Qual o processo que vive o Figueirense? Desmanche, renovação ou reforço do grupo?
19 de dezembro de 2011 36Bom dia amigos do blog. De volta após uma semaninha de férias, que será completada no segundo semestre.
A partir de hoje, aqui online, no DC e no TVCOM Esportes nas férias da moçada da TV, faremos a única coisa que é possível na pré-temporada: avaliações, projeções, balanços e informações de pré-temporada.
Como consolo, não falta assunto de bastidores e movimentação dos clubes.
Futebol com bola rolando que é bom, ainda não.
Para começar a semana, uma reflexão: o processo pelo qual passa o Figueirense, como deve ser qualificado? Desmanche? Renovação natural do futebol brasileiro? Reforço programado?
Acho a palavra desmanche imprópria. Ela casa melhor com o que houve na Ressacada. Ali sim, desmontou-se um quadro, operou-se uma limpeza geral.
Agora, tratar como reforço programado, que é o discurso da direção alvinegra, acho forçado também. Afinal, são os principais nomes do time no ano que foram negociados. Juninho e Maicon renderão um dinheiro bom vindo de São Paulo e Paleiras. Nem e Bruno já foram. Cabeção e Carvalho devem sair.
Vejam, só “jogadores-certeza” e de difícil reposição. Difícil, mas não impossível. Gosto de Guilherme (ala), do Galo, e Luiz Fernando (meia), do Vila, indicados para chegar. Dos garotos, ficaremos de olho em Deretti e Pottker.
Quanto a Toró, este é aposta. Nunca se firmou. Não durou até agora como titular por onde passou. Só com Joel Santana rendeu bem no Flamengo.
Demorei, mas dou a resposta para minha indagação inicial do post. Não é desmanche, nem reforço do grupo. É um movimento (triste, mas real) de clubes do porte do Figueira e dos “grandes” catarinenses em relação aos quatro mercados mais forte do país, RJ e SP e MG e RS.
É um novo trabalho que começa. Não sabemos como monta seus times Branco. Não sabemos se as reposições serão à altura. Só sabemos que, para o Figueirense, o Estadual começa como laboratório para a Série A, diante do quadro que vemos de encerramento de ano. Isso até que as apresentações que ocorrem amanhã nos mostrem um novo panorama. Ou não.
