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Posts de setembro 2011

O vídeo dos avaianos no aeroporto fala por si

30 de setembro de 2011 42

A avaliação do apoio dado pela torcida avaiana ao embarque do time foi totalmente positiva. Foi uma demonstração de carinho espontânea e tocante.

Finalmente o coração falou mais alto. Talvez, tarde.

Se o Avaí inventa de ganhar seu jogo, na volta veremos novamente a recepção e, depois, uma Ressacada borbulhante. Talvez tarde.

Se o Avaí não vencer e afundar mais, ficou o registro deste momento bonito.

Confere o vídeo captado por Renan Koerich no aeroporto.

 

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Ironia? Figueira faz promoção de ingresso

30 de setembro de 2011 57

Foto: Alvarélio Kurossu

Parece ironia. E talvez até seja. Mas ver que o Figueirense está fazendo promoção de ingressos para os jogos do mês de outubro é algo importante. Logo ele, Alvinegro, que nem precisa fazer promoção, já que sempre enche seu estádio.

Enquanto o rival se debateu com esta questão o ano inteiro, o Figueira toma atitudes.

Vão dizer: ah, mas é contra Coxa, América e Bahia.

E eu avalio: é justamente nestes jogos que uma possível luta pela Libertadores se solidifica.

Principalmente contra o Coxa, adversário direto.

Se normalmente de 10 a 12 mil alvinegros vão normalmente aos jogos. É de se esperar que, a R$25, sócios estimulem amigos e parentes e garantam 15 mil vozes no mínimo, contra os aproximadamente 1,5 mil coxas que ali estarão no setor visitante.

A torcida tem que entender que, este domingo, é uma decisão muito particular para o Figueira.

É daqueles jogos para fazer clima especial antes, gritar os 90 minutos e sair vencedor do Scarpelli.

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A última cartada avaiana e a preparação alvinegra

29 de setembro de 2011 30

Há um duelo no ar. Os avaianos deflagram uma última cartada. Os Alvinegros se preparam para a zoação total. O Facebook não mente.

A torcida do Avaí reagiu. Pelas redes sociais, está marcando uma mobilização para dar apoio aos atletas no aeroporto. Será amanhã, às 13h30min (confira matéria no clicEsportes).

A partir do meio-dia os torcedores prometem estar no aeroporto.

Estaremos lá para gravar a manifestação e conferir se teve repercussão.

Reproduzo abaixo a página do Facebook que faz a convocação.

O que eu penso disso? Como é espontâneo, acho válido. Não gosto de coisas forçadas, não naturais. Mas este mesmo povo aí é aquele que faz as arquibancadas ficarem bonitas, programam festas, fazem o “streets of fire” na chegada do time ao estádio em grandes jogos etc.

Enfim, é o último suspiro mesmo. Quem sabe os caras não ganham lá na Bahia? Aí, depois, na Ressacada, se isso acontecer, o papo é outro.

Abaixo, a página com a mobilização.

Pelo mesmo Facebook, a torcida do Figueirense começa a convidar para o clássico do rebaixamento. Será que, se o Avaí cair, aceitará uma festa alvinegra na Ressacada. Tenho a informação de que o jogo não será lá. Mas entro neste mérito em outra oportunidade.

Abaixo, a página do Facebook que convida os Alvinegros para a queda avaiana.

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A falsa torcida brasileira

29 de setembro de 2011 48

Neymar Futebol Clube, o resto é uma farsa

Uma pequena reflexão sobre a Seleção, ontem. Vou tentar separar o que encaro como realidade, do que qualifico como a construção de uma imagem que nada tem a ver com futebol.

No campo da realidade, vejo uma preparação da Seleção de ruim para razoável conduzida por Mano Menezes (digite Seleção na busca do blog e veja meus comentários anteriores).

Com alguns baixos, que são a insistência do treinador em agradar a todos, alguns nomes meio forçados, mas, em geral, as convocações são pouco contestadas. Os nomes chamados são o que temos à disposição, no Brasil e no exterior. E o treinador tem as mãos atadas pelas datas Fifa e pela pressão dos clubes brasileiros.

Aliás, eu insistiria com a Seleção com atletas que estão no país. A resposta é melhor em termos de entrega, embora a parte de marketing não permita.

Sobre o jogo de ontem, tivemos um primeiro tempo irregular e chato. Como, aliás, são os jogos de seleções pelo mundo, desentrosadas e juntadas sempre de última hora.

Por parte dos dois times a coisa era ruim. Mas tivemos um bom segundo tempo do Brasil. E gosto da concepção à La Barça de Mano,

Agora vamos para a farsa que está ocorrendo. O que a mídia destacou como bacana, como uma boa recepção à Seleção, a forma como os atletas foram recebidos em Belém, e o clima no estádio, eu vejo de forma diferente. Para mim, é uma vergonha para o país.

Aquelas menininhas e família deslumbradas não estavam lá para torcer pela Seleção. Estavam lá, no hotel e no estádio, a gritar por Neymar e um pouco menos por Ronaldinho. Como lá estariam se tivesse um show do Justin Bieber. Não torciam pela Seleção. Aliás, sequer vão rotineiramente aos estádios. É possível que nem gostem de futebol e mal entendam as regras.

É uma pena o nível de futilidade de nossa juventude. O futebol é o que menos importava lá em Belém. Então não venham os narradores exaltarem a “torcida brasileira”. Aquilo era a torcida Neymar Futebol Clube.

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Por que não mirar a Libertadores, Figueirense?

28 de setembro de 2011 93

Fiquei devendo um post sobre o que considero ser ideal como meta para o Figueirense. Não vejo problema em um time médio (mas bem estruturado), quando começa uma Série A (ainda mais no ano de seu retorno) ter o que os boleiros chamam de “pés no chão”.

Ou seja, primeiro construir uma base sólida, conquistar o respeito dos adversários, adquirir confiança em si mesmo, edificar uma campanha sem sobressaltos.

Não acho ser “pequeno”, ser “pouco ousado” etc. É ser realista.

O momento do Figueirense, contudo, já ultrapassou esta etapa descrita acima.

E o caminho foi trilhado com esmero, mérito e sucesso.

Então, quando leio no clicEsportes (clique aqui e confira) que Túlio vê condições de mirar a Libertadores, fico feliz e, não, preocupado.

Gosto da coragem de um atleta que encaixou muito bem no Figueira de vir à opinião pública e dizer que tem objetivos, sim, tem sonhos, tem ousadia, tem metas maiores.

E digo isso porque muitas vezes não gostei de ver o técnico Jorginho demonstrar uma postura até natural de precaução (que os jogadores absorvem) quando o momento já era de um segundo passo na competição.

Vejo o time mais solto, mesmo com desfalques mantendo o ritmo, com pegada, com mecânica de jogo e com anseios.

Mirar a Libertadores, sim. Por que não?

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A primeira vitória do Tigre com Goiano

27 de setembro de 2011 31

Foto: Mauricio Vieira

Só consegui ver os 15 minutos finais da vitória do Criciúma sobre o Sport, por 1 a 0, no Heriberto Hülse.

Gostaria de ter visto a estréia de Márcio Goiano em frente à torcida, mas não deu. Importante uma vitória para ver se o treinador consegue enquadrar seu trabalho ainda na Série B.

Quando liguei a TV o Tigre já estava com um a menos. Que sufoco. O Sport perdeu pelo menos três chances de empatar.

A vitória foi importante no sentido de que o tricolor do Sul fica a sete pontos do Americana, o quarto colocado. Ou seja, com um sopro de esperança de subir, ainda com o G-4 no campo visual. E não foi um resultado qualquer: há oito jogos o Sport não perdia.

Pena o Americana ter vencido fora o Salgueiro e o Boa ter superado o Barueri.

Mas o próprio Sport, o Bragantino, a Ponte Preta ficaram pelo caminho.

Sobre a quase confirmada venda de Roni, só tenho a dizer que o Diário Catarinense, um pouco depois da convocação dele, anunciou o fato. Foi desmentido. Mas bom jornalismo nunca falha. É como a Justiça, tarda mas não falha.

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A (possível) queda do Avaí é a mais calma que já vi

27 de setembro de 2011 78

Amanhã, em post, quero avaliar as metas alvinegras dentro da Série A. Acho uma discussão interessante e que, pela manifestação dos blogueiros, vai dar uma “febre” do que pensam. Mas disse amanhã. Hoje quero entrar pela última vez em um assunto que diz respeito ao Avaí.

Acontece que eu até acho normal um clube que cometeu erros de planejamento o ano inteiro ser rebaixado. Aliás, é tão normal, que não precisa ser um clube médio ou pequeno para desandar a maionese, já vimos esta história com Grêmio, Atlético-MG, Vasco, Botafogo etc.

O que não entra na minha cabeça, e talvez seja algo inédito (blogueiros, me digam se houve situação igual) é ver um time aceitar o rebaixamento de forma tão passiva.

Falo, claro, de times com torcida. Um América-MG, um time de empresários paulista, um Brasiliense, etc, tudo bem. Vai para o saco e ninguém ou pouca gente grita.

Agora, em casos de times com torcida, ninguém caiu de forma “leve”. Sempre há choro, desespero, pressão, atentivas milagrosas, enfim é algo brigado até o fim.

A horas que o chamado “milagre” precisaria ser tentado pelo Avaí. Chamo de milagre chamar um técnico só com a missão de tentar algo sobrenatural (sei lá, um Joceli, um Belmonte). Dizer claramente para a torcida: “erramos”. E “vamos tentar um milagre juntos?”

Aí lota a Ressacada, faz um auê e, se der a lógica, que é cair, pelo menos caiu de pé. Daí retoma o planejamento para o outro ano.

Mas não, a torcida já largou de mão, o discurso continua o mesmo, ações da direção demonstram que o grupo está sendo preparado para a Série B. Enfim, é a queda mais tranquila que eu já vi.

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Empate valente do Verdão

26 de setembro de 2011 43

Foi valente o empate do glorioso Verdão catarinense lá em Brasília. É isso aí, o campeonato é tiro curto, não dá para começar perdendo. Um 2 a 2 disputado, bem ao estilo lutador da Chapecoense.

O time de Ovelha saiu atrás, mas reagiu, buscou o empate e agora é tudo com o Condá lotado. Domingo, a nação verde vai fazer aquele barulho.

Detalhe, é contra o JEC, que vem de vitória. O bicho vai pegar. Gostaria de estar lá no Condá, mas quem sabe mais adiante, no momento decisivo não faremos uma transmissão ao vivo via clicEsportes da classificação da Chapecoense e do Joinville.

Por enquanto, será uma semana cheia para o grande jogo lá no Oeste.

Acompanhei no Minuto a Minuto do clicEsportes e a galera aqui na redação estava vendo, também, na internet, via tv Brasiliense, que passou ao vivo o jogo.

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Valeu Figueira e JEC. Força, Verdão

26 de setembro de 2011 59

O saldo do final de semana ainda é positivo. O Figueirense com uma vitória tranqüilizadora e histórica na Vila Belmiro. E o JEC com um começo de três pontos na caminhada rumo à Série B.

Hoje é dia de torcer (e muito) pelo Verdão.

Sobre o Tigre, o meio da tabela reflete bem o drama do Tigre. Meio barro, meio tijolo.

Mas joga em casa, amanhã, com o Sport. E Série B é Série B. Não precisa muito para decolar. Já que o objetivo é mirar a quarta vaga. Título já era.

Quanto ao Avaí, fiquei apenas com a matemática a partir de ontem. Não dá mais para falar de time, que já vemos está desencontrado e sem solução. Não dá para falar de direção, que vai apelar para ingressos populares (se o fizer) quando não dá mais (e provavelmente levará um não da torcida como lição.)

Mas de matemática dá para falar. Os dois próximos adversários são diretos, Bahia e Atlético-PR. Teria que vencer os dois. E o Cruzeiro pega São Paulo e o próprio Bahia, outro próximo do Avaí.

Então, a tabela dá chances. Mas só a tabela. O time não. Então, fico com a matemática. E ponto. Todos sabemos que, no caso do Leão a matemática é só matemática.

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Ação entre irmãos de ruindade. Deu Grêmio

25 de setembro de 2011 115

Se o time do Grêmio trocasse de lugar com o Avaí na tabela não haveria surpresa nenhuma. Uma equipe limitada, fraca, sem o coração, a garra e o estilão que conhecemos e que fez o tricolor gaúcho um time vencedor.

Foi contra este time que o também limitado Avaí conseguiu perder por 2 a 1, na Ressacada. Haja esforço para tal!

A primeira etapa foi macabra para os dois times. Pobre. Feia. Limitada. Sem originalidade.

O Avaí tinha no estreante Júnior Urso alguma luta, embate, pequena solidez de meio. Mas não tinha na também novidade Fernandinho um acréscimo na ala esquerda.

O roteiro foi o mesmo de sempre: um combativo William isolado num deserto, Lincoln com qualidade, mas sem parceria e os outros nove apenas figurantes.

No Grêmio, Marquinhos um carimbador. Douglas? Uma interrogação. Talento sabemos que tem (tanto que fez seu golzinho), mas deixou o futebol na mala, em Porto Alegre. Os demais, bota numa sacola e manda para jogar na segunda divisão argentina (já que gostam tanto do futebol da região). Menos no River Plate, que lá serão refugados.

Bom, fato é que, num primeiro tempo destes, um gol só sairia como uma punição a algum tipo de incompetência.

Todos sabemos, desde criança, ensinados pelos pais: não se perde bola no meio campo. Bateu o desespero? Chuta para o lado. É lição básica das peladas, mas que Batista parece desconhecer. Perdeu a bola e deu de presente ao Grêmio, Mário Fernandes agradeceu, carregou e marcou. 1 a 0.

Na segunda etapa, aí os primeiros segundos de jogo mostraram um pouquinho do que se espera do Grêmio. O time começou pegador e mordedor. Deve ter levado um “sacode” de Roth.

E basta estas características para o Avaí vazar. A avenida Arlan estava disponível, a feira livre da zaga avaiana na zona do agrião estava liquidando e quem agradeceu foi Douglas, aquele que havia deixado a mala em Porto Alegre, mas apareceu com um tisquinho de seu talento para fazer o 2 a 0.

Como disse, o time do Grêmio é uma caricatura. Logo se acomodou como no primeiro tempo. E o mesmo raciocínio para o fraco Avaí vale para o também fraco Grêmio. Gol só em falha. E houve no escanteio. A zaga tricolor bateu cabeça e Gilberto Silva pensou: “Se eles não fazem, faço eu”. Só que esqueceu estar em sua área. 2 a 1.

Não foi o suficiente para o pior empatar com o menos ruim.

Adeus Tia Chica. Inês é morta. E todos os chavões que houver para qualificar a situação do Avaí. Bye, Leão. Arruma a casa para a Série B. Afinal, como disse logo lá no início, se pouco pode contra este Grêmio, nada poderá contra nenhum outro.

O pior mandante do Brasileiro, a zaga mais vazada da competição, o único time a ficar o tempo todo no Z-4. Não precisava ser assim. Não poderia ser assim. Mas é. E sem a torcida ao lado, então, fica mais melancólico.

Nem o avaiano mais pessimista imaginaria uma Série A tão vergonhosa. 

OBS: sobre Marquinhos, realmente ele não consegue ter “cabeça” para jogar o que sabe contra o Avaí. Sobre a torcida em relação a ele, comportamento exemplar. Vaias durante o jogo, aplausos (a maioria, porque teve quem vaiou) quando o galego foi substituído.

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