Fiquei devendo um post sobre o que considero ser ideal como meta para o Figueirense. Não vejo problema em um time médio (mas bem estruturado), quando começa uma Série A (ainda mais no ano de seu retorno) ter o que os boleiros chamam de "pés no chão".
Ou seja, primeiro construir uma base sólida, conquistar o respeito dos adversários, adquirir confiança em si mesmo, edificar uma campanha sem sobressaltos.
Não acho ser "pequeno", ser "pouco ousado" etc. É ser realista.
O momento do Figueirense, contudo, já ultrapassou esta etapa descrita acima.
E o caminho foi trilhado com esmero, mérito e sucesso.
Então, quando leio no clicEsportes (clique aqui e confira) que Túlio vê condições de mirar a Libertadores, fico feliz e, não, preocupado.
Gosto da coragem de um atleta que encaixou muito bem no Figueira de vir à opinião pública e dizer que tem objetivos, sim, tem sonhos, tem ousadia, tem metas maiores.
E digo isso porque muitas vezes não gostei de ver o técnico Jorginho demonstrar uma postura até natural de precaução (que os jogadores absorvem) quando o momento já era de um segundo passo na competição.
Vejo o time mais solto, mesmo com desfalques mantendo o ritmo, com pegada, com mecânica de jogo e com anseios.
Mirar a Libertadores, sim. Por que não?
