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Posts do dia 6 janeiro 2012

Ninguém manda em um Júlio César. Se ele quer ficar, que bom. Se não quer, desiste e facilita a saída

06 de janeiro de 2012 34

Dizem alguns estudos que o nome de uma pessoa interfere no seu jeito de ser, na personalidade do ser humano. Segundo especialistas, cada letra corresponde a um número, que carrega uma determinada vibração. Estudiosos analisam o nome completo (primeiro nome e o sobrenome), o número de vogais e consoantes e uma série de outras variáveis.

Júlio César. Afinal, o cara que foi o primeiro imperador de Roma, e por algum tempo o homem mais poderoso do mundo, não chega lá por acaso.

A história conta que Caio Júlio César era brilhante, um vencedor nato, mas caracterizava-se por ser inconstante. Ele se recusava a obedecer o senado, era um ser altamente personalista. Note que o nome Caio nunca foi usado por ele, não influenciava fortemente a sua numerologia.

Tomei a liberdade de consultar o site da conceituada numeróloga Aparecida Liberato (clique aqui e confira) para entender um pouco melhor este nome e o que ele carrega consigo.

Sobre Júlio César, a descrição garante que o nome leva seu batizado a uma saída sempre inusitada e criativa diante de uma situação ou um desafio qualquer.

Garante também que são pessoas que não gostam de soluções demoradas. Tudo tem que ser resolvido aqui e agora. Porém este jeito rápido de ser faz a pessoa reagir de maneira impetuosa com a primeira ideia que lhe vem à cabeça, correndo o risco de cair no ditado: “Apressado come cru e quente”.

O fato do jogador do Figueirense não ter se apresentado ontem ficou sem uma explicação convincente. Como vemos, para contar com o talento de um Julio Cesar, não dá para tratar diferentes como iguais. Vale o sacrifício? O que é bom para o time é bom para o grupo?

Bom, a história conta que grandes feitos dos Julio Cesar valem algum desgaste sim. Que o Figueira converse e tente garantir seu Julio por aqui. Mas só se ele realmente quiser. Porque se desejar sair, como vimos, e a história não deixa mentir, não há manobra que o faça mudar de ideia.

É um assunto interessante, não? O nome que damos aos nossos filhos. O nome e o Karma que carregamos em nossa história pessoal. O nome que damos aos nosso bichinhos.

Alguns clubes não deixam aspectos como este passarem batido. São vários que incluem, além de exames médicos e técnicos, a numerologia, a astrologia e outros recursos para contratar.

Um caso famoso é a Juventus, de Turim. O clube chega ao requinte de estudar o melhor número para o atleta usar na sua camisa alvinegra.

Você sabia que o número 10 é ligado à capacidade artística e inventiva,  criatividade  e facilidade para assumir liderança? Pelé que o diga.

Bom, no creo em brujas... Pelo sim, pelo não, cuidado com o apelido que lhe dão. Pense nisso, pesquise. E lembre-se. Vale a pena gritar o nome de seu ídolo no estádio. Não duvide que com seu incentivo ele jogará melhor. E com sua vaia ele não vai melhorar o desempenho.

Se a torcida não comprar a causa, pode ajudar, pode prejudicar. Em nenhum momento a turma alvinegra comprou a causa de Elias, por exemplo. Com a crença das pessoas, Elias foi até profeta bíblico. Sem a crença, não consegue nem ser camisa 10 de um time.

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