não é mais um sonho. É uma realidade.

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Bola nas Costas - 29/08

31 de agosto de 2011 6

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Thiago Tavares e o marketing do Avaí

31 de agosto de 2011 53

Já deu para ver que um bom marketing é a alma do negócio também no futebol. Cuidar com carinho da marca do clube é fundamental. Claro, sem o futebol dar resultado, fica complicado, mas o trabalho fora de campo precisa ser intenso.

Vemos aí o que representa Neymar para o Santos e Ronaldinho para o Flamengo. Tem rendimento no futebol importante, mas é fora dele que alavancam milhões para os clubes.

Foto divulgação UFC

Falo disso porque o Avaí não pode deixar passar a união com Thiago Tavares, do UFC. Ele se declarou avaiano e o UFC é o esporte que nos próximos 10 anos mais mobilizará o mundo.


Aliás, o Figueira está muito bem servido atualmente nesta área.

Vou tentar fazer um post hoje à noite sobre os jogos. Estou de molho em casa, com um tampa olho e meio proibido de ficar na frente do computador e de exagerar na TV. Mas a rodada de hoje exige um esforcinho.

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Pesquisa indica Avaí como time de maior torcida

30 de agosto de 2011 271

Bom pessoal, vamos à eterna discussão sobre torcidas. O Diário Catarinense publica hoje uma pesquisa sobre torcidas. E o Avaí aparece nesta medição como o time com mais torcida em Santa Catarina em comparação aos demais times do Estado.

É o que revela pesquisa realizada pela Lupi & Associados no período entre 6 e 24 de junho deste ano. Em todo o Estado, o Leão somou 7,4% da preferência, contra 5,9% do Figueirense. O Criciúma obteve 3,3% e o Joinville 2,6%. Também foram citados a Chapecoense (1,6%), Brusque e Marcílio Dias (ambos 0,3%).

O Avaí também lidera quando a pergunta é em relação a um segundo time de um torcedor em Santa Catarina. Foram 23,1% que marcaram o Leão como segundo na preferência, seguidos de Figueirense (12,4%), Chapecoense (10,4%), Criciúma (8%) e Joinville (6,8%).

Por região, o Figueirense supera o Avaí na Grande Florianópolis, com 53,3%, contra 48% do rival. Em compensação, os avaianos têm melhor desempenho que o Alvinegro em todas as outras regiões. Destaque para o Leão no Vale do Itajaí, com 38,8% contra 15% do Figueira.

O regionalismo impera em Santa Catarina: o melhor desempenho do Criciúma é no Sul, com 67,5%; da Chapecoense, no Oeste, com 65,5%; e do Joinville, no Norte, com 55,5%.

Se o Avaí lidera a pesquisa na comparação com os rivais no Estado, também está na ponta no quesito rejeição. Para 37,2%, é o time pelo qual o entrevistado não torceria "de jeito nenhum". O Figueirense vem em segundo, com 30,7%, seguido de Criciúma (10,1%), Joinville (8,1%) e Chapecoense (3,4%).

Sobre a torcida dos catarinenses na Série A, 30,1% dos entrevistados estão com o Avaí, 16,8% como Figueira, 17,8% com os dois e 35,3% não torcem por nenhum dos dois.

A pesquisa mostrou, ainda, que de 1999 (quando a Lupi fez a mesma pesquisa) para 2011, aumentou a escolha de times catarinenses como primeiro time. De 4,1%, o percentual pulou para 21% em 12 anos, quase 2% a mais por ano.

O líder de torcida no Estado, como primeiro time na escolha do torcedor, ainda é o Flamengo, com 18,4%. Seguem Grêmio (14,3%), Internacional (9,8%), Corinthians (8%) e Vasco (7,8%). O primeiro catarinense a aparecer foi justamente o Avaí, logo depois do Vasco, com 7,4%. Logo depois do Leão, vem o São Paulo, com 7%, seguindo-se o Figueirense, com 5,9%. Depois do Alvinegro, vem o Palmeiras (5,2%). Todos os demais estão abaixo dos 5%.

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Altos vídeos da galera do clicEsportes

29 de agosto de 2011 31

Se você não viu ainda via clicEsportes, então confere aí o trabalho do Renan Koerich e do André Podiacki. Uma história do clássico contada de forma diferente pela garotada boa de edição da nossa equipe. Confere aí:


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Nunca duvidem do Avaí

28 de agosto de 2011 237

Existem jogos e jogos. Alguns são apenas mais um na história do clube. Outros são a própria história. Este 3 a 2 do Avaí sobre o Figueirense vale muito mais que três pontos na tabela da Série a do Brasileiro: é um resultado sagrado; um feito que pontua um momento na existência dos clubes; que demarca superioriodade sobre o principal rival quando mais lhe foi solicitado, numa disputa entre os 20 melhor clubes do país. E que, mais uma vez, ensina: clássico até pode ter favorito, mas é uma concessão formal que não vale nos 90 minutos.

No famoso campeonato dentro do campeonato, deu Leão. Uma euforia para a torcida azul que vai se estender por semanas nas ruas da Capital e por muito tempo no mundo sem fronteiras do ciberespaço. Até o próximo encontro, neste mesmo batcampeonato, mas em outro palco, a Ressacada. Lá, um Avaí já recuperado, ou um Avaí ainda desesperado, ou até o que ninguém deseja, um Avaí já rebaixado receberá este rival novamente. E uma nova história estará aberta.

Se você escolher um roteiro para como 45 minutos na elite deveriam ser em um clássico, não haveria história mais eficiente e emocionante que o que aconteceu na etapa inicial de ontem.

Tudo que sempre se falou de um clássico aconteceu. O melhor time, mais entrosado, mais bem pensado, demonstrou mais futebol: o Figueirense. O time mais mobilizado pela necessidade, com uma vontade de vencer proporcional a sobrevivência, demonstrou mais garra: o Avaí.

Nesta combinação, o resultado do primeiro tempo, 2 a 1 para o Figueira, foi o retrato fiel dos fatos. Quando saiu o primeiro gol alvinegro, aos  18, marcado por Igor, o Figueira era senhor das ações. E poderia ter ampliado com um pênalti, mas Júlio César errou o alvo aos 26.

Foi o que bastou ao Avaí para ganhar ânimo e para o Figueira perder a concentração, a compactação e o domínio. No embalo, o Leão cresceu até empatar, aos 38, com Lincoln, o estreante.

Roteiro perfeito, tem drama, suspense, emoção e superação. Se Lincoln deu uma resposta positiva ao seu time, Júlio Cesar não deixou sua nação na mão. Aos 44 minutos. Parecia que o favorito iria triunfar.

Parecia, também, que o pênalti perdido por Júlio César não faria falta. Em clássico,qualquer coisa faz falta.

E a torcida alvinegra, mais o time do Figueira, mais a comissão técnica do time do Estreito ficou ciente disso aos 14 minutos e aos 41 minutos da segunda etapa. Como?

A resposta veio de um centroavante que, este, dificilmente falha com o Leão. William. O guerreiro. O herói. Ele estava lá, solitário, abandonado.

O Figueirense executava uma pressão histórica sobre o adversário. Agredia, maltratava, mas não marcava. Quem não faz, leva. Máxima do futebol. Num contra-ataque, isolado, Arlan descobriu um espaço, um cochilo da zaga, cruzou e William estava lá. Caixa. Empate.

Já havia festa entre os quase dois mil avaianos. Só com o empate. Imagine com o gol da vitória aos 44 minutos, novamente por William?

Explosão azul, comemoração como se fosse um título, histeria, delírio. Foi o que aconteceu e foi a imagem que deixa como senha para o futuro: nunca duvidem do Avaí, este time “faz coisa”.

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Um clássico histórico

27 de agosto de 2011 40

Que o último clássico realizado antes de fechar o Estádio Adolfo Konder (hoje Beiramar Shopping, na Capital), em 1983, sirva de cenário para ilustrar quão histórico é o duelo entre Figueirense e Avaí neste domingo, às 18h, no Scarpelli.Então, um gramado esburacado, enlameado e arquibancadas precárias formaram um cenário de várzea. Hoje, 28 anos depois, Alvinegro e Leão têm suas casas, Scarpelli e Ressacada, com cadeiras e infraestrutura de primeira. E a evolução não foi só material: as administrações e os times melhoraram e a dupla, finalmente, se vê na elite.
É nesta rodada de encerramento de turno, de clássicos espalhados pelo território nacional, que uma nação alvinegra e uma legião azul medem forças com status nunca antes alcançado. Sim, houve dois encontros, em 1976, mas não havia tal glamour: valiam por uma repescagem do Nacional e ambos foram eliminados, à época, pelo gaúcho Brasil-Pe, hoje na Série C. O encontro deste final de agosto é diferente, é um "meeting" vestido com traje de festa, é o principal jogo do Sportv para todo o Brasil.
Mais que isso: foi-se o tempo em que quase uma centena de times acessavam o Brasileiro. Há 20 clubes habitando o éden e ponto. Para ali chegar, é preciso ultrapassar uma sofrida Série B. E, para ali ficar, é preciso ralar contra dezenas de equipes mais tradicionais, com imensas torcidas espalhadas pelo país e com orçamentos de dar inveja a equipes europeias.
Ficar na elite. Este é o drama do Avaí, que chega ao clássico como ninguém gostaria de fazê-lo: na zona de rebaixamento. E uma preocupação a menos para o rival e dono da casa, que ri à toa: oitavo colocado, faz campanha bastante consistente e vem de vitória, fora de casa, sobre o líder.
Pela campanha, o Figueirense posa de favorito. Alvinegro do goleiraço Wilson; da zaga consistente, capitaneada por João Paulo Goiano e o "cabeção" intransponível de Edson Silva; de alas ousados, agudos e hábeis estreladas por Bruno e Juninho; de um meio balanceado, com a marcação "formiguinha" de Túlio e Ygor e com a criação inventiva e constante de Maicon e Elias; e um ataque formado pela habilidade de Fernandes e a efetividade fulminante de Júlio César. Todos sob a batuta do técnico Jorginho, um batalhador que se impõe pelo trabalho em campo, não pela conversa fora dele.
Senhores, favoritismo em clássico, contudo, não vale três pontos. Inúmeras vezes, e todos que gostam de futebol estão calejados de ver exemplos, o time que chega em desvantagem faz valer sua força histórica. E afronta, com ares de heroísmo, a lógica. No caso do Avaí, vencer terá um significado épico. Será um combustível moral para sonhar com uma reação na competição; e um alento para o início do trabalho do técnico estreante Toninho Cecílio.
Só o fato de um treinador começar seu trabalho em tal momento dá uma ideia de como chega o Avaí. Abatido, desacreditado, sem conjunto e sem confiança. Sim, há um goleiro, Felipe, que destoa de uma zaga que em momento algum se encontrou; sem alas convincentes, o meio patina e vive da entrega de Bruno e da competência de Pedro Ken; estes, batalham sem um companheiro que se sobressaia na criação, fruto de lesões e baixo rendimento técnico; até Lincoln, recente contratação, chegou a ser dúvida, por ter sentido dores antes mesmo de estrear; o ataque perdeu Rafael Coelho e sobrou William, este sim, um guerreiro e goleador, e que dá esperanças aos azurras.
O apito do árbitro Márcio Chagas da Silva não será um trilar qualquer: vai dar início a 90 minutos aguardados há muito por torcidas que sofreram para chegar onde estão e lutam para ficar no patamar atual. Os jogadores que pisarem o gramado sabem: quem brilhar neste jogo ganha cadeira cativa na história e um lugar eterno no coração de uma nação.

Esta é minha crônica de apresentação do clássico que estará no DC de domingo. Abaixo, o vídeo que inspirou sua abertura: 

 

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A verdade sobre a proibição de faixas nos estádios

26 de agosto de 2011 58

ATUALIZAÇÃO DO POST

Lei não tem nada a ver com opinião. O que achamos ou deixamos de achar não entra em questão no mundo jurídico. É difícil entender para o cidadão, mas é assim.

 Eu sou a favor da liberdade de expressão. Sou a favor de poder se manifestar em estádios. Ponto. ENTENDIDO?

Mas não sou burro nem demagogo para não reconhecer que há leis (boas ou más) por todos os lados.

Faço esta atualização porque o Ministério Público Federal contra-atacou a manifestação da FCF em defesa do Estatuto do Torcedor. Que bom que o fez. Vamos ver então o que vai rolar. Estaremos cobrindo ao vivo via internet (clicEsportes) e se uma faixa for aberta, vamos documentar. Acompanhem amanhã.

POST ORIGINAL


Há uma falta de entendimento da lei quando a discussão envolve a proibição de faixas combativas ao presidente Ricardo Teixeira, da CBF, nos estádios. E da aplicação severa que determinou a FCF neste caso (leia mais sobre o assunto e veja a nota clicando aqui).

Não é uma discussão simplesmente moral, ou de liberdade de expressão. É uma discussão jurídica. E, infelizmente, entender a letra da lei é algo que a população brasileira em sua maioria não consegue.

Por não entender como são feitas as leis, é que elegem quem elegem e depois descobrem que os presos que o assaltam estão sendo soltos a rodo e não tendo dificultada suas saídas do presídio.

É fácil vir aqui e defender a democracia, que qualquer faixa pode ser estendida em um estádio, etc. Você faz a média com o torcedor, mas o papo não é reto, não é honesto.

Papo verdadeiro é você mostrar que não pode estender a faixa porque a lei não permite. Mais precisamente o artigo 13a, Inciso 4 do Estatuto do Torcedor, em consonância com a lei federal 12.299, modificada em julho de 2010, portanto recentemente.

Neste arcabouço jurídico está garantido para o clube de futebol, ou órgão público que administra um estádio, pode e deve proibir faixas ofensivas.

Na rua, a liberdade de expressão proposta pela Constituição vale, dentro do estádio não. Até a democracia tem regras. Ou se você ficar pelado no meio da praia não vai preso por atentado ao pudor? Poder ficar pelado até pode, mas vai preso, oras!

Então vejo muita gente gritar contra a determinação da FCF, mas se é legal do ponto de vista jurídico, o que tem de ser mudado, se o entendimento for contrário, é a legislação.

O resto é papo furado e que não vai levar a lugar algum.

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Duas verdades no pay per view de Avaí e Figueirense

26 de agosto de 2011 69

O Ibope diz que o Avaí, mesmo com a campanha lamentável, tem mais audiência de pay per view que o Figueirense, com 1,3% da fatia, em 16º entre clubes de Série A e B. Para o Ibope, o Figueira seria o 19º, com 0,88% da fatia. Nesta pesquisa, o Avaí está melhor até que o Coritiba.

Já o Datafolha tem números diferentes, com o Figueira com 1,09 do percentual, em 17º, melhor que o Avaí, o 20º, com 0,82%. Aqui, o Figueira está melhor que outro paranaense, o Atlético-PR.

Em nível nacional, o quadro com Flamengo, Corinthians e São Paulo na ponta, na ordem, não muda nas duas pesquisas.

Confira:

  


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Começa a cirurgia versão Avaí

25 de agosto de 2011 105

Eu muito disse neste espaço que, junto a qualquer nova comissão técnica, o Avaí precisaria de uma reformulação completa, conceitual e prática, no futebol.

Ela começou com a saída de Mauro Galvão. Uma pessoa íntegra, um ex-jogador respeitável, um profissional com excelentes contatos no meio esportivo, mas que não deu liga. Seu temperamento não ajudou na função, sua ausência em momentos de sustentação foi sentida pelo grupo de jogadores.

Ele deixou a função, como informou ontem à noite a CBN/Diário, via Fabiano Linhares.

São regularizações de jogadores que demoram, contratações mal pensadas, DM cheio e ausência de coletivas.

Começou a “cirurgia” versão Ilha.

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